O diretor J.A. Bayona revelou em entrevista à Empire que Jurassic World: Reino Ameaçado terá a maior sequência de ação de TODA a franquia.

“Teremos uma grande sequência de ação, que lembra um prólogo de James Bond. Trata-se da maior cena de ação já feita na história da franquia Jurassic Park”, afirmou.

Recentemente, Colin Trevorrow disse que ‘Reino Ameaçado’ irá estabelecer os caminhos para o terceiro filme.

“No final deste filme, não é um gancho, mas é feito para pessoas que querem saber o que vai acontecer em seguida, enquanto os outros filmes de Jurassic Park tinham finais bem claros e definidos. Eram mais episódicos. Ao trabalhar com Derek Connolly, meu co-roteirista, também pensamos para onde tudo iria no futuramente”

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Trevorrow também comentou sobre o futuro da franquia com o Steven Spielberg:

“Eu lembro de ter falado com Steven Spielberg quando estávamos fazendo o primeiro filme: ‘isso é o começo, aqui está o meio e aqui está o final’. É aqui que nós queremos chegar. Acho que esse tipo de design é crucial para uma franquia do tamanho dessa, se você realmente quer trazer as pessoas com você e ter certeza de que elas estarão interessadas. Precisa ser pensado nesse nível. Não pode ser arbitrário, principalmente se você quer uma franquia baseada em personagens que você está inclinado a seguir para saber o que eles vão fazer”

 

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Rumor aponta a volta de Sam Neill para a franquia

Confira a nossa galeria com muitas imagens do trailer de Jurassic World: Reino Ameaçado:








Após o lançamento do trailer, Jurassic World: Reino Ameaçadoganhou uma nova sinopse em que revelam os novos perigos que os protagonistas terão que enfrentar e as conspirações que podem dar um fim ao nosso mundo. Confira:

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

Dirigido pelo espanhol Juan Antonio Bayona. James Cromwell, Ted Levine, Rafe Spall, Toby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de Jurassic World) e Derek Connolly (Kong: A Ilha da Caveira).

A estreia no Brasil acontece dia 22 de Junho de 2018.

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

A Netflix divulgou um vídeo para promover a 4ª temporada de Black Mirror’.  trazendo alguns dos acontecimentos mais bizarros de 2017.

Assista, com nossa crítica em vídeo:

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Confira a crítica EM TEXTO:

Crítica | Black Mirror – 4ª Temporada apresenta desgaste

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

Último dia do ano. Dia de lavar a alma e se preparar para um ano novo repleto de sonhos e realizações. Para os cinéfilos, o desejo é por mais um ano de excelentes produções cinematográficas. Mas é impossível se livrar totalmente daquele tipo de filme que nos fará perder duas horas de nossas vidas, sem entregar nada em troca. Justamente por isso, as listas dos piores são a forma para exorcizarmos estas maldições de nossas vidas, também conhecidas como “a vingança dos críticos”.

Como sempre, a lista é baseada numa média realizada pelos críticos do CinePOP, e reflete unicamente nossa opinião.

Você pode e tem todo o direito de discordar, mas sempre com respeito e educação (algo muito em falta no mercado hoje em dia). Queremos saber sua opinião. Portanto, deixe nos comentários os dez filmes que menos gostaram em 2017.

OBS. As posições 5 e 6 empataram em nossa contagem, então, o desempate foi feito por suas notas no Rotten Tomatoes – o filme que arrecadou a avaliação mais negativa por lá se posicionou “melhor” aqui. O mesmo foi realizado para as posições 7, 8 e 9. Outro desempate foi em relação ao último posicionado em nossa lista – três filmes ficaram empatados. Como desempate, elegemos o que emplacou em uma posição maior em alguma das listas individuais.

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Sem mais delongas, vamos a eles.

10 | Bright

David Ayer erra mais uma vez no tom da ação, que apesar de momentos intensos de tiroteio, não passa disso, não existem cenas memoráveis e a grande maioria delas são previsíveis e/ou remetem a outros filmes. A marca do diretor está presente, como esteve em seu outro filme polêmico, Esquadrão Suicida. A falta de ritmo, a grande quantidade de ação no terceiro ato para compensar o expectador ter assistido até ali. Bright’ tenta se passar por um drama cabeça, mas no fim das contas a fantasia e a “magia” novamente pesa e cai em todos os clichês do gênero, tornando-o apenas mais um potencial desperdiçado. Não foi dessa vez que David Ayer terá sua redenção.

09 | A Cura

A Cura, nova superprodução de terror da FOX, pode ser definida com o termo “muita cobertura e pouco recheio”. A Cura, para funcionar, precisava ser mais enxuto, mais podado. Diversas cenas se repetem e se amontoam, trazendo uma tremenda sensação de deju vu. A obra não é objetiva, não é dinâmica. Seu ritmo é demasiadamente lento, e aqui isso é uma qualidade negativa, pois leva horas construindo o clima, a tensão e uma trama, tudo que o público já conseguiu entender há muito tempo, sem que o longa saia da estagnação. Seria o momento de uma nova etapa.  O desfecho finalmente abraça a loucura e o ridículo, assumindo tintas do cinema trash (que me lembrou os clássicos dos anos 1970 da produtora Hammer), mas aí já é tarde demais, destoando do tom pseudo sisudo apresentado durante toda a projeção. Infelizmente, A Cura promete entediar mais do que assustar.

08 | Death Note

Light Turner, um jovem como eu e você, encontra o infame Death Note, o caderno da morte. Uma espécie de diário com inúmeras regras, que basicamente mata a pessoa cujo nome for escrito nele. Imagine um achado destes nas mãos de um adolescente. É claro que tudo tem o seu preço, e junto com o caderno, se faz presente a figura do demônio comedor de maçãs e brincalhão Ryuk (voz e captura de movimento facial de Willem Dafoe). Após o medo inicial garantido por uma figura monstruosa, e dos primeiros nomes escritos no caderno – todos vinganças pessoais – Light revela seu segredo para a paixão platônica Mia. Sim, é como o super-herói que decide revelar sua identidade para a pessoa amada. Falta de discernimento? Mais uma vez, bem vindo à adolescência.

07 | Esta é a Sua Morte: O Show

Esta é a sua Morte é grotesco, mal intencionado e uma anomalia cinematográfica. Os envolvidos deveriam envergonhar-se e muito. E mais uma vez, seu maior pecado é sequer se esconder atrás de um gênero, pelo contrário, tentar vender a ideia como algo significativo e existencialista. É de dar pena.

06 | Beleza Oculta

Se escondendo por trás de sentimentalismo barato e dramaticidade natalina de fantasia, Beleza Oculta é na verdade uma produção de muito mau gosto se formos olhar de perto realmente. Trata a depressão do protagonista Will Smith de forma excêntrica e caricata, e seu tratamento de choque por parte de seus “amigos” de trabalho de forma egoísta e cruel. Afinal, só mesmo um espírito de porco para torturar um colega em nome de dinheiro. Fora isso, soluções estapafúrdias transformam personagens ditos inteligentes (homens de negócio bem sucedidos) em retardados mentais que acreditam sem pestanejar em contos de fadas. Ridículo, risível e grande desperdício de um dos maiores elencos do ano.

05 | O Chamado 3

Ao invés de apenas continuar a história dos dois primeiros filmes, o roteiro escrito por Akiva Goldsman (‘Eu Sou a Lenda’) consegue atualizar o enredo para os dias de hoje – mesmo porque a nova geração sequer sabe o que é uma fita VHS (e ninguém mais tem videocassete). O problema da película está em segundo ato, que é demasiadamente arrastado e chega a dar sono.

04 | A Torre Negra

É uma pena para todos os envolvidos. É uma pena para o cineasta dinamarquês Nikolaj Arcel, em sua estreia Hollywoodiana após o aclamado indicado ao Oscar de filme estrangeiro O Amante da Rainha (2012). Oportunidade perdida é a frase que talvez melhor defina a frustração. O lema, no entanto, é desistir jamais, e a ideia já começa a ser desenvolvida como uma série de TV, pronta para estrear em 2018, com Idris Elba vivendo o mesmo personagem neste prelúdio e o diretor Arcel roterizando. Será que agora vai?

03 | Boneco de Neve

Sabemos quando os envolvidos começam a se pronunciar contra o filme, como o diretor Alfredson (que afirmou ter deixado de filmar 15% do roteiro) e Fassbender (declarando sua falta de gosto pelo filme e seu desfecho), é que algo está realmente errado. Uma pena. Um baita desperdício de material, que poderia ter rendido uma interessante série policial no cinema; já que elogios como “macabro e perturbador, o livro mais ambicioso de Nesbo”, “diabolicamente complexo e terrivelmente prazeroso” e “tão arrepiante quanto O Silêncio dos Inocentes” foram tecidos respectivamente por importantes veículos como o The Guardian, New York Times e Sunday Times ao livro de Nesbo. Já ao filme de Alfredson, encontraremos poucos elogios.

02 | Cinquenta Tons Mais Escuros

Vendido como um thriller psicológico, ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ decepciona ao entregar um romance mundano, sem grandes aspirações ou um enredo bem delineado. As únicas cenas de suspense são aquelas que podemos ver no trailer, o que vai gerar um grande desconforto para aqueles que forem aos cinemas procurando por uma produção emocionante. Mais um caso de um filme que foi vendido erroneamente no seu marketing. No mais, ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ é bem sucedido naquilo que ‘Cinquenta Tons de Preto‘ falhou: ser uma paródia engraçada de ‘Cinquenta Tons de Cinza‘. Quer assistir um romance excitante? Recorra para a sempre boa ‘Emmanuelle‘.

01 | A Múmia

Sim, A Múmia é esquecível. Mas quantos blockbusters atualmente são de fato memoráveis? Se você disser Batman VS Superman (2016), ou as franquias Transformers e Piratas do Caribe, teremos problemas. (…)E que venham mais filmes do Dark Universe. Se puderem ser melhores, agradecemos.

Renato Marafon – Editor-chefe

01. Cinquenta Tons Mais Escuros
02. Boneco de Neve
03. Emoji – O Filme
04. Bright
05. A Múmia
06. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell
07. A Noite é Delas
08. Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola
09. A Torre Negra
10. O Poderoso Chefinho

Pablo Bazarello – Editor e Crítico

01. Beleza Oculta
02. Esta é a Sua Morte – O Show
03. Boneco de Neve
04. O Sequestro
05. A Torre Negra
06. Pica-Pau – O Filme
07. O Assassino – O Primeiro Alvo
08. Max Steel
09. A Noiva
10. Tempestade – Planeta em Fúria

Thiago Muniz – Redator e crítico

01. O Chamado 3
02. Death Note
03. A Múmia
04. Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola
05. A Torre Negra
06. Além da Morte
07. Tempestade – Planeta em Fúria
08. Passageiros
09. Boneco de Neve
10. Bright

Letícia Alassë – Crítica e colaboradora

01. Cinquenta Tons Mais Escuros
02. A Cura
03. A Múmia
04. Alien Covenant
05. Thor Ragnarok
06. Passageiros
07. Paixão Obsessiva
08. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell
09. Kingsman – O Círculo Dourado
10. Atômica

 

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de La Casa de Papel’. Os treze episódios da primeira parte da 1ª temporada já estão disponíveis.

Assista:

Oito ladrões se trancam com reféns na Casa da Moeda da Espanha. Seu líder manipula a polícia para realizar um plano. Será o maior roubo da história, ou uma missão em vão?

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A minissérie espanhola foi lançada em maio desde ano e originalmente tem um total de 15 episódios divididos em duas temporadas, porém, a Netflix transformou os 9 primeiros episódios em 13 que contemplam a 1ª temporada.