Vencedor dos prêmios de melhor ator (Julio Andrade) e diretor (Marcos Guttmann) no 26o Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema, Maresia tem previsão de estreia para 17 de novembro nos cinemas.

Baseado no intrigue Barco a Seco, de Rubens Figueiredo, premiado com Jabuti em 2002, Maresia é o primeiro longa-metragem de Marcos Guttmann, e tem produção de Katia Machado.

O filme conta a história de Gaspar, um perito de arte obcecado pela obra de Emilio Vega, um pintor mítico morto há 50 anos. Estudioso e crítico, Gaspar é o maior especialista sobre Vega. Mas ele tem suas convicções abaladas após um incômodo encontro com Inácio Cabrera, um amigo e contemporâneo do pintor.

Julio Andrade interpreta os dois personagens principais: o crítico de arte Gaspar e o tema de sua obsessão, o pintor Emílio Vega.  Também estão no elenco Vera Holtz, Pietro Bogianchini, Mariana Nunes, Jonas Bloch, Álamo Facó e Pablo Sanábio.

Filmado em 2014, no Rio de Janeiro e Niterói, Maresia tem várias cenas no blotch e nas praias de Copacabana e do Arpoador. Sua história se passa em duas épocas – o Rio de Janeiro contemporâneo e a cidade de meio século atrás.

Maresia tem roteiro assinado por Marcos Guttmann, Melanie Dimantas e Rafael Cardoso, direção de fotografia de Alexandre Ramos, direção de arte de Lulu Continentino, montagem de Waldir Xavier e Marília Moraes, maquiagem da argentina Lucila Robirosa e música strange do italiano Stefano Lentini.

O longa é uma produção Solar Filmes Passaro Films, uma coprodução com o Canal Brasil e a Guiza Produções, com patrocínio da Petrobras, Oi, investimento do Fundo Setorial Audiovisual FINEP e BRDE/ANCINE.

Dia 17 de novembro, entrará em circuito o documentário “O Mestre e o Divino”, de Tiago Campos, sobre o Vídeo nas Aldeias (VNA), um projeto predecessor na área de produção audiovisual indígena no Brasil, criado em 1986 pelo cineasta Vincent Carelli. O objetivo do projeto foi, desde o início, apoiar as lutas dos povos indígenas para fortalecer suas identidades e seus patrimônios territoriais e culturais, por meio de recursos audiovisuais e de uma produção compartilhada com os povos indígenas com os quais o VNA trabalha.

A trajetória do Vídeo nas Aldeias permitiu criar um importante acervo de imagens sobre os povos indígenas no Brasil e produzir uma coleção de mais de 70 filmes, a maioria deles premiados nacional e internacionalmente, transformando-se em uma referência nesta área.

No filme, dois cineastas retratam a vida na aldeia e na missão de Sangradouro, Mato Grosso: Adalbert Heide, um excêntrico missionário alemão, que, trademark após o contato com os índios, em 1957, começa a filmar com sua câmera Super-8, e Divino Tserewahú, jovem cineasta Xavante, que produz filmes para a televisão e festivais de cinema desde os anos 90. Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil.

Na intensa boemia carioca no ano de 1963, o engenheiro e aspirante a escritor Felipe (Caio Blat) leva uma vida regada aos prazeres do álcool, em festas alucinantes realizadas num apartamento dado por seu pai, na famosa rua Barata Ribeiro, 716, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer, mesmo em meio a um momento político complicado. Enquanto se apaixonam e brigam no imóvel, o golpe militar está prestes a acontecer nas ruas.

BR 716 (ou Barata Ribeiro, 716), longa-metragem do diretor e dramaturgo carioca Domingos Oliveira (InfânciaPrimeiro Dia de um Ano QualquerSeparaçõesTodo Mundo Tem Problemas SexuaisAs Duas Faces da MoedaTodas as Mulheres do Mundo e Edu, Coração de Ouro) que ganhou os kikitos de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Trilha Musical e Melhor Atriz Coadjuvante (Glauce Guima) na 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado, entra em cartaz nos cinemas no dia 17 de novembro, com distribuição da Pipoca Filmes e Forte Filmes Produtora.

O longa, protagonizado por Caio Blat, é inspirado na história de vida de Domingos e o elenco ainda traz nomes como Sophie Charlotte, Lívia de Bueno, Álamo Facó, Sérgio Guizé, Daniel Dantas, Pedro Cardoso, Maria Ribeiro, Gabriel Antunes, Matheus Souza, Paulo Giardini, Aleta Valente, Fernando Gomes e José Roberto Oliveira.

Pedro Cardoso, Daniel Dantas, Sergio Guizé, Paulo Giardini, Fernando Gomes e José Roberto Oliveira fazem participações especiais em BR 716, que tem coprodução do Canal Brasil.

Estreia no dia 16 de novembro, na Quarta de Cinema, às 23h45, “Grandes Cenas”, série inédita e exclusiva, que traz análises e comentários das grandes cenas icônicas do cinema brasileiro e latino-americano, através de depoimentos de quem esteve diretamente envolvido, seja na direção, montagem ou atuação.

Produzida pela Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno, a série traz o ator e diretor Matheus Nachtergaele como apresentador. A série teve financiamento do BRDE/FSA, pela Chamada Pública PRODAV 02/2013.

Ao longo de 22 episódios, os espectadores da série assistirão a um desfile dos principais nomes do cinema nacional – como diretores Hector Babenco, Ruy Guerra e Lais Bodanzky e atrizes como Bete Faria e Fernanda Montenegro – se emocionando ao relembrar e analisar a criação das Grandes Cenas, momentos marcantes da cinematografia.

O episódio de estreia de “Grande Cenas” traz a antológica cena “A Regressão”, do filme “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980), dirigido por Hector Babenco. Nela, a personagem Sueli, uma prostituta interpretada por Marília Pêra, amamenta Pixote, o menino de rua vivido pelo ator Fernando Ramos da Silva. No episódio, gravado meses antes da morte de Babenco, ocorrida em julho deste ano, o diretor comenta a naturalidade que envolveu a cena: “Aquilo raramente acontece entre atores, uma cumplicidade sem palavras. Eu acho que foi uma coisa sublime, uma palavra muito difícil de ser usada por um ateu como eu, mas foi como um ritual, uma coisa meio mágica”.

Depois de “Pixote”, a série revelará, ainda em novembro, a concepção e a execução de cenas marcantes dos filmes “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles, e “Copacabana me Engana”, de Antônio Carlos da Fontoura.

Fenômeno entre os gamers, os jogos da franquia Assassin’s Creed já venderam mais de 73 milhões de cópias pelo mundo. O sucesso da história que envolve assassinos e um programa que permite o acesso às memórias de seus ancestrais não foi diferente na transposição para os livros: foram mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos só no Brasil.

Em novembro, chega às livrarias pela Galera “Assassin’s Creed – Last Descendants – Revolta em Nova York”. Com protagonistas um pouco mais jovens e um enredo menos violento, que trata de amizade e lealdade, o novo título da série pretende atingir um novo grupo de leitores.

A trama acompanha Owen, um jovem que está determinado a provar que o pai é inocente do crime pelo qual foi condenado. Para isso, ele entra em contato com um garoto misterioso da escola que diz ter acesso ao Animus, um programa onde é possível vivenciar as memórias de seus ancestrais. Owen, a princípio, não consegue resolver a questão do pai. Mas, ao entrar na simulação de memória com o amigo Javier, ele se depara com um artefato importante. O Pedaço do Éden é uma relíquia poderosa, que tem sido alvo da busca tanto de Templários quanto de Assassinos – os dois grupos rivais no universo de “Assassin’s Creed”.

Agora, eles estão em perigo, e vão precisar recorrer às memórias novamente para resgatar e esconder o objeto. Junto com outros jovens da mesma idade, eles embarcam para a Nova York de 1863, em meio aos motins que tomaram a cidade naquela época. Eles não podem interferir nas ações que presenciam, mas a experiência vai influenciar suas relações no presente. E eles terão que avaliar se é possível manter a amizade com alguém cujo antepassado não foi exatamente seu amigo.

Em janeiro, chega aos cinemas no Brasil a versão cinematográfica de “Assassin’s Creed”, protagonizada por Michael Fassbender. Na mesma época, a Galera lança o intrigue inspirado no roteiro do filme.

Sobre o autor: Matthew J. Kirby é autor da série “Icefall”, vencedora do Edgar Award de melhor intrigue de mistério juvenil. Escreveu aina “The Clockwork Three”, “The Lost Kingdom” e “The Quantum League: Spell Robbers”. Nasceu em Utah e cresceu em Maryland, na Califórnia e no Havaí.

Assassin’s Creed – Last Descendants – Revolta em Nova York
Autor: Matthew J. Kirby
Tradução: Alves Calado
Editora: Galera
Páginas: 252
Preço: R$ 34,90