O martelo finalmente foi batido sobre a construção do mega museu de George Lucas.

Sob o custo de US$ 1.5 bilhão, todo o empreendimento será construído só e somente só de investimento de George Lucas. Não haverá dinheiro de empresa privada ou do governo da Califórnia.

A disputa para saber quem ficaria com a construção do projeto foi entre Los Angeles e São Francisco.

Mas tendo em vista que o berço do cinema americano é Los Angeles, Lucas realmente não poderia construir o museu em lugar melhor.

Antes que alguém pense que o museu será totalmente dedicado a Star Wars… o local abrigará boa parte do acervo pessoal de George Lucas.

O que inclui alguns quadros raros, esculturas e, claro, vários objetos de ‘Star Wars‘.

Criador da abertura de ‘Star Wars’ está desapontado com ‘Rogue One’; Entenda!

Assista várias cenas deletadas de ‘Rogue One – Uma História Star Wars’

Recentemente uma curiosa novidade sobre o filme foi divulgada pelo The Hollywood Reporter.

Felicity Jones, a estrela de ‘Rogue One – Uma História Star Wars‘, tem uma cláusula em seu contrato para mais um filme da franquia ‘Star Wars‘.

‘Star Wars’: Saiba quais são os próximos filmes da franquia após ‘Rogue One’ 

Crítica | Rogue One: Uma História Star Wars 

Crítica 2 | Rogue One – Uma História Star Wars 

Crítica 3 | Rogue One – Uma História Star Wars 

Vale lembrar que Kathleen Kennedy, a presidente da Lucasfilm, já afirmou que o ‘Rogue One NÃO ganhará sequênciasaiba mais!

Rogue One – Uma História Star Wars‘ está situado antes dos eventos deStar Wars: Uma Nova Esperança‘, e faz um desvio dos filmes da saga. Em um momento de conflito, um grupo de heróis improváveis se unem em uma missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a mais poderosa arma de destruição do Império. Este evento-chave na linha do tempo Star Wars reúne pessoas comuns que optam por fazer coisas extraordinárias, e ao fazê-los, tornam-se parte de algo maior que eles mesmo.

Saiba quanto tempo dura a participação de Darth Vader em ‘Rogue One’

Curta nossa crítica de ‘Desventuras em Série’, nova série da Netflix:

» Siga o CinePOP no Facebook e no Twitter para saber todas as notícias sobre cinema! «

A terceira e última temporada de ‘The Leftovers‘ ganhou uma nova imagem hoje, via IndieWire, que mostra Justin Theroux (como Kevin) e Carrie Coon (Nora) lado a lado.

Confira:

Os criadores de The Leftovers‘ liberaram um vídeo no Twitter que confirma para abril de 2017 a estreia da terceira e última temporada da série.

A data específica vai ser revelada, possivelmente, com o primeiro trailer.

Até que ‘The Lefovers‘ funcionou bem para o calendário da HBO, já que como em 2017 não haverá ‘Game of Thrones‘ no  primeiro semestre, o canal precisou de alguma série que fizesse essa transição do primeiro para o segundo semestre com uma certa tranquilidade.

Assista:

The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.

A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.

The Leftovers traz no elenco Justin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.

The Leftovers

Curta nossa crítica de ‘Desventuras em Série’, nova série da Netflix:

» Siga o CinePOP no Facebook e no Twitter para saber todas as notícias sobre cinema! «

O dia foi reunião na DC Comics nesta quarta-feira, 11. Hiram Garcia – produtor do filme  ‘Shazam!‘ – confirmou que esteve na DC conversando sobre o Adão Negro e outras coisas sobre a produção.

Em tweet, o produtor ainda disse que novidades estão chegando.

 

 “Grande reunião na DC hoje, falamos de Shazam, Adão Negro e mais. Grandes coisas estão chegando, preparem-se”.

Recentemente, Dwayne ‘The Rock’ Johnson declarou em conversas com fãs (de acordo com o Heroic Hollywood) porque escolheu interpretar Adão Negro no filme ‘Shazam!‘.

Dwayne Johnson e Zac Efron em nova imagem de ‘Baywatch’

“Eu amo o Adão Negro. Amo como ele começa como e se sente injustiçado. Eu amo o passado dele. Para mim, o Adão Negro sempre foi um dos heróis mais intrigantes”.

Alan Ritchson, que interpretou o Gloss de ‘Jogos Vorazes‘ e emprestou seus movimentos para Raphael em ‘As Tartarugas Ninja‘,  irá interpretar o Capitão Marvel, o protagonista do aguardado ‘Shazam!‘, ao lado de Dwayne Johnson.

Darren Lemke, roteirista dos filmes ‘Jack, o Caçador de Gigantes‘ e ‘Turbo‘, chegou a trabalhar no script do filme, mas não aguardou os executivos da Warner Bros.

O longa terá produção de Johnson e Hiram Garcia – a dupla já trabalhou junta em ‘Viagem 2: A Ilha Misateriosa‘ e ‘Hércules‘.

Dwayne Johnson diz que Adão Negro pode enfrentar Batman e Superman no cinema

Shazam‘ tem estreia marcada para 5 de abril de 2019.

Curta nossa crítica de ‘Desventuras em Série’, nova série da Netflix:

» Siga o CinePOP no Facebook e no Twitter para saber todas as notícias sobre cinema! «

Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ teve um novo clipe divulgado, que traz Alice lutando contra vários soldados da Umbrella Corp.

Assista:

EXCLUSIVO: Milla Jovovich revela se toparia fazer mais filmes da franquia ‘Resident Evil’

A MPAA (Motion Pictures Association of America) deu a ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ a alta classificação Rated R, que significa que menores de 17 anos só podem assistir ao filme acompanhados dos pais ou de algum responsável.

A censura é explicada:

“Excesso de violência em todo o filme”.

No Brasil, a classificação indicativa corresponde a “Maiores de 18 Anos”.

Vale lembrar que o filme ainda não recebeu classificação indicativa no Brasil.

O filme será lançado primeiro no Japão, no dia 23 de Dezembro de 2016. No Brasil, dia 26 de Janeiro de 2017, um dia antes da estreia norte-americana (agendada para 27 de Janeiro de 2017).

Começando imediatamente após os acontecimentos de ‘Resident Evil 5: Retribuição‘, a humanidade está com seus dias contados após Alice ser traída por Wesker em Washington DC. Como a única sobrevivente do que era para ser um embate final da humanidade contra as hordas de mortos-vivos, Alice retorna aonde o pesadelo começou: Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está reunindo suas forças para um ataque final contra os sobreviventes remanescentes do apocalipse.

Em uma corrida contra o tempo, Alice vai unir forças com velhos amigos, e um aliado improvável, em uma batalha repleta de ação com zumbis e novos monstros mutantes. Entre perder suas habilidades sobre-humanas e um ataque iminente da Umbrella, esta será a mais difícil aventura de Alice em sua luta para salvar a humanidade, que está prestes a ser encerrada.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’ 

‘Resident Evil 6’: Dublê de Milla Jovovich posta foto após amputar o braço

‘Resident Evil 6’: Alice pula de tirolesa em novo trecho vazado do TRAILER! 

Milla Jovovich, Ali Larter, William Levy (‘The Veil’), Ruby Rose (‘Orange Is the New Black’), Rola e Eoin Macken (‘Merlin’) .

Curta nossa crítica de ‘Desventuras em Série’, nova série da Netflix:

» Siga o CinePOP no Facebook e no Twitter para saber todas as notícias sobre cinema! «

Assassin’s Creed‘ chegou para mudar o cenário das adaptações de games no cinema. Justin Kurzel, diretor do filme, consegue estabelecer uma possível franquia cheia de potencial. Parte disso se deve pela própria história, que é mais atrativa do que maioria dos filmes do gênero e não requer a apresentação de um universo muito complexo, como ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘.

A história torna-se interessante quando o conflito entre os Assassinos do Credo e os Templários (que ocorre 500 anos antes dos dias atuais) se mostra como o carro chefe da trama. A batalha pela Maça do Éden (que segundo os Templários, pode ajudar a erradicar a violência) move as motivações ideológicas de cada lado da batalha. Na premissa central, há algumas diferenças para com o jogo original, que no game fazem sentido para aumentar a emoção da experiência, mas que no filme seriam mais alguns clichês dos clichês. Sendo assim, seriam apenas fan service, mas a intenção do filme é de claramente conquistar o público geral, e não apenas os fãs da franquia.

No presente, Cal (Michael Fassbender) foi condenado a morte e é “salvo” pela Abstergo (uma organização fundamental para a história). Ele é inserido nas regressões que o fazem ter contato com o seu antepassado, Aguilar. No geral, os personagens não necessitam de um vasto desenvolvimentos, pois as descobertas “históricas” que o longa apresenta são o suficiente para saber o porquê de cada um estar ali, ou quais são as motivações. Isso é fruto de um roteiro diferenciado, que gosta de trabalhar e de construir elementos que façam o público pensar naquilo que está assistindo. Sendo assim, poucas explicações são feitas com o intuito de situar o público naquele universo.  

Os problemas do enredo se dão ao simples fato de ser uma adaptação de Hollywood, sendo assim, o longa caí em alguns clichês e em momentos que a história precisava de um impulso para andar, cria-se inesperadamente uma motivação instantânea, exatamente como o macarrão intantâneo: ferva a água e aguarde 3 minutos – e assim está pronto o incentivo que faltava para o protagonista. É uma ação totalmente artificial, mas ainda assim é um clichê que funciona para o bem da história.

Fassbender tem um personagem que traz uma carga semelhante ao Magneto na nova trilogia dos ‘X-Men‘. Cal traz traumas do passado e usa da violência para viver, e é visível que o peso dos acontecimentos fica cada vez mais enraizado nas suas ações. Além disso, visualmente o ator casa perfeitamente com Aguilar, o antepassado de Cal. Marion Cotillard funciona bem para o filme, a personagem traz uma dinâmica interessante à história, mas assim como o pai (interpretado por Jeremy Irons) ela vai decaindo a medida que os fatos se desenvolvem. Irons, por outro lado, é o típico antagonista que se esconde atrás de seus argumentos até que de fato seja transformado em vilão, tendo seu único momento útil no fim do terceiro ato.

Justin Kurzel administra bem o enredo, mas a direção é o ponto fraco do longa. Por trazer uma proposta diferente, com ação frenética, um visual empoeirado e uma trilha sonora que mescla rock e músicas medievais, ‘Assassin’s Creed‘ torna-se limitado quando deveria dar o espetáculo.

As lutas são mal coreografadas e mal filmadas, a câmera do diretor não consegue captar a ação dos golpes, que combinada com a edição excessivamente picotada, fazendo o longa apenas mais do mesmo na ação.

Assassin’s Creed‘ tem potencial para o futuro, mas a história é prejudicada pela direção preguiçosa de Justin Kurzel (‘Macbeth: Ambição e Guerra’). Com uma trama que consegue instigar a curiosidade do público, o longa se perde em sua execução, mas ainda assim acende uma luz de esperança para as adaptações de jogos em Hollywood, um gênero muito desgastado ao longo dos anos.

Curta nossa crítica de ‘Desventuras em Série’, nova série da Netflix:

» Siga o CinePOP no Facebook e no Twitter para saber todas as notícias sobre cinema! «