Deadpool 2 ganhou um novo comercial de TV, e quem rouba a cena é Peter.

Assista:

De acordo com estimativas do Deadline, Deadpool 2 deve arrecadar cerca de US$ 150 milhões na estreia nos Estados Unidos. Caso se confirme, a sequência arrecadará mais do que o primeiro (US$ 132 milhões) e também marcará um novo recorde para Fox de lançamento nos EUA.

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.

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Vingadores: Guerra Infinita‘ estreou quebrando o recorde de MAIOR ABERTURA MUNDIAL DA HISTÓRIA, com US$ 641 milhões arrecadados em apenas 4 dias.

Segundo o ComicBook, o filme da Marvel ultrapassará a bilheteria TOTAL de ‘Liga da Justiça‘ ainda hoje.

O filme da DC deixou os cinemas após quatro meses com apenas US$ 657 milhões arrecadados mundialmente, valor que ‘Guerra Infinita‘ conquistou em APENAS CINCO DIAS.

Vingadores: Guerra Infinita‘ soma US$ 258 milhões nos EUA e US$ 383 milhões no resto do mundo.

No Brasil,  o filme arrecadou R$ 65 milhões de quinta a domingo, tornando-se a maior abertura e o melhor fim de semana históricos do país. O recorde anterior pertencia a Liga da Justiça, que arrecadou R$ 46 milhões em sua estreia no país.

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A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de13 Reasons Why. Junto com o vídeo veio também a data de estreia: 18 de maio. Assista:

Enquanto isso, os fãs de ‘13 Reasons Why’ podem esperar novos flashbacks da Hannah na segunda temporada. A informação foi confirmada pelo astro Dylan Minnette, o intérprete de Clay.

Durante uma entrevista à revista Seventeen, ele pontuou a importância de trazer novos detalhes sobre a personagem, considerando que apenas uma parte de sua história foi divulgada na primeira temporada.

Segundo ele:

“Seria estranho encerrar a história da Hannah na primeira temporada. Afinal de contas, nós só conhecemos algumas partes de sua vida. Ela teve muitas experiências e ainda há muito que podemos aprender sobre sua trajetória. Além disso, saber mais sobre ela é de extrema importância para toda a narrativa”.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar Tom McCarthy (‘Spotlight – Segredos Revelados’).

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A Agência Nacional do Cinema – ANCINE e o BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul anunciaram a abertura de inscrições para o edital de comercialização de longas-metragens com destinação inicial para salas de exibição do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA. Com novas regras, a Chamada Pública BRDE/FSA – Comercialização em Cinema 2018  funciona em regime de fluxo contínuo e disponibiliza um total de R$ 28 milhões, provenientes do saldo da Chamada Pública PRODECINE 03/2016, que foi encerrada no último dia 17.

O novo edital é estruturado em três modalidades de investimento, de acordo com o tamanho do lançamento do longa-metragem de ficção, documentário ou animação nas salas de cinema. A modalidade A, na qual a proponente deve ser uma empresa distribuidora, oferece investimentos de até 50% do valor total do orçamento de comercialização, com lançamento comercial com contrapartida financeira do distribuidor. Pretende-se assim estimular as distribuidoras que almejarem lançamentos mais ambiciosos a aportar recursos próprios nos projetos de comercialização, compartilhando riscos com o FSA.

Já nas modalidades B e C, as proponentes devem ser empresas produtoras. Na modalidade B são investidos até R$ 200 mil para lançamentos em, no mínimo, 10 salas de cinema, ou 120 sessões simultâneas em ao menos uma semana. E na modalidade C, o limite de investimento é de R$ 100 mil para lançamentos em, no mínimo, 10 salas, ou 140 sessões não simultâneas ao longo de todo o período de exibição. A possibilidade de contabilizar sessões, em vez de salas, é outra novidade do edital, refletindo a prática, crescente entre os exibidores, de escalar diferentes filmes em uma mesma sala.

As regras da Chamada Pública preveem a destinação de 30% dos recursos disponíveis em cada modalidade para projetos de produtoras das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 10% para produtoras da Região Sul ou dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

As inscrições devem ser feitas no sistema FSA/BRDE por meio de preenchimento de formulário específico e apresentação dos documentos previstos no ANEXO I do edital. O prazo fica aberto até o fim da disponibilidade dos recursos.

Clique aqui para acessar a íntegra do edital e seus anexos.

Por Maria do Rosário Caetano, de Riviera Maia (México)

 

O filme chileno “Uma Mulher Fantástica”, protagonizado pela atriz e cantora lírica transexual, Daniela Vega, deu ao cineasta Sebastián Lélio, num prazo de cinco anos, a condição de duas vezes vencedor dos Prêmios Platino. Em 2014, ele venceu, no Panamá, a primeira edição dos prêmios dedicados aos melhores do cinema ibero-americano, com o feminino “Glória”.

“Uma Mulher Fantástica”, que em março último conquistou o Oscar de melhor produção estrangeira, ganhou ainda os troféus de melhor direção, atriz (Daniela Vega), roteiro (de Sebastián Lélio e Gonzalo Maza) e montagem (Soledad Salfate). O presidente da Academia de Cinema de Hollywood, John Bailey, assistiu à premiação, realizada no México, num belo complexo turístico situado na Riviera Maya. A Academia que atribui o Asian Pacific Screen Awards também marcou presença. Os ibero-americanos responsáveis pelo Platino querem porque querem encontrar novos parceiros para nossas produções audiovisuais.

O segundo filme mais premiado da caliente noche na Riviera Maya foi “Zama”, que conquistou três láureas técnicas: melhor fotografia para o português Rui Poças, som (Guido Berenblum) e direção de arte, para a pernambucana Renata Pinheiro. Também cineasta, Renata (“Amor, Plástico e Barulho”, “Açúcar”) iniciou seu discurso em espanhol, mas fez questão de conclui-lo em português, para lembrar que no mundo ibero-americano são falados outros idiomas e, de punho erguido e com emoção, bradar “Lula Livre”.

Mas o espaço da língua portuguesa na festa seria mínimo e a noite estava propícia à hegemonia chilena. O ator Alfredo Castro, de papéis memoráveis em filmes de Pablo Larraín, derrotou com um trabalho menor (em “Los Perros”) dois franco-favoritos, o cubano Jorge Martínez, que interpreta um homossexual aidético em “Últimos Dias em Havana”, do mestre Fernando Pérez, e o mexicano Daniel Giménez Cacho, o “Zama” de Lucrécia Martel.

Os prêmios principais foram mesmo para o Chile, mas a Espanha — onde estão sediadas a Egeda e Fipca, instituições audiovisuais promotoras dos Prêmios Platino — não fez feio. Ganhou o prêmio ópera prima (melhor filme de diretor estreante), com o encantador “Verão de 93”, de Carla Simón, o Educacão em Valores, de recorte humanista, com “Handia”, de Aitor Arregi e Jon Gaaño, a melhor série de TV, com “El Ministērio del Tiempo”, e o troféu de melhor atriz de série (Blanca Suárez, por “A Telefonista”). A Espanha conquistou, ainda, o Platino de melhor documentário com “Muitos Filhos, um Macaco e um Castelo”, de Gustavo Salmerón. Este filme tinha no chileno “O Pacto de Adriana”, de Lisette Orozco, vencedor da Mostra Internacional de São Paulo, um forte concorrente. Mas ninguém há de negar qualidades e originalidade ao documentário vencedor, que consumiu conturbados, mas divertidos, 14 anos de vida da família Salmerón. Na categoria animação, na qual o Brasil tinha dois representantes (“História Atrás da História”, do campineiro Wilson Lazaretti, e “Lino, uma Aventura de Sete Vidas”, do paulistano Rafael Ribas), também deu Espanha na cabeça (com “As Aventuras de Tadeo 2”, lançado em 40 países, inclusive no Brasil).

A Argentina, que vinha brilhando em todas as edições do Platino, teve desempenho modesto. O épico existencial de Lucrécia Martel só ganhou prêmios técnicos. “A Cordilheira”, um ‘Darin movie’ (o ator é secundado por astros latino-americanos) só emplacou a melhor trilha sonora (de Alberto Iglesias). O ator Júlio Chávez (pela série “El Maestro”) derrotou o brasileiro Júlio Andrade (de “Um Contra Todos”, de Breno Silveira).

O Platino de Honor, pelo conjunto da obra, foi entregue à atriz mexicana Adriana Barraza, de “Amores Perros” e “Babel”, ambos dirigidos por Alejandro Gonzalez Iñarritu. Ela foi aplaudida de pé pelo imenso público que lotava o anfiteatro do complexo cultural Gran Tlachco Xcaret e pronunciou discurso emocionado. Lembrou que, além de atriz de cinema, teatro e TV, recebia o Platino por sua “função de mestra de novas gerações de atores”. E, “sendo professora, não poderia deixar de lembrar os três estudantes de cinema”, que confundidos com traficantes de gangue rival, foram assasinados e tiveram seus corpos incineradas, em Guadalajara, há poucas semanas. Barraza pediu que seu “amado país, o México”, não permita a repetição de casos tão trágicos quanto o dos 43 normalistas, ocorridos poucos anos atrás, e agora a morte dos estudantes de cinema. “Estudantes que, em breve, poderiam estar concorrendo, com seus filmes, aos Prêmios Platino”.

A presença do Brasil e de Portugal foi realmente muito pequena na festa, que a Riviera Maya mexicana organizou com requinte, alegria e algum exotismo. A banda Maná foi a principal das atrações musicais e fez a plateia cantar com entusiasmo seus maiores sucessos. Portugal marcou presença com o ator Joaquim de Almeida, que entregou prêmio, e com Rui Poças, o melhor fotógrafo (como ele está trabalhando, fez-se representar pela produtora brasileira Vânia Catani). O Brasil foi lembrado com imagens de poucos de nossos filmes que chegaram à condição de finalistas, com uma série de fotos de Sebastião Salgado, que introduziu a categoria “melhor documentário”, e com a presença de Renata Pinheiro no palco para receber o seu Platino.

Na festa de confraternização que se seguiu à cerimônia de premiação, o presidente em exercício da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Peregrino, mostrou otimismo para as futuras edições do Platino. “O caminho” — apontou — “são as coproduções com países ibérico-americanos”. Afinal, arrematou, “onde acertamos? Na parceria com a Argentina na produção de Zama”.

Steve Solot, que foi representante da Motion Pictures no Brasil, e hoje dirige a Latin American Trade Center e a Rio Film Comission, lamentou a pequena participação de nossos filmes e séries na competição. Nos bastidores, duas ausências brasileiras se fizeram notar: a da ficção “Gabriel e a Montanha”, de Felippe Barbosa, e o documentário “No Intenso Agora”, ambos com forte apelo internacional. Solot lamentou, também, a ausência de músicos brasileiros entre as atrações sonoras da noite festiva. Ele soube que houve entendimentos para trazer Anitta à festa dos Platinos. Mas a operação não se materializou. No palco, Renata Pinheiro lembrou que, em todos os dias de sua estada na Riviera Maya, ouviu música brasileira nos ambientes que frequentou. E concluiu que, com algum esforço, hispano-hablantes e luso-falantes se entendem muito bem.

O cinema ibero-americano abrirá em breve o Festival de Cannes com filme (“Todos lo Saben”) protagonizado por três dos maiores astros de fala castelhana (Javier Bardem, Penelope Cruz e Ricardo Darín). Rodado na Espanha e falado em espanhol e inglês, o filme é uma produção espanhola, em parceria com França e Itália. E tem direção do iraniano Asghar Farhadi. O Brasil, país de dimensões continentais, segue isolado até de seus vizinhos mais próximos e de fala castelhana. Conseguirá, algum dia, sair de seu isolamento e aprofundar, para valer, suas relações com o mundo ibérico? Eis a questão. Por enquanto, foram realizadas apenas cinco edições do Platino. O Brasil não se ofereceu para sediar nenhuma delas.