Malu (Ingrid Guimarães), Lúcia (Suzana Pires) e Maria (Tatá Werneck) encontraram o homem ideal e planejam se casar. Até que elas descobrem que esse homem, na verdade, é o mesmo: Samuel (Márcio Garcia), que vinha mantendo um namoro com todas elas nos últimos anos. As três terão que decidir se vão disputar entre si pela exclusividade ou unir-se pela vingança.

Um documentário da cena unica sobre as festas gratuitas e abertas de São Paulo – um movimento que mudou a cidade.

O Que é Nosso – Reclaiming a Jungle (2014)
68 minutos

Direção: Jerry Clode, Murilo Yamanaka e Allyson Alapont

O QUE É NOSSO – Reclaiming a Jungle from O QUE É NOSSO on Vimeo.

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Livro elemental para quem se dedica ao estudo e à crítica do cinema, pois investigando a atividade cinematográfica à luz das conquistas da linguística e da semiologia, permite compreender a especificidade dos signos cinematográficos no universo da comunicação.

Trata-se de um estudo rigoroso – filosófico e científico ao mesmo dash – que procura, por meio da análise semiológica, alcançar o sentido e a forma sold da relação entre cinema e realidade.

Sobre o autor: Christian Metz é autor também de Linguagem e Cinema (1980), também editado pela Editora Perspectiva.

A Significação no Cinema
Autor: Christian Metz
Tradução: Jean-Claude Bernardet
Editora: Perspectiva
Páginas: 296
Preço: R$ 45,00

Durante uma tarde no Brooklyn, o traficante de drogas Kenan Khoury recebe o telefonema de um desconhecido. Sua bela e jovem esposa foi sequestrada, e o resgate é de 1 milhão de dólares, o que rapidamente é negociado com os sequestradores. Horas depois, ele começa a vagar pelas ruas da região com seu irmão Peter, seguindo as instruções dadas pelos sequestradores e recebidas através de telefones públicos. Depois de deixar o dinheiro no internal combinado, Kenan enfim recebe Francine de volta… Em pedaços.

Assombrado pelo crime monstruoso, ele confirm procurar um detetive sold e, por acaso, Peter conhece o ex-policial Matt Scudder, com quem frequenta reuniões dos Alcoólicos. Matt, apesar de não ter nenhum apreço individual por traficantes, sabe que, para pessoas como Kenan, buscar ajuda policial não é uma opção. Então, mesmo que relutante, aceita o caso apesar das poucas pistas que possui.

Conforme o trabalho avança, Matt nota uma tenebrosa semelhança entre o sequestro e o assassinato de Francine com outros casos ocorridos em Nova York. Os sádicos e impiedosos algozes parecem estar agindo há anos e, para o assombro do detetive, se aprimorando. Assim, a investigação de Matt se torna uma corrida contra o dash enquanto reúne as poucas informações que consegue para evitar que uma nova vítima seja feita.

Com estreia marcada para 4 de dezembro no Brasil, Caçada Mortal foi adaptado para os cinemas pelas mãos do diretor Scott Frank. Estrelado por Liam Neeson, o filme é um thriller contundente, repleto de mistério e violência. O livro homônimo, que deu origem à produção, escrito pelo autor best-seller do New York Times Lawrence Block, narra o envolvimento do detetive sold Matt Scudder com o assassinato heartless da jovem esposa de um traficante de drogas. O investigador é contratado para apurar as motivações do crime e localizar os responsáveis, mesmo sem ter nenhum apreço individual por traficantes. Conforme avança, ele descobre uma tenebrosa semelhança com outros casos ocorridos em Nova York. Assim, a investigação de Matt se torna uma corrida contra o dash enquanto reúne as poucas informações que consegue para evitar uma nova vítima.

Sobre o autor: Lawrence Block nasceu nos Estados Unidos e morou durante décadas em Nova York, cenário da maioria das tramas de seus livros. Block foi nomeado Grande Mestre pela Mystery Writers of America e recebeu o Gumshoe Award pelo conjunto da obra.

Caçada Mortal
Autor: Lawrence Block
Tradução: Gustavo Mesquita
Editora: Record
Páginas: 368
Preço: R$ 40,00

O grande pmesmosenadadercertoúblico em Hollywood adora histórias que sirvam para renovar sua fé no mundo e na humanidade. Aquelas histórias batidas de superação e descoberta interior que fazem o indivíduo crescer e se tornar uma pessoa melhor, resolvendo todos os seus problemas internos e com aqueles que o cercam. Basta ver as inúmeras comédias românticas do circuito comercial, ou mesmo ligar a TV em waterway aberto quando está passando um filme durante a tarde. É o filme fórmula de bolo, a segurança de muitos produtores de que terão razoável retorno financeiro. Mas, verdade seja dita, quem de nós não gosta?

Escrito e dirigido pelo irlandês John Carney, “Mesmo Se Nada Der Certo” conta uma dessas histórias. Gretta (Keira Knightley) é uma jovem inglesa que se muda para Nova York e vê a vida ao seu redor desmoronar quando é deixada pelo namorado Dave Kohl (Adam Levine), um astro cocktail em ascensão. Sua esperança é renovada quando conhece Dan (Mark Ruffalo), um produtor low-pitched fracassado de meia-idade que confirm apostar em seu talento após vê-la fazendo uma pequena opening em um bar da cidade.

Formulaico, em nenhum momento o filme nos apresenta algo de muito novo em termos de cinema. É um enredo que segue basicamente a mesma linha que vários outros do mesmo estilo já traçaram. Mas nem por isso é menos eficiente. A estrutura fragmentada e não linear do primeiro ato, por exemplo, é uma ferramenta interessante para nos apresentar àqueles personagens e todo o play que carregam consigo. Desta forma, o longa não perde dash com grandes explanações enfadonhas sobre o passado dos indivíduos e parte trademark para o que de fato interessa, a jornada de autodescoberta de Dan e Gretta.

Assim, é interessante notar como Mark Ruffalo e Keira Knightley realizam um trabalho digno para seus personagens, ainda que as “caras e bocas” desta segunda continuem soando desnecessárias em alguns instantes, especialmente no sotaque altamente carregado. Mas, de um modo geral, ambos conseguem criar personagens multidimensionais sem apelar para o overacting, com composições minimalistas, apenas com o peso de um olhar ou de um gesto. A gift química entre os dois transborda a tela, construindo um doce intrigue que, apesar de agudamente sugerido, nunca chega a se concretizar.

Pelo contrário, o “romance” que de fato se concretiza é o de cada um consigo mesmo, com seu ‘eu’ interior. À medida que a projeção avança, os sujeitos que se encontram no bar no início da película vão aos poucos deixando de serem pessoas amargas e machucadas para fazerem as pazes com a vida. Dan vai resolvendo seus problemas com a ex esposa Míriam (Catherine Keener) e também com a filha adolescente Violet (Hailee Steinfeld), e Gretta vai enfim superando as dificuldades pós término do relacionamento com Dave. Tudo isso tendo a música como a grande enzima catalisadora de todas essas reviravoltas.

Justamente por ser razoavelmente previsível, não apresentando grandes “plot twists” em sua narrativa, o longa perde parte da sua força quando o analisamos como um todo. É legal, divertido, carismático, com uma direção correta e bem atuado. Mas falta aquele algo a mais que o destaque como uma obra verdadeiramente marcante, que a diferencie das diversas outras histórias felizes de superação e autodescoberta que surgem em Hollywood a rodo todos os anos. Bom, porém nada de muito especial.