A ANCINE está recebendo inscrições, até o próximo dia 30 de junho, para um encontro de produtores que organizará em conjunto com a National Film and Video Foundation – NFVF, dentro da programação do próximo Festival Internacional de Cinema de Durban, na África do Sul. O festival acontece entre os dias 16 e 26 de julho, e o encontro de produtores acontecerá no marco do Mercado do Filme de Durban, que acontece entre 17 e 20 daquele mês.

O encontro colocará lado a lado produtores brasileiros e sul-africanos com o objetivo de, a partir de projetos específicos que representem oportunidades de trabalho entre os dois países, incrementar as possibilidades reais de coproduções entre eles. A realização desse encontro acontece num contexto de aproximação crescente entre as indústrias audiovisuais dos dois países. A ANCINE e a NFVF estão em estágio avançado de negociações para a assinatura de um acordo de coprodução, e durante o Festival de Cannes de 2014 já haviam realizado um primeiro encontro de produtores dos dois países. Na ocasião, buscou-se fazer uma introdução das condições gerais de produção em cada país, e um primeiro contato entre produtores, não havendo então a seleção de projetos específicos.

Além da participação dos produtores brasileiros, a ANCINE também estará presente no Festival de Durban, participando de uma Cúpula Audiovisual dos BRICS, que o evento organiza. Na parte da programação de filmes, o festival também promoverá este ano um foco no cinema brasileiro cuja programação deve ser anunciada em breve.

A inscrição de projetos para participar do segundo encontro de coprodução Brasil-África do Sul requer o preenchimento (em inglês) de um formulário de inscrição com informações sobre a empresa e seu projeto de interesse para coprodução com a África do Sul. O formulário preenchido em inglês deverá ser enviado para o e-mail assessoria.internacional@ancine.gov.br até às 23h59 do dia 30 de junho. Caberá ao NFVF selecionar, dentre os projetos brasileiros, aqueles cinco cujos perfis pareçam mais adequados para coprodução com o país africano.

A participação dos produtores selecionados para o encontro poderá contar com o apoio da ANCINE através do seu Programa de Apoio à Participação de Produtores de Audiovisual em Eventos de Mercado e Rodadas de Negócios. A inclusão do Festival de Durban/Mercado de Filme de Durban na lista de eventos contemplados pelo programa foi aprovada pela Diretoria Colegiada da ANCINE.

A ANCINE e o Banco Regional de Desenvolvimento Econômico do Extremo Sul (BRDE) anunciaram uma nova lista de projetos contemplados em duas chamadas públicas de fluxo contínuo do Programa Brasil de Todas as Telas. O investimento total nesta operação é de R$ 4.404.693,00 em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), para quatro longas-metragens e uma série de TV.

Pela Chamada Pública PRODECINE 02/2013, na qual empresas distribuidoras demandam apoio à produção de longas-metragens, foram selecionados dois projetos apresentados pela Elo Company (“Rio Santos”, drama de Klaus Miteldorf; e “Damas do Samba”, documentário de Suzanna Lira), um projeto apresentado pela Paris Filmes (“Depois dos 40″, comédia de Luiz Fernando Villaça), e um projeto da Tucuman (o documentário “Codinome Clemente”, de Isa Albuquerque).

Já por meio da linha que apoia a produção de obras destinadas à veiculação nas TVs aberta e por assinatura, o PRODAV 01/2013, o projeto “Homo Brasilis”, da produtora Giros Interativa, com direção de Belisário Franca, foi selecionado para receber um aporte de pouco mais de R$ 605 mil. A série documental tem exibição inicial prevista para o canal Arte 1.

Confira abaixo as fichas técnicas dos novos projetos contemplados pelo Programa Brasil de Todas as Telas:

PRODECINE 02/2013

Projeto: “Rio Santos”
Proponente/Distribuidora: Elo Company (SP)
Produtora: Coração da Selva Transmídia (SP)
Direção: Klaus Miteldorf
Roteiro: Nina Crintz
Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão
Sinopse: Ao longo da estrada Rio-Santos, três pessoas tem seus destinos cruzados de maneira definitiva. Ofélia, uma jovem fotógrafa de 20 anos, acredita ter descoberto quem é seu pai, e decide ir em busca dele. Tedesco, um artista plástico internacionalmente famoso, recebe uma carta de Ofélia, a filha que ele não sabia que existia. Surpreso e encantado com a possibilidade da paternidade tardia, mas ao mesmo tempo desconfiado do surgimento inesperado daquela garota, ele pede que Smutter a siga, enquanto tenta decidir o que fazer em relação à ela.

Projeto: “Damas do Samba”
Proponente/Distribuidora: Elo Company (SP)
Produtora: Modo Operante Produções Culturais (RJ)
Direção e Roteiro: Suzanna Lira
Valor investido pelo FSA: R$ 300 mil
Sinopse: O documentário apresenta uma visão ampla da participação da mulher dentro dessa cultura predominantemente masculina, sob os aspectos culturais, sociais, artísticos e midiáticos. Para isso reverencia muitas mulheres anônimas e também as grandes damas que marcaram seus nomes neste panteão: Tia Ciata, Clementina de Jesus, Clara Nunes, Beth Carvalho, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, entre tantas outras que ainda hoje fazem do samba a maior manifestação cultural brasileira.

Projeto: “Depois dos 40”
Proponente/Distribuidora: Paris Filmes (SP)
Produtora: Bossa Nova (SP)
Direção e Roteiro: Luiz Fernando Villaça
Valor investido pelo FSA: R$ 2 milhões
Sinopse: Comédia dramática sobre os dilemas e comportamentos do homem moderno. Os quatro protagonistas – Marcola, Alexandre, Pedro e Ivan – são amigos de infância que, por estarem próximos da meia-idade, possuem diversos dilemas e inseguranças. O reencontro deles, há muito distantes, se dá a partir do convite de um jornal. A pauta proposta é a reencenação de uma foto histórica da abertura do metrô de São Paulo nos anos 70, que teve os quatro amigos como personagens.

Projeto: “Codinome Clemente”
Proponente/Distribuidora: Tucuman (RJ)
Produtora: Iris Cinematográfica (RJ)
Direção e Roteiro: Isa Albuquerque
Valor investido pelo FSA: R$ 499.487,00
Sinopse: O documentário vem contar a trajetória de Carlos Eugênio Paz, um dos principais chefes militares da organização revolucionária ALN (Ação Libertadora Nacional), dirigida por Carlos Marighella, que tinha como objetivo derrubar a ditadura militar através da estratégia de guerrilhas e caminhar para a construção do socialismo. Sobrevivente da época, Carlos Eugenio Paz revela os bastidores da guerrilha, com todas as suas contradições.

PRODAV 01/2013

Projeto: “Homo Brasilis”
Proponente/Produtora: Giros Interativa (RJ)
Programadora/Emissora: Arte 1
Direção: Belisário Franca
Roteiro: Bianca Lenti
Valor investido pelo FSA: R$ 605.206,20
Sinopse: A série mergulha no imaginário de ícones do nosso tempo, mapeando a composição de suas mentes criativas. Guiado pela narração irreverente de uma personalidade próxima ao homenageado, cada episódio de 26 minutos é uma biografia intimista de um personagem que se destacou em sua respectiva área. Partindo do conceito de antropofagia enquanto manifestação cultural, a série valoriza personagens cuja estratégia criativa assimilou tradição e miscigenação brasileiras e resultou em inovação.

A 19ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM 2015) acontece de 19 a 26 de junho, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, onde serão exibidos 50 filmes de oito países (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai) e diferentes Estados brasileiros. Foram 385 inscritos nas mostras competitivas. E dos 39 filmes selecionados, 12 (30%) são catarinenses, evidenciando o amadurecimento e aprimoramento técnico do audiovisual de Santa Catarina. Onze filmes, escolhidos pela coordenação do FAM, completam o festival. Todas as atividades (filmes, fóruns, oficinas) são gratuitas.

Durante o FAM, ocorrem quatros mostras competitivas (Curtas Mercosul, Curtas Catarinenses, DOC-FAM e Infanto-juvenil), e uma convidada, a Mostra de Longas, além das atividades do Fórum Audiovisual Mercosul e de homenagens a profissionais do audiovisual.

Diversos filmes farão no FAM sua estreia mundial ou sua primeira exibição no Brasil. Dos nove longas-metragens, cinco são estreias. Será a primeira exibição de Um Filme Francês, de Cavi Borges (Brasil), e a estreia nacional dos filmes Das Profundezas (de Penna Filho, produção catarinense), Latas Vacias, de Hérib Godoy (Paraguai), El Hijo Buscado, de Daniel Gaglianó (Argentina), e EL 5 Talleres (Argentina/Uruguai).  Completam a programação dos longas A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante (Brasil), que será o filme de abertura do FAM, Romance Policial, de Jorge Durán (Brasil/Chile), e Olvidado, de Carlos Bolado (Bolívia).

No DOC-FAM, que terá oito produções, o filme Naturaleza Moderna, de Craig Daniel Leon (Equador), também tem sua primeira exibição no país. Os Curtas Mercosul são a mostra mais concorrida, com 16 filmes, sendo um convidado, o catarinense O Segredo da Família Urso, de Cíntia Domit Bittar. E a Infanto-juvenil vai exibir 10 filmes, sendo dois convidados: Nada, Nadador!, de Alunos do Projeto Animação do Espírito Santo, e Território do Brincar, de David Reeks e Renata Meirelles. O público já confirmado é de mais de 3 mil crianças.

Este ano, o festival irá homenagear o cineasta Zelito Vianna, pai da Betse de Paula e Marcos Palmeira e irmão de Chico Anysio, que dirigiu mais de cinquenta filmes, produziu quase todos os filmes de Cacá Diegues, Eduardo Coutinho, Glauber Rocha e Walter Lima Junior. E Paulo Mendonça, diretor geral do Canal Brasil, com 12 filmes produzidos ou coproduzidos pelo canal, também conhecido como roteirista (Prá Frente Brasil) e compositor e diretor de shows para o Secos Molhados (música “Sangue Latino” em parceria com João Ricardo).

O Fórum Audiovisual Mercosul traz ainda variada programação. Haverá um encontro aberto com a presença do Secretário do Audiovisual, Pola Ribeiro, e representantes de entidades nacionais (Congresso Brasileiro de Cinema – CBC, Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – ABD/Nacional e Fórum dos Festivais). A agenda do Fórum será focada nos debates sobre Coproduções internacionais, Produção de séries de TV e webséries, Salas digitais, Recam e Coprodução no Mercosul.

Entre as oficinas e palestras gratuitas, pela primeira vez, terá também um diálogo sobre acessibilidade no cinema – audiodescrição e legendas para deficientes auditivos – e ainda as oficinas Fazendo filmes na escola, o audiovisual na educação, voltada para professores de pedagogia, O Ator no Cinema e Comunicação e Sons no cinema.

O Cine Ceará – Festival de Cinema Ibero-Americano de Fortaleza volta à sua casa tradicional, o Cine São Luiz, depois de longo afastamento. A vigésima quinta edição do festival, que acontece de 18 a 24 de junho, além de apresentar a melhor seleção de longas-metragens de sua trajetória, reocupará um dos mais belos cinemas do país. Tentativas de aclimatar-se ao centenário Theatro José de Alencar e ao Centro Dragão do Mar estão, pois, superadas.

“O Cine São Luiz passou por ampla reforma”, garante o cineasta Wolney Oliveira, diretor do Cine Ceará. “Foram gastos R$ 18 milhões e não teremos mais problemas de refrigeração, nem acústicos”. A festa comemorativa do jubileu de prata deste que é um dos mais tradicionais festivais do Nordeste brasileiro “será inesquecível”.

Wolney está muito satisfeito com a seleção, “pluralista, com fortes títulos hispano-americanos e brasileiros”. A representação verde-amarela inclui a “primeira sessão em solo brasileiro do longa “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, exibido nos EUA (Sundance) e em Berlim, onde recebeu prêmios significativos (inclusive para suas protagonistas, Regina Casé e Camila Márdila). Regina interpreta doméstica nordestina que trabalha em São Paulo e recebe a filha, que chega de Recife para prestar exame de vestibular.

O Cine Ceará será, também, palco das primeiras exibições públicas do documentário “Cordilheiras no Mar: a Fúria do Fogo Bárbaro”, do pernambucano Geneton Moraes Neto, e do novo filme de Jorge Furtado, “Real Beleza”, com Vladimir Brichta, Adriana Esteves e jovens aspirantes a modelo (destaque para Vitória Strada), oriundas da região que revelou Gisele Bündchen.

“Real Beleza”, de Jorge Furtado

O cineasta e roteirista gaúcho, que estará com os principais nomes de seu elenco (entre eles estão o veterano Francisco Cuoco e o jovem Samuel Reginatto), em Fortaleza, avisa que seu filme é “98% ficção”. Ou seja, a história nasceu inteira de sua fértil imaginação. “Só os testes para escolha das modelos são reais”.

“Cordilheiras no Mar, o documentário de Geneton Moraes Neto” – acredita Wolney Oliveira – “além de agradar a muita gente, servirá para que entendamos por que Glauber Rocha defendeu o General Golbery a ponto de chamá-lo de gênio da raça”.

“Cordilheiras no Mar: a Fúria do Fogo Bárbaro”, de Geneton Moraes Neto

“Eu não entendia as razões do Glauber”, confessa o diretor do Cine Ceará. “Nem as conhecia direito. Depois de assistir aos depoimentos de pessoas que entenderam as razões do Glauber, pude reavaliar as duras críticas feitas a ele. Em especial, os depoimentos do ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, e do ex-líder das Ligas Camponesas, Francisco Julião. São muito esclarecedores”.

Wolney acredita que os cearenses, em especial, vão se divertir com o depoimento do cantor e compositor Fagner. “Ele visitou Glauber a pedido de Jorge Amado poucos dias antes da morte do cineasta. O que rememora é incrível e vai, tenho certeza, arrancar sonoras gargalhadas do público”.

Invenção e política

Pablo Arellano, que assina a curadoria da competição ibero-americana, diz que buscou filmes que alcançaram grande repercussão em mostras e festivais internacionais. Caso do lusitano “Cavalo Dinheiro”, de Pedro Costa, e de “Jauja”, do argentino Lisandro Alonso. Este, protagonizado pelo ator Viggo Mortensen, norte-americano de origem escandinava. Os dois filmes já passaram por diversos festivais brasileiros.

Como são inéditos em nosso circuito comercial e “muito inventivos”, foram escalados para disputar o Troféu Mucuripe. Pedro Costa é hoje um dos mais festejados realizadores de importante vertente do cinema, a que esboroa fronteiras entre o documentário e a ficção. Os críticos e cinéfilos brasileiros dedicam imensa devoção a “Cavalo Dinheiro” e a outras de suas realizações (“Ossos”, “No Quarto de Vanda” e “Juventude em Marcha”).

No novo filme, premiado em Locarno, Pedro Costa retoma o personagem Ventura (ele mesmo), um exilado caboverdiano, radicado no bairro lisboeta de Fontaínhas. Ele rememora, nos largos e silenciosos corredores de um hospital, sua partida da África para Portugal, os anos de guerra e o cavalo Dinheiro, que lá deixou.

“Cavalo Dinheiro”, de Pedro Costa

O Chile se fará representar por “El Club”, de Pablo Larraín. “Assim como Jorge Furtado” – diz o curador – “Larraín é um diretor reconhecido por trajetória marcada por filmes que buscam o diálogo com o grande público”. Seu penúltimo longa – “No”, sobre o plebiscito que derrotou Pinochet – foi finalista ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Arellano aponta outra vertente privilegiada pela curadoria: “selecionamos cineastas jovens que estejam realizando filmes de grande personalidade, como Carlos M. Quintela, diretor de “La Obra del Siglo”, premiado recentemente em Roterdã, e o espanhol Miguel Llansó, autor da coprodução hispano-etíope, “Crumbs”, uma loucura pós-apocalíptica. Mesmo caso de “Loreak”, dos também espanhois Jon Garaño e José Mari Goenaga”.

Como o Cine Ceará pretende “continuar comprometido com a vertente do cinema mais político, que busca aprofundar a terrível experiência com governos militares” – arremata o curador – “selecionamos este ano dois trabalhos bem distintos, a coprodução peruano-colombiana “NN”, de Héctor Gálvez, e o documentário do brasileiro Geneton Moraes”.

Buñuel e Erice

A Espanha – terra de Victor Erice e Luis Buñuel, cineasta que inspira o cartaz do Cine Ceará (com a famosa cena do olho cortado por uma navalha, em “O Cão Andaluz”) – é, este ano, o país homenageado pelo Cine Ceará.

Pablo Orellano, que também assina a curadoria da Mostra Informativa do Novo Cinema Espanhol, diz que seguiu critérios semelhantes aos que nortearam a mostra competitiva.

“Tivemos, ao montar a Mostra Espanhola” – detalha –, “maior liberdade na seleção de títulos muito novos, de forma que fossem somados a filmes dos pais do cinema contemporâneo espanhol, como Buñuel (“Simão do Deserto”) e Victor Erice  (“O Espírito da Colmeia”). Trouxemos, também seleção dos melhores curtas espanhois dos últimos anos e uma grande representação de filmes de ficção científica”. E mais: “uma retrospectiva dos curtas de Chema García Ibarra, além de diretores que gostam de correr riscos como Luis Minharro e Kikol Grau. Este realizador nos traz um incrível documentário musical punk (“Las Más Macabras de las Vidas)”.

“Simião do Deserto”, de Luis Buñuel

O curador recomenda, com entusiasmo, o longa “Nem Tudo é Vigília”, de Hermes Palalluelo, e o curta “Ser e Voltar”, de Xacio Baño, que ele define como “grandes exemplos de delicadeza, filmes feitos com muito carinho, duas pequenas obras de arte”. A este títulos foram acrescentados filmes reconhecidos como “História de Minha Morte”, de Albert Serra, “Estrela Cadente”, de Luis Minaro, e “Costa da Morte”, de Lois Patiño.

 

Por Maria do Rosário Caetano

Estão abertas as inscrições para a 25ª edição do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema, através da plataforma www.festhome.com, até o dia 24 de julho. O filme deve ter no máximo 30 minutos e ter sido produzido durante os anos de 2014 e 2015. Serão aceitos filmes com todas as propostas e estilos: ficção, documentário, animação, entre outros.

Este ano, além da programação competitiva, o festival terá também as tradicionais mostras Panoramas Carioca e Latino-Americano e uma vasta programação especial e um foco México.