Foi anunciado o fim de “The Walking Dead”. Segundo o Deadline, a 11ª temporada será a última da série da AMC. No entanto, os fãs dos sobreviventes do apocalipse zumbi terão uma longa despedida. O último ano da produção terá 24 episódios, oito a mais do que é comum. Outro anúncio feito foi a criação de mais um spin-off, dessa vez uma série focada em Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride), que terá Angela Kang e Scott M. Gimple como showrunners e previsão de estreia para 2023.

O universo de “The Walking Dead” tem se expandido nos últimos anos. O primeiro spin-off foi “Fear The Walking Dead”, que estreia sua sexta temporada em 11 de outubro. Uma semana antes, vai ao ar o primeiro episodio de “The Walking Dead: World Beyond”. Outra produção que está ainda em desenvolvimento é “Tales of TheWalking Dead”, série no formato de antologia, além de uma trilogia de filmes focado em Rick Grimes (Andrew Lincoln), que está em fase de desenvolvimento de roteiro.

Devido à pandemia causada pela Covid-19, a 1oª temporada de “The Walking Dead” terá um episódio especial que vai ao ar em 4 de outubro e outros 10 episódios adicionais em 2021. Já a 11ª e última temporada terá episódios em 2021 e 2022.

O cineasta Doug Liman já definiu seu novo projeto, intitulado de “Lockdown”. De acordo com o Deadline, o longa está sendo descrito como um filme de assalto/comédia romântica ambientado durante o período do isolamento social na pandemia. Ainda segundo a publicação, Anne Hathaway está em negociações para protagonizar a produção .

Doug Liman é um nome consolidado de Hollywood quando o tema é ação. Dentre outros filmes, o diretor esteve à frente de “A Identidade Bourne” e “Sr. Sra. Smith”. Vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2013, Anne Hathaway também possui experiência em filmes de assalto. A atriz fez parte do elenco de “Oito Mulheres e um Segredo” e protagonizou “As Trapaceiras”, além de ter dado vida a super ladra, Mulher-Gato, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”.

Criador das séries “Peaky Blinders”, “Taboo” e “See”, Steven Knight assina o roteiro do filme. PJ Van Sandwijk e Alison Winter produzem o longa. Essa não é a primeira vez que a dupla trabalha com Liman. Van Sandwijk está produzindo o ambicioso projeto com Tom Cruise no espaço com o diretor. Já Winter trabalhou com Liman no ainda inédito “Chaos Walking”.

Além de Hathaway, outro nome que se especula estar envolvido no projeto é o de Cillian Murphy, entretanto o envolvimento do ator ainda está no campo do rumor. Contudo, o filme tem vários personagens chave, então novos nomes de elenco devem surgir em breve.

O filme terá um orçamento inferior a US$ 10 milhões e começará a ser rodado no final de setembro. “Lockdown” ainda não possui previsão de estreia.

Três meses depois de anunciar a nova fase de sua iniciativa de inclusão, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou as novas exigências de elegibilidade na categoria de Melhor Filme. A partir do Oscar 2025, que reconhecerão as obras de 2024, os candidatos devem cumprir pelo menos duas das quatro normas decididas pelo órgão. A medida serve apenas para a categoria de Melhor Filme.

Enquanto as exigências ainda não estão em efeito, a Academia decidiu que um formulário com normas de inclusão deverão ser enviados para o órgão para que filmes sejam considerados para as 94ª (filmes de 2021 depois de 28 fevereiro) e 95ª edições do Oscar (filmes do restante de 2021). Os filmes que serão considerados para a próxima edição do Oscar não serão afetados. O Oscar 2021 acontecerá em 25 de abril de 2021.

Conheça as normas de inclusão que estarão em efeito a partir do Oscar 2025 abaixo.

A. Representação em tela, temas ou narrativas

Para atingir a Norma A, o filme deve atender a UM dos seguintes critérios:

A1. Atores principais ou coadjuvantes importantes – Pelo menos um dos atores principais ou coadjuvantes significativos é de um grupo racial ou étnico sub-representado:

Asiática
Hispânico / latino
Negro / afro-americano
Indígena / Nativa americana / Nativa do Alasca
Oriente Médio / Norte da África
Havaiano nativo ou outro ilhéu do Pacífico
Outra raça ou etnia sub-representada

A2. Elenco de conjunto geral – Pelo menos 30% de todos os atores em papéis secundários e mais secundários são de pelo menos dois dos seguintes grupos sub-representados:

Mulheres
Grupo racial ou étnico
LGBTQ +
Pessoas com deficiências cognitivas ou físicas, ou surdas ou com deficiência auditiva

A3. Enredo principal/assunto – O enredo principal, tema ou narrativa do filme é centrado em um grupo sub-representado:

Mulheres
Grupo racial ou étnico
LGBTQ +
Pessoas com deficiências cognitivas ou físicas, ou surdas ou com deficiência auditiva

B. Liderança criativa e equipe do projeto

Para atingir a Norma B, o filme deve atender a UM dos critérios abaixo:

B1. Liderança criativa e chefes de departamento – Pelo menos duas das seguintes posições de liderança criativa e chefes de departamento – diretor de elenco, cineasta, compositor, figurinista, diretor, editor, cabeleireiro, maquiador, produtor, desenhista de produção, decorador de set, som, supervisor de efeitos visuais, escritor – são dos seguintes grupos sub-representados:

Mulheres
Grupo racial ou étnico
LGBTQ +
Pessoas com deficiências cognitivas ou físicas, ou surdas ou com deficiência auditiva

Pelo menos uma dessas posições deve pertencer ao seguinte grupo racial ou étnico sub-representado:

Asiática
Hispânico / latino
Negro / afro-americano
Indígena / Nativa americana / Nativa do Alasca
Oriente Médio / Norte da África
Havaiano nativo ou outro ilhéu do Pacífico
Outra raça ou etnia sub-representada

B2. Outras funções-chave –  Pelo menos seis outros cargos de equipe e técnicos (excluindo assistentes de produção) são de um grupo racial ou étnico sub-representado. Essas posições incluem, mas não estão limitadas a Primeiro AD, Gaffer, Supervisor de Script, etc.

B3. Composição geral da equipe – Pelo menos 30% da equipe do filme pertence aos seguintes grupos sub-representados:

Mulheres
Grupo racial ou étnico
LGBTQ +
Pessoas com deficiências cognitivas ou físicas, ou surdas ou com deficiência auditiva

C. Acesso à indústria e oportunidades

Para atingir a Norma C, o filme deve atender AMBOS os critérios abaixo:

C1. Aprendizagem remunerada e oportunidades de estágio – A distribuidora ou financiadora do filme pagou aprendizagens ou estágios que são dos seguintes grupos sub-representados e atendem aos critérios abaixo:

Mulheres
Grupo racial ou étnico
LGBTQ +
Pessoas com deficiências cognitivas ou físicas, ou surdas ou com deficiência auditiva

Os principais estúdios/distribuidores são obrigados a ter aprendizagens/estágios remunerados e contínuos, incluindo grupos sub-representados (também deve incluir grupos raciais ou étnicos) na maioria dos seguintes departamentos: produção/desenvolvimento, produção física, pós-produção, música, efeitos visuais, aquisições, negócios, distribuição, marketing e publicidade.

Os mini-grandes estúdios/distribuidores independentes devem ter um mínimo de dois aprendizes/estagiários dos grupos sub-representados acima (pelo menos um de um grupo racial ou étnico sub-representado) em pelo menos um dos seguintes departamentos: produção/desenvolvimento, produção física, pós-produção, música, VFX, aquisições, negócios, distribuição, marketing e publicidade.

C2. Oportunidades de treinamento e desenvolvimento de habilidades (equipe) – A empresa de produção, distribuição e/ou financiamento do filme oferece treinamento e/ou oportunidades de trabalho para o desenvolvimento de habilidades abaixo da linha para pessoas dos seguintes grupos sub-representados:

Mulheres
Grupo racial ou étnico
LGBTQ +
Pessoas com deficiências cognitivas ou físicas, ou surdas ou com deficiência auditiva

D. Desenvolvimento de audiência

Para atingir a Norma D, o filme deve atender aos critérios abaixo:

D1. Representação em marketing, publicidade e distribuição – O estúdio e/ou empresa cinematográfica tem vários executivos seniores internos dentre os seguintes grupos sub-representados (deve incluir indivíduos de grupos raciais ou étnicos sub-representados) em suas equipes de marketing, publicidade e/ou distribuição:

Mulheres
Asiática
Hispânico / latino
Negro / afro-americano
Indígena / Nativa americana / Nativa do Alasca
Oriente Médio / Norte da África
Havaiano nativo ou outro ilhéu do Pacífico
Outra raça ou etnia sub-representada
LGBTQ +
Pessoas com deficiências cognitivas ou físicas, ou surdas ou com deficiência auditiva

Logo depois do lançamento do primeiro trailer de “Duna”, o Deadline publicou uma notícia que pode indicar uma grande mudança para o filme de Denis Villeneuve. Segundo fontes do site, a Warner estaria interessada em mudar novamente a data de estreia de “Mulher-Maravilha 1984”, que atualmente está em outubro, e iria para novembro ou até dezembro. Isso faria com que “Duna”, que está programado para 18 de dezembro mundialmente, vá para 2021.

A Warner ainda não confirmou a informação, e o estúdio tem evitado colocar em seus trailers a data de estreia do filme, deixando “apenas nos cinemas” como mensagem final. A empresa está atualmente lidando com a exibição do blockbuster de Christopher Nolan, “Tenet”, que já está sendo exibido em mais de 40 mercados internacionais desde 26 de agosto, mas ainda tem muito tempo de vida, principalmente porque acaba de estrear nos Estados Unidos, e os principais circuitos do país ainda estão fechados.

A Warner teria interesse em aguardar a reabertura dos cinemas de Los Angeles e Nova York, que devem voltar à ativa até outubro, para dar à “Tenet” chance de arrecadar mais em bilheteria, e só então lançar “Mulher-Maravilha 1984”. No entanto, há outro problema. Com a mudança, o filme da heroína da DC estaria em direta competição com a heroína da Marvel, já que “Viúva Negra” tem atual data de estreia mundial marcada para 6 de novembro. Não só isso, o longa estaria muito próximo de “007 – Sem Tempo Para Morrer”, que estreia em 20 de novembro. “Soul”, a nova animação da Pixar, também tem estreia marcada para dezembro, e especula-se que a produção, assim como “Mulan”, também será lançado no Disney Plus. A Disney ainda não anunciou como ficará a situação da animação, que terá sua primeiro exibição no Festival de Cinema de Londres, em outubro.

Com muitos elementos a serem considerados, a Warner então espera para ver se a Disney irá adiar “Viúva Negra” novamente, ao mesmo tempo que busca uma nova data de estreia em 2021 para “Duna”, para que só então “Mulher-Maravilha 1984” possa tomar seu lugar. O risco para “Duna” também é enorme, visto que o calendário do próximo ano já está lotado de estreias e o filme de Villeneuve precisa de espaço se o estúdio quiser recuperar o investimento e ter algum tipo de lucro. É certo dizer que a nova adaptação do livro de Frank Herbert não tem maior apelo ao público geral do que os blockbusters convencionais, e assim a Warner tem de dar toda a chance possível para que “Duna” possa ser um sucesso.

A AMC anunciou oficialmente que a 11ª temporada de ‘The Walking Dead‘ será a última da série.

O ciclo final terá 24 episódios; 12 serão exibidos em 2021 e os 12 episódios finais irão ao ar apenas em 2022.

“Dez anos já se passaram e ainda teremos mais histórias para contar além disso,” afirmou Scott Gimple em uma declaração. “Essa série tem sido sobre os vivos, sobre um elenco e uma equipe unidos para trazer a visão de Robert Kirkman à vida – e nós tivemos o apoio dos melhores fãs do mundo. Temos muitas histórias empolgantes para contar em ‘The Walking Dead’ ainda. Esse será o começo do fim; será o grande desfecho que trará novos começos.”

Apesar da conclusão da série, a emissora já está desenvolvendo um spin-off focado na Carol e no Daryl.

O último episódio da 10ª temporada será lançado no dia 4 de outubro.

Aproveite para assistir:

Vale lembrar que o novo episódio será o primeiro de um especial intitulado ‘A Guerra dos Sussurradores: O Confronto Final‘, que se estenderá por mais 6 episódios.

Os outros episódios serão lançados apenas em 2021. E, por causa da nova configuração da 10ª temporada e o contexto atual da pandemia de coronavírus, é possível que a 11ª temporada não estreia em outubro de 2021.

Confira o trailer:

Intitulado A Certain Doom, o novo episódio foi dirigido por Greg Nicotero.

O público ficou ansioso quando “A Torre” foi ao ar em 5 de abril, e terminou em um grande momento em que os sobreviventes foram presos por uma horda de caminhantes esmagadora desencadeada por Beta (Ryan Hurst) e os Sussurradores.

“É um dos meus episódios favoritos da temporada”, disse Nicotero ao FANDOM . “O que há de bom no nosso programa, é o que Angela [Kang, showrunner] fez tão bem: manteve o momento da história avançando. Vai começar onde nós deixamos todo mundo pela última vez era que Beta e a horda estavam cercando a torre e o final continua exatamente de onde paramos”.

“Há muitas histórias de personagens abordadas – você obtém pequenas informações aqui, aqui, aqui e deseja encerrar esse capítulo e iniciar o próximo capítulo no final. Abordamos muitas coisas com Daryl, muitas coisas com Negan, muita coisa com a Beta, e muita coisa com Carol”, disse Nicotero, acrescentando que o retorno de Maggie vai acontecer na 11ª temporada.

“Nos últimos dois minutos do final do episódio, as mandíbulas das pessoas vão cair”, concluiu.

Não deixe de assistir:

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