A Variety confirma a integração de Jeffrey Dean Morgan, o Negan de ‘The Walking Dead‘, como um dos personagens principais nada adaptação do game ‘Rampage‘.

Dean será um funcionário do governo que se alia ao laboratório que inicia testes em animais.

E são justamente esses testes que estão tornando os animais de um zoológico completamente agressivos.

Agora, Jeffrey une-se a: Jake Lacy (‘Armas na Mesa‘), Breanne Hill (‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘), Joe Manganiello (‘The Batman‘, ‘Magic Mike‘), Dwayne JohnsonNaomie Harris

O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intensão da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.

O elenco ainda terá Marley Shelton (‘Pânico 4‘) em um dos papéis principais.

Até o momento a produção não divulgou informações sobre respectivos personagens que serão vividos pelos membros do elenco.

A direção é de Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘), que também produz junto com Beau Flynn e John Rickard.

O primeiro material que baseia a trama foi escrito por Carlton CruiseRyan Condal, posteriormente re-escrito no roteiro de Ryan Engle.

Rampage‘ tem previsão de estreia para abril de 2018, atualmente o longa está em pré-produção e novos nomes devem ser anunciados no elenco em breve.

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A Warner liberou a mais nova imagem de ‘Mulher-Maravilha‘.

Confira, com o eletrizante comercial liberado nessa semana:

A estreia do novo filme da personagem acontece em 2 de junho de 2017.

Gal Gadot elogia o Batman de Ben Affleck em entrevista

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

Chris Pine (franquia ‘Star Trek‘) será Steve TrevorRobin Wright vive Antíope e Connie Nielsen será a Rainha Hipólita, mãe de Diana, também estão no elenco.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.

 

 

 

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Seth Rogen e Evan Goldberg vão adaptar para os cinemas os quadrinho de ‘Invencível’, de Robert Kirkman, responsável por ‘The Walking Dead’ e ‘Outcast’.

Os quadrinhos, que tiveram o segundo maior período de circulação, ficando atrás apenas de ‘TWD’, foca em um jovem homem chamado Mark Grayson, um estudante do Ensino Médio comum em todos os sentidos, exceto pelo fato de seu pai, Nolan, ser Omni-Man, um super herói, além de ser um escritor de sucesso. Aos sete anos de idade, Mark descobre que seu pai é um alien e que futuramente herdará seus poderes. Aos 17 anos, eles começam a surgir.

Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Kirkman conversou sobre a oportunidade de migrar sua hq para outras plataformas.

“Por quase uma década eu tenho lidado com a pergunta ‘e Invencível?’, à medida que os fãs tem acompanhado ‘The Walking Dead’ crescer como essa monstruosidade multimídia ao longo dos anos. A resposta era que sempre estávamos esperando pelo time certo se unir a nós e este time chegou! Os respeitados senhores Goldberg e Rogen se provaram ser diretores de primeira linha, com um olhar seletivo e clínico para efeitos visuais deslumbrantes, após arrasarem escrevendo um sucesso atrás do outro”.

O quadrinhista também falou sobre o potencial da história:

“‘Invencível’ é surpreendente, provocativo, chocante e em alguns momentos é uma história encharcada por sangue que não poderia estar em mãos melhores. Com o time formado por Rogen, Goldberg e Universal, eu estou muito confiante que este será mais um filme sobre super heróis, em uma longa fila de produções que continuam a provar que o gênero é viável e emocionante, que continuará atraindo pessoas aos cinemas pelos anos vindouros”.

Rogen e Goldberg vão escrever, dirigir e produzir o filme ao lado de Kirkman. A expectativa é que ‘Invencível’ seja abordado a partir da primeira publicação (2003), deixando brecha para que a produção se estenda caso faça sucesso.


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O suspense Fragmentado é um dos grandes sucessos deste início de 2017, arrecadando elogios da imprensa especializada, do público e rendendo uma gorda bilheteria para um filme de seu orçamento. Tudo isso apenas soma para afirmarmos que o cineasta M. Night Shyamalan, uma vez considerado o novo Hitchcock ou o novo Spielberg (exageros à parte – como de costume) voltou às boas, após seu ensaio com A Visita (2015), caindo novamente nas graças dos Deuses do Cinema.

Pensando nisso, resolvemos listar (do pior ao melhor) todos os filmes que estampam o nome do cineasta APÓS SEU SUCESSO MUNDIAL com O Sexto Sentido (1999), o filme que colocou verdadeiramente seu nome no mapa. Queremos deixar isso bem claro – daí as letras garrafais – portanto, que seus dois longas iniciais, Praying With Anger (1992) e Olhos Abertos (1998), não estarão na lista. Assim como levaremos em conta somente produções cinematográficas, deixando também de fora a série Wayward Pines, com a qual esteve envolvido em 2015. Não esqueça de comentar e listar os seus em ordem. Vamos lá, apertem os cintos e preparem-se para serem Shyamalados.

O TEXTO ABAIXO CONTÉM SPOILERS – Caso não tenha visto o filme em questão, não leia a parte da reviravolta.

Demônio (Devil, 2010)

Sinopse: cinco estranhos ficam presos num elevador e coisas sombrias começam a ocorrer ao redor e dentro do local, como mortes. Policiais e técnicos tentam salvar as vítimas. A ideia era falar sobre fé.
Envolvimento:
essa era uma proposta do diretor que não deu certo. A ideia era criar uma série de filmes, todos parte de uma antologia de terror, sob o selo The Night Chronicles. Shyamalan produz o longa e escreveu a história, mas o roteiro e a direção não são seus.
Protagonista:
aqui temos um elenco de rostos desconhecidos, sem o foco em um único protagonista. Temos os cinco “jogadores” dentro do elevador, mas o que mais se aproxima de ser o principal é o personagem de Chris Messina, o detetive do lado de fora tentando salvá-los.
Elemento Sobrenatural:
além da tragédia de termos cinco pessoas trancafiadas em um elevador defeituoso, Demônio, como diz o título nada sutil, traz uma das vítimas como o próprio Belzebu encarnado. Essa é para se benzer.
Shyamalan Ator: não aparece.
Reviravolta:
todo o rebuliço criado pelo coisa ruim no final das contas era apenas uma forma de se vingar de um dos sujeitos, que havia atropelado a esposa do tal policial. Além disso, o filme trapaceia e mata a senhora idosa, primeiramente a eliminando da lista de suspeitos, para depois revelar ser ela a encarnação do capeta.

O Último Mestre do Ar (The Last Airbender, 2010)

Sinopse: adaptação para o cinema do famoso desenho animado Avatar, que devido ao monstruoso fenômeno homônimo de James Cameron, lançado no ano anterior, não pode utilizar seu título original. A história mística de aventura e fantasia, fala sobre diversas tribos, cada uma dominando um elemento da Terra, como fogo, ar, água e terra.
Envolvimento:
aparentemente, o desejo de Shymalan em adaptar o desenho veio da paixão de seus filhos pelo mesmo. Na época, seus filmes autorais de suspense e terror não estavam mais emplacando junto ao público, fechando portas para o diretor em estúdios como a Disney, a Warner e a Fox. O cineasta aqui resolveu dar um tempo de filmes menores e apostar no cinema blockbuster de efeitos visuais e heróis. Shyamalan adapta o roteiro, produz e dirige aqui.
Protagonista:
ao menos os personagens do desenho foram respeitados e trazidos para o longa, o problema é que certa leveza e humor foram esquecidos em prol de um épico enfadonho. Aang (Noah Ringer) é o protagonista, um jovem monge, que é o escolhido (para variar) e o único capaz de controlar os quatro elementos.
Elemento Sobrenatural:
por se tratar de um filme de fantasia, temos muitos elementos sobrenaturais, como pessoas que controlam o fogo, a água, o ar e a terra, além de uma criatura bestial, porém dócil, que é uma mistura de bicho preguiça e bisão.
Shyamalan Ator:
uma ponta não creditada como um dos membros da tribo do fogo.
Reviravolta:
a última cena deixava uma continuação engatilhada, que nunca viria. Após ter falhado em capturar o último Airbender, Zuko (Dev Patel) perde a preferência de seu pai, o rei, que agora mandará a filha para o encalço do “menino dourado”.

Depois da Terra (After Earth, 2013)

Sinopse: passada no futuro, esta ficção científica conta a história de um pai e seu filho (Will Smith e seu filho na vida real, Jaden Smith) ambos militares, viajando em uma missão interplanetária em sua nave. O pior acontece e a nave cai em um inóspito planeta. O pai fica impossibilitado, cabendo ao filho se provar e ir até o ponto oposto do local para enviar um sinal e pedir ajuda.
Envolvimento:
aqui, pela primeira vez em sua carreira, Shyamalan foi um diretor de aluguel. Por mais que em O Último Mestre do Ar tenha apenas adaptado um desenho, era um projeto de paixão seu, assim como a criação da antologia da qual Demônio faria parte. Mas com Depois da Terra, o diretor apenas serviu à família Smith, para que juntos desenvolvessem o projeto cujo subtexto é um dos mantras da cientologia, o da superação do medo. No filme, Shyamalan adapta em um roteiro a ideia de Smith, produz e dirige.
Protagonista:
mostrando que este é mais um veículo que Will Smith planejou para o lançamento da carreira de seu filho, embora o nome do astro seja o de maior relevância aqui, ele deixa Jaden, na pele de Kitai Raige, levar 80% da projeção sozinho.
Elemento Sobrenatural:
mais um filme de fantasia e ficção científica, aonde o que mais pode ser encontrado são elementos sobrenaturais. Passado no futuro, temos animais levemente modificados e evoluídos, como macacos, tigres e águias. Mas o que se destaca é a criatura monstruosa conhecida como Ursa.
Shyamalan Ator:
não aparece.
Reviravolta:
não existe grandes reviravoltas aqui, e a revelação de que o planeta inabitado e perigoso no qual caem com a nave é a Terra, é feita logo no início do filme, ao contrário do clássico Planeta dos Macacos (1968). Talvez a jornada e como Kitai derrota a Ursa sejam as surpresas aqui. O pequeno finalmente evoca o “fantasma”, técnica na qual se torna invisível ao monstro, superando de vez o medo.

Fim dos Tempos (The Happening, 2008)

Sinopse: um enigmático evento começa a ocorrer pelos EUA, no qual pessoas, aparentemente sem qualquer explicação, começam a se matar das formas mais variadas e grotescas. Devido à paranoia instalada no país, após o 11 de setembro, especula-se que sejam atos terroristas.
Envolvimento:
aqui ainda tínhamos o Shyamalan “moleque” e autoral. Porém, meio perdido, tendo usado todas as cartas na manga, com quase nenhum crédito junto aos críticos e público. Esse foi o primeiro filme de censura alta da carreira do diretor, que pôde usufruir da violência e cenas explícitas em seu filme declaradamente de terror. Como de costume, Shyamalan escreve, dirige e produz.
Protagonista:
uma das maiores críticas que Fim dos Tempos recebeu foi em relação aos seus personagens, em especial os protagonistas. Mark Wahlberg é o principal na pele do professor de ciências (??!!) Elliot Moore. O ator está longe de sua alçada e não convence, sendo alvo de cenas constrangedoras – como quando fala com uma samambaia (de plástico, para piorar). Pior que isso, só o desempenho inerte e robótico da geralmente agradável Zooey Deschanel, que interpreta sua esposa. A atriz parece anestesiada durante toda a projeção.
Elemento Sobrenatural:
alguma toxina parece a causa de tudo, se espalhando pelo ar e criando um novo nível de paranoia, que surpreendentemente dura apenas um dia. O que chama atenção é que assim como em alguns clássicos do gênero, a pessoa que você mais gosta e confia, pode se voltar contra você ou ela mesma.
Shyamalan Ator:
tomado pela timidez, o cineasta aparece apenas como uma voz ao telefone no filme.
Reviravolta:
bem, a grande reviravolta aqui, como diversos personagens entregavam em especulações durante o filme, é a revolta da natureza contra o homem. Em especial as plantas, que liberam esta toxina mortal, com a tentativa de embasamento científico da parte do cineasta. Bem, ou será que era isso mesmo?

A Dama na Água (Lady in the Water, 2006)

Sinopse: em um condomínio de classe média baixa, na cidade da Filadélfia (na qual se passam a maior parte dos filmes do diretor), figuras para lá de exóticas transitam. Até que o zelador do local encontra uma misteriosa jovem na piscina do prédio, e a trama se desenrola.
Envolvimento:
Shyamalan estava no auge de sua carreira, começando a colocar o pé no declínio. A divisão de opiniões causada por A Vila, ocasionou na saída do diretor do estúdio que o acolheu em seus maiores sucessos, a Disney. Este filme marca a primeira, e única (até o momento), aventura do cineasta pela Warner. O objetivo aqui era dar vazão aos contos de fadas que Shyamalan narrava para seus filhos antes de dormirem. Mais uma vez o cineasta escreve, dirige e produz.
Protagonista:
Cleveland Heep (Paul Giamatti, recém-saído dos sucessos de crítica Sideways – Entre umas a Outras e A Luta Pela Esperança), o zelador do condomínio, é nosso herói por esta jornada. Esse é o filme de Shyamalan que possui a maior gama de personagens excêntricos, a maioria propositalmente criados como alívio cômico. Um dos que mais chama atenção é o crítico de cinema e arte, pretensioso e arrogante (papel de Bob Balaban), tratado como vilão, e criado como forma de vingança do diretor em relação aos verdadeiros críticos que vinham destratando suas obras.
Elemento Sobrenatural:
por se tratar de um pretenso conto de fadas (ou conto de ninar, como dizia o slogan), temos figuras fantásticas e mitológicas, como ninfas (espécie de serias), papel de Bryce Dallas Howard, e criaturas que são mesclas de animais com outros elementos da natureza.
Shyamalan Ator:
esse é o melhor, ou pior, papel de Shyamalan em um de seus filmes, dependendo do seu ponto de vista. Essa é outra resposta, que soa muito como tapa de luva de pelicas (com uma ferradura dentro), que o diretor dá em seus detratores. Aqui, ele é Vick Ran, escritor e condômino (mora junto com a irmã) do local, cujo próximo livro irá ser tão importante que salvará o mundo. Egocentrismo no nível dez? Sim, por favor.
Reviravolta:
anunciado como conto infantil e história de fadas, A Dama na Água é enfadonho demais para as crianças. O filme possui inclusive cenas e momentos mais assustadores. No entanto, não guarda grandes reviravoltas. A maior delas talvez seja os papeis invertidos, que cada morador ganha na hora de ajudar a ninfa Story (Howard) – sim, nome bem criativo né? – a voltar para casa. Invertidos, pois iriam se mostrar equivocados, necessitando de nova escalação.

A Visita (The Visit, 2015)

Sinopse: um casal de adolescentes vai visitar os avós em outra cidade, com quem nunca tiveram contato devido à briga de sua mãe, filha dos idosos, com os pais anos atrás. Mas os adoráveis antepassados escondem um terrível segredo.
Envolvimento:
foi a volta por cima de Shyamalan, e o passo rumo a reconquistar o sucesso. Um filme menor, financiado de seu próprio bolso, e gravado no estilo found footage. Esse era o filme que o diretor queria fazer, com controle total, e não fazia desde 2008. O autor escreve, produz e dirige.
Protagonista:
os protagonistas são os inocentes netinhos Becca (Olivia DeJonge) e o cômico Tyler (Ed Oxenbould), aficionado por hip hop. Mas quem rouba a cena são os perturbadores avós Nana (Deanna Dunagan) e Pop Pop (Peter McRobbie).
Elemento Sobrenatural:
o filme inteiro ficamos esperando alguma ameaça sobrenatural, que justifique o comportamento errático dos velhinhos. Em certo momento, enfatizado pela mãe (papel de Kathryn Han), a justificativa de seu comportamento pode ser apenas pela idade. O que traria um tom cômico maior ao longa, que já utiliza de muito humor.
Shyamalan Ator:
mesmo voltando aos poucos às boas com o sucesso, o diretor ainda não arriscaria aparecer em um longa.
Reviravolta:
talvez uma das melhores e mais gélidas reviravoltas em um filme do diretor, que congelou minha espinha ao assistir no cinema, descobrimos que os adoráveis velhinhos não são os avós reais da dupla de jovens, e sim loucos fugidos do manicômio. Meu Deus!!!

Fragmentado (Split, 2016)

Sinopse: Kevin (James McAvoy) é um jovem que possui 23 personalidades. Para tentar curar o quadro, ele se trata com uma psicóloga renomada. No entanto, o tratamento parece não ajudar muito e ele termina sequestrando três jovens.
Envolvimento:
aqui, podemos afirmar que Shyamalan reencontrou a paz e o sucesso. O cineasta deu a volta por cima, sendo abraçado novamente por crítica e público, que fizeram de Fragmentado, escrito, produzido e dirigido por ele, um dos maiores sucessos deste início de 2017.
Protagonista:
Kevin e suas inúmeras personalidades (todas interpretadas por um James McAvoy inspiradíssimo), com destaque para Patricia, o menino Hedwig, Dennis e, é claro, a Besta. Casey Cooke (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa), nossa heroína perturbada, também recebe o devido destaque.
Elemento Sobrenatural:
não existe um elemento 100% sobrenatural aqui, mas, além das inúmeras personalidades que permeiam a mente de Kevin, a Besta é uma criatura quase sobre-humana que ameaça vir à tona.
Shyamalan Ator:
Shyamalan não podia se conter de felicidade e no embalo aparece de novo como ator. Aqui, ele vive um técnico de segurança apaixonado pelo restaurante incorreto Hooters.
Reviravolta:
Existem algumas reviravoltas com as personalidades de Kevin, como a chegada da Besta, o destino de alguns personagens e o passado trágico da menina Casey. Mas o que mais chama atenção é o elo com um certo filme de sucesso do diretor.

Corpo Fechado (Unbreakable, 2000)

Sinopse: um homem é o único sobrevivente de um desastre de trem e, com a ajuda de outro que é seu exato oposto, começa a entender seu propósito no mundo e sua natureza indestrutível – ou inquebrável como diz o título original.
Envolvimento:
segundo longa de Shyamalan após ser glorificado com O Sexto Sentido. Hoje, Corpo Fechado possui status cult, mas na época muitos não entenderam a proposta deste filme de super-heróis de quadrinhos realista e dramático, pano de fundo para uma reconciliação matrimonial. O cineasta joga em todas as posições como de costume.
Protagonista:
David Dunn (Bruce Willis) é um homem que desiste do seu sonho profissional em nome da esposa (Robin Wright), se tornando infeliz quando a perde de qualquer forma. O personagem mais interessante de longe aqui, no entanto, é Elijah ‘Senhor Vidro’ Price (Samuel L. Jackson), em ótima homenagem ao cinema negro da década de 1970.
Elemento Sobrenatural:
O protagonista é um herói indestrutível e altamente sensorial, a não ser pela água, seu ponto fraco. Já o Senhor Vidro de Samuel L. Jackson é o oposto, se quebrando por completo ao primeiro esbarrão.
Shyamalan Ator:
a ponta do diretor neste filme resume-se a um fã que tenta vender drogas dentro do estádio, no qual o protagonista é segurança.
Reviravolta:
após a fantasia se tornar realidade, e ficar provado que o protagonista era de fato um super-herói saído direto da mitologia, resta saber qual o papel de seu antagonista nisso tudo… E que venha a continuação!

Sinais (Signs, 2002)

Sinopse: um fazendeiro e ex-pastor, perde a mulher em um acidente de trânsito, perdendo assim também a fé em Deus. Agora, ele cria os dois filhos pequenos com a ajuda do irmão mais novo.
Envolvimento:
Corpo Fechado, como a maioria das obras cult, não ganhou a atenção devida na época de seu lançamento, sendo redescoberto depois. Já em Sinais, seu terceiro longa, Shyamalan voltou novamente ao topo de mundo, adquirindo mais um sucesso de público e crítica, em um filme B que deu certo – ao contrário de Fim dos Tempos. O diretor novamente joga em todas as posições.
Protagonista:
Mel Gibson dava tudo de si na pele do ex-Reverendo Graham Hess, que perdeu a fé devido ao acidente fatal que tirou a vida de sua esposa. O bom do cinema de Shyamalan é dar enfoque dramático, em atuações dignas de prêmios, para tramas de terror e ficção, que geralmente não seriam levadas a sério. A escolha de Gibson, um intenso homem de fé, para o papel é mais que adequada. Além dele, Joaquin Phoenix também se destaca na pele de Merill, o irmão mais novo e destrambelhado, que serve como alívio cômico.
Elemento Sobrenatural:
o que ainda não foi mencionado aqui é que Sinais fala sobre uma possível invasão alienígena. Uma invasão diferente, no entanto, das que estamos acostumados a ver no cinema. Mais intimista ao ponto de ficarmos nos perguntando se tudo não passa de uma grande enganação. Shyamalan teve a ideia para o roteiro, depois de acompanhar os casos das enormes marcas em plantações, algumas se revelando um engodo, outras ainda sem explicação.
Shyamalan Ator:
esse é o papel mais legal de Shyamalan, tirando o hilário de A Dama na Água. Aqui, seu personagem é tão importante que faz a trama girar. Ele é Ray Reddy, veterinário da pequena cidade rural nos arredores da Filadélfia, que acidentalmente tira a vida da esposa do protagonista.
Reviravolta:
para quem estava na dúvida, os extraterrestres se mostram bem reais e nem um pouco amistosos. Os seres hostis invadem o local, e quando todos achavam que eles haviam partido… Bem, é ver para crer. No entanto, eles possuem um ponto fraco (que se mostra uma obsessão de Shyamalan). Sua fraqueza é explicada no filme, e na verdade, não é tão despropositada quanto afirmam os detratores do longa.

O Sexto Sentido (The Sixth Sense, 1999)

Sinopse: um psicólogo estrela, condecorado pelo prefeito, pega seu caso mais difícil: o de um menino diferente, que à primeira vista é alvo de abuso doméstico, porém, guarda segredos sobrenaturais, além da compreensão humana.
Envolvimento:
Shyamalan se tornou um astro aqui. Ele já havia dirigido dois filmes pouco significativos, mas foi com O Sexto Sentido que ganhou o mundo. O filme foi sucesso de crítica e público, e ainda recebeu 6 indicações ao Oscar, entre elas, melhor filme diretor. Além disso, consta na lista dos preferidos do grande público no site IMDB. Shyamalan cria aqui sua obra-prima, escrevendo, produzindo e dirigindo o longa.
Protagonista:
Bruce Willis dá vida o Dr. Malcolm Crowe, o psicólogo e protagonista. O ator recebe uma das poucas chances de atuar de verdade em sua carreira. Mas o rouba-cenas atende pelo nome de Haley Joel Osment, então um menino de 11 anos, inclusive chegando a ser indicado ao Oscar por seu desempenho como o problemático Cole, o garoto que via gente morta.
Elemento Sobrenatural:
como dito acima, o menino Cole via gente morta. Esse é um filme de fantasmas e assombrações, porém, um bem diferente do que imaginamos.
Shyamalan Ator:
o diretor interpreta um médico que começa a desconfiar que a mãe do menino (Toni Collette) seja quem vem lhe deixando marcas roxas por todo o corpo.
Reviravolta:
bem, na reviravolta mais manjada (agora) e surpreendente da história do cinema, ficamos sabendo que o psicólogo que ajudava o menino, estava também, ele mesmo, morto. Durante o filme, acompanhamos apenas seu fantasma se comunicando com o menino. Toque de gênio.

A Vila (The Village, 2004)

Sinopse: um pequeno vilarejo auto suficiente, e seus moradores, são assombrados pela floresta ao redor, na qual residem criaturas monstruosas, por volta de 1900. As duas raças vivem numa espécie de trégua, mas o que acontece quando esta trégua é quebrada?
Envolvimento:
esse é o melhor trabalho de Shymalan, embora não seja unânime, justamente porque o diretor brinca como nunca com sua audiência, manipulando de forma magistral o público, que teme sem saber o que temer. É um exercício em puro medo, o que o diretor propõe a realizar. E a plateia é sua cobaia. Ao final, alguns entenderão e apreciarão sua proposta. Outros, como sempre, se sentirão frustrados.
Protagonista:
embora o nome que encabece o elenco seja o de Joaquin Phoenix, e tenhamos atores da estirpe de William Hurt, Sigourney Weaver e Adrien Brody permeando a obra, a protagonista absoluta é Ivy Walker, a jovem cega, que marca a estreia vertiginosa de Bryce Dallas Howard no cinema.
Elemento Sobrenatural:
as criaturas que cercam o vilarejo, e habitam a floresta. Tais criaturas, que não devem ser mencionadas, nunca são de fato totalmente conhecidas ou explicadas, mas aparentam uma mistura de porco, com muitos espinhos e garras, num híbrido humanoide.
Shyamalan Ator:
Shyamalan dá as caras no final, como um dos seguranças responsáveis por guardar os arredores da reserva florestal.
Reviravolta:
são duas grandes reviravoltas aqui. A primeira, é que não existem de fato as criaturas, sendo tudo uma invenção dos mais velhos, para assegurarem que os mais novos nunca deixariam o local, pelo menos nesta geração. Essa ocorre antes do final, podendo ser acusada de ser anticlimática. A segunda reviravolta mostra que, na realidade, os aldeões personagens do filme estão vivendo em nosso tempo, dentro de uma reserva florestal apenas simulando o estilo de vida antigo. É a Alegoria da Caverna de Platão, recriada como forma de entretenimento ao grande público e fãs de terror e suspense.

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Supernatural‘ ganhou sua prévia para o próximo episódio, que será exibido na semana que vem.

Assista:

Em 2016, o produtor executivo Bob Singer revelou durante entrevista à EW que a sérieSupernatural‘ deve ganhar mais 3 temporadas, sendo encerrada em seu 14º ano.

“Estamos planejando quando será o fim da série, e gostaríamos de encerrá-la com 300 episódios. Não seria legal deixar os Winchesters rodando pela estrada sem dar um final digno. Ainda não sabemos como será o final, mas certamente queremos algo grandioso”, afirmou.

A série tem 241 episódios produzidos, e a 12ª temporada estreou nos EUA dia 13 de Outubro.

Sendo assim, a série deve ganhar uma 12ª e 13ª temporada com os habituais 24 episódios, e uma 14ª temporada reduzida – com 11 episódios.

Os atores Jensen Ackles e Jared Padalecki já concordaram em retornar para as próximas temporadas.

 

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