O elenco de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ continua crescendo e o mais recente acréscimo à trama foi a atriz de 23 anos, Letitia Wright.

A jovem é quem dá vida à personagem Shuri em ‘Pantera Negra’. Na trama, ela interpreta a irmã mais nova de T’Challa.

Vingadores: Guerra Infinita’ já está se consolidando como a maior reunião se personagens dos quadrinhos do cinema.

A adaptação, dirigida pelos Irmãos Russo, até o momento já conta com 28 personagens principais já confirmados.

Confira a lista completa dos heróis e vilões que estarão presentes:

Captão América (Chris Evans)
Homem de Ferro (Robert Downey Jr.)
Viúva Negra (Scarlett Johansson)
Thor (Chris Hemsworth)
Gavião Arqueiro (Jeremy Renner)
Hulk (Mark Ruffalo)
Falcão (Anthony Mackie)
Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen)
Visão (Paul Bettany)
Máquina de Combate (Don Cheadle),
Loki (Tom Hiddleston)
Senhor das Estrelas (Chris Pratt)
Gamora (Zoe Saldana)
Rocket (Bradley Cooper)
Drax (Dave Bautista)
Groot Adolescente (Vin Diesel)
Mantis (Pom Klementieff)
Nebula (Karen Gillan)
Peter Parker (Tom Holland)
Homem-Formiga (Paul Rudd)
Pantera Negra (Chadwick Boseman)
Okoye (Danai Gurira)
Bucky (Sebastian Stan)
Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch)
Wong (Benedict Wong)
Thanos (Josh Brolin)
Ordem Negra, composta por Fauce de Ébano, Corvus Glaive, Próxima Meia-noite, Supergigante, Cull Obsidian

 

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

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Infelizmente, os fãs da série de John Fawcett (Lost Girl) e Graeme Manson (Uma Garota de Sorte) se despediram das sestras (Tatiana Maslany) no sábado dia 12. Portanto, agora só resta maratonar tudo novamente para superar o luto. Em vista disso resolvi escrever um especial bom pra caramba com as 10 melhores cenas desses cinco anos.

Desde já informo que é uma tarefa muito difícil ao considerar que a série possui diversos momentos que merecem estar aqui.

  1. Sarah encontra Beth

Vamos combinar que a primeira cena de Orphan Black é incrível. Poucas produções televisivas conseguem realizar uma primeira impressão tão impactante quanto esta. É transparente as emoções das duas personagens ao se encontrarem. O susto de Sarah e a tristeza no olhar de Beth. Vamos rever:

  1. Sarah e Helena roadtrip

Uma das minhas coisas favoritas em Orphan Black é como eles conseguem criar cenas leves em meio ao caos que as sestras passam. É aquele momento em que o telespectador e os personagens conseguem relaxar um pouco e se divertir. É inegável que Helena, Alison e Donnie (Kristian Bruun) são, quase sempre, os protagonistas destas que mais arrancam risadas do público.

A roadtrip da Sarah e Helena é, sem dúvidas, um dos momentos que todos vão sempre guardar no coração.

  1. Sarah e Beth na ponte

Vocês choraram nesta cena? Porque olha, chorei e não foi pouco. É um dos momentos mais marcantes da quarta temporada, o episódio inteiro, na verdade. O telespectador se depara com o outro lado de Sarah Manning, este que até então não tinha sido mostrado completamente. É incrível como Tatiana Maslany consegue passar todas as emoções através da incrível atuação que faz. Sinceramente, ouvir Beth dizer “há muito mais do que biologia entre nós, Sarah (…) você sente isso também.”, é motivo para darmos as mãos e chorar: “nos una novamente, Sarah, nós precisamos de você”, ou seja, faça o que eu não consegui fazer.

  1. A morte de Kendall Malone

Olha, se tem uma personagem capaz de fazer qualquer fã de Orphan Black chorar é a Cosima. Assim como Sarah, a geek monkey favorita do público é a mais envolvida em toda a situação com a Neolution. Por esta razão, sempre nos deparamos com a mesma em situações arriscadas ou de pura tensão. É triste ver Kendall Malone (Alison Steadman) ser morta, mais triste ainda assistir a forma como isso acontece. Mas quando Niehaus quebra e chora ao ouvir sobre a “morte” de Delphine (Evelyne Brochu), é o momento em que os fãs que usam óculos precisam retirar para limpar. Que dor, gente!

  1. O reencontro de Cosima e Delphine

Os fãs de Cophine tiveram que segurar a emoção para não sair gritando e chorando pela rua a fora com o reencontro mais esperado de toda a quarta temporada. Primeiro, Delphine está viva, o que já é motivo para gritar/chorar. Segundo, que cena incrível protagonizada por Tatiana Maslany e Evelyne Brochu. As duas atrizes fizeram um trabalho fenomenal e digno dos telespectadores que acompanharam durante quatro anos o relacionamento das duas. É de transbordar amor um momento desses, bicho!

  1. Desafie-os

Já que estamos falando de Cosima e Delphine, não poderia deixar de citar uma das melhores cenas da quinta temporada, do casal e também da série como um todo. A conversa, após o jantar mais constrangedor no qual o público esteve (vocês sabem do que estou falando), mesclado com o flashback do momento após a sestra contar para a francesa que estava doente, é uma das mais bem montadas de toda a série. O diálogo, a atuação, a direção, a produção como um todo é de arrepiar a epiderme e fazer qualquer um sentir a intensidade do que aquilo representa. É muito amor por Cophine, viu!

  1. A morte de Siobhan

Está aí o momento em que mais chorei de toda a série, a morte da S. (Maria Doyle Kennedy). Durante os cinco anos de série, Kennedy se comprometeu em entregar uma atuação de primeira e fazer todos os telespectadores se apaixonarem pela personagem dela. Siobhan Sadler é a mãe de todas as sestras, afinal, esteve presente para elas quando precisaram (até a Rachel). E dói vê-la ser morta pelo Ferdinand (James Frain), ao mesmo tempo em que causa alegria vê-lo morrer com um tiro dado por ela. É marcante quando a mesma segura o retrato de Felix (Jordan Gavaris) e Sarah, e diz por uma última vez: “Chickens”. Obrigada, Maria Doyle Kennedy!

  1. Alison e Donnie twerk

Como disse anteriormente, Alison e Donnie presentearam os fãs de Orphan Black com cenas divertidíssimas e vamos combinar que o twerk é um dos melhores momentos, não só da terceira temporada, como desses cinco anos. Por favor, precisamos de um reality show do casal mais descolado do subúrbio.

Vem comigo conferir esta versão abrasileirada da cena:

  1. Última cena das sestras

A última cena com todas as sestras reunidas é leve, delicada e emocionante, como todos poderiam esperar. Ver Sarah admitir que não sabe ser feliz, Cosima, Alison e Helena compartilhar os erros que cometem com os filhos (ou em não querer ter filhos) e a realização no rosto da clone não monitorada de que agora ela tem uma família, é para aquecer o coração. Honestamente, as cenas que mais gosto em Orphan Black, normalmente, (se não são da Helena sozinha me fazendo rir) são quando todas as clones se reúnem. É impossível não amar essas quatro mais o brother sestra.

  1. O nascimento dos gêmeos

É intensidade que vocês querem? É chorar como se não houvesse amanhã que vocês querem? É ficar feliz e ao mesmo tempo triste que vocês querem? TOMA ESSA CENA PARA VOCÊS! É lindo, é nostálgico (o flashback da S. com a Sarah) e é de fazer soluçar até não ter mais líquido no organismo para eliminar enquanto chora. Vamos combinar que o nascimento dos bebês milagrosos é uma dos mais lindos de todas as cinco temporadas. Vamos chorar de novo, por favor!

. Clone Dance

Como não amar uma cena com todas as sestras e o brother sestra juntos dançando? É a leveza que Orphan Black consegue trazer no meio de toda tensão. É difícil não amar essa série, viu.

. Krystal conhece Sarah

Vamos combinar que qualquer cena em que a Krystal aparece no meio já é motivo para dar risada antes mesmo de começar. E ela ao encontrar Sarah dizer que a mesma não tem absolutamente nada a ver consigo, é um dos momentos mais engraçados que os fãs poderiam pedir. Por favor, queremos o canal do youtube da Krystal para ontem!

. Helena carrega um cervo morto

Vou ser bem sincera com vocês: esta é a minha cena favorita de todas as cenas de Orphan Black. Diga-me: como não amar a Helena? A mulher consegue sobreviver no meio do nada, carregar um cervo morto enquanto está grávida e até mesmo matar a Coady (Kyra Harper) no meio do trabalho de parto. Gente, o que o público desta série fez para merecer uma personagem tão incrível assim? Vamos erguer as mãos e dar glória ao Cosmo!

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Bom, #CloneClub, espero que tenham gostado e por favor, comentem quais cenas não estão aqui no especial que vocês consideram parte da seleção de melhores dessa série que mal acabou e a gente continua chorando pacas.

That’s all folks!

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Já comentei que uma das dificuldades de se resenhar uma série episódio por episódio é não ter noção do todo. Após a live do 5º episódio, decidi segurar a resenha dele para ver o que aconteceria no 6º episódio. Na ocasião, manifestei o meu prazer com a costura de trama feita e a felicidade pelo que parecia o acerto no andamento das tramas. Mas, não foi nem de longe um episódio perfeito, a começar pelo plano maluco do Jon Snow (Kit Harington) e pela relação dele com Daenerys (Emilai Clarke). Aí… vem o 6º e pior episódio da temporada. Segurar a resenha foi uma boa escolha.

É incrível pensar que esta 7º temporada tem o melhor e o pior de Game Of Thrones – GoT. O 4º episódio pode entrar num top 20 de melhores da série. Já Beyond The Wall é o meu pior – vale caixa alta – PIOR episódio de toda a série! Vi algumas pessoas reclamarem das falhas do 5º episódio, mas ele ainda tinha qualidades. Achar virtudes no 6º é uma missão mais suicida do que buscar zumbis na neve.

ACERTOS E ERROS

O 5º episódio nem de longe foi perfeito. A cinematografia, por exemplo, foi pouco inspirada, com apenas alguns momentos em que a mise-en-scène empolgava. Contudo, foi um episódio funcional, trabalhando com competência a relação entre os personagens. Eastwatch também manteve o ótimo nível dos diálogos da série.

Dentre os grandes momentos do episódio temos a sequência na qual Daerenys ordenou a morte de Randyll e Dickon Tarly (James Faulkner e Tom Hopper). Foi um momento no qual ficaram claras as ambiguidades de Dany. Estaria ela cedendo à loucura Targaryen, ou apenas se embriagando com o poder? Os diálogos de Tyrion (Peter Dinklage) e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau), e de Jaime e Cersei (Lena Headey) foram outros diálogos de destaque. Outros pontos fortes foram a conversa entre Sam (John Bradley) e os Maesters e a dinâmica entre Sansa (Sophie Turner) e Arya (Maisie Williams), que então prometia ser dos pontos altos desta temporada.

Sua maior virtude foi indicar uma amarração entre a guerra pelo trone de ferro e a batalha contra os White Walkers. Parece que as duas linhas de eventos tendem a se fundir na próxima temporada. Assim torcemos!

Eastwatch também foi atingido pelo maior problema desta temporada: a organização temporal. Os eventos transcorreram de forma muito rápida. Em princípio, não haveria problema nenhum de um episódio ter vários eventos. A falha foi construir uma narrativa mais preocupada em fazer um checklist daquilo que ainda não tinham sido colocadas na tela, do que construir uma narrativa com andamento rápido, mas orgânico.

O 5º episódio ainda teve outra fraqueza: fan service mal colocado. Sim, estou falando da cena na qual Jon Snow toca em Drogon. A cena poderia existir em outro contexto. Foi uma cena incluída de qualquer jeito e que não gerou nenhuma repercussão, servindo apenas para aquecer os corações dos fãs.

Mesmo sendo dos mais fracos da temporada, Eastwatch teve virtudes, sendo a maior dar indicações de que o episódio seguinte seria desastroso!

O 6º episódio foi o pior desta temporada e, para mim, o pior de toda GoT. Se Eastwatch equilibrava vícios e virtudes, Beyond The Wall é um vale de defeito! Beirando o desastre, poucas coisas se salvam: alguns diálogos legais, uma fotografia bem feita e algumas composições de cena interessantes. Qualidades que não compensam a comédia de más escolhas que foi este episódio.

O plano já era estúpido, mas poderíamos aceitá-lo, se o desenvolvimento tivesse sido bom. Que nada! O problema central do episódio pode ser resumido em verossimilhança na questão temporal. Não foi propriamente um episódio com muitos eventos, como foi o 5º; foi um episódio que se concentrou em dois núcleos, mas os acontecimentos eram tão rápidos que não transmitiam uma clara noção de passagem do tempo.

Peguem o caso dos 7 tapados que foram para além da muralha prender zumbis: o começo não deixa claro se eles caminharam 1 ou vários dias. Quando cercados pelos White Walkers, a fotografia das cenas e a noção de que o frio no norte é rigoroso passam para o público a ideia de que eles ficaram lá por algumas horas. Isto é reforçado pela rapidez com que Gendry volta para pedir ajuda.

Essa linha temporal é esculhambada de vez com a rapidez com que Dany vai resgatá-los. R. R. Martin diz que se arrependeu de ter divulgado as distâncias oficiais Westeros; isto dificultaria o andamento da história. Desculpa, titio Martin, mas na série, as distâncias não são medidas em quilômetros, mas em episódios: o tempo que os eventos levavam para ocorrer na série (especialmente o deslocamento de personagens) era da ordem de 1 a 2 episódios. Muito comum que alguém de um núcleo viajasse num episódio, no seguinte o seu núcleo não aparecei e no terceiro, esse personagem chegava ao destino. Ou seja, a noção de espaço-tempo na série foi construída a partir da distribuição dos eventos ao longo dos episódios. A ideia de que Westeros é imenso é mais por causa disso do que por causa de uma ou outra menção de distância.

Isto foi totalmente esquecido neste 6º episódio, especialmente com a rapidez com que Daenerys levou para receber a notícia e resgatar os 7 patetas. A comparação com o 5º episódio deixa o problema mais evidente: como vários núcleos se intercalam, Eastwatch consegue mascarar a rapidez dos eventos; já Beyond The Wall tem apenas dois núcleos…

Muitos outros defeitos estão presentes nesse 6º episódio: além dos 7 personagens principais da expedição, há um bando de figurantes que serve apenas para morrer e confundir o público; a passividade dos White Walkers é pateticamente forçada, claramente um Deus ex machina para possibilitar a cena de resgate; a postura de Jon Snow também foi forçada, criando falso suspense, afinal, sabemos que Jon não irá morre antes do final da série. E nem vou falar da briga patética de Arya e Sansa – as personagens regrediram psicologicamente para nada.

Aliás, Beyond The Wall sacrificou o maior mérito da série: a morte de personagens importantes. Quando vimos vários personagens sendo salvos das situações mais absurdas, o roteiro dava o recado: alguns personagens são imunes! Em outros tempos, numa expedição como essa, de 3 a 4 iriam pro saco – Jorah (Iain Glen) incluído.

O QUE PODERIA TER SIDO? OU RELENDO A TEMPORADA

Como já falei antes: resenhar uma série episódio por episódio é difícil, pois não temos a visão do todo. Até o 5º episódio, esta temporada estava indo muito bem. Beyond The Wall puxou a temporada para baixo: os seus eventos teriam sido mais bem trabalhados se tivessem sido distribuídos por três episódios. Poderíamos ter visto a união do grupo e início das buscas em um episódio, o encontro com os White Walkers e busca da ajuda em outro, e o resgate no terceiro. Claro, muitas outras coisas teriam que ser diferentes, como o cerco ocorrer em uma caverna e não num lago congelado, por exemplo. Também aprimoraria o plano: prender um White Walker ou tramar o sacrifício de alguém. Mas, divago. Meu ponto é outro:

Quando eventos importantes ficam concentrados em um único episódio, notamos que os anteriores foram mal aproveitados. Jon Snow poderia ter saído de Pedra do Dragão antes. A inutilidade de sua presença lá ficou mais evidenciada depois deste 6º episódio. Nem a suposta química entre Jon e Dany justifica – preferia muito mais que ambos se cassassem por conveniência política do que por qualquer outra coisa, seria muito mais coerente com a natureza deles e da série.

Enfim, a sensação de que muita coisa foi subaproveitada nos episódios anteriores e de que tudo foi feito para criar um dragão zumbi depõem ainda mais contra Beyond The Wall, um episódio que sozinho foi pior do que a sonolenta 5º temporada.

E, aí, o que achou dos episódios? Ficou decepcionado com eles? Curtiu mais Eastwatch ou Beyond The Wall? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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Nunca digam que os bravos jornalistas do CinePOP não tem coragem. Enquanto a maioria dos seres humanos do planeta detestaram a versão norte-americana de Death Note (e não apenas os fãs), um errático crítico optou pelo caminho oposto, mesmo correndo o risco de ser banido da sociedade. Assista abaixo nossa crítica em vídeo de Death Note e não esqueça de comentar.

‘Death Note 2’ pode acontecer – Você quer?

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It – A Coisa ganhou um novo vídeo, com os bastidores e erros de gravação.

Assista:

Quem estava com medo do resultado de It – A Coisa, nova adaptação de Stephen King para o cinema (depois da péssima repercussão de A Torre Negra e O Nevoeiro, duas outras obras de King no ano), pode relaxar. As primeiras impressões do terror são muito positivas. Diversos críticos e especialistas revelaram em suas redes sociais suas opiniões favoráveis. Confira abaixo.

Chris Evangelista, crítico do Playlist disse:

It – A Coisa: um filme que é um carnaval e um parque de diversões; barulhento, assustador e engraçado. E melhor de tudo: possui coração.”

“As Crianças são ótimas, a direção é sólida, a fotografia é estelar.”

“Não estou 100% convencido pelo Pennywise, mas acho que ele melhora com o tempo para mim.”

“O que o filme acerta mais pra mim são os momentos nos quais as crianças estão apenas sendo crianças, juntos, falando besteira, crescendo juntos.”

Steven Weintraub, crítico do Collider escreveu:

“Acabei de ver It. Muito bem feito. O elenco estava todo ótimo, e tem visual perturbador. Fará muito dinheiro. Estou pronto para a continuação amanhã.”

Haileigh Foutch, também crítica do Collider disse:

“Eu amo It – A Coisa. Tudo que eu queria. Assustador para caralho, Skarsgard acerta em cheio como Pennywise, e os perdedores estão perfeitos.”

A crítica Perri Nemiroff (Cinema Blend, Collider e Movies.com) escreveu:

It – A Coisa é tudo que eu queria e mais. Tem coração, muitas risadas e MUITOS sustos incríveis. Me apaixonei pelos perdedores. Não queria que acabasse.”

Eric Walkuski, crítico do JoBlo disse:

“Feliz em dizer que It – A Coisa é uma adaptação fiel e assustadora de metade do livro de Stephen King. Saí muito satisfeito.”

O crítico Drew Dietsch escreveu:

“A quantidade de violência e imagens horríveis em relação a crianças é CHOCANTE. Eles não aliviaram. É ótimo.”

Crítica | Annabelle 2 – A Criação do Mal – Vale a pena?

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