Em comunicado oficial, a Paramount Pictures se pronunciou sobre a estreia de apenas US$ 7.5 milhões de ‘Mãe!‘ nos Estados Unidos.

Além da baixa bilheteria, o filme também recebeu a nota F do público no CinemaScore – nota mais baixa na escala do site.

“O filme é muito audacioso e corajoso. Você está falando sobre um diretor no topo do jogo e uma atriz no topo do jogo. Eles fizeram um filme que pretendia ser ousado. Todo mundo quer cinema original, e todos celebram quando a Netflix conta uma história que ninguém mais quer contar. Esta é a nossa versão. Nós não queremos que todos os filmes sejam garantia de sucesso. E tudo bem se algumas pessoas não gostaram.”

Você concorda??

No Brasil, a expectativa é que o terror tenha uma das maiores aberturas do ano, com uma campanha massiva da Paramount Pictures e a vinda do diretor Darren Aronofsky.

Recentemente, Lawrence revelou que ficou assustada após ler o roteiro de ‘Mãe!‘, escrito por seu namorado na vida real Darren Aronofsky.

“Quando ele me contou suas ideias, achei que elas eram brilhantes, inovadoras, desafiadoras… sempre fui fã do trabalho dele porque acho ele ousado e corajoso. Mas quando ele me deu o roteiro e eu li, joguei o texto no chão e disse que ele tinha sérios problemas psicológicos”, afirmou.

Mesmo assim, ela topou a estrelar o filme.

Assista nossa crítica em vídeo:

Crítica ‘Mãe!’ | O filme mais insano de 2017!

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O editor-chefe Renato Marafon criou um vídeo revelando o que acontece no livro ‘It: A Coisa‘ após os eventos do primeiro filme baseado na obra.

QUEM MORRE? Qual a origem do Pennywise? Como acaba o livro?

Se você quiser saber, ciente que tem SPOILERS, assista ao vídeo abaixo:

Andy Muschietti. explicou o seguinte sobre a versão adulta de Mike Hanlon em ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘:

“Minha ideia para Mike no segundo filme é bastante sombria com relação ao livro. Eu quero fazer de seu personagem o único que reunirá todos os outros personagens de volta. Mas como ele foi o único que permaneceu em Derry, haverá consequências. Eu quero que ele seja um viciado em drogas, de verdade. Um bibliotecário tóxico. Quando o segundo filme, ele estará afundado. Ele não será apenas um colecionador de relatos sobre o que Pennywise tem feito em Derry. Ele assumirá o papel de tentar descobrir como derrotá-lo. A única maneira que ele poderá fazer isso é tomar drogas para alterar sua mente.”

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ pode ser dividido em Parte 1 e Parte 2

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!

A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’ 

Crítica ‘Mãe!’ | O filme mais insano de 2017!

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A UNINFRA (União Nacional de Infraestrutura Cinematográfica), uma associação de empresas de infraestrutura do audiovisual (estúdios, pós-produtoras de áudio e imagem, produtoras musicais, laboratórios de cópias digitais, locadoras de equipamentos e luz, empresas de transmissão via satélite etc.), foi reativada neste mês e Edina Fujii, diretora comercial da CiaRio, está passando o bastão da presidência para José Eduardo Ferrão, sócio-diretor da Auwe Digital. Enquanto Edina assume a vice-presidência, Ariadne Mazzetti, sócia-diretora da Mistika Post, fica responsável pela secretaria. Completam o time, 6 conselheiros representantes das empresas: O2 Pós Produções, Quanta Post, Cinecolor, Effects Filmes, Inputsom e Dot Cinema.

Para comemorar o relançamento da UNINFRA, será realizado um evento, que acontecerá durante a 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no dia 20 de setembro, às 17h, no Hotel Meliá Brasil 21.

Nesse início, a associação conta com aproximadamente 20 membros. A UNINFRA receberá novos associados, que serão empresas do setor de todas as regiões do país, para fazer uma reflexão sobre o futuro da infraestrutura do audiovisual no Brasil, em conjunto com órgãos, como ANCINE, MINC e outros.

A UNINFRA mira o fortalecimento das empresas representadas e/ou associadas, além da implementação e disseminação de melhores práticas, buscando espelhar também na infraestrutura o crescimento virtuoso ocorrido na economia criativa da última década no Brasil.

É muito difícil falar sobre “Mãe!” sem detalhar aspectos de sua trama e sem revelar os tão famosos “spoilers”. Isso porque o filme de Darren Aronofsky (“Fonte da Vida”, “Cisne Negro”) é totalmente calcado em representações, não fazendo muito sentido aquilo que se vê ou que se ouve, e sim o que aquelas coisas realmente significam. Um som de dor pode significar um terremoto por exemplo, e as coisas permanecem assim pelos cento e vinte e dois minutos de duração do filme.

Uma jovem mulher (Jennifer Lawrence, de “Passageiros”) reconstrói aos poucos a casa de seu companheiro poeta (Javier Bardem, de “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”). A rotina do casal, que aparentemente vive isolado na moradia, é abruptamente interrompida com a chegada de um homem (Ed Harris, de “Expresso do Amanhã”) que é acolhido pelo poeta em seu lar. A partir daí, o local torna-se o cenário para toda uma legião de acontecimentos, personagens e loucuras que são terrivelmente testemunhados e vividos pela garota desnorteada.

A trama, descrita no parágrafo acima, não faz sentido algum e nem é mesmo para fazer. É apenas uma pantomima para o que o diretor e roteirista Aronofsky quer contar. Sua pretensão fica realmente à mostra no grande acontecimento que separa o primeiro do segundo ato. É a partir dali que você entende – se se deixar levar 100% pelas metáforas – onde tudo aquilo quer chegar e é aí que as coisas começam a andar em um trilho perigoso, um caminho em que você pode deixar de acompanhar o que está vendo, para brincar de adivinhação com o que está por vir. Tudo passa a ser muito pontual e evidente demais, e o que, até aquele momento, parecia dar um nó em nossa percepção, passa a ser telegrafado em demasia com o que a “segunda” história quer e precisa contar, não nos deixando qualquer espaço para interpretação ou mesmo imaginação.

Tecnicamente o longa é impecável. Visto totalmente pela perspectiva da personagem de Lawrence, a câmera de ombro à persegue implacavelmente pelas costas, só mudando o seu ponto de vista quando quer mostrar, bem de perto, as reações dela ao que está presenciando. A casa em si, que representa todo o mundo dos personagens, é um protagonista vivo efetivamente. Tem personalidade, acolhe e repele com o mesmo encanto, transformando-se durante a grande jornada. A sintonia da câmera (fotografia), com a movimentação da atriz e o frenesi dos outros personagens pela residência vivente é o melhor aspecto do filme. Ela emula a ação como uma grande peça de teatro, vista por dentro, que funciona tal qual um relógio atômico. O som, mesmo com a ausência total de trilha sonora, é um ponto importantíssimo da composição. Ele cronometra, assusta, pontua e enoja no mesmo tom.

Lawrence não é uma atriz iniciante, então nem chega a ser um surpresa a sua versatilidade na tela. Ora meiga e assustada, ora raivosa e protetora, a protagonista rouba o filme – que já é seu de fato! – e nos ganha imediatamente, mesmo que nunca saibamos quem ela é de verdade. Seus arroubos de horror com a selvageria, tão habitual a nós como humanos, tornam-se imediatamente os NOSSOS arroubos de horror. O personagem de Bardem e todos os outros da trama são apenas instrumentos para algo maior e para o desenvolvimento da protagonista e da história. Suas atuações, na verdade, pouco importam. São teatrais porque têm de ser e os atores se entregam a isso com louvor – você nunca viu a atriz Kristen Wiig (“Caça Fantasmas“) no papel que ela interpreta aqui!

Peço desculpas pela economia do texto, pois realmente é muito complicado falar sobre “Mãe!” sem estragar a experiência sensorial que ele pretende causar no expectador. É um filme para se visto e discutido imediatamente na porta do cinema. Um longa que causa um efeito raro no cinema hollywoodiano atual, no qual o seu cerne permanece conosco durante dias, gostando dele ou não. Para mim, creio que Aronofsky calcou demais a sua saraivada de alegorias no que ele realmente queria contar. Tivesse um pouquinho mais de espaço para que nós mesmos pudéssemos montar o quebra-cabeças do nosso jeito, teria sido uma experiência infinitamente mais satisfatória. Pretensiosa ou não, esta obra permanecerá nas cabeças e nas línguas dos cinéfilos por muito e muito tempo.

É muito difícil falar sobre “Mãe!” sem detalhar aspectos de sua trama e sem revelar os tão famosos “spoilers”. Isso porque o filme de Darren Aronofsky (“Fonte da Vida”, “Cisne Negro”) é totalmente calcado em representações, não fazendo muito sentido aquilo que se vê ou que se ouve, e sim o que aquelas coisas realmente significam. Um som de dor pode significar um terremoto por exemplo, e as coisas permanecem assim pelos cento e vinte e dois minutos de duração do filme.

Uma jovem mulher (Jennifer Lawrence, de “Passageiros”) reconstrói aos poucos a casa de seu companheiro poeta (Javier Bardem, de “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”). A rotina do casal, que aparentemente vive isolado na moradia, é abruptamente interrompida com a chegada de um homem (Ed Harris, de “Expresso do Amanhã”) que é acolhido pelo poeta em seu lar. A partir daí, o local torna-se o cenário para toda uma legião de acontecimentos, personagens e loucuras que são terrivelmente testemunhados e vividos pela garota desnorteada.

A trama, descrita no parágrafo acima, não faz sentido algum e nem é mesmo para fazer. É apenas uma pantomima para o que o diretor e roteirista Aronofsky quer contar. Sua pretensão fica realmente à mostra no grande acontecimento que separa o primeiro do segundo ato. É a partir dali que você entende – se se deixar levar 100% pelas metáforas – onde tudo aquilo quer chegar e é aí que as coisas começam a andar em um trilho perigoso, um caminho em que você pode deixar de acompanhar o que está vendo, para brincar de adivinhação com o que está por vir. Tudo passa a ser muito pontual e evidente demais, e o que, até aquele momento, parecia dar um nó em nossa percepção, passa a ser telegrafado em demasia com o que a “segunda” história quer e precisa contar, não nos deixando qualquer espaço para interpretação ou mesmo imaginação.

Tecnicamente o longa é impecável. Visto totalmente pela perspectiva da personagem de Lawrence, a câmera de ombro à persegue implacavelmente pelas costas, só mudando o seu ponto de vista quando quer mostrar, bem de perto, as reações dela ao que está presenciando. A casa em si, que representa todo o mundo dos personagens, é um protagonista vivo efetivamente. Tem personalidade, acolhe e repele com o mesmo encanto, transformando-se durante a grande jornada. A sintonia da câmera (fotografia), com a movimentação da atriz e o frenesi dos outros personagens pela residência vivente é o melhor aspecto do filme. Ela emula a ação como uma grande peça de teatro, vista por dentro, que funciona tal qual um relógio atômico. O som, mesmo com a ausência total de trilha sonora, é um ponto importantíssimo da composição. Ele cronometra, assusta, pontua e enoja no mesmo tom.

Lawrence não é uma atriz iniciante, então nem chega a ser um surpresa a sua versatilidade na tela. Ora meiga e assustada, ora raivosa e protetora, a protagonista rouba o filme – que já é seu de fato! – e nos ganha imediatamente, mesmo que nunca saibamos quem ela é de verdade. Seus arroubos de horror com a selvageria, tão habitual a nós como humanos, tornam-se imediatamente os NOSSOS arroubos de horror. O personagem de Bardem e todos os outros da trama são apenas instrumentos para algo maior e para o desenvolvimento da protagonista e da história. Suas atuações, na verdade, pouco importam. São teatrais porque têm de ser e os atores se entregam a isso com louvor – você nunca viu a atriz Kristen Wiig (“Caça Fantasmas“) no papel que ela interpreta aqui!

Peço desculpas pela economia do texto, pois realmente é muito complicado falar sobre “Mãe!” sem estragar a experiência sensorial que ele pretende causar no expectador. É um filme para se visto e discutido imediatamente na porta do cinema. Um longa que causa um efeito raro no cinema hollywoodiano atual, no qual o seu cerne permanece conosco durante dias, gostando dele ou não. Para mim, creio que Aronofsky calcou demais a sua saraivada de alegorias no que ele realmente queria contar. Tivesse um pouquinho mais de espaço para que nós mesmos pudéssemos montar o quebra-cabeças do nosso jeito, teria sido uma experiência infinitamente mais satisfatória. Pretensiosa ou não, esta obra permanecerá nas cabeças e nas línguas dos cinéfilos por muito e muito tempo.