Para refletir sobre o Dia do Índio, celebrado nesta quinta-feira, 19 de abril, a TV Brasil estreia a produção documental Índio Presente, às 5h30. A série independente visita dezenas de povos indígenas, em diferentes Estados, para desconstruir os principais estereótipos sobre esses grupos no país.

Produzida pela Amazon Picture, a atração mostra que muita gente ainda vê os índios no passado ou sem perspectiva de futuro. A partir dessa concepção, em 13 episódios de 26 minutos, a série, dirigida por Bruno Villela e Sérgio Lobato, enfatiza a identidade das nações indígenas ao evidenciar a imensa diversidade cultural e linguística invisibilizada. O programa vai ao ar de terça a sexta-feira, às 5h30.

Da escola aos meios de comunicação de massa, o índio é visto sob um olhar exótico que, tomando sua cultura como extinta ou estática, o coloca em oposição e distanciamento extremo em relação ao mundo moderno. A produção inédita na TV Brasil destaca como a sociedade foi ensinada a pensar o indígena como um ser do passado ou antiquado.

Índio Presente apresenta as tribos em diálogo constante com o mundo contemporâneo. Nesse cenário de incertezas, revela culturas que não só incorporam a modernidade, mas também a indigenizam.

Partindo dos estereótipos reproduzidos até hoje sobre as sociedades indígenas, a série acompanha o cotidiano de dezenas de povos em aldeias de várias regiões do Brasil. A produção mescla a visibilidade dessa rotina com entrevistas. Participam especialistas como os escritores Ailton Krenak e Daniel Munduruku, a jurista Deborah Duprat, o antropólogo Beto Ricardo, o professor José Ribamar Bessa Freire, entre outros.

A série aborda vários temas caros às nações indígenas e esclarece aspectos da identidade desses povos ao desmistificar clichês e chavões relacionados à realidades dos índios que se proliferam no senso comum.

A produção desmistifica espereótipos como “os índios são preguiçosos”, “estão acabando e perdendo sua cultura”, “são incapazes e precisam ser tutelados”, “tem muita terra para pouco índio” e “a sociedade indígena é atrasada”.

 

Para refletir sobre o Dia do Índio, celebrado nesta quinta-feira, 19 de abril, a TV Brasil estreia a produção documental Índio Presente, às 5h30. A série independente visita dezenas de povos indígenas, em diferentes Estados, para desconstruir os principais estereótipos sobre esses grupos no país.

Produzida pela Amazon Picture, a atração mostra que muita gente ainda vê os índios no passado ou sem perspectiva de futuro. A partir dessa concepção, em 13 episódios de 26 minutos, a série, dirigida por Bruno Villela e Sérgio Lobato, enfatiza a identidade das nações indígenas ao evidenciar a imensa diversidade cultural e linguística invisibilizada. O programa vai ao ar de terça a sexta-feira, às 5h30.

Da escola aos meios de comunicação de massa, o índio é visto sob um olhar exótico que, tomando sua cultura como extinta ou estática, o coloca em oposição e distanciamento extremo em relação ao mundo moderno. A produção inédita na TV Brasil destaca como a sociedade foi ensinada a pensar o indígena como um ser do passado ou antiquado.

Índio Presente apresenta as tribos em diálogo constante com o mundo contemporâneo. Nesse cenário de incertezas, revela culturas que não só incorporam a modernidade, mas também a indigenizam.

Partindo dos estereótipos reproduzidos até hoje sobre as sociedades indígenas, a série acompanha o cotidiano de dezenas de povos em aldeias de várias regiões do Brasil. A produção mescla a visibilidade dessa rotina com entrevistas. Participam especialistas como os escritores Ailton Krenak e Daniel Munduruku, a jurista Deborah Duprat, o antropólogo Beto Ricardo, o professor José Ribamar Bessa Freire, entre outros.

A série aborda vários temas caros às nações indígenas e esclarece aspectos da identidade desses povos ao desmistificar clichês e chavões relacionados à realidades dos índios que se proliferam no senso comum.

A produção desmistifica espereótipos como “os índios são preguiçosos”, “estão acabando e perdendo sua cultura”, “são incapazes e precisam ser tutelados”, “tem muita terra para pouco índio” e “a sociedade indígena é atrasada”.

 

A Estratosfilmes e a distribuidora Kinoptera abrem, no próximo dia 19 de abril, inscrições para a Mostra Permanente de Curtas, que prevê a exibição remunerada de 1 hora de curtas-metragens, dentro da programação regular do Cine Cultura. A remuneração do realizador pelo licenciamento de seu curta-metragem para exibição na Mostra Permanente de Curtas, pelo período de 1 ano, será de R$ 400. As inscrições dos filmes são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.mostrapermanente.com, até 21 de maio.

Cem filmes de tema livre, falados ou previamente legendados em língua portuguesa, de até 25 minutos de duração e realizados a partir do ano 2000 serão selecionados para a primeira edição do projeto. Seus realizadores vão assinar um contrato de licenciamento sem exclusividade, que permitirá a exibição, em formato digital, tanto dentro da mostra, quanto antes da exibição de longas-metragens no Cine Cultura de Goiânia.

Os cem curtas selecionados serão conhecidos no dia 8 de junho, no site da mostra. As sessões regulares com os curtas escolhidos serão realizadas no Cine Cultura, em Goiânia, de 7 de julho de 2018 a 29 de junho de 2019, podendo haver exibições especiais em outros locais de Goiás, a serem definidos a critério exclusivo da organização da Mostra Permanente de Curtas.

A Estratosfilmes e a distribuidora Kinoptera abrem, no próximo dia 19 de abril, inscrições para a Mostra Permanente de Curtas, que prevê a exibição remunerada de 1 hora de curtas-metragens, dentro da programação regular do Cine Cultura. A remuneração do realizador pelo licenciamento de seu curta-metragem para exibição na Mostra Permanente de Curtas, pelo período de 1 ano, será de R$ 400. As inscrições dos filmes são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.mostrapermanente.com, até 21 de maio.

Cem filmes de tema livre, falados ou previamente legendados em língua portuguesa, de até 25 minutos de duração e realizados a partir do ano 2000 serão selecionados para a primeira edição do projeto. Seus realizadores vão assinar um contrato de licenciamento sem exclusividade, que permitirá a exibição, em formato digital, tanto dentro da mostra, quanto antes da exibição de longas-metragens no Cine Cultura de Goiânia.

Os cem curtas selecionados serão conhecidos no dia 8 de junho, no site da mostra. As sessões regulares com os curtas escolhidos serão realizadas no Cine Cultura, em Goiânia, de 7 de julho de 2018 a 29 de junho de 2019, podendo haver exibições especiais em outros locais de Goiás, a serem definidos a critério exclusivo da organização da Mostra Permanente de Curtas.

O Instituto Moreira Salles receberá os diretores Affonso Uchôa e João Dumans para comentar seu filme recém-lançado nos cinemas, Arábia. O longa, que trata da vida comum de um trabalhador, revela uma realidade obscura do desenvolvimento social e econômico no Brasil dos últimos dez anos.

A história é narrada através da trajetória de Cristiano (Aristides de Sousa), um operário de uma velha fábrica de alumínio, que sofre um acidente no trabalho e desperta a curiosidade de André (Murilo Caliari), um jovem morador do bairro vizinho. O filme foi ganhador de cinco prêmios na última edição do Festival de Brasília, entre eles, Melhor Filme e Melhor Ator. E circulou por mais de 50 festivais no mundo, entre eles, o de Roterdã, New Films/New Directors (Nova York), BFI London Film Festival e o Viennale. Ao todo, foram mais de dez prêmios conquistados lá fora.

Com distribuição da Embaúba Filmes e da Pique Bandeira, Arábia é uma produção das mineiras Katásia Filmes e Vasto Mundo.

O evento, que acontece no dia 24 de abril, às 20h, no IMS Paulista, e no dia 26 de abril, às 19h30, no IMS Rio, terá a presença dos diretores que comentarão as cenas do filme. Além disso, o IMS também exibirá A Vizinhança do Tigre, primeiro filme de Affonso Uchôa, nos dias 24/04, às 18h, e 28/04, às 20h, na capital paulista, e nos dias 26/4, às 17h30, e 28/4, às 16h, na sede carioca. O grande vencedor da Mostra de Cinema de Tiradentes de 2014 fala sobre a realidade de jovens moradores da periferia.