Na última semana de janeiro (26/01), seis novos filmes entram em cartaz no Brasil. As principais estreias são “Resident Evil 6 – O Capítulo Final”, que traz Milla Jovovich pela última vez como Alice, e “Beleza Oculta”, filme com um elenco de estrelas, como Will Smith e Helen Mirren, que promete render grandes emoções. Outro filme que também estreia é “Quatro Vidas de Um Cachorro”, o qual passou por grande controvérsia quando um vídeo foi lançado mostrando uma aparente situação de perigo forçado com um dos cachorros do filme. O indicado ao Oscar “Até o Último Homem”, “A Bailarina” e “Max Steel” são os outros filmes que entram em cartaz.

Assista aos trailers e veja as sinopses das estreias da semana:

“Resident Evil: O Capítulo Final” dá sequência aos acontecimentos do filme anterior. Alice (Milla Jovovich) é a única sobrevivente do que era para ter sido a última chance da humanidade de lutar contra os mortos-vivos. Agora, ela precisa retornar para o lugar onde esse pesadelo começou – a Colmeia, em Racoon City, onde a Umbrella Corp está unindo forças para uma última batalha contra os sobreviventes do apocalipse.

Quando um bem-sucedido executivo da publicidade (Will Smith) de Nova York sofre uma grande tragédia ele se isola de tudo. Enquanto seus preocupados amigos tentam desesperadamente se reconectar com ele, o executivo procura respostas do universo escrevendo cartas para o Amor, Tempo e Morte. Mas é somente quando suas ações trazem responsabilidades pessoais inesperadas que ele começa a entender como essas constantes se relacionam com uma história plenamente vivida, e como até a maior das perdas pode revelar momentos de descoberta e de beleza.

Baseado no best-seller homônimo de W. Bruce Cameron, o longa acompanha as quatro vidas de Bailey (voz de Bradley Cooper) e sua busca pela razão de continuar voltando à Terra quando seu tempo nela acaba. A direção é de Lasse Hallström (“Sempre ao seu Lado”), e o elenco traz ainda Britt Robertson (“O Maior Amor do Mundo”), Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), Peggy Lipton e Juliet Rylance.

“Até o Último Homem” conta a história real de Desmond Doss (Andrew Garfield), que durante a batalha mais sangrenta da Segunda Guerra Mundial salvou 75 homens sem dar um tiro, e até mesmo sem carregar uma arma. Ele era médico, e foi o único soldado americano que não carregava uma arma, pois acreditava que mesmo que a guerra fosse necessária, matar nunca era certo.

Felicie (dublada pela atriz mirim Mel Maia) é uma órfã que sonha se tornar uma grande bailarina. Para tanto, ela vive rondando a Opera de Paris, à espera de uma oportunidade para realizar seu maior desejo.

Max Steel é um super-herói inteligente com um grande sentido de humor. Maxwell McGrath é apenas um adolescente comum até começar a gerar Energia Turbo, um superpoder extraordinário que ele tem dificuldades em controlar. Felizmente, conhece uma forma de vida extraterrestre chamada Steel. Com a ajuda de Steel, Max aprende a controlar a sua Energia turbo e a utilizar os seus poderes para praticar o bem.

E aí, qual você vai conferir no cinema?

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Realizado pouco mais de três décadas do longa original, a elogiada adaptação do musical “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981), este “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” vem sem nenhuma grande pretensão e consegue ser eficiente dentro da proposta empreendida. Ainda que o time oficial esteja “desfalcado” e as estrelas restantes já demonstrem sinais de cansaço decorrente à idade, o caso de Renato Aragão e Dedé Santana, as gags cômicas recicladas e as muitas caras e bocas trazem, além de uma boa dose de nostalgia, a deliciosa sensação de rir com o humor digamos mais simples.

A trama, de fato nada surpreendente, é interessante por não só deixar de lado a origem circense do grupo, bem como fala a respeito das leis atuais relacionadas ao uso de animais nos espetáculos e as dificuldades que a mídia especifica tem para se manter viva no mercado. Tudo contado pelo cineasta João Daniel Tikhomiroff de maneira orgânica, que sabe o que tem em mãos e não ultrapassa o limite físico e artístico da equipe – ainda que se observe uma rigidez cênica no que se refere a cenário ou colocação de atores. Fica claro que Tikhomiroff sempre opta pelo caminho mais fácil, e seu objetivo realmente não é inventar a roda.

Talvez as piadas fora-de-validade possam soar deslocadas e causar certa estranheza por parte do público incialmente, mas sacadas como Vin Gasolina, Dan Stulbach interpretando Tom Hanks e as pegadinhas de Didi em cima de Dedé fazem jus ao estilo dos Trapalhões e divertem plateia. O elenco de apoio formado por Letícia Colin, Rafael Vitti, Livian Aragão, Emílio Dantas, Alinne Moraes, Marcos Veras, Maria Clara Gueiros, Nelson Freitas e Marcos Frota transmite muita energia, todos parecem respeitar muito o material em questão e estão bem conectados.

E se existe um aspecto que merece ser ovacionado aqui são os números musicais comandados por Claudio Botelho e Charles Möeller, que utilizam bem os seus protagonistas, com coreografias que estão acostumados a realizar, e inteligentemente inserem corais durante as apresentações, dando um ar de grandeza aos números e causando catarse no público. Tal como a escolha das canções são pontuais, ainda que não tenham a mesma excelência do clássico anterior.

Então, como se pode notar, “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” não é nem de longe a ofensa que muitos previam, mas sim uma celebração gratificante que nos remete instantaneamente a uma época em que o humor simplório reinava e o circo era a janela para um mundo mágico. Didi e sua turma são figuras que estão eternizadas não apenas na história do cinema brasileiro, mas também na cultura popular do país. Ficamos então na torcida para que voltem e façam novas obras seguindo o estilo, a sétima arte certamente agradece.

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O canal FX liberou diversas novas imagens de ‘Legion‘, que estreia dia 8 de fevereiro de 2017.

Nelas, você confere todo o elenco principal:












Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.

Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.

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Super-herói de plástico

O início de cada ano é a época de euforia máxima para os cinéfilos e apaixonados por cinema. É a época dos maiores prêmios da sétima arte, o Globo de Ouro e logo em seguida, o maior deles, o Oscar. Filmes de prestígio transitam pelas salas exibidoras de nossas cidades e o prazer de correr atrás, conferindo um a um, é algo que apenas quem tem o cinema no coração entende. No entanto, existe também outro prêmio no início de ano (na véspera do Oscar para ser mais preciso), propício para certo tipo de filme, no qual este Max Steel se encaixa mais: o Framboesa de Ouro.

Max Steel é a tentativa da empresa de brinquedos Mattel adentrar o terreno das produções cinematográficas. À primeira vista a proposta pode não descer redondo, porém, vale lembrar que sua concorrente direta, a fabricante Hasbro, conseguiu uma transição satisfatória com os Transformers, e em menor escala, os G.I. Joe (apesar de terem morrido na praia com a tentativa de Battleship – A Batalha dos Mares). Se a Hasbro foi bem sucedida, por que não a Mattel? Bem, para começar é preciso investir, e a Hasbro tinha nos filmes dos robôs que viram carros a produção de ninguém menos que Steven Spielberg, um apaixonado pelo produto. Já pelo boneco Max Steel talvez seja mais difícil encontrar um aficionado de renome.

Baseado na linha de bonecos Max Steel, a versão cinematográfica, dirigida pelo desconhecido Stewart Hendler, usa como premissa a estrutura “história de origem de super-heróis”, bem cimentada no cinemão mainstream atual. Max McGrath (espere até ver o significado do sobrenome do rapaz), papel do inexpressivo Ben Winchell, é o típico adolescente de filme norte-americano. Após a morte de seu pai, ele e a mãe mudam de cidade como quem muda de roupa, o que cria certa disfunção no rapaz. Estranhamente, ou convenientemente (em especial para um roteiro preguiçoso, escrito por Christopher Yost, de Thor: O Mundo Sombrio), a nova moradia da família é na mesma cidade na qual está localizado o laboratório onde o pai do jovem trabalhava em seus experimentos secretos. A veterana Maria Bello interpreta a mãe de Max.

No local, o passado volta à tona, quando Max conhece o antigo parceiro profissional de seu pai, Dr. Miles Edwards, vivido por Andy Garcia. E na primeira cena em que o ator aparece, sabemos de longe quem ele será para esta trama. Na cidade, Max também descobre novos sentimentos como o amor e se afeiçoa a uma colega de classe, Sofia, papel da insossa Ana Villafañe. Além disso, uma criatura alienígena pequena e robótica, conhecida como Steel, entra em contato com o protagonista, ensinando-o a controlar seus poderes. Sim! O rapaz foi geneticamente modificado. Com a sua simbiose, nasce o herói mais esquecível dos últimos tempos, Max Steel, uma espécie de Homem de Ferro de quinta.

O esforço com a produção não é dos piores. A fotografia do filme é competente, assim como os quesitos técnicos. No entanto, o mais experiente profissional trabalhando no longa é quem mais deixa a desejar. O roteiro de Yost é raso como um pires e de tão básica, esta história quase pode ser considerada uma paródia (sem graça) dos filmes do gênero. Tudo é extremamente genérico e sem vida. Os diálogos já nascem mortos e a interação entre jovens, que deveriam estar apaixonados, causa vergonha. Todas as conversas dos pombinhos terminam de forma constrangedora com certo silêncio, como se o roteiro estivesse inacabado, sem ideia de como completar a cena.

Atores do calibre de Andy Garcia (indicado ao Oscar por O Poderoso Chefão – Parte III) e Maria Bello (indicada ao Globo de Ouro por The Cooler e Marcas da Violência) sofrem, pagando seus pecados e também, provavelmente, algumas dívidas. O final é especialmente ruim e é Garcia quem mais sai ferido da experiência. O lado positivo é a voz de Josh Brener para o carismático robozinho Steel, a melhor coisa do filme (sabemos que estamos em apuros quando a melhor coisa de um filme não é um ser humano).

A criatura tira as melhores sacadas e rende os momentos mais divertidos, que não são um primor.  A julgar por esta primeira investida, que passou em branco nos cinemas norte-americano e deverá ter o mesmo destino por aqui, a Mattel deveria repensar seus conceitos. Bem, a companhia terá outra chance com o filme da boneca mais famosa do mundo, Barbie, a ser protagonizado pela comediante Amy Schumer, com lançamento para 2018. Quem sabe a sorte não está para mudar.

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Juan Antonio Bayona, diretor de ‘Jurassic World 2‘, liberou em seu perfil no Twitter a primeira imagem dos bastidores.

Nela, você confere os capacetes utilizados pelos funcionários do antigo parque.

A sequência começará a ser filmada em fevereiro de 2017 no Havaí, com o título de produção “Ancient Futures“. Para quem não sabe, o Havaí foi usado nos últimos filmes como cenário para a fictícia Isla Nublar, uma ilha perto da Costa Rica.

Enquanto ‘Jurassic World‘ se passou inteiramente na Isla Nublar/Havaí, a sequência terá a maior parte de duas filmagens em Londres, fora da “ilha”.

Quando falou sobre a sequência, o diretor Colin Trevorrow revelou à Wired Magazine disse o filme seria focado na clonagem de dinossauros por grandes corporações…

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

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