Showtime anunciou três novos nomes para o elenco de sua nova série, Halo, baseada na icônica franquia de games. As informações são da Variety.

Danny SapaniOlive GrayCharlie Murphy foram recém-contratados para contracenar ao lado do protagonista Pablo Schreiber, que será o Master Chefe.

Sapani será o Capitão Jacob Keyes, um dedicado militar, herói de guerra e pai. Gray dará vida à Dra. Miranda Keyes, uma brilhante comandante da UNSC cuja vida profissional é dedicada para compreender a tecnologia, a linguagem e a cultura do Clã. Murphy, por sua vez, será Makee, um humano órfão que foi criado pelo Clã alienígena e compartilha do desprezo da raça pelos homens.

O restante do elenco inclui Natascha McElhone, que dará vida ao papel duplo formado pela Dra. Catherine Halsey e pela máquina de inteligência artifical mais avançada da história humana, Cortana. Bokeem Woodbine será o soldado Soren-066 que entra em conflito com os espartanos e com seu antigo amigo, Master Chefe.

Shabana Azmi será a Almirante Margaret Parangosky, presidente da Inteligência Naval.

Bentley KaluNatasha CulzacKate Kennedy também fazem parte do time.


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Além disso, a novata Yerin Ha dará vida a Quan Ah, descrita como uma audaciosa jovem de dezesseis anos das Colônias Externas que cruza caminhos com o protagonista.

As gravações começaram no dia 17 de junho em Budapeste, Hungria. O diretor Otto Bathurst, responsável por diversos episódios da série antológica ‘Black Mirror’, comanda o vindouro projeto e também será produtor executivo ao lado do roteirista e showrunner Kyle Killen.

Esta será a primeira produção grandiosa da Showtime desde HomelandPenny Dreadful. Recentemente, a emissora ganhou vários prêmios por sua minissérie Escape at Dannemora.

Halo deve estreia no primeiro bimestre de 2021, ainda sem data exata.


Lashana LynchAna de Armas são dois dos nomes que mais ganharam destaque nos últimos meses, principalmente por terem sido elencados no aguardado filme 007 – Sem Tempo para Morrer’.

No próximo capítulo da franquia de James Bond, Armas dará vida à bondgirlPaloma e Lynch, por sua vez, tomará para si a manta do icônico agente secreto para os longas-metragens futuros. Agora, o site The Hollywood Reporter divulgou a nova capa de sua próxima edição física, trazendo ambas as atrizes em um incrível photoshoot.

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As filmagens do projeto terminaram no último dia 25 de outubro e, agora, está no processo de pós-produção. O filme estreia em 08 de abril de 2020.

Confira o pôster:

Lembrando que ‘No Time to Die’ será o último filme de Daniel Craig como James Bond. O ator vive o personagem desde 2006, com a estreia de ‘Casino Royale’.

Na trama, Bond deixou o serviço secreto e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz dura pouco quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para o rastro de um misterioso vilão armado com uma tecnologia mortal.

Dirigido por Cary Fukunaga e com roteiro de Neal Purvis e Robert Wade, o 25º quinto da franquia estrela Craig, Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Rory Kinnear, Ben Whishaw, Jeffrey Wright, Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.


Sabemos que 2019 é basicamente o ano da Dona Disney, afinal, ela praticamente lançou um filme por mês nos cinemas, e ainda vai vir agora com uma plataforma de streaming todinha dela. Ok. Tudo isso já sabíamos, estava no calendário. E com todo mundo focado em ‘Frozen 2‘, Disneye o último episódio da saga de ‘Star Wars‘, Dona Disney chega, do nada, e estreia um filme sem ninguém perceber.

A história é situada mais ou menos ali no final do século XIX, início do século XX. Época das grandes descobertas tecnológicas e científicas, quando os estudiosos e cientistas europeus se dedicaram a explorar (em todos os sentidos) o resto do mundo, em busca de melhorias para o seu padrão de vida. É nesse contexto que conhecemos o explorador Lionel Frost (originalmente dublado por Hugh Jackman), um sujeito obcecado em comprovar a existência de criaturas mitológicas (por exemplo, o unicórnio), para, com isso, conseguir entrar para o seleto clubinho de cientistas cujas pesquisas foram comprovadas, encabeçado por Lord Piggot (Stephen Fry). Para tal, o sr. Frost embarca numa aventurosa jornada atrás do Pé Grande.

A história em si não é muito original – particularmente já perdi as contas de quantos filmes sobre o Pé Grande/Yéti estrearam nos últimos anos. Portanto, embora os ingredientes do bolo não sejam novos, o grande diferencial desse ‘Link Perdido’ é a forma como ele mistura os elementos.

Para começar, é uma animação em longa-metragem estilo stop-motion. Isso significa que são 1h35 de imagens gravadas frame a frame com bonecos, que vão se mexendo milímetros a cada frame, de modo que a animação ganhe movimento quando todos são reunidos em velocidade. Isso por si só já vale o ingresso, pois a técnica está cada vez mais rarefeita no mercado, infelizmente. Vai aqui o agradecimento aos estúdios Laika (responsável por ‘Coraline’ e ‘Kubo’), que se dedica, bravamente, a continuar construindo sonhos em forma de arte em massinha, e que investiu nesse projeto, apesar do título ruim.


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Segundamente, a dublagem brasileira, em conjunto com a tradução e a adaptação da linguagem, está simplesmente perfeita. Todas as falas se encaixam em espantosa sintonia com o que ocorre nas imagens, passando a sensação de que estamos ouvindo no áudio original. Isso merece ser destacado, pois é quando a dublagem alcança seu objetivo máximo.

As piadas fluem nas falas com tamanha naturalidade, que faz muita gente conseguir gargalhar alto diante do inesperado. É que as reações dos personagens – em especial a dupla principal, sr. Frost e Pé Grande – são tão reais, tão gente como a gente, que o espanto em ver um desenho ter o mesmo tipo de raciocínio insólito que a gente tem com nossos amigos simplesmente faz com que a gente acabe rindo, afinal, diante do absurdo das situações, resta o riso.

Link Perdido’ é desses raros entretenimentos que deve satisfazer mais os jovens do que os pequenos (e, neste caso, recomenda-se ter ao menos 10 anos, para conseguir imergir com fluidez na história), O filme diverte , deslumbra e, ainda por cima, encontra espaço para uma breve discussão de identidade de gênero. Em muitos aspectos, é um filme que surpreende.