It: A Coisa se tornou a maior bilheteria de todos os tempos para um filme de terror, e a Warner Bros. acaba de oficializar o Capítulo 2.

A sequência teve sua estreia marcada para o dia 6 de setembro de 2019!

Andy Muschietti retorna, junto com os produtores Barbara Muschietti, Roy Lee, Dan Lin, Seth Grahame-Smith e David Katzenberg.

 Muschietty garantiu que o Capítulo 2 de ‘It: A Coisa‘ será mais sombrio do que a primeira produção.

“Não será uma comédia. Se o segundo longa acontecer, eu realmente quero recuperar o diálogo entre as duas linhas de tempo que o livro tem.”

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ pode ser dividido em Parte 1 e Parte 2

A expectativa é que ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘ comer a ser filmado em 2018!

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!

A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’ 

Explicando o final do filme ‘Mãe!’ [TEORIAS] [SPOILERS]

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Avatar 2‘ parecia um sonho distante, mas finalmente está começando a se tornar realidade.

As filmagens da sequência finalmente começaram na Austrália, com o início do processo de captura de movimento dos atores.

Recentemente, o diretor James Cameron revelou que o filme vai apresentar uma nova tecnologia nos cinemas.

“Temos os melhores artistas e técnicos do mundo para criar um filme tão rico visualmente que vai chocar a todos. Vamos surpreender com um filme inovador em todos os sentidos”, afirmou.

Avatar 2‘ estreia em 18 de dezembro de 2020; e ‘Avatar 3‘ em 17 de dezembro de 2021.

Já ‘Avatar 4‘ só chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2024; e ‘Avatar 5‘ em 19 de dezembro de 2025.

Explicando o final do filme ‘Mãe!’ [TEORIAS] [SPOILERS]

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Por Julie Nunes

Born to be wild 

Em fevereiro de 2008, Amy Winehouse ganha cinco prêmios Grammy por seu álbum Back to Black. No trabalho da cantora não faltam relatos sobre as dificuldades em seus relacionamentos, solidões e outros turbulentos processos de dor, claro, também não falta ritmo e melodia, mas é inegável que existe um trabalho muito mais íntimo em jogo. Contudo, meses depois surge – a até então desconhecida – Lady Gaga, com o que viria a ser uma das principais músicas do seu primeiro álbum, o single Just Dance.

O seu primeiro trabalho, tal como as suas primeiras aparições e shows, debruçava-se – mesclando acidez e alta costura – no lado mais obscuro da fama e suas falsas faces. Porém, em seu mais recente álbum, Joanne (2016), apresenta uma nova faceta, que justamente por sua simplicidade soa tão transgressora quanto o seu começo de carreira. Livre de subterfúgios ofuscantes a artista se revela mais próxima das temáticas intimistas, fugindo discretamente da imagem daquela que devora dores, horrores e doenças para uma transformação maior.

No documentário Gaga: five foot two , dirigido por Chris Moukarbel, Gaga se despe das barrocas e inusitadas caracterizações para mostrar um lado mais aproximado de seus fãs. Não se trata da mulher invencível e inalcançável presente nos grandes eventos e realizando performances mirabolantes, mas de alguém que padece. O filme, que tem como primeira imagem, uma Gaga em –literal- ascensão, se aprofunda na força sensível que seria motriz da virada estética de seu objeto. O documentário, bastante orgânico e funcional, parece se fazer de subtemas para montar uma estrutura que atenda as muitas pessoas que habitam Stefani Germanotta.

O longa -desde seu começo- é claro ao evidenciar uma posição privilegiada na qual ele contaria com uma distância curta o bastante para obter revelações, contudo essa mesma não parece ser cautelosa para , por vezes, não tornar sua presença nítida demais levando ao espectador uma desconfiança sobre o quão previamente articulada a situação se encontrava. Um exemplo se encontra no depoimento de Gaga sobre Madonna. Não há dúvidas sobre o teor do que é dito por Gaga, mas falta naturalidade à ocasião que parece confeccionada para a existência do subtema Madonna.

Sua estrutura se aprofunda aos poucos em seu objeto, criando condições para que até quem possui uma imagem mais engessada de Lady Gaga encontre um novo ponto de partida. Nesse momento a vemos em reuniões de família, emocionada em um batizado, tomando sol à beira da piscina, acordando descabelada e com a raiz do cabelo por pintar. Somente após algum tempo acompanhando seus trajetos, seu afeto por alguns parceiros de trabalho e sobretudo a presença constante de sua família, conhecemos a história por trás do álbum Joanne. Aos verdadeiros fãs não haverá novidade alguma nos fatos ditos, mas o documentário agrega um paralelismo com a, então ainda recente, descoberta da fibromialgia da cantora.

A dor e a morte ganham vozes e revelam as inseguranças e finalmente o longa consegue atingir seu objetivo de denotar que mesmo alguém tão repleto de recursos e sucessos atravessa o que há de mais humano. Ao perder aqueles que a cercam e não ter certeza sobre como seu corpo -para a artista em questão um instrumento necessário não só para a performance, mas para sua percepção -responderia daquele momento em diante, Gaga se afasta de sua plasticidade sem renegá-la, pois não se trata de uma desvalorização de seu apelo estético mas uma transformação da artista que encontra forças justamente ao se despir das armaduras.

Apesar de se tratar de um documentário simples e objetivo, não lhe falta esmero e rigor técnico, como tudo que envolve a artista e o próprio filme expõe. Mas é inegável que seu maior valor está na percepção da cantora em transformar minimalismo e humanidade em irreverência.

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Ideias boas surgem a todo momento. Mas quando usamos ideias de outras pessoas, a coisa pode não se tornar tão agradável assim para todos os envolvidos. Foi o que aconteceu em Chicago, quando surgiu o ‘The Upside Down’, um bar utilizando como temática a sensação Stranger Things – o nome é referência ao mundo paralelo do programa.

No local, eram servidos drinks como o ‘Eleven´s Eggos’, e as paredes decoradas com luzes de natal na forma de alfabeto. Tudo isso sem a permissão ou parceria da Netflix, dona do programa e de todos estes elementos. Não demorou para a empresa notar o sucesso do bar e educadamente enviar uma carta pedindo o término de tal evento.

Só para deixar claro, tratava-se dos chamados pop-up bar, o que aqui no Brasil seria algo como um quiosque, foodtruck ou bar desmontável e não uma estrutura mais complexa. O plano dos donos na realidade era permanecer abertos até a estreia da segunda temporada. Mas ao receberem a carta, entenderam o recado. Leia abaixo:

“A não ser que eu esteja vivendo no Upside Down, não acho que fizemos um acordo com vocês para este bar pop-up. Vocês obviamente são criativos, então acredito que vocês entenderão o quanto é importante para nós poder decidir como nossos fãs encontrarão os mundos que criamos”.

A Segunda Temporada de Stranger Things estreia no dia 27 de outubro, bem a tempo para o Halloween.

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Quando achamos que o tema dos zumbis no cinema e TV já conseguiu extrair tudo o que podia e encontra-se esgotado, eis que surge uma abordagem nunca tentada antes.

Anna and the Apocalypse é um filme de zumbis único. Além de ser uma comédia (o que já foi feito inúmeras vezes), é também um musical natalino. O filme é protagonizado por Ella Hunt, que vive a personagem título, e tem direção de John McPhail.

Anna and the Apocalypse foi exibido pela primeira vez há poucos dias no festival Fantastic Fest nos EUA, onde recebeu elogios da imprensa, mas não possui data de estreia definida. Assista abaixo ao trailer:

Na trama, uma garota e seus amigos precisam lutar – e cantar – para conseguir sobreviver a uma invasão zumbi e chegar até o ponto seguro de seu colégio, sem saber se seus pais e amigos ainda estarão vivos quando eles chegarem lá.

 

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