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Um dos melhores filmes lançados até o momento de 2015 foi sem dúvidas “Mad Max: Estrada da Fúria“, sucesso tanto de público como da crítica especializada, o longa rendeu um bravery enorme para a Warner e, por esse motivo, já garantiu uma sequência. Eis que essa semana três cenas inéditas e que foram deletadas do strange ganharam a internet. Veja:

Arrecadando US$ 109 milhões nas bilheterias mundiais no final de semana de estreia, “Mad Max: Estrada da Fúria” já tem a sequência confirmada pelo diretor e roteirista George Miller. Em entrevista ao The QA Podcast, com Jeff Goldsmith, o cineasta confirmou que ele tem ideias para mais duas continuações. Miller afirmou que já tem um roteiro presently para o quinto filme, já intitulado de “Mad Max: The Wasteland”. Isso só foi possível devido os atrasos na produção de “Estrada da Fúria”, que deveria ter sido rodado em 2001, ocasionado primeiro pela instabilidade nos Estados Unidos pós-ataques ao World Trade Center  e depois pelas polêmicas envolvendo Mel Gibson, que acabou sendo substituído por Tom Hardy (“Locke”).

No quarto filme da franquia é ambientado nos mais distantes lugares do planeta, em uma paisagem desértica onde a humanidade foi quebrada e quase todos se tornaram loucos por lutarem pelas necessidades da vida. Nesse mundo existem dois rebeldes que podem restaurar a ordem: Max, um homem de ação e poucas palavras que persegue a paz de espírito depois da perda de sua mulher e filho como consequência do caos, e Furiosa (Charlize Theron, de“Prometheus”), uma mulher que acredita que pode sobreviver atravessando o deserto de volta para sua terra natal.

Por enquanto, a Warner ainda não anunciou oficialmente a produção da sequência.

O 17º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA) anunciou os vencedores da edição 2015 da mostra competitiva, em cerimônia de premiação que aconteceu na noite de domingo, 16 de agosto, na Cidade de Goiás.

O média-metragem francês Transgenic Wars, do diretor Paul Moreira, foi eleito o melhor filme pelo júri da Mostra Competitiva. A produção foi da Dinamarca à Argentina e apontou efeitos da alimentação de animais de abate com transgênicos para trazer à tona a discussão sobre o crescimento desenfreado desta prática e suas consequências.

O júri da Mostra foi composto pelo cineasta e documentarista João Jardim (presidente), pelo pianista, cantor e compositor Daniel Jobim, pelo jornalista Jaime Sautchuk, pelo doutor em Ciências Biológicas José Alexandre Felizola Diniz Filho e pelo sociólogo Nilo Sérgio Diniz.

Os premiados pelo júri oficial foram:

TROFÉU CORA CORALINA (Melhor obra)
Transgenic Wars (Bientôt dans vos Assiettes ! (de gré ou de force…), França, Documentário, 52 min., 2014)
Direção: Paul Moreira

TROFÉU CARMO BERNARDES (Melhor longa)
O Veneno Está na Mesa II (Brasil/RJ, Documentário, 110 min., 2014)
Direção: Sílvio Tendler

TROFÉU JESCO VON PUTTKAMER (Melhor média)
Índio Cidadão? (Brasil/DF, Documentário, 52 min., 2014)
Direção: Rodrigo Siqueira

TROFÉU ACARY PASSOS (Melhor curta)
Galus Galus (Venezuela, Animação, 12 min., 2013)
Direção: Clarissa Duque

TROFÉU JOÃO BENNIO (Melhor Filme Goiano)
Lobo Solitário – A Saga de um Brasileiro (Brasil/GO, Documentário, 28 min., 2015)
Direção: Ranulfo Borges

TROFÉU BERNARDO ELIS (Segundo Melhor Filme Goiano)
Maria Macaca (Brasil/GO, Documentário, 15 min., 2015)
Direção: Lázaro Ribeiro

MENÇÃO HONROSA 1
My Name is Salt (Suíça, Documentário, 92 min., 2013)
Direção: Farida Pacha

MENÇÃO HONROSA 2
El Rio que nos Atraviesa (Venezuela, Documentário, 71 min., 2013)
Direção: Manuel Blanco

TROFÉU LUIZ GONZAGA SOARES (Júri popular)
Maria Macaca (Brasil/GO, Documentário, 15 min., 2015)
Direção: Lázaro Ribeiro

TROFÉU IMPRENSA
Guinée: Le Territoire des Oubliés (França, Documentário, 49 min., 2013)
Direção: Philippe Lafaix

Segundo longa da brasileira Petra Costa (Elena) e primeiro da dinamarquesa Lea Glob, Olmo e a Gaivota foi premiado no 68º Festival de Locarno, onde fez sua estreia mundial. Exibido na seção Cineastas do Presente, o filme brinca com a fronteira entre documentário e ficção, ao contar a história de Olivia, atriz que se prepara para atuar na peça A Gaivota, de Anton Tchekov. Quando o espetáculo começa a tomar forma, Olivia e seu companheiro Serge, que se conheceram anos antes nos ensaios do Théâtre du Soleil, descobrem que ela está grávida. A princípio, ela pensa que pode dar conta de tudo, até que um problema inesperado ameaça sua gravidez e leva sua vida a um impasse. O desejo de Olivia por liberdade e sucesso bate de frente com os limites impostos por seu próprio corpo e pelo bebê que está crescendo dentro dela. Os meses de gravidez se desdobram como um rito de passagem, que forçam a atriz a confrontar seus medos mais obscuros. Ela olha no espelho e vê as duas personagens femininas de A Gaivota – Arkadina, a atriz que envelhece, e Nina, a atriz tomada pela loucura – como perturbadores reflexos de si mesma. O filme tem uma nova virada quando o que parecia ser encenação revela-se como a própria vida. Ou seria o inverso? Esta investigação do processo criativo nos convida a questionar o que é real, o que é imaginário e o que celebramos e sacrificamos em nossas vidas.

Em novembro de 2014, Olmo e a Gaivota participou do festival dinamarquês CPH:DOX 2014, com uma versão work-in-progress, onde levou o prêmio de Melhor Filme Nórdico. O filme é produzido pela Zentropa Enterteinments (empresa de Lars Von Trier), pela produtora O Som e a Fúria (a mesma dos longas de Miguel Gomes e Manoel de Oliveira) e pela Busca Vida Filmes, do Brasil. Tim Robbins é produtor executivo do filme. O lançamento comercial aqui no Brasil está previsto para o dia 5 de novembro.

Em Assembleia realizada no dia 13 de agosto, durante o Festival de Cinema de Gramado, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema – ABRACCINE elegeu sua nova diretoria para o biênio 2015/2017.

A nova composição da diretoria da entidade ficou assim definida:

Presidente – Paulo Henrique Silva (MG)
Vice-presidente – Orlando Margarido (SP)
Secretária-geral – Luiza Lusvarghi (SP)
Secretário – André Dib (PE)
Primeiro Tesoureiro – Aílton Monteiro (CE)
Segunda Tesoureira – Camila Vieira (CE)

Conselho Fiscal:

Titulares – Luiz Zanin (SP), Enéas de Souza (RS) e Renato Félix (PB)
Suplentes – Francisco Russo (RJ), Gabriel Carneiro (SP) e Felipe Moraes (DF)

Fundada em julho de 2011, a ABRACCINE tem hoje cerca de uma centena de associados em 15 Estados brasileiros. Sua missão é promover formas de pensamento crítico, reflexão e debate sobre o Cinema.

Carolina Markowicz, da dupla de direção Ignacio, da YourMama, participará do projeto Talent Lab do Festival Internacional de Toronto, que seleciona dez cineastas emergentes canadenses e dez internacionais, para participar de laboratórios de estudo dos processos de criação de seus futuros projetos. Esse ano os mentores que guiarão as discussões serão os cineastas Wim Wenders e Jim Stark. Outros nomes ainda serão confirmados. Nos anos anteriores, o projeto contou com nomes como Gus Van Sant, Mike Leigh, Darren Aronofsky, Miranda July, Juliette Binoche, Alfonso Cuaron, Michael Haneke e David Cronenberg. O Talent Lab acontece durante o Festival Internancional de Toronto, um dos principais do mundo, ao lado de Cannes, Berlim e Sundance.

O projeto desenvolvido por Carolina é o filme “Somos Todos Cadáveres Adiados”, que terá produção da YourMama. O filme foi escrito por ela e será dirigido por ela e Fernanda Salloum. A dupla já esteve no TIFF em 2014 com o curta-metragem “Edificio Tatuapé Mahal”, um dos curtas brasileiros mais premiados do ano, com mais de 50 exibições em festivais e diversos prêmios pelo mundo, entre eles seis vezes de melhor filme e melhor roteiro.