Meryl Streep. O que dizer dessa já lendária estrela, que não tenha sido dito. O que podemos dizer é que ela hoje completa 69 anos muito bem vividos. O currículo todo mundo conhece, são 82 créditos como atriz, entre filmes, séries, minisséries e filmes feitos para a TV; e, só no Oscar, 21 indicações, com 3 vitórias, o que faz dela a artista mais vezes lembrada pela Academia na história da sétima arte.

Para homenagear a imortal veterana, selecionamos os 10 melhores filmes de seu celebradíssimo repertório. E para a tarefa ingrata, já que são muitas as produções acima da média, resolvemos nos basear em você, isso mesmo, o grande público. Pedindo ajuda ao maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB, fizemos um apanhado com os dez filmes mais bem avaliados por você, parte do grande público usuário. Conheça abaixo e viva Meryl!

Escrito, dirigido e protagonizado por Albert Brooks, o filme, de 1991, apresenta um inovador tratamento para o além. Aqui, após morrer, somos transportados para um local aonde precisaremos defender nossa vida, a fim de descobrir se estamos aptos a ir para o céu, perpassando toda a burocracia até o julgamento. A comédia com toques de fantasia e romance, mostra o amor florescendo do lugar mais inusitado: a morte. Streep co-protagoniza como Julia, uma mulher na mesma situação do personagem principal de Brooks.

Pulando para um filme mais recente no acervo, este drama clérigo, de 2008, é baseado na peça de teatro do próprio John Patrick Shanley, que a adapta para o cinema e dirige. Levada numa pegada de palco, Dúvida é um filme de atores, não por menos descolou quatro indicações ao Oscar de seu quarteto principal (Streep, Philip Seymour Hoffman, Amy Adams e Viola Davis) e também pelo roteiro adaptado. Na história, num conservador colégio católico, um padre/professor é acusado de molestar um menino, ao que a Madre Superiora (Streep) começa a agir de forma implacável a fim de descobrir a verdade.

Quando o artista é bom, gosta de cercar-se de talento. Com Streep não é diferente e, em 1995, aceitou protagonizar neste drama romântico dirigido e estrelado por outro ícone de Hollywood: Clint Eastwood. E o resultado vocês já podem imaginar, uma nova indicação ao Oscar para a atriz. Baseado no livro de Robert James Waller, o longa narra as aventuras extraconjugais de uma descendente de italianos, papel de Streep, ao se ver sozinha em casa após a viagem da família, quando conhece o fotógrafo conquistador Robert Kincaid (Eastwood). Mais do que o muito necessário caso tórrido, os dois se apaixonam, ameaçando mudar a estrutura de suas vidas.

Ao contrário dos demais filmes nesta lista até o momento, As Horas, de 2002, é uma obra de pedaços, no qual Streep divide o tempo de projeção com duas outras grandes intérpretes, em segmentos intercalados. Aqui, apesar de seu apoio sempre colossal, a atriz foi a única a não ser lembrada para uma indicação ao Oscar. Julianne Moore saiu com sua nomeação e Nicole Kidman fez mais, saindo com a vitória. Além delas, Ed Harris foi lembrado e o diretor Stephen Daldry também – além do próprio filme. As Horas, como dito, mescla as histórias de três gerações de mulheres, todas ligadas pelo suicídio em suas vidas.

Meryl Streep é uma artista que pode fazer de tudo, transitando com facilidade extrema entre gêneros. No entanto, é no drama que atores de seu porte realmente podem deixar fluir toda a sua abrangência. Assim, neste dramalhão de 1982, baseado no livro de William Styron, dirigido por Alan J. Pakula, Streep incorporava seu grande alcance performático e saía da experiência com a primeira vitória como atriz principal no Oscar – ela já havia levado a estatueta como coadjuvante por Kramer vs. Kramer (1979). A Escolha de Sofia narra as consequências do Holocausto, mesmo para os que conseguiram escapar com vida deste negro período da humanidade.

Outro sinal de uma grande atriz é medido nos bastidores, ao aceitar projetos únicos, subversivos e estranhos. A entrega de um ator não diz respeito apenas ao que vemos nas telas, mas sim em suas apostas arriscadas ao ler roteiros. Streep desde cedo exibiu tal coragem, fato recorrente ao longo de sua carreira, como é o caso com esta produção de 2002. Baseado no livro de Susan Orlean, papel da atriz na obra, o filme tem roteiro de Charlie Kaufman e direção de Spike Jonze – não dá para ficar mais alternativo do que isso. Embora o show seja de Nicolas Cage – sim, você leu certo – Streep marca presença e sai com uma nova indicação da experiência. Em Adaptação, a metalinguagem impera quando Charlie Kauffman (Cage), o roteirista do filme na vida real, pena para adaptar o livro da autora (Streep) para o cinema.

Por falar neste drama atemporal, ele ocupa a quarta posição da lista. O cinema é e sempre foi reflexo de seu tempo. Vemos histórias contemporâneas sendo refletidas da vida real nas telas, sempre moldadas pela sociedade. Este filme de Robert Benton, baseado no livro de Avery Corman, expunha a epopeia dramática de um divórcio e sua batalha judicial pela guarda de um filho. Pode parecer muito corriqueiro nos dias de hoje, mas em 1979, a prática ainda caminhava em passos lentos. No filme, Streep e Dustin Hoffman vivem os ex-cônjuges brigando para ficar com o filho. Kramer vs. Kramer, que um dia foi um filme à frente de seu tempo, foi indicado para 9 Oscar e saiu com 5 debaixo do braço, incluindo atriz coadjuvante para Streep, ator para Hoffman e melhor filme.

Em vias de lançar sua nova animação em stop-motion, Ilha dos Cachorros, o peculiar cineasta Wes Anderson já havia demonstrado talento na área em 2009, quando lançou este longa. Baseado no livro de Roald Dahl, o mesmo autor de A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Fantástico Sr. Raposo embora seja uma filme aparentemente infantil, se banha em elementos adultos, costumeiros nos trabalhos do cineasta. Na verdade, existem tantas analogias implícitas na obra, que um aprofundamento maior só mostra a inadequação ao público jovem. Aqui, Streep dubla a Sra. Fox, esposa do protagonista com a voz de George Clooney. O filme recebeu indicações ao Oscar de melhor animação e melhor trilha sonora original.

Ironicamente, veio de uma experiência traumática para Meryl Streep o segundo filme favorito na opinião do grande público. Trata-se de Manhattan, de 1979, obra-prima de Woody Allen seguindo sua pegada mais séria e dramática, carregando ainda mais nas tintas existencialistas, já apresentadas em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977). Ao terminar as filmagens do longa, a atriz revelou que nunca mais trabalharia com o cineasta e assim o fez. No entanto, o filme permeia como um dos trabalhos mais proeminentes do diretor e da estrela no gosto dos fãs. Uma obra melancólica e atemporal. No filme, Streep interpreta a ex-mulher do protagonista de Allen, que após a separação descobre-se lésbica.

Que rufem os tambores. Não é para menos o primeiro lugar seja da obra-prima de Michael Cimino, um relato dilacerador dos horrores da guerra do Vietnã e suas consequências psicológicas irreparáveis. No meio de Robert De Niro, Christopher Walken (ambos indicados ao Oscar, com Walken vencedor) e jogos de roleta russa, surge a suntuosa performance de uma Meryl Streep em início de carreira, em 1978 ainda em seu segundo trabalho para o cinema. Veio daí também sua primeira indicação na Academia.

Holocausto

Uma das produções mais bem avaliadas da carreira de Meryl Streep não é um filme, mas sim uma minissérie de TV, dividida em 4 episódios. Holocausto, como o título já avisa, descortina a catástrofe promovida pelos Nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, focando no drama de uma família. Antes de personificar a sobrevivente de A Escolha de Sofia, a atriz já se deparava com o tema. A obra serviu para, desde cedo, mostrar ao mundo o talento desta, então, iniciante. Holocausto foi o quarto trabalho de Streep como atriz e o de maior relevância até então.

Angels in America

Voltando a trabalhar numa minissérie, desta vez em 7 episódios, num total de quase 6 horas de duração, a atriz divide a cena com outros pesos pesados, vide Al Pacino e Emma Thompson, comandados pelo grande Mike Nichols. Dá para entender um pouco porque dentre todos os inúmeros trabalhos de Meryl Streep, este seja um dos mais cultuados. Adaptado pelo autor Tony Kushner, a história adentra a epidemia de AIDS na década de 1980, intercalando personagens e subtramas.

O Diabo Veste Prada

Não achou que iríamos terminar a lista sem uma passadinha por este mundo da moda, comandado pelo olhar severo de Miranda Priestley, não é? A verdade é que mesmo se quiséssemos, a ferrenha editora não deixaria e seria capaz de vir ao Brasil puxar nossas orelhas. Sendo assim, temendo por nossas vidas, aqui está uma das encarnações mais famosas de Streep no cinema, que não por menos rendeu para a atriz uma indicação ao Oscar, a esta altura não é novidade. Além disso, O Diabo Veste Prada, de 2006, serviu para impulsionar a carreira de Anne Hathaway e apresentar ao mundo a talentosa Emily Blunt.



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Seguindo uma estratégia diferente do Spotify, as contas da Netflix podem ser compartilhadas por qualquer pessoa, prática essa que tem a aprovação do próprio CEO da empresa, Reed Hastings. É por isso que ficou tão conhecido o termo “parasitas”, que são as pessoas que usufruem do serviço sem pagá-lo.

De acordo com uma pesquisa do Exstreamist, 44% das pessoas que usam a conta da Netflix de outras pessoas alegam que os donos não sabem de sua existência. Dentre os entrevistados, 22% usam a conta dos pais, 20% acessam pela conta de amigos e 17% do namorado(a).

Além disso, 22% não tem certeza se o dono sabe de seu uso.

E vocês? São os parasitas ou os donos da conta?

 



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Tendo aparecido em uma breve cena pós-créditos em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, Nick Fury estava ausente do Universo da Marvel desde ‘Vingadores: Era de Ultron‘. O próprio Samuel L. Jackson estranhou o distanciamento do personagem, e o fato de não ter aparecido em ‘Pantera Negra‘, e durante uma entrevista com o Entertainment Tonight esclareceu a situação:

“Foi tipo ‘Ehh, não. Estamos bem’. Nick Fury e o Pantera Negra vão se encontrar em algum momento. Mas não aqui. Eu fico imaginando, ele deveria estar lá. Ele deveria estar em algum lugar – talvez naquele cassino na Coreia quando toda a ação começou.”

Fury retornará no filme ‘Capitã Marvel‘, que irá se passar nos anos 90. Jackson declara que seu personagem está ciente dos acontecimentos: “Não é possível que ele não saiba sobre Wakanda, e o que é vibranium, porque ele é o Nick Fury!” 

Fiquem ligados no CinePOP para novidades em breve!

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019.



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Os fãs de quadrinhos que não se importam com séries baseadas nas obras com uma pegada adolescente, precisam tirar um momento para conferir a mais nova produção com o selo Marvel. Ganhando uma casa no canal Freeform, onde reside The Fosters, The Bold Type, Siren, entre outros, Cloak Dagger (Manto e Adaga) veio para deixar os admiradores dos heróis felizes.

Baseada nos personagens criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982, a produção de Joe Pokaski (Heroes) fez dois primeiros episódios muito bons, com um roteiro instigante, coeso e que apresenta bem aqueles que farão parte da dramaturgia durante a primeira temporada. A história que segue apresenta dois adolescentes, com vidas e históricos muito diferentes, se reencontrando e descobrindo que possuem poderes interligados.

Olivia Holt (Não Fui Eu) é quem dá vida a Tandy Bowen, que futuramente ficará conhecida como Adaga, enquanto Aubrey Joseph (The Night Of) é Tyrone Johnson, ou o futuro Manto. Os dois jovens atores apresentam uma boa interpretação à princípio, convencendo o espectador dos personagens que interpretam. É interessante que, mesmo com dois capítulos somente, já é possível perceber os dilemas que ambos enfrentam, comuns às pessoas da idade dos mesmos, adolescentes, e também a construção positiva das camadas que possuem. É importante ressaltar o quanto a dinâmica é bem colocada, fazendo a todo momento um contraponto entre as vidas de ambos.

É preciso dar crédito para Carl Lundstedt (Grey’s Anatomy) que interpreta Liam Walsh, atual interesse amoroso da personagem de Holt. De todos os secundários é o que mais demonstra ligação com a narrativa e faz um excelente trabalho com o tempo de tela que possui. Seguido dele vem Adina Johnson (Gloria Reuben), mãe de Tyrone, que além de ter protagonizado momentos importantes com o jovem, já mostra que reserva algum mistério a ser descoberto nos próximos episódios.

A direção faz um bom trabalho e mescla-se de forma positiva com o roteiro que a narrativa possui. Alguns ângulos, inclusive, mostram um ‘x’ – não sei se foi intencional ou não, porém, fica aí uma excelente referência aos X-Men. Por mais que nos quadrinhos os dois não sejam mutantes, eles já trabalharam com os mesmos, assim como alguns dos atuais Vingadorescomo a própria Viúva Negra. Em outros quesitos técnicos como arte, a produção realiza um trabalho à altura e possui uma trilha sonora, da qual já estou querendo a playlist pronta para ouvir sem parar. Sério! Preparem-se para ficar encantados.

No geral, a série de Pokaski fez um excelente começo e demonstra maturidade dentro de uma trama formatada para um público mais jovem. Os dois capítulos conseguem dialogar com a realidade atual, inclusive, apresentam certos temas como preconceito racial logo no piloto e aspectos da sociedade norte-americana. É válido destacar novamente que é impossível não ficar curioso e instigado por aquilo que está sendo transmitido na TV, você vai querer saber mais sobre aquele universo, sobre os protagonistas, os outros personagens que o compõe e o que se sucederá dali para frente.

Cloak Dagger merece e muito o seu tempo. Agora resta aguardar para ver se a qualidade se manterá até o fim desta jornada da primeira temporada.



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O artista Phil Saunders atualizou seu portfólio, e mostrou artes conceituais de alguns dos trabalhos que fez para a Marvel. Dentre eles, destaca-se as artes de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, que revelam uma versão gigante do vilão.

Especula-se que a Marvel cancelou a cena devido ao seu alto custo.

Confira:

O Ultron Gigante se construiu através de milhares de Ultrons menores. A ideia foi considerada no primeiros estágios de desenvolvimento, mas logo foi cortado do projeto.

Recentemente, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ ultrapassou a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação mundial, tornando-se a quarta maior bilheteria da história do cinema.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.



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