No Instagram, Elizabeth Cappucino confirmou que vai ser a versão adolescente daJessica Jones’. 

Na legenda da foto, Elizabeth confirmou que estava fazendo V.O. para a série, que é o processo de regravar os diálogos.

 

QUICK LITTLE VO FOR J JONES 👊🏻

Uma publicação compartilhada por Liz Cappuccino (@elizabethcappuccino) em Set 19, 2017 às 8:58 PDT

A expectativa é que o lançamento fique para março ou abril de 2018.

Crítica | Jessica Jones – 1ª Temporada 

Na série, Jessica Jones (Krysten Ritter) tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

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Crítica ‘Mãe!’ | O filme mais insano de 2017!

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Em três semana, ‘It – A Coisa‘ já se tornou maior bilheteria de todos os tempos para um filme de terror nos EUA.

Em pouco menos de 15 dias em cartaz, a produção faturou US$ 228 milhões.

A quantia é menor do que os US$ 232,9 milhões de O Exorcista‘, de 1974, mas pela projeção, ‘It – A Coisa‘ ultrapassará o clássico de hoje para amanhã.

Vale lembrar que o terror ultrapassou ‘Invocação do Mal 2‘ e se tornou a maior abertura da história para um filme de terror no Brasil! ‘Invocação do Mal 2‘ atraiu 997.629 mil espectadores em seu fim de semana de estreia, enquanto  ‘IT – A Coisa‘ foi visto por 1.180.000 de pessoas.

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!

A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’  

Crítica ‘Mãe!’ | O filme mais insano de 2017!

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Esqueça a Sabrina divertida e alegre da série estrelada por Melissa Joan Hart.

O canal CW deu sinal verde para o desenvolvimento da versão sombria de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira‘, será que será inspirada nas HQs da Archie Comics.

Segundo o Collider, a nova versão da série está para um tom ainda mais acima do “sombrio” praticado em ‘Riverdale.

Fala-se até que o tom do TV Show será entre ‘O Exorcista‘ e ‘O Bebê De Rosemary‘.

Agora, a pergunta mais importante, claro, Salem – o gato falante – também vai vir um tanto demoníaco?!

Crítica ‘Mãe!’ | O filme mais insano de 2017!

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Existe filme sem roteiro? A resposta lógica seria negativa. Ocorre, porém, que “O Sequestro” quer desafiar essa lógica, consistindo em uma produção com vários atributos – na maioria, ruins – e um roteiro praticamente inexistente.

O argumento é bastante simples: uma mãe leva o filho de seis anos ao parque; em um momento de descuido, o garoto some. Após alguns segundos de desespero, ela o vê sendo sequestrado. Sem um telefone para chamar a polícia, ela mesma passa a perseguir os sequestradores. Lamentavelmente, o filme é só isso.

O leitor possivelmente encontrará semelhanças com “Busca Implacável”. A semelhança é que um genitor vai atrás do filho perdido, apenas isso. O filme de 2008 tinha conteúdo, o protagonista segue os sequestradores por pistas, enfrentando uma enorme rede criminosa. No longa de 2017, diversamente, são aproximadamente noventa minutos de mesmice sem conteúdo algum (e sem a visão macro do mundo do crime).

É esse o grande problema de “Kidnap” – a versão brasileira mantém o significado do nome original, todavia, “Perseguição” teria sido muito mais adequado, pois o foco não é o sequestro. O filme tem bastante ação, não se pode negar, mas é uma ação insustentável, sem narrativa, sem camadas e sem substância. A trama não se movimenta, praticamente não há progresso, é uma ação paradoxalmente estática e rocambolesca. Em síntese, é a ação pela ação, portanto, descerebrada.

O projeto de roteiro que está lá serve para começar o filme (argumento) e para encerrá-lo (as falas finais resumem parte do conteúdo que deveria ter sido mostrado). No desfecho, prevalece o suspense, que é vazio, já que totalmente obscuro em seu conteúdo. O script elaborado por Knate Gwaltney é certamente um dos piores já escritos nos últimos anos: por exemplo, vilões incompetentes (o que não é novidade, é verdade) e desperdício da arma de Chekhov.

“Arma de Chekhov” é uma expressão usada para designar um objeto constante no texto, aparentemente insignificante, mas que, em um momento posterior, revela sua importância. Dizia o autor que “não se deve colocar um rifle carregado no palco se ninguém estiver pensando em dispará-lo” (daí a ideia de “arma”, que, na verdade, pode ser qualquer objeto). O ensinamento de Chekhov é que um bom roteiro não deve dar espaço a frivolidades, inserindo objetos sem uso algum. No caso específico do filme aqui analisado, o garoto carrega um gravador, recuperado pela mãe. O gravador tem uma pista relevante? Sem afirmar o que ele efetivamente faz, basta dizer que, sem ele, nada mudaria.

Da mesma forma, o roteiro cria problematizações em seu início que acabam sendo inúteis, já que não são aproveitadas – Karla, a mãe, tem um trabalho difícil como garçonete, enfrentando clientes indecisos ou rudes e uma colega atrasada; o pai do garoto pede a guarda unilateral. São temas que poderiam dar robustez ao texto, contudo, acabam servindo de pretexto para alongar o filme – caso contrário, seriam oitenta minutos de perseguição (praticamente) ininterrupta.

É triste ver uma ganhadora do Oscar envolvida em uma produção tecnicamente tão precária: Halle Berry (“Chamada de Emergência”) é produtora executiva e protagonista do longa. No quesito atuação, não há do que reclamar, pois ela é convincente no desespero e na obstinação. É interessante como a atriz se encolhe no carro em alguns momentos, para parecer mais assustada e frágil, ou por vezes alongando os braços e se afastando do volante.

Os closes no rosto de Berry a favorecem, já que, reitera-se, ela é vai bem no papel (inacreditavelmente, nem tudo é ruim nesse filme). Porém, o diretor Luis Prieto (“Contra o Tempo”) não sabe ir muito além disso, filmando em planos fechados também no painel do carro (para mostrar que ela está acelerando, como se isso tornasse o momento mais emocionante) ou até mesmo na roda do carro (sim, é isso mesmo). A cena do sequestro é um retrato fiel da direção: começa como suspense, filmando a protagonista e mostrando que ela está preocupada; prossegue com ação, que pode se tornar tensa pelo contexto, pela atriz e pela música (a trilha sonora é a básica dos filmes de ação), mas certamente não pelos enquadramentos ou pela montagem, já que ambos são ruins.

Possivelmente o espectador que gosta de ação pura, sem conteúdo, quase como um jogo ruim de videogame, vai gostar de “O Sequestro”. Trata-se de uma obra com bastante ação (descerebrada) e algum suspense (vazio), mas que não acrescenta nada a ninguém e que não tem nada para contar.