Foi dada a largada para a temporada de premiações 2018! Tradicionalmente abrindo os trabalhos, o Globo de Ouro anunciou – na manhã desta segunda-feira (11) – a lista completa de indicados para festa, que marcará a primeira semana do ano seguinte com os grandes vencedores do cinema e, claro, da TV.

O grande nome de destaque neste ano é o mexicano Guillermo del Toro, que trouxe consigo um dos filmes mais aclamados dos festivais de cinema de 2017. ‘A Forma da Água‘ conquistou sete indicações, enquanto ‘The Post: A Guerra Secreta‘, de Steven Spielberg, e ‘Três Anúncios Para Um Crime‘, de Martin McDonagh, conseguiram seis cada.

‘Lady Bird: É Hora de Voar‘ levou quatro indicações, seguido por ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, ‘O Rei do Show‘, ‘Todo o Dinheiro do Mundo‘, ‘Dunkirk‘ e ‘I, Tonya‘, todos com três.

Nas categorias televisivas, a já premiada ‘Big Little Lies‘ obteve seis indicações.’Feud: Bette and Joan‘ levaram quatro, com ‘This is Us‘, ‘Fargo‘ e ‘The Handmaid’s Tale‘ faturando três noemações.

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Em se tratando de emissora, a HBO continua dominando, com 12 indicações no total, seguida pela Netflix (09) e FX (08).

Confira a lista de indicados completa:

Televisão

Melhor atriz de minissérie ou filme feito para TV
Jessica Biel – ‘The Sinner
Jessica Lange – ‘Feud
Nicole Kidman – ‘Big Little Lies
Reese Witherspoon – ‘Big Little Lies
Susan Sarandon – ‘Feud

Melhor ator coadjuvante para série, minissérie ou filme feito para TV
Alexander Skarsgård – ‘Big Little Lies
Alfred Molina – ‘Feud
Christian SlaterMr. Robot
David Harbour – ‘Stranger things
David Thewlis – ‘Fargo

Melhor ator em série limitada ou filme feito para TV
Robert De Niro, ‘The Wizard of Lies‘ (HBO)
Ewan McGregor, ‘Fargo‘ (FX)
Geoffrey Rush, ‘Genius‘ (National Geographic)
Jude Law, ‘The young Pope‘ (HBO)
Kyle MacLachlan, ‘Twin Peaks‘ (ABC)

Melhor filme para TV ou série limitada
Big Little Lies‘ (HBO)
Fargo‘ (FX)
Feud: Bette and Joan‘ (FX)
The Sinner‘ (USA Network)
Top of the Lake: China Girl‘ (BBC)

Melhor série – Musical ou comédia
Black-ish
Master of None
SMILF
The Marvelous Mrs. Maisel
Will Grace

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV
Ann Dowd – ‘The Handmaid’s Tale
Chrissy Metz – ‘This Is Us
Laura Dern – ‘Big Little Lies
Michelle Pfeiffer – ‘O Mago das Mentiras
Shailene Woodley – ‘Big Little Lies

Melhor série dramática
The Crown
Game of Thrones
The Handmaid’s Tale
Stranger Things
This is Us

Melhor atriz em série dramática
Catriona Balfe, ‘Outlander
Claire Foy, ‘The Crown
Maggie Gylenhaal, ‘The Deuce
Katherine Langford, ‘13 Reasons Why
Elisabeth Moss, ‘The Handmaid’s Tale

Melhor ator em série dramática
Jason Bateman, ‘Ozark
Sterling K. Brown, ‘This is Us
Freddie Highmore, ‘The Good Doctor
Bob Odenkirk, ‘Better Call Saul
Liev Schreiber, ‘Ray Donovan

Melhor ator em série de comédia ou musical
Anthony Anderson, ‘Black-ish
Aziz Ansari, ‘Master of None
Kevin Bacon, ‘I love Dick
William H. Macy, ‘Shameless
Eric McCormack, ‘Will and Grace

Melhor atriz em série de comédia ou musical
Pamela Adlon, ‘Better Things
Alison Brie, ‘Glow
Rachel Brosnahan, ‘The Marvelous Mrs. Maisel
Issa Rae, ‘Insecure
Frankie Shaw, ‘Smilf

Melhor animação
Com amor, Van Gogh
O Poderoso Chefinho
O Touro Ferdinando
The Breadwinner
Viva: A Vida é Uma Festa

Melhor roteiro de filme
A Forma da Água‘ – Guillermo del Toro
A Grande Jogada‘ – Aaron Sorkin
‘Lady Bird: É Hora de Voar‘ – Greta Gerwig
The Post: A Guerra Secreta‘ – Liz Hannah, Josh Singer
Três Anúncios Para um Crime‘ – Martin McDonagh

Melhor trilha sonora para filme
A Forma da Água‘ – Alexandre Desplat
Dunkirk‘ – Hans Zimmer
The Post: A Guerra Secreta’ John Williams
Trama Fantasma‘ – Jonny Greenwood
Três Anúncios Para um Crime‘ – Carter Burwell

Melhor Filme – Drama
Me Chame Pelo Seu Nome
The Post
Dunkirk
A Forma da Água
Três Anúncios para um Crime

Melhor filme língua estrangeira
Em Pedaços‘ – Aus dem Nichts
First They Killed My Father: A daughter of Cambodia remembers
Nelyubov‘ (Loveless)
The Square
Uma Mulher Fantástica

Melhor Filme – Comédia ou musical
Artista do Desastre
Corra!
I, Tonya
Lady Bird: É Hora de Voar
O Rei do Show

Melhor ator de filme – Drama
Daniel Day-Lewis – ‘Trama Fantasma
Denzel Washington – ‘Roman J. Israel, Esq.
Gary Oldman – ‘O Destino de uma Nação
Timothée Chalamet – ‘Me Chame Pelo Seu Nome
Tom Hanks – ‘The Post: A Guerra Secreta

Melhor ator – Musical ou comédia
Ansel Elgort – ‘Em Ritmo de Fuga
Daniel Kaluuya – ‘Corra!
Hugh Jackman – ‘O Rei do Show
James Franco – ‘Artista do Desastre
Steve Carell – ‘A Guerra dos Sexos

Melhor diretor
Guillermo del Toro, ‘A Forma da Água
Martin McDonagh, ‘Três Anúncios Para um Crime
Christopher Nolan, ‘Dunkirk
Ridley Scott,Todo o Dinheiro do Mundo
Steven Spielberg, ‘The Post

Melhor atriz em filme de comédia ou musical
Judi Dench, ‘Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha’
Helen Mirren, ‘The Leisure Seeker
Margot Robbie,I, Tonya
Saoirse Ronan, ‘Lady Bird’
Emma Stone, ‘A Guerra dos Sexos

Melhor atriz – Drama
Frances McDormand, ‘Três Anúncios para um Crime
Jessica Chastain, ‘A Grande Jogada
Meryl Streep, ‘The Post: A Guerra Secreta’
Michelle Williams, ‘All the Money in the World’
Sally Hawkins, ‘A Forma da Água’

Melhor ator Coadjuvante
Armie Hammer, ‘Me Chame Pelo Seu Nome
Christopher Plummer, ‘All the Money in the World’
Richard Jenkins, ‘A Forma da Água’
Sam Rockwell, ‘Três Anúncios para um Crime
Willem Dafoe, ‘Projeto Flórida’

Melhor atriz Coadjuvante
Alison Janney, ‘I, Tonya
Hong Chau, ‘Pequena Grande Vida’
Laurie Metcalf, ‘Lady Bird: A Hora de Voar’
Mary J. Blidge, ‘Mudbound’
Octavia Spencer, ‘A Forma da Água’

Melhor Canção Original
‘A Estrela de Belém’, The Star – Mariah Carey e Marc Shaiman
‘Mudbound’, Mighty River – Mary J. Blidge e Raphael Saadiq
O Rei do Show’, This is Me – Justin Paul e Benj Pasek
O Touro Ferdinando’, Home – Nick Jonas, Justin Tranter e Nick Monson
‘Viva: A Vida é uma Festa’, Remember Me – Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez

O Globo de Ouro 2018 acontece no dia 07 de janeiro, com exibição da TNT.

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Direto do TIFF, Festival de Toronto

Mais incorreta e louca que Arlequina

Biografias são complicadas. Quase sempre fazem uso de uma fórmula estrutural para relatar a história de vida, ou ao menos uma parcela, de alguma figura pré-existente no mundo. Algumas conseguem inclusive fazer um desserviço ao seu homenageado, podendo se tornar didáticas e pouco inspiradas, geralmente narrando eventos até mesmo muito conhecidos do grande público.

Aqui no TIFF 2017 tivemos muitas biografias, e as mais interessantes são justamente as que almejam quebrar este formato de alguma maneira. A melhor, provavelmente, atende pelo nome Eu, Tonya e relata a vida, desde a infância, da jovem Tonya Harding, patinadora que chegou a disputar as olimpíadas, até o grande escândalo que marcaria verdadeiramente sua história.

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Na infância problemática, quando Harding é interpretada pela carismática atriz mirim Mckenna Grace (também digna de atenção), sua personalidade começou a ser moldada. A maior interferência nesta fase se deu pelos maus-tratos da mãe exigente, e para todos os efeitos, desequilibrada, uma performance bem chamativa da humorista Allison Janney, que deixa aflorar sua veia sarcástica ao máximo, retirando muito do humor negro da obra, e merecendo ser lembrada na época de prêmios.

Outro grande chamariz aqui é o desempenho de Margot Robbie, jovem atriz australiana, de 27 anos, que com apenas dois trabalhos (O Lobo de Wall Street e Esquadrão Suicida) foi capaz de tomar Hollywood de assalto. Eu, Tonya guarda sua melhor atuação até o momento, abrindo espaço para Robbie mostrar tudo o que sabe, num show só seu, onde todos os outros estão atrás (outro fato inédito em sua carreira). A atriz é posta à prova, num xeque-mate decisório e que felizmente guarda ponto para a atriz. Ela mostra que é um talento, deixando a promessa no passado.

Como Harding, Margot Robbie vive diversas fases da narrativa, desde uma adolescente de 15 anos, até uma mulher de mais de 40 anos, amargurada pela série de equívocos de decisões que constituíram sua vida. O interessante é notar as nuances com as quais a atriz constrói cada momento. O destaque fica para a jovem Harding, terreno no qual o filme concentra-se. Robbie faz rir, transmite culpa, pena, sofrimento, tristeza, num verdadeiro tour de force. Meus momentos favoritos são quando exala felicidade extrema ao mostrar que era de fato uma patinadora talentosa, ao ganhar competições (Robbie é puro brilho), e na decisão da sentença do juiz, quando seus crimes a tiraram parte da vida – que performance!

Eu, Tonya pega de surpresa. É uma biografia criativa e diferente da maioria, utilizando como um dos maiores trunfos a quebra da quarta parede, onde os personagens não apenas falam com a câmera como se fosse um mockumentary (documentário falso), mas também interrompem a ação – como nas brigas entre o casal – para adereçar diretamente o público na plateia. Mistura cinema de crime, investigação policial, suspense e drama sobre abuso doméstico, a obra discute feminismo, e ainda consegue arrumar espaço para ser um dos filmes mais verdadeiramente hilários do ano. E neste quesito o mérito vai para o roteiro de Steven Rogers e para a direção de Craig Gillespie (A Garota Ideal).

Sei que a disputa é sempre muito dura e apertada, e que provavelmente o lançamento de Eu, Tonya para 2018 o tire totalmente de jogada, mas quero deixar aqui minha campanha para a indicação de Margot Robbie a prêmios na próxima temporada.

Ah, e que trilha sonora! Num ano em que tivemos Guardiões da Galáxia Vol 2 e Atômica, Eu, Tonya chega como terceiro exemplar destra trilogia involuntária, registrando mais alguns sucessos da década de 1980, minuciosamente entranhados em sua narrativa.

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Foi anunciado hoje os indicados ao Globo de Ouro 2018. E, logo em seguida, vieram as primeiras polêmicas. O alvo das controvérsias foi a lista dos indicados ao prêmio de melhor diretor. Foram indicados:

Guillermo del Toro, A Forma da Água;

Martin McDonagh, Três Anúncios Para Um Crime;

Christopher Nolan, Dunkirk;

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Ridley Scott, Todo o Dinheiro do Mundo;

Steven Spielberg, The Post.

Logo após o anúncio, começaram a surgir as primeiras críticas sobre a ausência de diretoras como Petty Jenkins, diretora de Mulher Maravilha, e Greta Gerwig, que dirige o filme Lady Bird: É Hora de Voar, e de diretores como Jordan Peele, responsável por Corra! Os protestos giram em torno da ausência de mulheres e negros dentre os indicados ao prêmio de direção. Fato que havia certa expectativa pela indicação de Jordan Peele, em razão da ótima repercussão que Corra! teve junto à crítica e ao público, e nos últimos dias, pela indicação de Greta Gerwig, cujo filme Lady Bird está sendo aplaudido pela crítica especializada, como se pode notar pela nota no Rottentomatoes, site agregador da opinião da crítica.

O site IndieWire postou alguns twitters com críticas ao Globo de Ouro. Resta saber se a polêmica irá ganhar a mesma proporção que a campanha Oscar So White teve em 2016, quando a Academia foi criticada pela ausência de negros em diversas categorias.

O Globo de Ouro é entregue pela Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood (HFPA, sigla em inglês). A premiação está prevista para 7 de janeiro de 2018.

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Taraji P. Henson vive uma assassina em seu mais novo filme, intitulado ‘Proud Mary’.

E para a atriz, encarar uma personagem com características tão particulares é importante, pois mostra a versatilidade que as mulheres possuem no cinema.

Para contextualizar, ela citou um de seus projetos passados, feito com Idris Elba:

“Como mulher é algo realmente interessante, pois se eu fosse homem, as manchetes seriam: ‘‘O Intruso’, de Taraji P. Henson é um sucesso de bilheterias’. E eu também fui produtora-executiva do filme. Caso alguns não saibam, eu ajudei a montar esse filme. Mas não estou tirando o mérito de produtor de Idris Elba, porque ele merece. Mas porque as manchetes só dizem Idris? Isso me magoa. E fazer ‘Proud Mary’ foi bem diferente de tudo que imaginei. Eu realmente amo interpretar papéis distintos e o desafio pra mim foi pensar em como eu poderia transformar um personagem que as pessoas poderiam realmente odiar em alguém que elas gostassem. Ela mata muita gente, mas por uma boa razão”.

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A narrativa, que conta também com Danny Glover no elenco, traz uma assassina, que um após matar um chefe do tráfico de drogas, acaba salvando a vida do jovem órfão, remanescente da ocasião em questão. Ela decide tirá-lo das ruas e dar um novo destino ao garoto, mas se sente incapaz de ter um recomeço.

Proud Mary’ é dirigido por Babak Najafi e estreia em 15 de março de 2018 no Brasil.

 

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Ao que parece, nem todo mundo sonha em construir um boneco de neve falante… Uma mulher no Japão entrou com a papelada do divórcio após seu marido admitir que não gostou da animação ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’.

Segundo o site Kikonsha no Hakaba, a mulher de 29 anos foi aos cinemas várias vezes sozinha para assistir a animação e se encantou com a obra da Walt Disney. Ele inicialmente resistiu ao seu pedido, mas percebendo que ela não iria deixá-lo em paz, cedeu e topou assistir ao sucesso de bilheteria.

Quando o marido revelou que não gostou do longa , sua esposa preferiu pedir o divórcio, após seis anos de casamento:

“Se você não é capaz de entender o que faz desse filme algo maravilhoso, há algo muito errado em você como ser humano. Eu quero o divórcio”, afirmou a querente.

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Let it go

Assista ao trailer do filme “separa casais“:

Recentemente, o CEO da Walt Disney, Bob Iger, falou sobre a sequência. Apesar do estúdio afirmar que ainda não está trabalhando na sequência, ela deve acontecer em breve.

“É uma franquia potencial. Esperamos ver não apenas novos produtos , mas um interesse continuo em novos filmes. O sucesso fez do filme o futuro da animação em nossa empresa “, afirmou.

Frozen’ se tornou a quinta maior bilheteria da história do cinema, com US$ 1,219 bilhão arrecadados mundialmente. O fenômeno da Disney desbancou ‘Homem de Ferro 3‘, que arrecadou U$1,215 bilhão mundialmente. Na lista das maiores bilheterias, o longa animado ficou atrás de ‘Avatar‘ (US$2,78 bilhões),  ‘Titanic‘ (US$2,18  bilhões), ‘Os Vingadores‘ (U$1,51 bilhão) e ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II‘ (U$1,34 bilhão).

A animação é o maior sucesso da história da Disneyultrapassou com folga a arrecadação do clássico ‘O Rei Leão‘ (US$ 987 milhões) e do recente ‘Enrolados‘ (US$ 591 milhões), até então os maiores sucessos do estúdio.

A história é sobre a destemida e otimista Anna, que se junta a Kristoff, um habitante das montanhas, e sua leal rena Sven em uma jornada épica em condições extremas, encontrando no caminho trolls místicos e um boneco de neve chamado Olaf. A missão é chegar até a irmã de Anna, Elsa, cujos poderes congelantes lançaram o Reino de Arandell em um inverno eterno.

Chris Buck (‘Tarzan’) e Jennifer Lee (roteirista de ‘Detona Ralph‘) dirigem. Inspirado no conto de fadas ‘A Rainha da Neve‘ (The Snow Queen), de Hans Christian Andersen.

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