A Sony Pictures divulgou hoje um novo vídeo para o último filme da franquia ‘Resident Evil‘.

Detalhe: é assustador e filmado em 360°!

Confira, com os vídeos anteriores:

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A MPAA (Motion Pictures Association of America) deu a ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ a alta classificação Rated R, que significa que menores de 17 anos só podem assistir ao filme acompanhados dos pais ou de algum responsável.

A censura é explicada:

“Excesso de violência em todo o filme”.

No Brasil, a classificação indicativa corresponde a “Maiores de 18 Anos”.

Vale lembrar que o filme ainda não recebeu classificação indicativa no Brasil.

No Brasil, o filme estreia dia 26 de Janeiro de 2017.

Começando imediatamente após os acontecimentos de ‘Resident Evil 5: Retribuição‘, a humanidade está com seus dias contados após Alice ser traída por Wesker em Washington DC. Como a única sobrevivente do que era para ser um embate final da humanidade contra as hordas de mortos-vivos, Alice retorna aonde o pesadelo começou: Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está reunindo suas forças para um ataque final contra os sobreviventes remanescentes do apocalipse.

Em uma corrida contra o tempo, Alice vai unir forças com velhos amigos, e um aliado improvável, em uma batalha repleta de ação com zumbis e novos monstros mutantes. Entre perder suas habilidades sobre-humanas e um ataque iminente da Umbrella, esta será a mais difícil aventura de Alice em sua luta para salvar a humanidade, que está prestes a ser encerrada.

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Milla Jovovich, Ali Larter, William Levy (‘The Veil’), Ruby Rose (‘Orange Is the New Black’), Rola e Eoin Macken (‘Merlin’) .

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A revista francesa Studio Ciné Live publicou uma matéria sobre ‘Mulher-Maravilha‘ em sua nova edição, e traz a confirmação daquilo que já era esperado: Ares, o Deus da Guerra, será o vilão no primeiro filme solo da amazona.

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Isso também explica o por que da trama de ‘Mulher-Maravilha‘ ser ambientada no meio da guerra. Ares será interpretado por Danny Huston, que já aparece no trailer divulgado na San Diego Comic-Con. O conflito deve ser inspirado em parte de Os Novos 52 de Mulher-Maravilha, escritos por Brian Azzarello.

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Veja imagens da revista tiradas durante as gravações do filme:

A estreia do novo filme da personagem acontece em 2 de junho de 2017.

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Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

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Após todo o bafafá em torno de sua participação especial na cobertura da cerimônia de premiação da 88º edição do Oscar, a atriz Glória Pires revelou que não topou comentar a cerimônia de 2017 por ter se tornado alvo de milhares de memes.

“Fiquei impressionada com as reações nas redes sociais. Mas não me senti ofendida, pois acho que esses haters são pessoas sem educação, que não sabem se expressar, não sabem fazer uma contestação civilizada. Não é correto vomitar em alguém seus ressentimentos da fora como fizeram. Descobri que, para essa gente, eu tenho uma importância muito grande, que na verdade não acredito nem merecer”, revelou a atriz em entrevista à revista 29 horas.

Separamos os melhores memes da Glória – Confira!

Pires usou suas redes sociais no último ano para revelar que ficou espantada com as proporções que a brincadeira tomou na internet, e esclareceu alguns fatos.

Assista:

Mensagem a todos 😉

Publicado por Gloria Pires em Segunda, 29 de fevereiro de 2016

 

A transmissão Rede Globo em 2016 apresentou um crescimento de 3% em relação à cerimônia de 2015, que contou com a participação especial do ator Lázaro Ramos. O Oscar 2016 marcou 9,1 pontos de audiência, contra 8,8 pontos de 2015.

#OscarSoWhite: Precisamos conversar sobre o Oscar ser acusado de racismo… 

Nos EUA, o Oscar 2016 alcançou 23.1 pontos de audiência, uma queda de 6% em relação ao Oscar 2015, que marcou 24.6 pontos. As informações são do Deadline.

Trata-se da pior audiência desde 2008, quando a cerimônia apresentada por Jon Stewart cravou baixos 21.9 pontos de audiência.

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Hoje o Sindicato de Produtores de Hollywood divulgou a lista de indicados ao PGA Awards 2017. A premiação tem apenas três categorias para filmes e oito para séries de TV (que tinham sido anunciadas no último dia 05).

Os vencedores serão anunciados dia 28 de janeiro.

Confira a lista completa:

CINEMA

Melhor Produção de Longa-Metragem

A Chegada
Deadpool
Fences
Até o Último Homem
A Qualquer Custo
Estrelas Além do Tempo
La La Land – Cantando Estações
Lion
Manchester à Beira-Mar
Moonlight: Sob a Luz do Luar

 

Melhor Produção de Animação

Procurando Dory
Kubo e as Cordas Mágicas
Moana – Um Mar de Aventuras
Pets – A Vida Secreta dos Bichos
Zootopia

 

Melhor Produção de Documentário

Dancer
The Eagle Huntress
Life, Animated
O.J.: Made in America
Tower

 

TELEVISÃO

Melhor minissérie ou telefilme

Black Mirror
The Night Manager
The Night Of
The People v O.J. Simpson: American Crime Story
Sherlock: The Abominable Bride

 

Melhor série de TV – Drama

Better Call Saul
Game of Thrones
House of Cards
Stranger Things
Westworld

 

Melhor série de TV – Comédia

Atlanta
black-ish
Modern Family
Silicon Valley
Veep

 

Melhor série de TV não-ficcional

30 for 30
60 minutos
Hamilton’s America
Making a Murderer

 

Melhor reality de competição

The Amazing Race
America Ninja Warrior
Lip Sync Battle
Top Chef
The Voice

 

Melhor programa de entretenimento ao vivo ou talk show

Full Frontal with Samantha Bee
Last Week Tonight with John Oliver
Real Time with Bill Masher
Saturday Night Live

 

Melhor programa infantil

Girl Meets World
Octonauts
School of Rock
Rua Sésamo
Bob Esponja Calça Quadrada

 

Melhor série digital

30 for 30 Shorts
Comedians in Cars Getting Coffee
Epic Rap Battles of History
Marvel’s Agents of SHIELD: Academy
National Endowment for the Arts: United States of Arts

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Remake Detalhista

O cineasta Barry Sonnenfeld não aparenta, mas possui uma forma peculiar de ver o mundo. Se olharmos para sua filmografia não perceberemos, mas o diretor possui uma alma tão sombria e talvez mais melancólica do que Tim Burton. Um indicativo é A Família Adams (1991), primeiro filme que Sonnenfeld (vindo de um background como diretor de fotografia de filmes cultuados, como alguns dos iniciais dos irmãos Coen) comandou – além de sua continuação em 1993. Na época, em entrevistas, o diretor revelou que o divórcio de seus pais serviu de inspiração para esta nova visão de mundo, na qual tirava de situações sombrias e atípicas um humor negro.

Justamente por isso, Sonnenfeld envolveu-se no projeto de levar os livros de Daniel Handler, vulgo Lemony Snicket, aos cinemas. O teor das obras remete imediatamente ao que se tinha em A Família Adams, e a escolha mais óbvia para a direção seria Tim Burton – para se ter uma ideia. Burton não foi o diretor, a vaga foi ocupada por Brad Silberling, mas a direção de arte, maquiagem, figurinos e tom estavam todos lá. Com Jim Carrey num papel que ele nasceu para fazer, as presenças de Jude Law, Meryl Streep e a excelente revelação de Emily Browning, Desventuras em Série (2004) não rendeu o esperado, talvez por condensar demais as trágicas aventuras dos irmãos Baudelaire e de seu guardião, o sinistro Conde Olaf.

A ideia boa e pouco apreciada não foi esquecida, e trazida de volta à tona por seu maior defensor, o cineasta Barry Sonnenfeld, que volta na produção da obra, desta vez adquirindo o formato de uma série em oito episódios da salvadora Netflix. A proposta é realmente essa, resgatar os queridos livros de Handler e apresentá-los ao público da maneira adequada.

 

Série X Filme

Desventuras em Série (2017), da Netflix, estreia no dia 13 de janeiro e os fãs poderão acompanhar novamente (ou pela primeira vez) essa soturna e hilária trajetória de três crianças bem azaradas. Aqui no CinePOP tivemos a oportunidade de assistir em primeira mão ao primeiro episódio, piloto da série. O clima é bem próximo ao apresentado no filme de 2004, o design de produção de Bo Welch espelha o confeccionado por Rick Heinrichs, minimamente detalhado, sem dever nada. A minúcia com a produção é um item no qual podemos sempre esperar primor do colosso do audiovisual.

O roteiro reconta a história apresentada no filme (não tinha como fugir muito disso), seguindo à risca e trazendo poucas novidades. O mote é realmente criar um novo público, levando em conta o fato da pouca ressonância da obra cinematográfica. Tudo é muito parecido, até mesmo a escolha da atriz Malina Weissman para o papel de Violet, cuja forma do rosto é muito semelhante à de Browning. Patrick Warburton se faz um Lemony Snicket mais presente, recortando a narrativa com suas aparições e comentários direto para a câmera, ao contrário da silhueta de Law.

O humor agrada e acerta em cheio a tênue linha entre o desconforto e a graça. Um dos momentos de novidade e brilho é a noite dos jovens após o acidente que os deixa órfãos, passada na casa da família Poe. O oficial de justiça que cuida do caso das crianças ganha as formas de K. Todd Freeman (no filme foi interpretado por Timothy Spall). A troca de diálogos rápidos, recheados de gags, soa como uma coreografia do roteiro, criando situações memoráveis e exaltando o texto original de Snicket (Handler).

Mas o verdadeiro chamariz da série, e o que todos querem saber, é atuação de Neil Patrick Harris como o caricato, canastrão e, de forma geral, over the top Conde Olaf.  A maquiagem à primeira vista parece um pouco estranha, já que no filme as feições de Carrey são mais aproveitadas para moldar a face de Olaf. Na série, talvez trazendo para o lado do grotesco, Harris parece mais “enterrado” e irreconhecível em sua caracterização. Harris é um ator performático, especializado em danças e espetáculos musicais, o que ele traz para a produção. O ator não possui a mesma desenvoltura de “face de borracha” de seu predecessor, e tampouco adere aos exageros típicos do eterno Ace Ventura. O Conde Olaf mais contido de Harris, no entanto, não menos viscoso e irônico funciona.

SPOILERS – Só leia após o dia 13

Um dos maiores diferenciais em relação ao filme de 2004, já que temos retratadas basicamente as mesmas cenas (como a chegada das crianças ao lar decrépito de Olaf e a famosa cena do jantar preparado para seus colegas de teatro), é a reviravolta final. No desfecho do primeiro episódio, nos deparamos com uma cena que promete mudar a dinâmica e o rumo desta história.

Na última cena, percebemos que, ao contrário do mostrado no longa, os pais dos jovens não estão verdadeiramente mortos pelo incêndio da casa. Os progenitores aparecem num camburão, algemados e ponderando sobre o destino de suas crias. Alguém os mantém presos e os está transportando para longe. O chamariz também está na presença dos atores, bem conhecidos, que os interpretam – que não irei revelar aqui para não estragar cem por cento a surpresa.

O fato cria uma esperança longínqua, que contrasta com a devastadora realidade contida na obra original, onde não existia final feliz (ao menos por muito tempo) ou expectativa de alívio para os sofredores protagonistas mirins. A nova estrutura desperta interesse, é provocativa, e será prazerosa de ser descortinada.

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