A Fundação CSN anunciou a lista dos 12 selecionados para o pitching do segundo edital “Histórias que Ficam”, que tem patrocínio da CSN e NAMISA, por meio da Lei Federal de Apoio à Cultura/Ministério da Cultura. O pitching é uma sessão de apresentação do projeto em viva voz, para uma banca julgadora. Os selecionados defendem os projetos de documentário no dia 30 de março.

A partir desses 12 projetos, serão escolhidos quatro vencedores, que serão apresentados no dia 2 de abril. Os vencedores do edital ganham um exclusivo programa de consultoria com especialistas na área para o desenvolvimento do filme, além de R$ 330 mil.

Os laboratórios contam com consultoria online permanentes do diretor e roteirista Marcelo Gomes e da produtora, diretora e roteirista Daniela Capelato. Entre os consultores, também estão nomes como Miguel Machalski, Carlos Nader e Karen Harley. Finalizados, os filmes participarão da Mostra Itinerante Histórias que Ficam e serão exibidos gratuitamente em mais de vinte cidades de todas as regiões do Brasil, em 2016.

O edital “Histórias que Ficam”, idealizado por Adriana Schwarz, visa o fomento e difusão do documentário brasileiro e vai financiar a produção de quatro filmes de até 70 minutos.

Confira abaixo os projetos selecionados:

“A Vida e as Vidas de Mounir”, de Juliana Borges Pontes e Eliza Capai
Tas a Ver e Gira Produção de Conteúdo Eletrônico e Audiovisual
São Paulo – SP

“Coqueiro Seco”, de Luiz René Batista Guerra Mota
Plateau Marketing e Produções Culturais
São Paulo – SP

“Direitos Humanos para Bandidos”, de Bruno Lima Xavier
Nigéria Comunicação e audiovisual
Fortaleza – Ceará

“Empate”, de Antonio Sérgio de Carvalho e Souza
Criativa Publicidade
Rio Branco – Acre

“Filmeterapia”, de Felippe Mussel
Sobretudo Produção Audiovisual e Artística
Rio de Janeiro – RJ

“Guarnieri”, de Francisco Lima Guarnieri
RM Produções Artísticas
São Paulo – SP

“Mulheres de Tereza”, de Cecília Brandão de Araújo
Ouriço Prod. Cinematográficas e Televisivas
Recife – Pernambuco

“O Céu e a Selva”, de Priscilla Regis Brasil
Companhia Amazônica de Filmes
Belém – Pará

“Ofício de Mãe”, de Carolina Benjamin
Daza Filmes
Rio de Janeiro – RJ

“Pq meu Pai Não Gosta de Gonzagão?”, de Reinofy Duarte
Domínio Público Produções Artísticas
Salvador – Bahia

“Quando Aqui Era Só um Caminho”, de Sandro Vilanova
Cinco da Norte Serviços audiovisuais
Brasília – DF

“Taxi para Canudos”, de Henry Grazinoli e Vera Haddad Grazinoli
Klaxon Cultura Audiovisual
São Paulo – SP

Os projetos foram avaliados por comissão de seleção formada pela diretora, roteirista e consultora Daniela Capelato; pela pesquisadora, crítica e realizadora Ilana Feldman; pela cineasta e coordenadora executiva da segunda edição do edital, Renata Druck, e pela documentarista Carla Gallo. Todos receberam notas nos quesitos mérito, qualificação e viabilidade e, em uma segunda etapa, os projetos com maior pontuação foram discutidos em processo de imersão.

Pelo regulamento, serão destacados ao final da seleção, um projeto da região Norte/Centro-Oeste e um da região Nordeste. Os outros dois poderão ser de qualquer outra região do país. 

A ANCINE e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) divulgaram a ata da abertura pública e habilitação das propostas recebidas na Chamada Pública PRODAV 03/2014 – Núcleos Criativos do Programa Brasil de Todas as Telas. Por esta linha, foram disponibilizados R$ 27 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para o apoio a propostas de núcleos criativos para o desenvolvimento de carteira de projetos de obras e formatos de obra audiovisual.

De um total de 184 propostas recebidas pelo sistema, 163 núcleos criativos foram considerados habilitados após a análise da documentação apresentada, totalizando 918 projetos. A ata publicada apresenta o resultado preliminar da fase de habilitação e contém a lista com todas as propostas habilitadas e inabilitadas e inclui as justificativas que acarretaram as inabilitações. Entre as habilitadas há propostas de 16 Estados da federação, nas cinco regiões do país, além do Distrito Federal.

Os produtores responsáveis pelas propostas inabilitadas têm agora até o dia 26 de março para a interposição de recursos. Não será aceita nenhuma documentação complementar à já apresentada pelos proponentes na inscrição. Os recursos devem ser feitos por meio de um formulário específico disponível no site do BRDE e enviados para o email fsa.brde@brde.com.br. O resultado do julgamento dos recursos será anunciado juntamente com a lista definitiva de propostas habilitadas.

O resultado preliminar da habilitação das propostas do PRODAV 03/2014 – Núcleos Criativos pode ser conferido aqui.

A APRO (Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais) e o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) realizam o módulo Distribuição/Circulação do programa “Objetiva – Empreendedorismo em Foco”, em Porto Alegre, entre os dias 18 e 19 de março, no Hotel Deville Prime. A cidade já recebeu módulos que abordaram temas relacionados à Transmídia e Inovação, Gestão Empresarial e Legislação, com a presença de empresários do setor audiovisual.

O módulo abordará a capacidade de distribuição do conteúdo audiovisual, seja no cinema, TV ou novas mídias, em todas as suas etapas, desde a concepção do projeto até sua finalização.

Esta etapa será coordenada por Krishna Mahon, diretora de conteúdo dos canais History, AE e Lifetime. Responsável por produção original para novas séries e documentários, ela participou da criação de séries como “O Infiltrado” e “Até que a Morte nos Separe”, entre outros. Krishna também traz em sua carreira passagem pela Discovery Networks.

Essa etapa contará ainda com a profissional Sueli Tanaca, diretora comercial da Mares Filmes, distribuidora reconhecida por lançar filmes premiados e aclamados pela crítica, que traz em sua trajetória profissional participação em lançamento de grandes títulos do cinema como “Faroeste Caboclo”, “Quem Quer Ser um Milionário”, “Menina de Ouro”, “O Grito”, “A Queda – As Últimas Horas De Hitler” e “Deu a Louca na Chapeuzinho”, entre outros. Além disso, coordenou projetos para captação em Leis Federais com Fundo Setorial e Funcines.

Durante o módulo, os participantes serão orientados sobre como é composto um orçamento de comercialização e o funcionamento do mercado internacional de vendas de filmes. Além disso, serão apresentados diferentes modelos de distribuição, estratégias de lançamento e especificidades tributárias de comercialização, dentre outros temas importantes.

O programa “Objetiva – Empreendedorismo em Foco” conta com a parceria do SIAESP (Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo) e da ABPITV (Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão). Após Porto Alegre, estão previstos módulos nas cidades de Distrito Federal e Recife, em datas e locais ainda em processo de negociação.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Mostra Tiradentes traz à São Paulo sua programação, numa parceria com o Sesc-SP, que este ano acontecerá de 17 a 22 de março, com todos os filmes vencedores da edição mineira de 2015, obras de diretores brasileiros em destaque na cena contemporânea bem como uma programação dedicada aos curta-metragens paulistas.

Serão exibidos 12 longas e 17 curtas, a grande maioria em suas primeiras exibições na cidade, em 16 sessões de cinema no Sesc Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila  Buarque), além de duas oficinas e três debates temáticos, integrando a programação do Circuito CineSesc.

Eleito pelo júri da crítica o melhor filme da Mostra Aurora, “Mais do que Eu Possa me Reconhecer” (RJ), de Allan Ribeiro, abre o evento no dia 17 de março, às 20h. Os outros seis filmes desta sessão competitiva, criada para diretores em seus primeiros longas e que se transformou numa vitrine da produção autoral, serão exibidos ao longo da programação: “A Casa de Cecília” (RJ), de Clarissa Appelt; “Medo do Escuro” (CE), de Ivo Lopes Araújo; “O Signo das Tetas” (MA), de Frederico Machado; “Ressurgentes: um Filme de Ação Direta” (DF), de Dácia Ibiapina; “Teobaldo Morto, Romeu Exilado” (ES), de Rodrigo de Oliveira; e “O Animal Sonhado” (CE), do coletivo formado por Breno Baptista, Luciana Vieira, Rodrigo Fernandes, Samuel Brasileiro, Ticiana Augusto Lima e Victor Costa Lopes.

A seleção, a cargo do curador Cléber Eduardo e do curador assistente Francis Vogner dos Reis, busca sempre maneiras de compreender e propor estilos e formas mais arriscadas no cinema brasileiro atual. Cinco Estados aparecem representados na Mostra Aurora deste ano (Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Distrito Federal e Rio de Janeiro), com títulos assinados por realizadores de até três longas-metragens no currículo.

Outros premiados em Tiradentes que terão exibição em São Paulo são os ganhadores de júri popular: o longa “O Dia do Galo” (MG), de Cris Azzi e Luiz Felipe Fernandes, e o curta “De Castigo” (SP), de Helena Ungaretti, e o ganhador da Mostra Transições, melhor longa eleito pelo júri jovem, “O Tempo Não Existe no Lugar em que Estamos”(MG), de Dellani Lima.

Outros longas, também destaques da programação e ainda inéditos em São Paulo, terão suas sessões em pré-estreias nacionais: “Dois Casamentos” (RJ), de Luiz Rosemberg Filho, e “A Revolução do Ano” (SP), de Diogo Faggiano.

Completam ainda a programação, o melhor curta da Mostra Foco, eleito pelo júri da crítica, “Estátua!”, produção de São Paulo, com direção da baiana Gabriela Amaral Almeida, o curta que ganhou o Prêmio Aquisição do Canal Brasil, “Outubro Acabou” (RJ), de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes, e o curta eleito pelo júri popular “De Castigo” (SP), de Helena Ungaretti.

Os curtas paulistanos ganham uma sessão especial, a Mostra Cena Paulista, com temáticas e estéticas bastante variadas, filmes bem humorados e mais sérios, entre os quais estão comédia, suspense, documentário, político, representando a diversidade de proposta cinematográfica no curta-metragem produzido em São Paulo.

A edição paulista retoma o tema eleito para a 18ª edição em Minas, “Qual o lugar do cinema hoje?” e amplia o debate com novas vozes. A temática que permeia a programação discute o trânsito entre telas, os diálogos entre as artes e o espaço da política no cinema.

Na programação, três debates conceituais: na sexta, dia 20, de 14h às 15h30, o primeiro debate enfoca o tema O lugar do cinema: trânsito entre as telas. No mesmo dia, O lugar do cinema: espaço da política acontecerá às 20h30, após a exibição do filme “Retratos de Identificação” que conta com a participação da diretora Anita Leandro e convidados. No sábado, dia 21, de 14h às 15h30, acontece o terceiro debate, com o tema O lugar do cinema: trânsito entre as artes. O objetivo é dar continuidade às discussões em pauta durante a 18ª Mostra Tiradentes.

Entre os dias 18 e 20 de março, serão oferecidas duas oficinas. Pela manhã, nos três dias, o cineasta Joel Pizzini irá ministrar a oficina de “O Documentário na TV: Novos Conteúdos e Novas Formas”. Já no período da tarde, o cineasta e professor Eduardo Aguilar ministrará a oficina “Assistência de Direção e Continuidade”. Ambas são dirigidas a estudantes de cinema e TV e interessados no fazer cinematográfico.

Ao contrário das tendências da economia geral no Brasil, o setor audiovisual (cinema e TV) está em alta. Puxado por vários sucessos do cinema nacional e pela nova lei de TV paga (Lei nº 12.485/11), o mercado brasileiro audiovisual está passando por uma fase de crescimento impressionante, especialmente, se comparado a outros países da América do Sul. Também, cada vez mais produtores nacionais e internacionais procuram, em várias regiões do Brasil, cenários e locações atrativas para as suas produções de cinema, TV, documentários e publicidade.

Para aproveitar esta tendência, e transformá-la em benefícios concretos nos locais onde os filmes e programas de TV são rodados, as cidades e Estados brasileiros precisam se organizar para receber turistas motivados a visitar tais locais. Eis o chamado “Turismo Cinematográfico”.

O que é o turismo cinematográfico?

O turismo cinematográfico abarca a influência de filmes, programas e séries de TV e publicidade nas decisões de turistas ao escolherem os destinos para visitar. A representação nas telas das cidades e regiões tem um impacto econômico significativo no turismo e no fortalecimento da promoção cultural das regiões.

Apesar de não existirem muitas estatísticas sobre o tema no Brasil, estima-se que o turismo cinematográfico global movimente cerca de 40 milhões de turistas a cada ano. O turismo induzido pelo cinema e pela TV já é considerado uma fonte significativa de benefícios para regiões específicas, e vários países têm orientado toda sua estratégia oficial de promoção turística precisamente em função da difusão das locações onde foram rodados filmes e séries de TV.

Um filme atua sobre o espectador como um folheto virtual, com três vantagens sobre a publicidade turística convencional: é mais duradouro no tempo, alcança um público maior e cria vínculos emocionais ao integrar a paisagem nas histórias e personagens que atraem o espectador de maneira mais intensa.

Exemplos mais conhecidos do turismo cinematográfico

Existem numerosos exemplos internacionais do impacto de filmes e séries de TV no aumento do turismo e visitas a locações específicas para promover o branding de cidades ou países. Veja alguns exemplos mais conhecidos, de acordo com Hudson Ritchie (2006):

• “Coração Valente”, Escócia: aumento de 300% no ano após o lançamento.

• “Campo dos Sonhos”, Iowa: 35.000 visitas em 1991.

• “Quatro Casamentos e um Funeral”, The Crown Hotel, Amersham, Inglaterra: reservas esgotadas durante 3 anos após o lançamento.

• “Harry Potter”, várias locações na Inglaterra: aumento de mais de 50% em todas as locações de filmagem.

• “Missão Impossível”, Parques Nacionais, Sydney: aumento de mais de 200% em 2000.

• “Troia”, Canakkale, Turquia: aumento de 73% após o lançamento.

Com a ascensão rápida da popularidade de séries de TV na TV por assinatura e VOD (video-on-demand), também surgiram várias locações procuradas por turistas após assistirem seus programas prediletos. Entre os casos internacionais mais conhecidos estão:

• “Game of Thrones”: Irlanda e Belfast

• “Downton Abbey”: Oxfordshire e Highclere

• “Breaking Bad”: Albuquerque, Novo México

No Brasil, muitas cidades estão se movimentando para gerar um “brand” e visibilidade em torno das filmagens de cinema e programas de TV como:

• Recife – recebeu a TV Globo para gravar cenas de “Geração Brasil”.

• Brasília – o cenário da nova minissérie de Fernando Meirelles, “Felizes para Sempre”.

• Rio de Janeiro – “Rio”, a animação de Carlos Saldanha, um cartão postal da cidade.

Embora a estratégia de Turismo Cinematográfico possa ser feita por um órgão oficial do governo, como um Ministério do Turismo ou uma entidade como a Embratur, cabe à film commission local implementar a estratégia e, efetivamente, receber e orientar as filmagens.

O que é uma film commission?

Uma Film Commission (FC) ou escritório de apoio ao audiovisual visa à promoção da cidade ou do Estado como destino privilegiado para a filmagem de produções audiovisuais nacionais e internacionais, para contribuir com o crescimento econômico e a criação de empregos. A função básica da FC é oferecer o atendimento aos produtores com a estrutura e logística necessárias, e realizar a interface com o poder público para facilitar as filmagens.

No Brasil, o interesse por film commissions e o seu potencial para atrair produções audiovisuais tem crescido a cada ano. Desde 2008, pelo menos 15 entidades intitulando-se film commissions surgiram pelo Brasil para promover suas respectivas jurisdições como locais ideais para produções de conteúdo audiovisual. Entretanto, apenas duas film commissions do Brasil constam como membros da entidade internacional de film commissions, a AFCI (Association of Film Commissioners International): São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2009, a proliferação de film commissions no Brasil levou o Governo Federal a criar um Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) para analisar o fenômeno, recomendar providências para organizar a atividade e garantir um patamar mínimo de profissionalismo no setor. No entanto, até hoje, nada concreto foi feito nesse sentido. Além disso, a entidade formada para representar as film commissions no país, a Aliança Brasileira de Film Commissions – ABRAFIC foi extinta, deixando o setor sem representação e apoio.

Por outro lado, pela primeira vez, as film commissions foram incluídas no “Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual” da Agência Nacional de Cinema – ANCINE, o que pelo menos significa o reconhecimento oficial das film commissions e seu papel positivo na cadeia econômica audiovisual brasileira.

Os desafios

A Rio Film Commission (RFC) tem sido convidada com frequência para oferecer orientação a várias cidades e Estados brasileiros (Nova Friburgo – RJ, Armação dos Búzios – RJ, Balneário Camboriú – SC e Campo Grande – MS) que almejam criar suas próprias film commissions. Considerado um modelo para o país, a RFC tem oferecido gratuitamente explicações de suas funções, alternativas para constituição de pessoa jurídica, operações e administração interna, além do desenho de um plano estratégico que inclui o turismo cinematográfico. Essas iniciativas representam um despertar dos governos locais acerca do quanto pode render um investimento mínimo em estrutura de film commission para gerar benefícios importantes para suas comunidades.

O momento é apropriado para uma reorganização e capacitação efetiva do setor de film commissions no Brasil. Apesar dos Jogos Olímpicos de 2016 estarem concentrados no Rio de Janeiro, espera-se uma verdadeira invasão de jornalistas, cineastas e equipes de filmagem para visitar o país, com o objetivo de criar reportagens sobre a cultura, costumes, gastronomia e outros aspectos da vida brasileira para os espectadores de seus países, ávidos para conhecerem as idiossincrasias do Brasil. São múltiplas oportunidades para promover o turismo cinematográfico em grande escala no Brasil. Ainda há tempo para aproveitar esse momento. Se uma imagem vale mais que mil palavras, uma imagem em movimento vale muito mais!

 

Por Steve Solot, Presidente da Rio Film Commission