Área de Negócios do Festival do Rio, o RioMarket, que acontece de 9 a 14 de outubro, está com inscrições abertas. Alguns dos nomes mais conceituados dos mercados audiovisuais brasileiro e internacional participarão de workshops, palestras, seminários, debates e rodadas de negócios, no Hotel Gran Meliá Nacional Rio. As inscrições para o evento podem ser feitas no site www.riomarket.com.br.

O RioMarket tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da indústria audiovisual, promovendo a troca de conhecimento entre profissionais renomados, novos produtores e empresas conceituadas da área, e proporcionando novas oportunidades de negócios e capacitação para profissionais do mercado. Diretores, produtores, roteiristas, figurinistas, maquiadores, técnicos, advogados e outros profissionais da indústria audiovisual debaterão temas como: legislação do mercado, ferramentas tecnológicas, modelos e oportunidades de negócios, cases de sucesso, financiamento, coproduções, entre outros.

Esta edição do RioMarket contará com duas atrações inéditas: as Round Tables (ou Mesas-redondas) e a Clínica de Coprodução. A primeira consiste em um espaço com público reduzido, com oportunidades para o diálogo e a troca de informações com os convidados. Será um espaço para a discussão de temas específicos e de grande relevância para a indústria audiovisual.

Já na Clínica de Coprodução, produtores terão a oportunidade de se reunir com advogados e especialistas da indústria audiovisual, que fornecerão orientações legais e comerciais para projetos audiovisuais e coproduções internacionais em reuniões de 30 minutos de duração cada.

Como em todos as anos anteriores, o RioMarket oferece parte da programação de forma totalmente gratuita. O grande destaque é o encontro com Graeme Manson, criador e roteirista do sucesso “Orphan Black”. Compõem ainda o bloco, o workshop sobre direção de fotografia do cinema europeu contemporâneo, com a brasileira radicada na França Priscila Guedes; workshop de trilha sonora com Vivian Aguiar-Buff; e workshop de Film Commission.

A Globonews e a TV Globo renovam a parceria com o RioMarket, e voltam com a Mostra Globonews (debates com jornalistas e apresentação de documentários) e o Sunset TV Globo (talentos da TV Globo analisam cases de sucessos recentes da emissora).

Após o sucesso astronômico de “It: A Coisa”, a Warner divulgou a data de continuação do longa: 6 de setembro de 2019. O filme vai acompanhar o Clube dos Perdedores voltando para Derry 27 anos depois de terem enfrentado Pennywise pela primeira vez.

Bill Skarsgård (da série “Hemlock Grove”) vai reprisar seu papel como Pennywise, mas o restante do elenco da continuação ainda não foi definido. A primeira parte está nos cinemas e já arrecadou a maior bilheteria doméstica da história no gênero de terror.

A trama de “It: A Coisa” mostra um grupo de adolescentes, conhecidos como Clube dos Perdedores, que se vê obrigado a enfrentar um temido palhaço quando diversas crianças começam a sumir na vizinhança.

O elenco é formado por Jaeden Lieberher (“Destino Especial”), Finn Wolfhard (da série “Stranger Things”), Chosen Jacobs (da série “Hawaii Five-0”), Jeremy Ray Taylor (“Alvin e os Esquilos: Na Estrada”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Jack Dylan Grazer (“Scales”) e Sophia Lillis (“37”). A direção é de Andrés Muschietti (“Mama”).

O longa estreou em 07 de setembro nos cinemas nacionais.

O primeiro filme é tão diferenciado que pode deixar muitos com a expectativa de um segundo filme à altura. “Kingsman: O Círculo Dourado” não é tão bom quanto seu antecessor. Mas não está longe. E também é muito bom, criando o anseio de que tenha logo um terceiro capítulo.

A sinopse oficial e o trailer entregam muitos spoilers que aniquilam parte da experiência. O longa continua a saga de Eggsy (Taron Egerton, de “Voando Alto”) como um Kingsman, auxiliado e orientado por Merlin (Mark Strong, de “O Jogo da Imitação”). Após um ataque, os dois acabam precisando da ajuda de uma organização secreta de espionagem estadunidense para deter uma grande traficante de drogas, Poppy (Julianne Moore, de “Amor Por Direito”).

Sendo continuação do anterior, muito é reaproveitado, a começar pelas personagens – até mesmo o mascote JB. Se antes o arco dramático de Eggsy era referente à sua mãe, agora, é relativo à sua namorada – estranhamente, a família, antes tão prezada, simplesmente some –, o que rende também momentos levemente cômicos, como a cena do jantar. Não é esse, porém, o ponto forte do roteiro, focado na guerra às drogas. Evidentemente, não chega a ser um estudo aprofundado do tema, mas, para um filme de ação, incluir um subtexto crítico sobre as drogas lícitas (açúcar, álcool e nicotina também viciam e têm efeitos nocivos) é uma grata surpresa. Sem contar o retrato do Presidente dos EUA, fiel ao real. Para um blockbuster, vai além da maioria.

O roteiro também é engenhoso na maneira como envia Eggsy e Merlin ao Kentucky: a conexão é genial, pois feita de maneira bem orgânica, por um elemento inusitado. Em diversos momentos, o plot foge do previsível, isso é garantido. Por outro lado, Poppy é uma vilã caricata em um péssimo sentido (já que Valentine, vilão do anterior, também era caricato, mas era engraçado, o que ela não é). Sua apresentação, ao estilo “veja como sou malvada”, é de um exagero deselegante, revelando uma antagonista ególatra (Poppyland!) e pouco eficaz. Em última análise, é uma vilã que não dá medo, assim como seu capanga. Um desperdício de uma atriz gabaritada como Julianne Moore.

O elenco, inclusive, conta com outros “oscarizados” desperdiçados por participarem pouco: Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”) e Halle Berry (“O Sequestro”). Channing Tatum (“Ave, César!”) também participa pouco – e nem faz falta, seja na narrativa, seja no talento (que ele não tem). Maior espaço tem o chileno Pedro Pascal (“A Grande Muralha”), satisfatório na atuação. Taron Egerton continua confortável como Eggsy, que agora está mais maduro tanto no lado pessoal quanto no profissional. Colin Firth (“O Mestre dos Gênios”) – mais um “oscarizado” – é sempre um esplendor de interpretação. Dessa vez, Harry foi um papel mais desafiador, demandando expor fraqueza. Firth o fez com linguagem corporal, ficando retraído, com olhar desanimado e ombros para baixo (o figurino colaborou). Há ainda uma participação inusitada e divertidíssima de um cantor famoso.

Matthew Vaughn (“X-Men: Primeira Classe”) é o responsável pelo roteiro e pela direção do primeiro e do segundo filme. A queda de nível se deve à antagonista, mas também por alguns exageros, principalmente na direção – que, porém, não é ruim, muito pelo contrário. Sua câmera é bastante movimentada, com vários travellings, inclusive aéreos; os planos não são curtos, com uma montagem que permite visualizar os acontecimentos como ocorrem. Entretanto, o diretor ficou muito dependente do CGI, o que não é condizente com um filme de espionagem que deveria ser um pouco realista. A tecnologia avança em relação ao que existe hoje (o carro do prólogo, o gel usado em quem é baleado), mas a direção deveria se esmerar para usar efeitos práticos. Por outro lado, é inegável a criatividade de Vaughn, como no laço usado por Whiskey, bem como sua destreza nas cenas de ação. O prólogo é exemplo: há uma luta dentro de um ambiente restrito, o que impõe planos fechados, sem entediar; algum slow motion, muito CGI; tudo acontece no ritmo de uma música de rock, de modo que o clímax da ação combina com um solo de guitarra.

Apesar de cansativo (duas horas e vinte de duração), “Kingsman: O Círculo Dourado” é criativo, divertido, empolgante e fiel às próprias premissas. Tão fiel que, se (quando?) anunciarem uma continuação, a expectativa não será de uma obra-prima, mas de uma produção de bom nível.

O filme da “Liga da Justiça” tem a difícil missão de firmar o universo cinematográfico da DC. Entre erros e acertos, estes filmes ainda não conseguiram se consolidar, e o público aguarda uma natural evolução. Mas de acordo com Gal Gadot (“Vizinhos Nada Secretos”) e Ben Affleck (“A Lei da Noite”), essa evolução já será sentida pela forma como seus personagens (Mulher-Maravilha e Batman, respectivamente) irão aparecer no próximo filme. Os dois conversaram com a US Weekly e falaram sobre como os dois heróis estão mais maduros em “Liga da Justiça”.

Sobre a Mulher-Maravilha, Gadot comentou:

“Ela cresceu, afinal, se passou um século! Ela trará suas qualidades específicas à dinâmica do grupo e ela entende o inimigo melhor do que qualquer um deles.”

Já Ben Affleck disse:

“Em Batman vs. Superman, ele estava numa situação tão ruim. Mas, em Liga da Justiça, ele encontra a esperança novamente. Ele precisa se abrir e jogar bem com os outros. Ele sabe que precisa deles. Ele realmente está tentando fazer isso funcionar e desenvolver um bom relacionamento com todos. Ele pode ser um mentor para o Flash.”

Em “Liga da Justiça”, mais uma vez, Mulher-Maravilha (Gal Gadot, de “Mulher-Maravilha”) terá de demonstrar suas habilidades como uma feroz guerreira. Diante de um novo grande inimigo, ela e Batman (Ben Affleck, de “A Lei da Noite”) unem forças para recrutar um grupo de meta-humanos e deter a ameaça, que acaba de despertar. Formando uma Liga de heróis sem precedentes, eles partem para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

O elenco conta também com Jason Momoa (“Loucos e Perigosos”) como Arthur Curry/Aquaman, Henry Cavill (“Castelo de Areia”) como Clark Kent/Superman e Ray Fisher (“Batman V Superman: A Origem da Justiça”) como Victor Stone/Ciborgue.

“Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro de 2017.

Com a confirmação de que Daniel Craig (“Logan Lucky – Roubo em Família”) irá viver o espião mais famoso do mundo pela quinta vez consecutiva, a grande especulação em torno do próximo filme de James Bond está relacionada à direção do longa. Diversos diretores já foram cogitados, mas se for depender da vontade de Craig, o filme ficará nas mãos de Denis Villeneuve (“A Chegada”). A informação é do Daily Mail.

Villeneuve já era um dos candidatos à direção do filme. Com a declaração de Daniel Craig é possível imaginar que os produtores do longa estejam trabalhando nisso. Porém o diretor deverá se envolver com a nova adaptação de “Duna”, o que pode gerar conflito nas agendas.

O roteiro do próximo “007” será novamente escrito por Neal Purvis e Robert Wade, responsáveis pelos últimos quatro filmes da franquia: “Casino Royale” (2006), “Quantum of Solace” (2008), “Operação Skyfall” (2012) e “007 Contra Spectre” (2015).

Ainda sem diretor, o filme está previsto para estrear nos cinemas no dia 8 de novembro de 2019.