Entre os dias 22 e 24 de setembro, acontecerá o Festival do Clube de Criação, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Em sua sétima edição, o evento receberá, mais uma vez, importantes profissionais do mercado publicitário brasileiro e internacional, além de nomes ligados à moda, música, fotografia, sustentabilidade, artes plásticas e gastronomia, entre outras áreas da economia criativa, que irão debater, palestrar ou comandar workshops.

No sábado, 22 de setembro, o produtor executivo Rodrigo Teixeira, que disputou o Oscar de melhor filme em 2018 com “Call  me by your Name”, fará a palestra “Branded Content: nem branded, nem content”.

Rodrigo é fundador da produtora paulistana RT Features, que foi uma das financiadoras do filme que disputou 4 estatuetas esse ano. Considerado um dos representantes brasileiros de maior expressividade no cinema internacional, Rodrigo realizou trabalhos com Martin Scorsese, Greta Gerwig e prepara-se para lançar um thriller de ficção científica, em 2019, com Brad Pitt e Tommy Lee Jones. No cinema nacional, tem em seu portfólio produções conhecidas e premiadas como “O Cheiro do Ralo”, “O Abismo Prateado”, “Tim Maia”, “Alemão” e “O Silêncio do Céu”.

No domingo, 23 de setembro, o cinema ganha espaço com o painel “Linguagem e espaço poético de Walter Carvalho”. Walter Carvalho vai discutir sua obra com mediação do diretor de cena João Papa e dos criativos Romero Cavalcanti e Stephan Ko.

Mais informações sobre o evento estão disponíveis em www.clubedecriacao.com.br.

O Mercado de Ideias Audiovisuais, novidade da edição deste ano da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, anunciou o prêmio para roteirista com mentorias e uma bolsa de R$ 30 mil, pelo período de seis meses. O vencedor será escolhido entre os 20 projetos selecionados para as rodadas de negócios entre cineastas, produtores e players brasileiros e internacionais, que integram o evento. O prêmio será oferecido pelo Instituto Olga Rabinovich, organização filantrópica dedicada a apoiar o desenvolvimento de profissionais e projetos audiovisuais, que fará seu pré-lançamento durante a 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Produtores e cineastas com projetos de longas-metragens em desenvolvimento podem fazer a inscrição até 23 de setembro pelo site da Spcine.

O Encontro de Negócios possibilitará rodadas de conversas divididas em duas categorias: Internacional e Regional. Na primeira, produtores de todo o país terão a chance de apresentar suas ideias a fundos internacionais, coprodutores, festivais e agentes de venda internacional. Entre os participantes confirmados estão: Films Boutique (França/Alemanha), Komplizen Film (Alemanha), Les Films du Fleuve (Bélgica), Kwassa Films (Bélgica),CDP Productions (França) e Under the Milky Way (França/VOD).

Já a Categoria Regional é voltada exclusivamente para projetos de longas-metragens de produtoras localizadas fora da cidade São Paulo. O objetivo é trazer realizadores de outras regiões do Brasil para coproduzir com experientes produtoras paulistas de audiovisual. Entre os participantes confirmados para o encontro da Categoria Regional estão as produtoras brasileiras: Gullane, O2 Filmes, Bossa Nova Films, Pródigo, Primo Filmes, Coração da Selva, Mixer, Academia de Filmes e Núcleo MovieArt/Casa Redonda.

Uma comissão especializada vai pré-selecionar 10 projetos para a Categoria Internacional e 10 projetos para a Categoria Regional.

O Mercado de Ideias Audiovisuais integra uma nova área da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Esta edição é uma realização da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Spcine e Cinema do Brasil – SIAESP.

O projeto ”Forget me Not” (Não me Esqueça), do diretor norte-americano Olivier Bernier, foi o escolhido pelo júri do Edital Videocamp de Filmes – Edição 2018 para receber um investimento de 400 mil dólares para a produção de um filme sobre Educação Inclusiva. Com lançamento mundial previsto para 2020, via Videocamp, o filme vai integrar o catálogo da plataforma que já promoveu mais de 24 mil exibições públicas e gratuitas de filmes de impacto, em mais de 100 países.

“Forget me Not” contará a história de Bernier e Hilda, jovens pais que descobrem, no momento do parto, que seu filho, Emilio, tem síndrome de Down. Inspirado em experiências pessoais do diretor, mas com uma perspectiva global, o filme vai apresentar os desafios enfrentados por crianças com deficiência na educação inclusiva nos Estados Unidos, e em outros sistemas educacionais ao redor do mundo.

Além de uma narrativa atenta às relações que valorizem a diversidade e práticas colaborativas, o filme será produzido por uma equipe inclusiva e contará com pacote completo de acessibilidade (audiodescrição, linguagem de sinais e legenda descritiva).

O Edital, voltado para filmes de impacto social para o patrocínio de uma única produção, em pouco mais de três meses, recebeu 163 inscrições, originárias de 29 países dos cinco continentes, que se propuseram a dar visibilidade ao tema do Edital, por meio de ideias capazes de desconstruir barreiras e ampliar a percepção dos seus benefícios para todas as pessoas.

Por Maria do Rosário Caetano, de Brasília (DF)

As ilhas de Itaparica e Grande são cenários de dois longa-metragens de DNA baiano, exibidos no sexto dia de mostras competitivas do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

O primeiro, “O Outro Lado da Memória”, de André Luiz Oliveira, concorre ao Prêmio Câmara Distrital, ao Marco Antônio Guimarães, por compor-se com várias camadas de material de arquivo, e ao Prêmio Zózimo Bulbul, dedicado a filmes que valorizem a cultura, sujeitos e subjetividades afro-brasileiros.

O segundo longa, “Ilha”, é uma realização da mesma dupla (Glenda Nicácio e Ary Rosa) do festejado “Café com Canela”, bem-recebido no Festival de Brasília do ano passado pelo público e pelo júri oficial (ganhou o Prêmio do Júri Popular, além de melhor atriz, para Val Soriano, e melhor roteiro, para os dois diretores).

O sexto longa-metragem do baiano-brasiliense André Luiz Oliveira — “O Outro Lado da Memória” — poderia muito bem estar representando Brasília na competição nacional. Qualidades para tanto não lhe faltam. É, sem sombra de dúvida, o melhor dos três longas selecionados para a Mostra Brasília, o mais substantivo, denso e inventivo. Aos 69 anos, o cineasta baiano, que adotou Brasília, realiza documentário, com inserções ficcionais, para rever projeto — a adaptação cinematográfica do épico “Viva o Povo Brasileiro”, de João Ubaldo Ribeiro (1941-2014) — que consumiu uma década de trabalho dele e da numerosa equipe que mobilizou, na Bahia e no Distrito Federal.

A Ilha de Itaparica (onde Ubaldo nasceu e cresceu) é um dos cenários privilegiados do romance. E do filme. Nos primeiros momentos do documentário-resgate, o cineasta passeia, com um guia, por ruínas de impressionante igreja, cujas paredes centenárias e intrincadas raízes sustentam imensa árvore. A Ilha se configura como um espaço mítico e místico, um dos berços da gente afro-brasileira. Um psicanalista, com quem o cineasta conversa com afetuosa camaradagem, relembrará que “nós, o povo brasileiro, somos filhos de índias e, com a chegada dos escravos da África, de mães negras”. Mas que esta duas matrizes não são, por nós, aceitas, pois as renegamos.

Depois de Itaparica, André alterna encontros e conversas ambientadas em Salvador e Brasília, as duas bases estratégicas do épico (que não se concretizou) “Viva o Povo Brasileiro”. O filme, afinal, somaria, em sua produção, recursos financeiros oriundos das duas unidades da federação e seria comandado pelos produtores Ronaldo Duque e Márcio Curi.

Há momentos de beleza arrebatadora no filme. Depois da igreja-ruína-árvore, mostrada em ângulos que magnetizam nosso olhar, vemos um prédio no coração de Brasília, captado em vista aérea e atordoante. O que este prédio tem a ver com o sonho desfeito de se filmar “Viva o Povo Brasileiro”? A resposta virá em seguida: ali (no outrora confortável Torre Palace Hotel, agora um esqueleto em ruínas), André e seus produtores estruturaram o projeto de “Viva o Povo Brasileiro” e mantiveram imensa troca de ideias.

Depois de vermos cenas de testes de atores, quase todos negros, das oficinas de preparação de elenco e das usinas de criação de cenários, figurinos e adereços de época, chegaremos a momento epifânico por sua alta potência criativa: imagens que correm na tela sob os versos de beleza convulsiva de “Haiti”, cantados por Caetano e Gil no imprescindível “Tropicália 2″. Uma canção-rap que tem tudo a ver com a alma de “O Outro Lado da Memória”. Veremos ainda, e ao longo dos 115 minutos do filme, mais um momento sublime: aquele em que o ator Bertrand Duarte dá vida a um dos reveladores personagens do romance de João Ubaldo.

No debate do documentário, o cineasta explicou que muito do material de seu sexto longa-metragem foi produzido recentemente. Da gênese do projeto épico ubaldiano foram compilados os testes de elenco, as oficinas de cenografia e as visitas a dezenas de locações. Dos arquivos, vieram também registros do carnaval-homenagem a João Ubaldo e ao Povo Brasileiro, ocorrido em Salvador (Margareth Menezes, Caetano e Gil cantam em honra ao conterrâneo, num trio elétrico). Já as encenações (incluindo a do navio que navega em mares de plástico felliniano), foram realizadas já para o documentário-resgate.

Assim como as conversas com produtores, que se ampliam no diálogo com o cenógrafo Moacyr Gramacho, com os fotógrafos Luís Abramo e Walter Carvalho, com os artistas e gestores culturais (Gilberto Gil e Orlando Senna), com gente do candomblé e com intérpretes do Brasil e do romance originário (Antônio Risério e muitas outras e sábias vozes).

Ninguém deve temer um filme de “cabeças falantes-e-declamadoras de discursos prontos”. Tudo no documentário compõe-se com a matéria do afeto e da memória, jamais com análises acadêmicas e frias. O afeto, tão presente, se amplia quando André procura a cineasta Alice Andrade, filha de Joaquim Pedro, que vivera processo semelhante: o desejo de filmar um épico (“Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre), mas sofrera com a falta de recursos financeiros para a empreitada. Joaquim morreu, de câncer, aos 56 anos, com o projeto inconcluso. Não teve tempo, como André, para buscar as razões do que o impediu de realizar o épico freyriano.

Ninguém pense que “O Outro Lado da Memória” é um corpo cinematográfico temperado no ressentimento de um realizador que consumiu imensas energias em projeto frustrado. Ou seja, não há o mínimo parentesco entre ele e longa assemelhado: “A Primeira Missa – Ou Tristes Tropeços, Enganos e Urucum”, no qual a cineasta Ana Carolina exorcizou a impossibilidade de realizar épico ambientado nos tempos do Descobrimento.

Na noite de premiação, André deve subir ao palco para receber alguns prêmios. O Troféu Marco Antônio Guimarães, atribuído pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, ele só perderá se “Humberto Mauro”, de André di Mauro, sobrinho-neto do patriarca do cinema brasileiro, for mesmo muito bom.

A ilha baiana, de nome Grande, batiza o segundo longa-metragem da dupla Rosa e Nicácio (“Ilha”) e lhe serve de cenário. O filme, na verdade um metafilme, conta história singular. Um jovem periférico, de nome Emerson (o ator Renan Motta), sequestra um badalado cineasta soteropolitano, Henrique (Aldri Anunciação), e o obriga a realizar um filme sobre sua história (a emersoniana), ambientada no precário território ilhéu. Território onde o rapaz nasceu, cresceu e teve suas vivências e infortúnios familiares. De início, o cineasta, coagido, se rebela. Mas acabará entrando no jogo cinematográfico junto com Emerson. O ilhéu, que vive do tráfico de substâncias proibidas, supervisionará a realização de testes de elenco com moradores da Ilha e as filmagens propriamente ditas.

Todos os atores do filme são negros: o cineasta, seu personagem e os familiares deste no filme-dentro-do-filme (a “mãe” Valdinéia Soriano, o “pai” Sérgio Laurentino). Aos poucos, Henrique começará a se interessar pelas filmagens, às quais chegara coagido, a realizar o inusitado projeto e a viver relação homoafetiva com Emerson. Para a cena erótica mais comentada do filme, durante o debate, Ary Rosa, autor também do roteiro, contou que inspirou-se no filme “Nova Dubai”, de Gustavo Vinagre. A partir desta matriz, criou longa e tórrida cena de sexo entre os dois personagens. Construída, porém, com menos “explicitude” (apenas com a câmara registrando pernas e pés dos amantes e seus gritos e gozos).

Se “Café com Canela” era protagonizado por duas mulheres, “Ilha” se constrói em torno de dois homens. O fato do personagem Emerson ter sido molestado, na infância, pelo pai, tornando-se homossexual, incomodou uma debatedora. Ela perguntou ao cineasta-roteirista se ele não temia que esta leitura mecânica prejudicasse a compreensão e fruição do filme. Ary respondeu que “esta questão o preocupava muito” e que tomara, no desenvolvimento do roteiro, todos os cuidados para não criar personagens e situações desprovidos de pensamento e complexidade.

O codiretor de “Ilha” lembrou que o roteiro foi escrito por ele, mas que Glenda o acompanhou em cada nova versão. “Só considero um roteiro pronto, quando ele passa pela leitura dela”. Não se sabe se a dupla, formada no curso de cinema da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, continuará junta em novos projetos. Ou seja, se farão um terceiro ou quarto longa-metragem em parceria. Eles formaram um casal nos anos em que gestaram e realizaram “Café com Canela” e “Ilha”. Agora, separados, são vizinhos e continuam defendendo o desenvolvimento de “um cinema no interior”. Ou seja, a realização de filmes fora de eixos tradicionais (grandes cidades como Rio, São Paulo, Recife, BH, Porto Alegre, Fortaleza etc). A base dos curtas e longas da produtora Rosza (sim, com s e z), na qual Glenda e Ary são sócios, é a cidade baiana de Cachoeira, separada do município de São Félix pelo Rio Paraguaçu.

Durante o debate, Ary Rosa, que estudou Filosofia, antes de cursar Cinema na UFRB, analisou um dos conceitos que serviram de fundamento ao filme “Ilha”: o de que estamos vivendo momento no qual atingimos a epifania a partir do entendimento do outro. Ou seja, não estamos mais no tempo em que a ideia hegemônica, fundamento da Filosofia da Libertação, tinha no intelectual orgânico a força emancipadora. Este “intelectual orgânico” faria a mediação, ajudaria o outro a emancipar-se (este seria incapaz de fazê-lo sozinho). Agora — exemplificou — como ocorre com Margarida e Violeta, em “Café com Canela”, e com Emerson e Henrique, em “Ilha”, não há mais necessidade de um intermediário. Eles mesmo são os donos de sua subjetividade e forças transformadoras.

O curta brasiliense “Aulas que Matei”, de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia, foi integralmente rodado na cidade-satélite de São Sebastião, em ambiente escolar. Escrito por seus diretores em parceria com os estudantes-personagens, o filme registra o cotidiano fragmentado de alunos (e professores) da rede pública: um aula é interrompida por “visita-vistoria” da polícia, um aluno desaparece da escola e preocupa o professor, há uma greve em processo de gestação, mas que um mestre novato vindo da escola privada questiona, uma aluna entende, durante a explanação do professor de Filosofia, que as ideias de Platão estão distantes de seu cotidiano, obrigando o docente (interpretado pelo ator-cineasta Marcus “Mamata” Curvelo) a propor outro assunto. Tudo se soma para formar um todo lacunar e com algo de melancólico, apesar dos sutis rasgos de humor do personagem de Curvelo.

O Maranhão Na Tela abriu suas inscrições para a Mostra Competitiva e a Rodadas de Negócios, que devem ser feitas pelo site www.maranhaonatela.com.br, até o dia 25 de setembro. Poderão ser inscritos filmes e projetos dos nove Estados das regiões Norte e Meio Norte. Para a mostra competitiva, as inscrições são gratuitas, enquanto que para as rodadas de negócios variam entre R$ 100,00 e R$ 70,00. A décima primeira edição do Maranhão na Tela acontecerá de 15 a 24 de novembro.

Além da ampliação para região Norte, esta edição do festival terá, pela primeira vez, um ambiente de mercado, o Maranhão na Tela Lab, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM). A ação será composta por painéis, rodadas de negócios, laboratório de pitching e masterclasses com importantes nomes do audiovisual brasileiro. Entre os players confirmados, estão os canais Fox, Canal Brasil, Box Brazil (Prime, Travel, Music, Fashion TV), CineBrasilTV e CineBrasil Já; as produtoras Giros, Grifa Filmes, Moonshot Pictures, Raccord, REC Produtores e TêmDendê Produções; as distribuidoras Elo Company e Vitrine Filmes, além da aceleradora de games Playbor.

A exibição dos filmes da mostra competitiva será realizada em um novo local, o Kinoplex Golden, em uma parceria inédita com a Kinoplex, a maior rede de cinemas 100% brasileira, que também irá divulgar o festival em toda sua rede de salas e meios de comunicação no Brasil. As mostras serão realizadas nas salas KinoEvolution e Platinum, no Golden Shopping,no bairro do Calhau. Os filmes serão exibidos também no Cine Praia Grande e no Centro Cultural Vale Maranhão.

Até o ano passado, o Maranhão na Tela era focado no fortalecimento do audiovisual maranhense. Na edição 2018, o evento amplia suas ações de fomento para as regiões Norte e Meio Norte, incluindo nove Estados. Com isso, a competitiva de filmes maranhenses, antes chamada de Mostra Maranhão de Cinema, passará a se chamar Mostra Nossa Cinema e selecionará cinco longas e dez curtas, em caráter competitivo. Os filmes maranhenses não selecionados para competição serão exibidos em caráter informativo.

No Maranhão na Tela Lab, serão reunidos em seu ambiente de mercado executivos da TV, do cinema e das mídias digitais. Produtoras dos nove Estados (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Piauí, Maranhão, Rondônia, Roraima e Tocantins) poderão inscrever até três projetos por CNPJ. Outro destaque da edição 2018 do Maranhão na Tela é a realização de rodadas exclusivas para roteiristas, com foco de negócios com produtoras. A iniciativa conta com a colaboração da Brasil Audiovisual Independente (BRAVI), com o apoio institucional do Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB).