O filme solo do vilão do Homem-Aranha, baseado nos quadrinhos do Morbius, o Vampiro Vivo’, está prestes a iniciar sua produção.

A informação foi compartilhada pelo próprio intérprete do personagem, o astro Jared Leto. Em sua  conta oficial do Twitter, ele publicou um novo vídeo em que faz a barba, com uma legenda bem sugestiva: “E então começa…#MORBIUS“. Ao final do material, é também possível ver uma rápida arte do vilão.

Confira:

Daniel Espinosa (‘Crimes Ocultos’) comandará o projeto.

O artista BossLogic criou um cartaz sensacional para mostrar como ficará o visual do ator como o vilão. Confira:

Uma sinopse preliminar foi divulgada, revelando que o filme será uma mistura de “horror com ação”. Confira:

“História de horror e ação de um cientista que, na tentativa de encontrar a cura para uma rara doença sanguínea, acidentalmente se transforma em um vampiro. Com nojo de si mesmo, ele decide caçar e punir aqueles que julga não serem merecedores da vida”

Recentemente, Burk Sharpless e Matt Sazama, mais conhecidos pelo recente reinício de Power Rangers da Lionsgate, enviaram um roteiro para a Sony.

Criado por Roy Thomas e Gil Kane, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que tentava descobrir a cura para um doença sanguínea, quando se transformou em um vampiro executando um experimento. Sua primeira aparição aconteceu na edição 101 de ‘The Amazing Spider-Man’, em 1971.

Morbius, porém, não é um vampiro convencional. Ele se alimenta de sangue e tem aversão à luz, mas suas vítimas não necessariamente viram vampiros. Entre suas habilidades, vale notar que ele é capaz de voar, tem força e velocidade sobre-humanas e capacidade de se curar.

 



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Após o grandioso Coração Valente (1995), de Mel Gibson, o escocês David Mackenzie (A Qualquer Custo), retoma a história de independência da Escócia a partir do início do século XIV. Sendo um sucessor histórico do famoso épico, Legítimo Rei (Outlaw King) destaca a jornada de fracassos e vitórias de Robert the Bruce (Chris Pine) para tornar-se o autêntico rei da Escócia.

Após a derrota de William Wallace em batalha, Robert e seu pai (James Cosmos) juram obediência dos escoceses ao rei da Inglaterra Edward I (Stephen Dillane) em busca de restabelecer a paz no reino. Ele é apontado como guardião da Escócia junto com seu rival John III Comyn (Callan Mulvey) e, em gratidão a sua honraria, recebe o posto de coletor de impostos e uma esposa, Elizabeth Burgh (Florence Pugh), afilhada do rei.

Nesse contexto histórico, Legítimo Rei possui dois elementos fortes em sua narrativa. Primeiro, o romance entre Robert e Elizabeth, afinal a atriz Florence Pugh se sobressai em todas as suas cena como uma jovem determinada e corajosa. Segundo, a crueldade bárbara medieval, tanto nos momentos de luta, quanto do pequenos embates entre os homens do rei e o povoado. Ou seja, o filme cresce em momentos de romance e batalhas sangrentas, entretanto, os outros desenlaces da saga de Robert carecem de emoção.

Com maestria, Mackenzie explora as belas paisagens escocesas, mas as encenações de invasões aos povoados aparentam serem risíveis. Justamente porque pretende-se mostrar que Robert avança em seu plano e é uma ameaça ao reino inglês, contudo a impressão é oposta. Com o dever de carregar o filme, a atuação de Chris Pine é regular e apresenta muito pouco das sensações do personagem. Apenas quando ele descobre que a sua esposa e a filha Marjorie (Josie O’Brien) foram aprisionadas, o seu rosto resplandece sua derrota pessoal.

Em contrapartida, o seu aliado James Douglas, vivido por Aaron Taylor-Johnson vocifera bravura, revolta e orgulho por todo a história, tendo mais relevância em cena do que o próprio protagonista. Os outros coadjuvantes não conseguem nenhum destaque, enquanto o antagonista Príncipe de Gales Edward (Billy Howle) é personificado como imbecil e hediondo. Um homem que tem coragem de destripar um aldeão, mas no meio da batalha implora por ajuda sem honra.

Como vilão, o personagem que virá a ser o rei Edward II é estereotipado e ao invés de ser um inimigo a ser temido, torna-se um tropeço no meio do caminho. Sem conseguir trazer a sensação de estupor da guerra naquele momento, Legítimo Rei segue uma passo a passo das produções de época, com aldeias, castelos e lutas de espadas, mas perdendo o vigor.

Apesar da morte William Wallace servir de estopim para a revolta de Robert, o personagem histórico é representado apenas por um pedaço do seu braço, já esquartejado e espalhado pelos cantos da Inglaterra. O filme não consegue transmitir a verdadeira relevância de Robert the Bruce e a sua temperança em frente às consecutivas derrotas, as baixas na família e a descrença das pessoas.

Seu único grande momento é na última batalha, em que para encorajar o seu pequeno exército ele grita: “Conheço todos vocês como homens, mas hoje nós seremos animais ferozes”. Com 10 minutos de duração, a sequência não economiza no banho de sangue junto com o lamaçal do campo de batalha. Entre homens, armaduras, espadas e cavalos, é impossível distinguir os detalhes, mas os espíritos de hostilidade e triunfo são impressos fortemente.

Com um recorte de apenas um ano e meio, Legítimo Rei limita-se entre a morte de William Wallace e o começo da conflagração de Robert até a sua vitória que simbolicamente é o ponto de partida para o seu sucesso nos anos posteriores. Para finalizar este capítulo da história escocesa, Mackenzie destaca o reencontro do casal, celebrando a união do lutador triunfante e da mulher que passa meses pendurada em uma jaula ao relento em lealdade ao marido.



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