O sucesso inesperado de “Jumanji: Bem-vindo à Selva” fez o longa bater um novo recorde de bilheteria, tornando-se o 2º maior filme da Sony Pictures em termos de arrecadação em todos os tempos, tanto no mercado interno como mundialmente.

Nos EUA, o filme chegou a marca de US$ 377,6 milhões, superando “Homem-Aranha 2“, que arrecadou US$ 373,5 milhões em 2004. Mundialmente, o filme chegou aos US$ 904,6 milhões, deixando para trás outro filme do amigão da vizinhança: “Homem-Aranha 3“, que totalizou US$ 890,8 milhões em 2007.

No mercado doméstico (América do Norte) o filme está atrás apenas do 1º “Homem-Aranha“, que conseguiu US$ 403,7 milhões em 2002. Fora dos Estados Unidos, somente uma produção da Sony ainda se encontra à frente de “Jumanji: Bem-vindo à Selva”: “007 – Operação Skyfall“, que arrecadou US$ 1,108 bilhão em 2012.

No novo “Jumanji”, quatro jovens em detenção na escola encontram um antigo videogame. Ao decidirem jogar, são transportados para o jogo, assumindo a aparência dos avatares que selecionaram.

A obra é dirigida por Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e conta com Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”), Kevin Hart (“As Aventuras do Capitão Cueca“), Jack Black (“O Rei da Polca“) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia Vol. 2“) no elenco.

“Jumanji: Bem-Vindo à Selva” estreou dia 4 de janeiro de 2018 nos cinemas brasileiros e ainda está em cartaz.

A cerimônia do BAFTA Awards 2018, a maior premiação do cinema britânico, foi marcada por protestos contra os diversos casos de assédio e abuso sexual que tomaram conta de Hollywood, tal qual ocorreu durante a premiação do Globo de Ouro, no início do ano.

Momentos antes do início da cerimônia de entrega dos prêmios, um grupo de 190 atrizes do Reino Unido divulgou uma carta aberta, publicada em 1ª mão pelo jornal britânico The Observer, aderindo ao movimento Time’s Up, que luta contra os abusos sexuais e pelo fim da discrepância salarial entre homens e mulheres na indústria cinematográfica. Dentre as atrizes, estão Emma Watson (“A Bela e a Fera”), Keira Knightley (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Jodie Whittaker (da série “Doctor Who”), Carey Mulligan (“Mudbound”), Kate Winslet (“Roda Gigante”), Claire Foy (da série “The Crown”) e muitas outras. Veja abaixo alguns trechos da carta:

“Este movimento é maior que uma mudança apenas na nossa indústria. Este movimento é interseccional, com conversas à respeito de raça, classe, comunidade, habilidade e ambiente de trabalho, que falam sobre o desequilíbrio do poder. Aqui no Reino Unido, este movimento está em uma conjuntura crítica. A desigualdade salarial de gêneros para mulheres na faixa dos 20 anos é agora cinco vezes maior do que era seis anos atrás. Pesquisas no Reino Unido revelaram que mais da metade de todas as mulheres disseram  já ter sofrido assédio sexual no trabalho. Embora saibamos que as mulheres são afetadas desproporcionalmente por esse abuso, nós também sabemos que há homens em nossa indústria e em outras que também foram alvo de assédio e abuso como parte desse sistema patriarcal de poder. E eles também foram silenciados. Então, qual é o papel da nossa indústria em promover a visão de uma sociedade igualitária? Nós acreditamos que ele é imenso. Acreditamos que precisamos usar nosso poder como comunicadores e conectores para alterar o modo como a sociedade nos enxerga e nos trata. […] Não há dúvidas de que o Time’s Up deve ser e será um movimento global. Um movimento que é definido e liderado por aqueles afetados pelo problema, e não por aqueles que estão no poder. […] A verdade é que somos todos trabalhadores, e quer estejamos no centro das atenções ou nas sombras, nossas vozes têm importância. Com o nosso poder coletivo, podemos galvanizar os outros. Em um passado muito próximo, nós vivemos em um mundo onde o assédio sexual era uma piada desconfortável; uma parte inevitável e embaraçosa de ser uma garota ou uma mulher. Era certamente algo que não era para ser discutido, muito menos endereçado. Em 2018, parece que nós acordamos em um mundo maduro para a mudança. Se nós realmente abraçarmos este momento, uma linha definitiva será traçada.”

A atriz Emma Watson, conforme também noticiado pelo The Observer, doou £ 1 milhão, valor equivalente a aproximadamente R$ 4,5 milhões, para o UK Justice and Equality Fund (em tradução livre, Fundo para Justiça e Igualdade do Reino Unido), fundo destinado a apoiar vítimas de assédio e de abuso sexual, providenciando uma rede de especialistas em aconselhamento, suporte e advocacia por todo o Reino Unido. Seguindo o exemplo de Watson, outros astros como o ator Tom Hiddleston (“Thor: Ragnarok“) também realizaram doações consideravelmente generosas para a causa. A esperança é de que o fundo possibilite que todas as vítimas tenham acesso ao melhor apoio profissional possível na árdua missão de buscar justiça.

Para completar a manifestação, durante a cerimônia do BAFTA Awards 2018, as atrizes repetiram o gesto recorrente em premiações da indústria cinematográfica de se vestirem de preto em sinal de protesto.

Você pode ver a lista completa de vencedores do BAFTA Awards 2018 aqui.

A cerimônia do BAFTA Awards 2018, a maior premiação do cinema britânico, foi marcada por protestos contra os diversos casos de assédio e abuso sexual que tomaram conta de Hollywood, tal qual ocorreu durante a premiação do Globo de Ouro, no início do ano.

Momentos antes do início da cerimônia de entrega dos prêmios, um grupo de 190 atrizes do Reino Unido divulgou uma carta aberta, publicada em 1ª mão pelo jornal britânico The Observer, aderindo ao movimento Time’s Up, que luta contra os abusos sexuais e pelo fim da discrepância salarial entre homens e mulheres na indústria cinematográfica. Dentre as atrizes, estão Emma Watson (“A Bela e a Fera”), Keira Knightley (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Jodie Whittaker (da série “Doctor Who”), Carey Mulligan (“Mudbound”), Kate Winslet (“Roda Gigante”), Claire Foy (da série “The Crown”) e muitas outras. Veja abaixo alguns trechos da carta:

“Este movimento é maior que uma mudança apenas na nossa indústria. Este movimento é interseccional, com conversas à respeito de raça, classe, comunidade, habilidade e ambiente de trabalho, que falam sobre o desequilíbrio do poder. Aqui no Reino Unido, este movimento está em uma conjuntura crítica. A desigualdade salarial de gêneros para mulheres na faixa dos 20 anos é agora cinco vezes maior do que era seis anos atrás. Pesquisas no Reino Unido revelaram que mais da metade de todas as mulheres disseram  já ter sofrido assédio sexual no trabalho. Embora saibamos que as mulheres são afetadas desproporcionalmente por esse abuso, nós também sabemos que há homens em nossa indústria e em outras que também foram alvo de assédio e abuso como parte desse sistema patriarcal de poder. E eles também foram silenciados. Então, qual é o papel da nossa indústria em promover a visão de uma sociedade igualitária? Nós acreditamos que ele é imenso. Acreditamos que precisamos usar nosso poder como comunicadores e conectores para alterar o modo como a sociedade nos enxerga e nos trata. […] Não há dúvidas de que o Time’s Up deve ser e será um movimento global. Um movimento que é definido e liderado por aqueles afetados pelo problema, e não por aqueles que estão no poder. […] A verdade é que somos todos trabalhadores, e quer estejamos no centro das atenções ou nas sombras, nossas vozes têm importância. Com o nosso poder coletivo, podemos galvanizar os outros. Em um passado muito próximo, nós vivemos em um mundo onde o assédio sexual era uma piada desconfortável; uma parte inevitável e embaraçosa de ser uma garota ou uma mulher. Era certamente algo que não era para ser discutido, muito menos endereçado. Em 2018, parece que nós acordamos em um mundo maduro para a mudança. Se nós realmente abraçarmos este momento, uma linha definitiva será traçada.”

A atriz Emma Watson, conforme também noticiado pelo The Observer, doou £ 1 milhão, valor equivalente a aproximadamente R$ 4,5 milhões, para o UK Justice and Equality Fund (em tradução livre, Fundo para Justiça e Igualdade do Reino Unido), fundo destinado a apoiar vítimas de assédio e de abuso sexual, providenciando uma rede de especialistas em aconselhamento, suporte e advocacia por todo o Reino Unido. Seguindo o exemplo de Watson, outros astros como o ator Tom Hiddleston (“Thor: Ragnarok“) também realizaram doações consideravelmente generosas para a causa. A esperança é de que o fundo possibilite que todas as vítimas tenham acesso ao melhor apoio profissional possível na árdua missão de buscar justiça.

Para completar a manifestação, durante a cerimônia do BAFTA Awards 2018, as atrizes repetiram o gesto recorrente em premiações da indústria cinematográfica de se vestirem de preto em sinal de protesto.

Você pode ver a lista completa de vencedores do BAFTA Awards 2018 aqui.

A sequência ‘Creed II’ ganhou um belo cartaz, desenvolvido pelo artista conceitual e fã, Bosslogic.

Confira:

 

Stallone assina o roteiro da sequência. Michael B. Jordan reprisa o papel de Adonis Creed, Tessa Thompson volta como Bianca e Dolph Lundgren será Ivan Drago. Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, volta apenas como produtor. Steven Caple Jr. (‘Class’) assume a direção.

Creed 2 tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018. Fique ligado no CinePOP para novidades.

A sequência ‘Creed II’ ganhou um belo cartaz, desenvolvido pelo artista conceitual e fã, Bosslogic.

Confira:

 

Stallone assina o roteiro da sequência. Michael B. Jordan reprisa o papel de Adonis Creed, Tessa Thompson volta como Bianca e Dolph Lundgren será Ivan Drago. Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, volta apenas como produtor. Steven Caple Jr. (‘Class’) assume a direção.

Creed 2 tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018. Fique ligado no CinePOP para novidades.