Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a jovem vê sua vida desmoronar em razão do vício em heroína e sexo com desconhecidos, o distanciamento da família e o fim abrupto de seu casamento com o homem que ainda amava. Quatro anos depois, aos 26 anos, no fundo do poço e sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da chamada Pacific Crest Trail (PCT) – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao Estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa.

Na adaptação para o cinema, que estreia no Brasil no dia 15 de janeiro, Reese Witherspoon vive a história de Cheryl Strayed. Em uma interpretação intensa e elogiada por veículos como o The New York Times e Variety, a atriz foi indicada aos prêmios de melhor atriz pelo Globo de Ouro e Screen Actors Guild, além de estar altamente cotada para uma indicação ao Oscar por sua performance. O filme conta com a direção Jean-Marc Vallée, que também assinou o longa-metragem Clube de Compras Dallas, ganhador de dois Oscar. O roteiro fica por conta do consagrado autor britânico Nick Hornby (Alta Fidelidade, Febre de Bola e Um Grande Garoto).

Sobre a autora: Cheryl Strayed é autora de Torch, romance aclamado pela crítica e escreve para a coluna “Dear Sugar” no TheRumpus.net desde março de 2010. Seus contos e ensaios foram publicados no The New York Times Magazine, Washington Post Magazine, Vogue, Allure, Self, The Missouri Review, Brain, Child, Creative Nonfiction, The Sun, The Best American Essays e The Best New American Voices. Vive em Portland, Oregon.

Livre
Autora: Cheryl Strayed
Tradução: Débora Chaves
Editora: Objetiva
Páginas: 376
Preço: R$ 39,90

Louis Zamperini era um delinquente juvenil que invadia propriedades, brigava e fugia de casa. Adolescente, descobriu o atletismo, esporte que o levou para as Olimpíadas de Berlim, em 1936, chamando a atenção, por sua velocidade, de ninguém menos do que Adolf Hitler. Com a Segunda Guerra Mundial, Louis alistou-se no exército americano, tornando-se tenente e servindo como bombardeiro. Em 1943, seu avião caiu no Oceano Pacífico, deixando-o à deriva em um bote. Consequentemente, ele é capturado por militares japoneses e mantido por mais de dois anos como prisioneiro de guerra.

Estreia cinematográfica que mais faturou no Natal de 2014, a adaptação do livro Invencível é o segundo filme dirigido por Angelina Jolie. Zamperini é vivido pelo ator Jack O’Connel. A trilha sonora é composta pelo premiado Alexandre Desplat, que também musicou Godzilla, Argo e o último filme da saga Harry Potter. Quem assina o roteiro são os irmãos Coen – Joel e Ethan – vencedores de quatro Oscar.

Sobre a autora: Laura Hillenbrand é escritora e autora de livros de não-ficção e artigos para revistas. Fã de cavalos, obteve sucesso logo em sua estreia literária, com o best-seller Seabiscuit (2001). A história do cavalo de corrida que encantou os EUA foi posteriormente adaptada para o filme homônimo de 2003, com Tobey Maguire e Jeff Bridges, indicado para sete Oscars e um Globo de Ouro. Seus ensaios figuram em revistas como The New Yorker, American Heritage e Turf and Sport Digest. Com uma história pessoal de dificuldades físicas causadas por síndrome de fadiga crônica, Hillenbrand afirma ter encontrado na escrita “uma forma de viver vigorosamente”.

Invencível
Autora: Laura Hillenbrand
Tradução: Débora Landsberg
Editora: Objetiva
Páginas: 536
Preço: R$ 49,90

Embora não seja o primeiro romance escrito por Jane Austen (16 de dezembro de 1775 – 18 de julho de 1817), Razão e Sensibilidade foi o primeiro de seus romances a ser publicado, em 1811, sendo que o título original da obra era Elinor and Marianne e escrito sob a forma de romance epistolar. Revisto alguns anos depois, Jane Austen alterou o título e a estrutura da narrativa, mantendo, entretanto, o seu tema central: a necessidade de se encontrar um meio termo entre a paixão e a razão.

O lançamento de Razão e Sensibilidade apresenta pela primeira vez esta importante obra de Jane Austen em edição bilíngue, de luxo e em capa dura, resgatando toda a importância desta magnífica obra de uma das maiores escritoras inglesas.

O enredo, embora simples, não deixa de ser profundo e questionador: a história se estrutura em torno das irmãs Dashwood, Elinor e Marianne, que na Inglaterra dos últimos anos do século XVIII ficam desamparadas com a morte do pai, cujas propriedades são deixadas como herança para um filho do primeiro casamento, obedecendo-se às leis inglesas. Bonitas, inteligentes e sensíveis, as irmãs Elinor e Marianne, sua mãe e sua irmã menor, Margareth, mudam-se para um cottage oferecido por um parente distante. Sem dotes a serem oferecidos para seus casamentos, Elinor, o arquétipo austeano da razão, e Marianne, o da sensibilidade, têm poucas oportunidades de conseguir um bom casamento, mas a grandeza de seus sentimentos – a sinceridade e a fidelidade do coração de ambas – se revela importante contra a hipocrisia de uma sociedade preocupada apenas com as aparências e os bens materiais.

Jane Austen é mestra em expor as sutilezas do jogo que se estabelece entre nobres insensíveis, a classe média ambiciosa e o casamento como meio de enobrecimento. Nada nos autoriza a dizer, como se tem visto, que é apenas um romance sobre “intrigas domésticas” ou sobre “uma irmã racional e outra sentimental”. Ao contrário, é apresentada uma questão sempre relevante e recorrente nos romances de Jane Austen: será que o que parece útil em curto prazo, vale a pena ser vivido em longo prazo? Será que a ambição pode garantir verdadeiramente conforto e riqueza maiores? Aqueles que seguem apenas os seus sentimentos podem ter melhores resultados? É o que parece dizer Jane Austen, entre as tantas observações, comentários e descrições apresentadas ao longo da trama, concluindo que a virtude ainda é necessária e que as boas intenções não são necessariamente vitimadas quando todos mais se mostram ambiciosos.

Razão e Sensibilidade foi levado aos cinemas, em 1996, com direção de Ang Lee, com Emma Thompsom, Kate Winslet e Hugh Grant.

Sobre a autora: Jane Austen, escritora inglesa proeminente, considerada como uma das maiores figuras da literatura inglesa, ao lado de William Shakespeare, Charles Dickens e Oscar Wilde, representa o exemplo de escritora, cuja vida protegida e recatada em nada reduziu a estatura e o dramatismo da sua ficção. Nasceu na casa paroquial de Stevernton, Inglaterra, onde o pai era o sacerdote, vivendo a maior parte do tempo nessa região. A fama de Jane Austen perdura através de seis obras-primas principais: Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814), Emma (1815), Persuasão (1818) e A Abadia de Northanger (1818), publicados postumamente. Lady Susan (escrito entre 1794 e 1805), The Brothers (iniciado em 1817, deixado incompleto e publicado em 1925 com o título Sanditon) e Os Watsons (escrito por volta de 1804, deixado inacabado, terminado por sua sobrinha Catherine Hubback e publicado na metade do século XIX, com o título The Younger Sister) são outras de suas obras. Deixou ainda uma produção juvenília, uma peça teatral, Sir Charles Grandison, or the Happy Man: a Comedy in Six Acts, poemas, registros epistolares e um esquema para um novo romance, intitulado Projeto de um Romance.

Razão e Sensibilidade
Edição bilíngue – Português/Inglês
Autora: Jane Austen
Tradução: Adriana Sales Zardini
Editora: Landmark
Páginas: 496
Preço: R$ 45,00

A Marvel divulgou o novo trailer de  “Vingadores: A Era de Ultron“. Veja:

No filme, Tony Stark tenta alavancar um programa voltado a manter a paz, mas as coisas dão errado e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo o Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, a Viúva Negra e o Gavião Arqueiro, enfrentam seu teste definitivo quando o destino do planeta está em jogo. Quando o vilanesco Ultron surge, depende dos Vingadores impedi-lo de concluir seus terríveis planos e, logo, alianças frágeis e ações inesperadas abrem caminho para uma épica e única aventura global.

Escrito e dirigido por Joss Whedon e produzido por Kevin Feige, o elenco de “Os Vingadores: A Era de Ultron” traz Robert Downey Jr. (“O Juiz”), Chris Evans (“Capitão América”), Chris Hemsworth (“Thor”), Mark Ruffalo (“Truque de Mestre”), Scarlett Johansson (“Lucy”), Jeremy Renner (“O Legado Bourne”), Samuel L. Jackson (“Django Livre”), Cobie Smulders (“De Repente Pai”), James Spader (“Lincoln”), Elizabeth Olsen (“Godzilla”), Aaron Taylor-Johnson (“Godzilla”) e Paul Bettany (“Transcedence”).

O longa tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 30 de abril.

Estão abertas as inscrições para as cinco Chamadas Públicas regionais da Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas do Programa Brasil de Todas as Telas. A linha disponibiliza R$ 60 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, distribuídos pelas cinco regiões do país. Os investimentos fomentarão a produção de 103 obras audiovisuais brasileiras independentes, correspondendo a 260 horas de programação.

A Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas tem como objetivo a regionalização da produção de conteúdos audiovisuais independentes para destinação inicial ao campo público de televisão (segmentos de TV universitária, comunitária e educativa e cultural).

Os editais desta linha serão operados por meio de uma parceria entre a ANCINE, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e conta com o apoio da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU), Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM) e Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC).

Para mapear a demanda de programação das Tvs Públicas, a ANCINE realizou um estudo georreferenciado que relacionou grades de programação de 218 emissoras e canais de programação do campo público de televisão com vocações de produção regionais de 1.440 empresas produtoras independentes.

Em novembro de 2014, um seminário em Brasília realizado em parceria com a EBC, com o apoio da ABTU, da ABCCOM e da ABEPEC e com participação presencial e remota dessas emissoras e canais de TVs, determinou a demanda de programação para os públicos infantil, jovem e adulto, sob a forma de 90 obras seriadas (ficção, animação e documentário) e 13 não seriadas (documentário) a serem financiadas pela nova Linha.

Podem apresentar projetos as empresas produtoras brasileiras independentes registradas na ANCINE, que tenham sede na região em que se inscreverem, por no mínimo dois anos, ou comprovada atuação de sócio nesta região, por igual período.

Os interessados devem preencher e finalizar a inscrição eletrônica disponível no site do BRDE e enviar a documentação requisitada no edital em envelopes lacrados, entregues por portador ou por serviço de encomenda registrada, para o escritório regional correspondente. Os projetos inscritos precisarão observar obrigatoriamente as descrições das propostas de programação definidas no Anexo B de cada um dos editais. O prazo de inscrição se encerra em 26 de fevereiro.

A linha prevê o financiamento do valor integral da produção das obras na modalidade de investimento (aplicação de recursos com participação do FSA nos resultados comerciais dos projetos). A primeira licença das obras que compõem a programação será destinada para exibição inicial pelos canais do campo público de televisão (universitários, comunitários e educativos), de forma não onerosa, pelo período de 1 ano, com exclusividade de seis meses. A EBC distribuirá a programação que tem estreia prevista para o segundo semestre de 2016.

As Chamadas Públicas regionais estão disponíveis para consulta no site do Fundo Setorial do Audiovisual, assim como uma seção de Perguntas Frequentes para tirar as dúvidas dos interessados.