Felicity-JonesSegundo o Deadline, Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”) está em negociações para estrelar “Inferno”, adaptação do livro homônimo de Dan Brown que, mais uma vez, trará Tom Hanks (“Capitão Phillips”) como o Professor Robert Langdon.

Langdon já protagonizou as adaptações de “O Código da Vinci” e “Anjos e Demônios”. No novo mistério, o highbrow luta para recuperar suas memórias depois de despertar em um sanatorium com amnésia. Caso feche contrato, Jones interpretará a Doutora Sienna Brooks, que auxilia o protagonista na compreensão de uma misteriosa mensagem ligada à obra “Divina Comédia”, de Dante Alighieri. O filme representa uma mudança em relação à ordem de publicação do autor: “Inferno” foi lançado após “O Símbolo Perdido”, também protagonizado por Langdon.

O roteiro está nas mãos de David Koepp (“Anjos e Demônios”) e a direção continua por conta de Ron Howard (“Rush: No Limite da Emoção”). A estreia está agendada para 14 de outubro de 2016.

Jones é uma das cotadas para aparecer na lista de indicadas ao Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em “A Teoria de Tudo”, em que vive Jane Hawking, primeira esposa do físico Stephen Hawking (Eddie Redmayne, de “Os Miseráveis”). Em 2015, ela poderá ser perspective no play “True Story”, com James Franco (“A Entrevista”) e Jonah Hill (“Anjos da Lei 2″) e no thriller de ação “Autobahn”, que estrela ao lado de Nicholas Hoult (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Anthony Hopkins (“Noé”) e Ben Kingsley (“Êxodo: Deuses e Reis”). Atualmente, Jones filma a fantasia “A Monster Calls”, adaptação do livro homônimo de Patrick Ness.

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E foi anunciado pela Sony Pictures os detalhes sobre o próximo e aguardado longa da franquia 007. A começar pelo nome: “SPECTRE“, sigla para “SPecial Executive for Counter-intelligence, Terrorism, Revenge and Extortion” (“Executivo Especial para Contra-Inteligência, Terrorismo, Vingança e Extorsão”, em tradução literal). Junto com o nome oficial também foram liberados o primeiro cartaz e novo carro do agente secreto, um Aston Martin DB10.

O elenco oficial da obra também foi revelado confirmando os nomes de Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia“), Monica Bellucci (“O Aprendiz de Feiticeiro“) e Andrew Scott (“Sherlock“), além dos já esperados Daniel Craig (“007 – Quantum Of Solace”) e a nova Bond Girl Léa Seydoux (“Azul é a Cor mais Quente”). Veja na íntegra como foi o anúncio oficial do novo 007:

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Completam o elenco Ralph Fiennes (“Grandes Esperanças”), Naomie Harris (“Ninja Assassino”), Ben Whishaw (“O Teorema Zero”) e Christoph Waltz (“Django Livre”). Sam Mendes retorna para direção do longa e com roteiro de John Logan, Robert Wade e Neal Purvis, revisado por Jez Butterworth. As filmagens estão marcadas para iniciarem em 08 de dezembro no estúdio Pinewood, no Reino Unido e em outras locações como na Áustria, Roma e México.

O filme tem estreia prevista para 06 de novembro de 2015, nos Estados Unidos e 23 de outubro de 2015 no Reino Unido.

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Depois de muitas especulações e da quase confirmação de Joaquin Phoenix (“Ela”), a Marvel Studios finalmente confirmou o ator que viverá o “Doutor Estranho” no longa que estreia em 2016: Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”). A notícia não é surpresa, já que o nome do ator vem sendo dado como certo desde pouco depois da desistência de Phoenix. Mesmo assim, foi só agora que a Marvel se manifestou e que pode ser oficializado que Cumberbatch é realmente o intérprete do Mago Supremo.

Dirigido por Scott Derrickson (“Livrai-nos do Mal”) a partir do roteiro finalizado por Jon Spaihts (responsável pela primeira versão do roteiro de “Prometheus”), o longa contará a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um terrível acidente de carro, descobre o mundo oculto da magia e das dimensões alternativas.

Sobre a escalação de Cumberbatch, o produtor Kevin Feige (“Os Vingadores”) declarou:

“A história de Stephen Strange requer um ator com grande capacidade para profundidade e sinceridade. Em 2016, Benedict vai mostrar ao público o que faz do Doutor Estranho um personagem tão único e cativante”.

O ator britânico poderá ser visto em breve como o matemático Alan Turing em “O Jogo da Imitação”, que estreia no Brasil em 29 de janeiro. Além disso, ele dubla o dragão Smaug em “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”, com lançamento marcado para 11 de dezembro.

A estreia de “Doutor Estranho”, que faz parte da Fase 3 do Universo da Marvel nos cinemas, está agendada para 4 de novembro de 2016.

A Box Brazil Programadora abriu chamada pública para inscrição de projetos de séries de televisão elaborados por produtoras brasileiras independentes para veiculação em seus canais Prime Box Brazil, Music Box Brazil, Travel Box Brazil e FashionTV Brasil. Os projetos selecionados serão comissionados pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), através da linha de financiamento do PRODAV 02.

Os perfis dos projetos para cada um dos canais da programadora devem seguir os seguintes critérios:

– Prime Box Brazil: valor total de seis milhões de reais destinados a projetos de obras audiovisuais seriadas ficcionais de todos os gêneros com investimento máximo de R$ 600.000,00 por projeto; e a projetos seriados documentais com temática relacionada ao cinema e ao audiovisual brasileiros, com investimento máximo de R$ 300.000,00 por projeto.

– Music Box Brazil: valor total de dois milhões de reais destinados a projetos de obras audiovisuais seriadas documentais cuja temática seja a música brasileira, abrangendo todos os gêneros musicais. O investimento máximo para cada projeto é de R$ 300.000,00.

– Travel Box Brazil: valor total de um milhão de reais destinado a projetos de obras audiovisuais seriadas documentais com as seguintes temáticas: turismo, gastronomia, cultura, esportes, estilo de vida. O investimento máximo para cada projeto é de R$ 300.000,00.

– FashionTV Brasil: Valor total de um milhão de reais destinado a projetos de obras audiovisuais seriadas documentais com temática relacionada ao universo da moda e da beleza. O investimento máximo para cada projeto é de R$ 300.000,00.

As inscrições estão abertas até o dia 9 de janeiro, através do site da Box Brazil, www.boxbrazil.tv.br.

A 18ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontece na cidade histórica mineira no período de 23 a 31 de janeiro, inaugura o calendário audiovisual no Brasil com mais de 100 filmes em pré-estreias nacionais e mundiais, oficinas, debates, seminário, exposições, lançamento de livros, entre outras atividades, e homenageia a atriz paraense Dira Paes, que terá sua carreira celebrada pela mostra. Na abertura, será exibido o longa-metragem inédito “Órfãos do Eldorado”, em que Dira atua sob direção de Guilherme Coelho em adaptação do romance do autor amazonense Milton Hatoum.

Dira Paes (ou Ecleidira Maria Fonseca Paes, seu nome de batismo) nasceu em Abaetetuba (PA) em 1969. A atriz estreou no cinema ainda adolescente, com 16 anos de idade, no longa “A Floresta das Esmeraldas”, do diretor estadunidense John Boorman. Apenas dois anos depois, fez “Ele, o Boto”, filme emblemático de Walter Lima Jr. que já se aproximava do tipo de produção que a atrairia nos anos seguintes, sedimentando sua caminhada como uma das profissionais mais versáteis, ousadas e corajosas da dramaturgia cinematográfica e televisiva no país.

De fato, Dira Paes se tornou rosto e corpo conhecidos não apenas por aparecer constantemente em novelas e séries de televisão, mas também por emprestar a presença magnética a longas-metragens de grande repercussão dentro e fora do Brasil. Depois de atuar, ainda não tão reconhecida, em “Corisco e Dadá” (1996), de Rosemberg Cariry, e “Anahi de las Misiones” (1997), de Sérgio Silva, Dira emplacou uma série de outros filmes, em especial dois de altíssima voltagem urbana e narrativa de impacto: “Cronicamente Inviável” (2000), de Sérgio Bianchi, e “Amarelo Manga” (2002), de Cláudio Assis.

Intercalando três frentes de trabalho (televisão, cinema comercial e cinema autoral), Dira Paes se tornou uma atriz blockbuster ao protagonizar, ao lado de Angelo Antônio, o drama “Dois Filhos de Francisco” (2005), no qual viveu a mãe dos cantores sertanejos Zezé di Camargo e Luciano. O filme foi visto por 5,3 milhões de espectadores. Menos de um ano depois, ela reapareceu num trabalho radicalmente diferente, repetindo a parceria com o pernambucano Cláudio Assis no multipremiado e controverso “Baixio das Bestas”.

Os trabalhos mais recentes de Dira Paes foram nas minisséries “Amores Roubados” e “O Rebu”, ambas sob direção de José Luiz Villamarin e exibidas na TV Globo em 2014.

A homenagem a Dira Paes segue uma tendência da Mostra de Tiradentes, sobretudo em anos recentes, de reverenciar intérpretes como João Miguel, Rosanne Mulholland, Irandhir Santos, Selton Mello e Simone Spoladore. Todos eles transitaram por outra tela mais pop, a da TV, mas têm em comum um pacto com o cinema de autor, realizado por diretores experientes ou em começo de percurso.

Em tempos de novas e infindáveis tecnologias, em que distrações das mais variadas e elaboradas dominam a atenção das pessoas, com câmeras e aparatos por todos os lados, com infinidade de possibilidades de visão e registro, enfim, num ainda iniciante século XXI que se caracteriza pela dispersão e pela multi-informação, a 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes propõe em 2015 a seguinte questão: “Qual o lugar do cinema hoje?”.

Sob esta temática, o evento atinge a maioridade questionando em que medida as produções cinematográficas de imersão, que insistem em se elaborarem a partir da exigência por uma maior atenção e cognição, fazem sentido num mundo em que os multiplexes e a maior parte das salas de exibição se tornaram verdadeiros parques temáticos e modernizados (com telas gigantes de iMax, cadeiras balançantes e projeções em 3D e 4D).

Dentro deste contexto, a Mostra vai propor questões a partir de sua temática central, entre elas: na ampliação e dispersão dos tempos atuais, o cinema autoral exigente sobreviverá de que forma? O aumento de produção de filmes nesse segmento mais independente é sinal evidente de seu estado de saúde ou de um universo no qual o acúmulo de imagens e narrativas não encontram modos de circulação suficientes? As escolas de cinema e audiovisual preparam seus estudantes para que estéticas, estilos, telas e modos de percepção?