Os produtores de “Deuses Americanos” contrataram Jesse Alexander (da série “Agent X”) como o novo showrunner para a segunda temporada da série. As informações são do Deadline.

Alexander trabalhará em parceria com o criador e produtor executivo da série Neil Gaiman (da série “Stardust – O Mistério da Estrela”), substituindo os criadores Bryan Fuller (da série “Dead Like Me”) e Michael Green (da série “Partners”), que saíram abruptamente após o término da primeira temporada. Não foi apontada nenhuma razão específica, mas havia especulações de que a saída dos dois foi resultado de desentendimentos sobre a série. Alexander já havia trabalhado com Fuller nas séries “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”. Ele também participou de outros projetos de renome, como as séries “Heroes”“Alias” “Lost”.

“Deuses Americanos” é uma série dos gêneros drama e fantasia, baseada no romance homônimo de 2001, escrito Neil Gaiman. O drama é centrado em uma guerra entre os velhos e os novos deuses. Os seres bíblicos e mitológicos estão perdendo cada vez mais fiéis para novos deuses, que refletem o amor da sociedade por dinheiro, tecnologia, celebridades e drogas. A série mostra Shadow Moon (Ricky Whittle, da série “The 100”), que cumpre pena numa prisão, mas que acaba sendo solto depois que sua esposa é morta. Um homem chamado Wednesday (Ian McShane, de “John Wick – Um Novo Dia para Matar”) lhe oferece um emprego. Shadow então torna-se um ex-vigarista que agora serve como segurança e companheiro de viagem para o Sr. Wednesday, que é, na verdade, um dos velhos deuses, e está na Terra em uma missão: reunir forças para lutar contra as novas entidades.

A obra é exibida nos EUA pelo canal pago Starz e mundialmente pelo serviço de streaming Amazon Prime Video. A primeira temporada estreou no primeiro semestre de 2017 e contou com oitos episódios. Além de sucesso de público e crítica, o programa recebeu duas indicações ao Primetime Emmy Awards.

O elenco da série ainda conta com Pablo Schreiber (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”), Gillian Anderson (da série “Arquivo X”), Jonathan Tucker (da série “Westworld”), Emily Browning (“Lendas do Crime”), Omid Abtahi (da série “Damien”), Crispin Glover (da série “Texas Rising”), Orlando Jones (da série “Madiba”), Demore Barnes (da série “Chicago Justice”), Dane Cook (“Aviões 2 – Heróis do Fogo ao Resgate”) e Jeremy Davies (da série “Twin Peaks”).

“Deuses Americanos” ainda não tem previsão para estrear sua segunda temporada.

Depois de ter dado uma declaração um tanto polêmica quanto ao uso de cenas pós-créditos em filmes, o diretor James Mangold (“Logan”) resolveu esclarecer seu pensamento em seu Twitter:

“Muitas pessoas comentaram sobre o meu discurso sobre cenas pós créditos. Alguns bons pontos foram levantados por pessoas que discordam. Meu problema vem da crença de que estas cenas são como glutamato monossódico ou crack. Claro que elas são gostosas. Elas são feitas para isso, como comerciais, porque te prendem para comprar o próximo filme. E ao mesmo tempo, eu sinto que a onipresença da expectativa delas tira o valor da experiência cinematográfica, porque o filme não mantém seu próprio final e prefere babar com uma série de vinhetas/comerciais do que eles vão te vender no filme seguinte.”

“Então, não é a cena em si que eu desprezo tanto quanto eu temo pelos filmes, uma forma de arte que eu amo, que não são desenvolvidos porque não funcionam como uma forma de começo, meio e fim, e sim como uma série feita por uma máquina de dinheiro. As cenas promovem um sentimento falso de realização de um universo, como se todos soubessem exatamente o que acontecerá na próxima saga, quando a verdade é que não é tanto isso, apesar do que a maioria fala para a imprensa sobre o que faz dinheiro no universo e o ciclo que eles criam.”

“Finalmente, o termo ‘easter egg’ é um pouco infantil, pelo menos para mim, soa condescendente com uma plateia pensante e intelectual que pode ser tratada com mais respeito do que ser imaginada como um bando de crianças pulando de um lado para o outro tentando adivinhar as histórias por migalhas deixadas por corporações. E mais uma coisa: o argumento dos executivos do que faz as pessoas assistirem créditos finais é só idiota. Se você precisa oferecer objetos brilhantes para fazer as pessoas assistirem os créditos e saberem o nome da equipe, você não está dando nenhum respeito à equipe. Só faz a plateia ficar esperando como cachorros esperando por osso”. 

“Logan” foi indicado ao Oscar 2018 na categoria de Melhor Roteiro e arrecadou 616,8 milhões de dólares no mundo todo.

O ator William Shatner (“Miss Simpatia”), que em 1966 deu vida ao capitão James T. Kirk no seriado “Star Trek”, falou em recente entrevista ao Daily Mail, que tem interesse em voltar ao universo criado por Gene Roddenberry por meio de computação gráfica, em um possível filme da franquia dirigido por Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). As informações são do Heroic Hollywood.

Shatner comentou que, com o uso do CGI, ele poderia parecer 50 anos mais novo:

“JJ [Abrams] nunca indicou que o capitão Kirk voltaria e não sei como ele poderia fazê-lo cinquenta anos depois. Como você melhora minha presença atual com o que era? Mas, por outro lado, recentemente entrei em contato com a empresa de realidade virtual Ziba e eles me gravaram com 240 câmeras para me tornar um personagem de realidade virtual. Então, agora eles podem produzir meu rosto e meu corpo de qualquer maneira e forma, inclusive como foi há 50 anos.”

Quando questionado se ele estaria disposto a voltar ao universo de “Star Trek”, o ator foi categórico em afirmar que sim:

“Oh, sim senhor. Esse papel foi interessante e ainda pode ser 50 anos depois. O capitão Kirk está preso em algum lugar nos caminhos do universo. Tarantino é um grande diretor, e eu gostaria de trabalhar com ele. [Aparecer] seria uma coisa maravilhosa. Os fãs tem sido tão favoráveis.”

Quentin Tarantino é um grande fã da série de TV original de “Star Trek”. A expectativa é que o roteirista Mark L. Smith (“O Regresso”) trabalhe no longa, até que Tarantino tenha concluído seu projeto centrado no ano de 1969, que a Sony programou o lançamento para 2 de agosto de 2019.

O ator Alex Winter (“Bill Ted – Uma Aventura Fantástica”) revelou, em entrevista ao apresentador Adrian Chiles no BBC 5 Live (via Deadline) que foi abusado sexualmente durante sua infância, na década de 70, em Hollywood. O ator britânico contou que guardou esse segredo por 40 anos por medo e que essa decisão trouxe graves consequências para a sua saúde:

“O que eu passei quando era jovem foi infernal. Eu sofri muito, psicologicamente, durante minha adolescência e minha vida adulta. É como estresse pós-traumático.”

Winter também falou que as denúncias contra o produtor Harvey Weinstein lhe deram coragem para falar abertamente sobre o seu caso:

“Eu hesitei muito em falar sobre isso, sentia que tinha um segredo perigoso. Eu acho que a recente mudança de atitude sobre assédio e abuso me ajudou a me abrir sobre isso. Em Hollywood, existe uma dinâmica de poder que deixa vítimas em uma posição complicada. Você teme não só por sua carreira, mas por sua segurança pessoal. Além disso, você é uma pessoa pública e não necessariamente quer ser perguntado sobre isso o tempo todo.”

Ao ser perguntado sobre o trabalho em “Bill Ted – Uma Aventura Fantástica”, ao lado de Keanu Reeves (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”), ele disse que os filmes e todo o mundo em torno da produção foi como uma terapia:

“Os filmes tiveram muita influência em mim, pessoalmente, naquele sentido. Foram realmente terapêuticos, de algum jeito, e me deram uma certa base que carreguei comigo. O mundo de Bill Ted é um lugar muito doce e divertido de experimentar”.

Na trama original de 1980, dois amigos viajam para o passado a fim de conseguir a sonhada aprovação na aula de história. Já na sequência, lançada em 1991, a dupla precisa enfrentar um lunático que sonha com a desordem mundial.

Keanu Reeves, em sua participação na New York Comic-Con em outubro do ano passado, falou sobre os planos de um terceiro filme que se chamaria “Bill Ted Face the Music”, onde a trama mostraria que os dois amigos supostamente teriam salvo o mundo compondo uma música. Entretanto, na realidade, eles não o fizeram. Como já estão mais velhos e têm suas famílias para cuidar, os dois serão obrigados a encarar a música. Ainda não há mais detalhes sobre a produção.

Antes de assumir a direção do aclamado terror sobre racismo, ‘Corra!’, o cineasta Jordan Peele quase assumiu um outro papel em uma produção não tão aclamada assim.

Após a sua vitória no Directors Guild Award, ele conversou com a revista Vanity Fair e revelou que chegou a ser convidado a emprestar sua voz para o cocozinho da animação ‘Emoji – O Filme’. De acordo com a publicação, a produção o teria estimulado ainda mais a desistir da atuação e investir apenas na carreira de diretor.

Segundo ele, embora sua reação inicial não tenha sido tão animadora, ele decidiu pensar no assunto por uma noite. Na manhã seguinte, curioso para saber qual seria o valor da proposta, Peele ligou para o seu agente e descobriu que o papel já não estava disponível. Em seu lugar, Sir Patrick Stewart havia sido contratado para dar voz ao emoji em questão.

Emoji: O Filmeacabou não sendo muito aceito pela crítica especializada ao redor do mundo. A produção inspirada nos famosos ícones utilizados por usuários de redes sociais atingiu a terrível marca de apenas 9% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

Sendo um grande filme ou não, a conquista já é um avanço para países que ainda não consomem o cinema e um passo importante rumo ao fim da censura.