Hora de comemorar: o Homem-Aranha estará no Universo Cinematográfico Marvel. No meio da madrugada, a Marvel Studios anunciou que fechou o acordo com a Sony Pictures. A Sony vai continuar financiando, distribuindo, possuindo os direitos e terá controle criativo, no fim das contas, sobre tudo dos filmes do Homem-Aranha.

Segundo o acordo, o Teioso vai aparecer em algum filme do Universo Marvel; depois, em 28 de Julho de 2017, ele ganhará um novo filme (que não terá Andrew Garfield interpretando o personagem e nem a produção de Avi Arad), que será produzido por Kevin Feige (presidente da Marvel e responsável por todo Universo Cinematográfico do estúdio) e Amy Pascal (que recentemente abandonou o posto de chefe da Sony pra assumir outra função lá dentro). Juntos, eles vão colaborar em uma nova direção criativa para o Spidey.

Em comunicado oficial no site da Marvel, diz:

“O Homem-Aranha tem mais de 50 anos de história no mundo Marvel, e com esse acordo, os fãs terão a experiência de ver o Homem-Aranha assumir seu lugar de direito dentro do Universo Marvel dos cinemas”.

A Marvel e a Sony Pictures também estão estudando as possibilidades de integrar personagens doUniverso Cinematográfico Marvel em futuros filmes do Homem-Aranha.

Bob Iger, presidente e CEO da Walt Disney Company, disse :

“Homem-Aranha é um dos grandes personagens da Marvel e é amado em todo o mundo. Estamos entusiasmados em trabalhar com a Sony Pictures para trazer o icônico teioso para o Universo Cinematográfico Marvel, o que abre novas oportunidades fantásticas para contar histórias e a construção de uma nova franquia”.

Michael Lynton, CEO da Sony Pictures Entertainment, também comentou:

Nós sempre quisemos trabalhar com os melhores e mais bem-sucedidos para fazer nossas franquias crescerem e nossos personagens se desenvolverem. Marvel, Kevin Feige e Amy, que ajudou a orquestrar o acordo, são a equipe perfeita para ajudar a produzir o novo capítulo do Homem-AranhaÉ a decisão correta para franquia, para os negócios, para Marvel e para os fãs”.

Doug Belgrad, presidente da Sony Pictures Entertainment Motion Picture Group, disse:

A Sony Pictures e Marvel Studios compartilham um grande amor com os personagens do universo do Homem-Aranha e têm uma história longa e bem sucedida para trabalhar juntos. Este novo nível de colaboração é a maneira perfeita para levar a história de Peter Parker para o futuro“.

Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, reforçou a parceria:

“Estou muito feliz em produzir o próximo filme do Homem-Aranha junto com os meus amigos da Sony Pictures e Amy Pascal. Com o envolvimento da Marvel, esperamos entregar a continuidade e autenticidade que os fãs de exigem do Universo Cinematográfico da Marvel. Estou igualmente animado com a oportunidade de ter o Homem-Aranha junto com a gente, algo que tanto nós da Marvel, e fãs, têm esperado por anos”.

Homem-Aranha é a franquia de maior sucesso na história da Sony Pictures, com os cinco filmes tendo faturado em mais de US$ 4 bilhões no mundo inteiro.

Mudança no calendário

Por causa desse anúncio, foi mexido no calendário das próximas estreias da Marvel. Ficou assim:

– Capitão América: Guerra Civil | 06 de maio de 2016 (primeira participação do Spidey?)
– Dr Estranho | 04 de novembro de 2016
– Homem-Aranha | 28 de Julho de 2017
– Thor: Ragnarok | 03 de Novembro de 2017
– Pantera Negra | 06 de Julho de 2018
– Capitã Marvel | Novembro de 2018
– Vingadores: Guerra Infinita – Parte 1 | 04 de maio de 2018
– Inumanos | 12 de Julho de 2019
– Vingadores: Guerra Infinita – Parte 2 | 04 de maio de 2019

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Há algumas semanas dois dos atores mais populares do momento fizeram uma aposta bem inusitada no Super Bowl (grande final do campeonato de futebol americano e um dos eventos mais aguardados e assistidos do mundo). Chris Evans (o nosso querido Capitão América) e Chris Pratt (também conhecido como o lendário Senhor das Estrelas) são fãs de futebol americano e apaixonados por seus respectivos time o New England Patriots e o Seattle Seahawks, e eles são muito fãs mesmo, como vocês podem ver nessas fotos:

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Os atores e protagonistas da Marvel apostaram que o torcedor do time perdedor deveria visitar alguma instituição carente trajado como o seu personagem. Caso o time de Pratt (Seahawks) fosse campeão, Evans iria até Seattle vestido como Capitão América, visitar um sanatorium para crianças, se os Patriots ganhassem, caberia ao Senhor das Estrelas visitar Evans trajado como o lendário fora da lei, o que por sinal foi o que aconteceu, já que o time de New England venceu a partida por 28×24.

Como prometido Chris Pratt visitou o amigo e o Seattle Children’s hospital, levou presentes para as crianças e até assinou uma camisa do quarterback Tom Brady (principal jogador dos Pats e MVP do Super Bowl 49). Veja as fotos:

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Após a visita Chris Evans revelou que também visitará o Hospital escolhido pelo Senhor das Estrelas, e é claro, irá trajado de Capitão América. O belo gesto envolvendo os atores e amigos angariou cerca de 27 mil dólares no sum para ambas as instituições. Uma atitude super bacana dos heróis.

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imageParabéns aos Wachowskis. Não é todo dia que vemos cineastas resumirem em uma obra só todas as hipérboles negativas que parte da crítica (muitas vezes, de maneira maldosa) soltava sobre o seu corpo de trabalho. Com “O Destino de Júpiter”, escrito e dirigido por eles, a dupla entrega um longa exagerado, repleto de metáforas científico-religiosas que não chegam a lugar nenhum e a anos-luz de se mostrar remotamente divertido, justamente por se levar a sério demais.

O filme tem como foco a diarista Júpiter (Mila Kunis), que sonha com as estrelas e com uma vida melhor. Certo dia, a moça se vê caçada por matadores de aluguel alienígenas por ser a reencarnação de uma rainha extraterrestre, e herdeira de um vasto território que inclui a Terra. Presa no meio de uma briga de herança em escala galáctica, em um conflito informed que inclui o insano Balem (Eddie Redmayne), o sedutor Titus (Douglas Booth) e a vaidosa Kalique (Tuppence Middleton), Júpiter só pode confiar no seu protetor, o caçador licantropo Caine (Channing Tatum).

É sabido que a produção teve sua parcela de problemas e refilmagens, com sua estreia, anteriormente programada para o meio de 2014, sendo adiada para fevereiro de 2015. No entanto, saber desses percalços não significa perdoar os pecados da fita. Se na trilogia “Matrix” e em “A Viagem” os cineastas tinham o que dizer (se o público gostou disso ou não, são outros quinhentos) e com “Speed Racer” eles entregaram uma homenagem lisérgica ao anime homônimo, este “O Destino de Júpiter” sofre de uma falta de rumo e propósito que tiram qualquer sentido da aventura.

As cenas de ação são ininteligíveis e não avançam a narrativa, parecendo existir apenas porque algum produtor ficou a gritar “MAIS EXPLOSÕES! MAIS PORRADA!” nos ouvidos dos Wachowskis, a narrativa é sem ritmo ou substância, com a trama literalmente parando a cada cinco minutos para submeter a audiência a intermináveis diálogos expositivos que não explicam muita coisa (depois da segunda leva de exposição, a própria Júpiter parece não mais ligar se entendeu alguma coisa ou não).

Nisso, ainda temos de ouvir os Wachowskis se congratulando por colocarem no filme, grandes e inteligentes referências, como o fato de que um piloto chamado Nesh tem um rosto que lembra um elefante – Ohhhhhhhh! Seria ele ou um de seus antepassados a origem de Ganesha, divindade da mitologia hindu?! Não se preocupe, pois NENHUMA explicação virá.

Além disso, temos de saudar os irmãos por terem colocado um herói chamado Caine, com DNA canino, que foi treinado por um coach chamado Stinger (um desperdiçado Sean Bean), que tem DNA de abelha e cujo nome se refere a ferrões. Não esqueçamos também que a arma de Caine faz sons de latido quando disparada. Sério. Já a revelação surpreendente sobre o produto que fez a riqueza do clã Atraides, quer dizer, Abrasax, é tão previsível que os escritores de “No Mundo de 2020″ devem ter se revirado…

Mesmo passando por essas lombadas, os Wachowskis escorregam feio no desenrolar do roteiro, esquecendo por completo da filha de Stinger em dado ponto da produção, mesmo com a menina sendo o ponto executive da trama do pai, e tomam a decisão no mínimo questionável de parcelar as explicações – olha elas aí novamente – que Júpiter recebe do contingent Kalique/Titus/Bale, levando a criação de cenas de ação que terminam basicamente do mesmo modo, com Caine resgatando Júpiter de algum deles, o que não só é repetitivo, como também enfraquece a moça.

A despeito de dar título à aventura e ser membro da realeza galáctica, Júpiter se mostra uma protagonista deveras passiva, aceitando a insanidade que acontece ao seu redor com uma facilidade assustadora. Mila Kunis pode demonstrar um carisma arrebatador quando provocada corretamente pelo diretor com quem trabalha, o que não acontece aqui.

A química entre ela e Channing Tatum é quase inexistente, com este último até que convencendo na fisicalidade de seu personagem, mas Caine jamais é bem explorado e seu temperamento, que é descrito várias vezes como explosivo por aqueles que o cercam, nunca é visto em cena ou usado dramaticamente pelo roteiro, com os diretores preferindo mostrar Tatum sem camisa a desenvolver o licantropo.

Para completar, Eddie Redmayne entrega um vilão que consegue ser mais patético que qualquer antagonista de “Power Rangers” já foi – e digo isso com todo o respeito aos pobres monstros de Alameda dos Anjos. Por mais talentoso que Remayne seja – vejam “A Teoria de Tudo” e confiram -, seu Balem é histirônico e cheio de tiques, com o ator se valendo de tantas muletas de interpretação que parece nem estar a se esforçar a compor um personagem.

O orçamento inchado da produção é perceptível na tela. A direção de arte, os figurinos, a maquiagem e os efeitos digitais são, de fato, deslumbrantes. A trilha sonora do sempre confiável Michael Giacchino é grandiosa e emocionante. Até alguns dos conceitos elaborados pelos Wachowskis são interessantes, como a explicação científica para reencarnação. Mas é uma pena que tudo isso esteja a serviço de um roteiro esburacado, repetitivo e que sai do nada para lugar nenhum.

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Segundo o Collider, Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”) e Christina Hendricks (da série “Mad Men”) estarão em “The Neon Demon“, próximo filme de Nicolas Winding Refn (“Drive”). Além deles, o elenco também ganhou outros nomes: Jena Malone (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1″), Bella Heathcote (“Sombras da Noite”) e Abbey Lee (do inédito “Mad Max: Estrada da Fúria”).

Protagonizado por Elle Fanning (“Malévola”), “The Neon Demon” é uma história de apprehension ambientada em Los Angeles e formada por um elenco majoritariamente feminino – Reeves interpretará o único personagem masculino de destaque. Além de dirigir, Refn também assina o roteiro ao lado da estreante Mary Laws.

Não há maiores detalhes sobre a trama ou elenco, mas estão confirmadas as colaborações de dois parceiros habituais de Refn: o compositor Cliff Martinez (“Drive”) é o responsável pela trilha sonora e a montagem será feita por Matthew Newman (que trabalhou com Refn em “Bronson”“O Guerreiro Silencioso”, “Drive” e “Só Deus Perdoa”). O diretor de fotografia será Philippe Le Sourd (“O Grande Mestre”). Além disso, Hendricks já foi dirigida por Refn em “Drive”.

A produção de “The Neon Demon” será iniciada em março.

Em seu próximo filme, Meryl Streep (“Caminhos da Floresta”) surpreende novamente encarnando uma estrela do rock. “Ricki and a Flash” é dirigido por Jonathan Demme (“O Casamento de Rachel”) e escrito por Diablo Cody (“Juno“, “Garota Infernal” e “Jovens Adultos”). Veja a foto:

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No longa, Streep é Ricki, uma mulher que, na juventude, deixou a família para trás em busca da fama na Califórnia. Anos depois, ela volta para casa em uma tentativa de retomar o relacionamento com a filha.

O filme ainda traz no elenco Sebastian Stan (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ben Platt (“A Escolha Perfeita”), Rick Springfield (da série “General Hospital”), Charlotte Rae (“Zohan: O Agente Bom de Corte”) e a apresentadora Carmen Carrera (de “RuPaul’s Drag Race”). A filha de Ricki é vivida pela verdadeira filha de Streep, Mamie Gummer (“Terapia de Risco”).

“Ricki and a Flash” chega aos cinemas dos EUA em 7 de agosto.