“Maze Runner: A Cura Mortal” retomou as suas filmagens depois do acidente envolvendo Dylan O’Brien, o protagonista Thomas. E o longa tem uma nova adição no elenco. O youtuber brasileiro Federico Devito foi convidado pela Fox Film para fazer um papel no terceiro filme da franquia.

Em seu Instagram, Devito agradeceu a oportunidade, postou uma imagem do set e ainda deu um pequeno detalhe sobre sua participação. Veja logo abaixo:

Agora posso finalmente contar pra vocês: a @foxfilmbrasil me chamou pra participar do próximo filme de #MazeRunner! 🙌🏻 É uma cena especial, linda e bem emocionante de #DeathCure! 😭 PS: sentiram falta das tatuagens? 👀

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No terceiro filme, Thomas (Dylan O’Brien) embarca em uma missão para encontrar a cura de uma doença mortal conhecida como Fulgor.

“Maze Runner – A Cura Mortal” ganhou uma nova data de estreia e chegará aos cinemas em 9 de fevereiro de 2018. O longa deve chegar no Brasil um dia antes, em 8 de fevereiro do mesmo ano.

“Godzilla vs. Kong”, filme do MonsterVerse que promete colocar os dois monstros mais conhecidos do cinema um contra o outro, acaba de achar o seu diretor. As informações são do The Hollywood Reporter.

Após negociações com a Legendary Pictures, Adam Wingard chegou a um acordo e agora é o responsável pela direção do longa. Ele já havia trabalhado no novo “A Bruxa de Blair”  e “V/H/S”, além ser responsável pela direção da adaptação live-action de “Death Note”, que será lançado exclusivamente na Netflix.

“Godzilla vs Kong” será uma das primeiras conexões do universo ficcional MonsterVerse, unindo duas franquias que começaram com “Godzilla” de 2014 e o recente “Kong: Ilha da Caveira”. O sucesso do Universo Cinematográfico da Marvel fez todo estúdio querer um pedaço do bolo, cada um criando universos compartilhados. Além do MonsterVerse, da Legendary, a Universal anunciou seu mundo compartilhado de monstros, o Dark Universe.

A Legendary Pictures  havia montado uma sala de roteiristas dedicada exclusivamente para pensar os filmes desse universo. Terry Rossio (da franquia “Piratas do Caribe”) é o chefe da equipe de roteiristas, que conta também com Patrick McKay e J. D. Payne, de “Star Trek: Sem Fronteiras”. O estúdio seguiu o exemplo da Paramount, que criou uma sala de roteiristas para cuidar da franquia “Transformers”.

“Godzilla vs. Kong” ainda não teve uma sinopse divulgada, mas sabe-se que o filme tem previsão para chegar aos cinemas no ano de 2020.

Infelizmente, o longa solo da “Mulher-Maravilha” foi oficialmente banido nos cinemas do Líbano, é o que informa uma rede de cinemas do país.

A proibição foi confirmada cerca de duas horas antes do lançamento do filme nos cinemas do país. Apesar da ação, cartazes de divulgação do filme ainda podem ser vistos nas ruas de Beirute.

No Líbano, há uma lei de boicote a produtos israelenses. Além disso, cidadãos libaneses são proibidos de visitar Israel ou manter contato com israelenses. Os dois países estão oficialmente em guerra. Há nas redes sociais do Líbano uma intensa campanha a favor do veto ao filme. A atriz Gal Gadot é israelense, e inclusive serviu no exército de Israel e já participou de ações contra o Hamas.

Em “Mulher Maravilha”, treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

O longa é dirigido por Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”) e estreia nesta quinta, 1 de junho de 2017.

“De família”? Provavelmente essa qualificação é uma das poucas que não se adequa a Dane Jensen, protagonista de “Um Homem de Família”. O título (tradução do original em inglês, ou seja, fiel à ideia da produção) deve se referir ao coadjuvante Lou, é a única explicação plausível.

Dane (Gerard Butler, de “Deuses do Egito”) é um headhunter em uma empresa cujo dono, Ed (Willem Dafoe, de “A Grande Muralha”), deixa claro aos funcionários que o trabalho é prioridade absoluta, ainda que em detrimento da vida pessoal, da família e eventualmente de valores éticos. Prestes a se aposentar, Ed lança um desafio aos seus dois melhores empregados, Dane e Lynn (Alison Brie, de “Como Ser Solteira”): em três meses, quem mais se destacar será seu substituto. A disputa é mais acirrada que o normal, porém, o momento exige de Dane uma dedicação maior à família, o que ele não costuma fazer.

É por isso que o título já começa equivocado: Dane não é “um homem de família”. Aqui, é indispensável adentrar em um spoiler não muito pequeno, mas que é fundamental para a análise – ou seja, fica registrado o alerta ao leitor em relação à tolerância a spoilers, caso o filme não tenha sido visto. Como poderia “um homem de família” ser tão negligente a ponto de não cogitar os sintomas do filho como possibilidade de doença? Como uma mãe poderia demonstrar tamanha letargia? Nesse quesito, o péssimo roteiro se esforça para fugir da realidade – já quanto às brigas de casais (inclusive de cunho sexual), nisso ele é bastante verossímil.

Talvez o “homem de família” do título seja Lou, interpretado por Alfred Molina (de “Olhos da Justiça”). Embora Molina tenha se destacado mais com antagonistas – o exemplo principal está em seu Otto Octavius (“Homem-Aranha 2”) –, desta vez ele ratifica o próprio talento ao convencer como um coadjuvante de boa índole: ao que tudo indica (já que seu espaço é pequeno), bom marido, bom pai e bom avô. Lou tem uma subtrama realista (um homem experiente que encontra dificuldade em se colocar no mercado de trabalho) cuja participação periférica é previsível porque o roteiro é ruim – além de enrolado, como se fosse apresentar alguma surpresa.

Ao contrário, o desfecho também é previsível, já que o plot abraça um argumento clichê e se desenvolve da maneira mais clichê possível. O embate trabalho versus família: o tema tem se tornado desinteressante não pela sua essência, mas pelas abordagens sem criatividade, essa é só mais uma. Ao invés de se enriquecer, o texto prefere esbanjar machismo: constantemente humilhada, sua esposa Elise – Gretchen Mol (de “A História Verdadeira”), atuando melhor que Butler, o que não significa nada, pois o ator insiste em viver exatamente o mesmo papel desde “300”, apenas em filmes diferentes – jamais reage, demonstrando não amor incondicional, mas uma triste indolência. Note-se: em momento algum ela se defende! As personagens femininas, aliás, são marginalizadas: Elise é renegada à humilhação, Lynn existe apenas como engrenagem narrativa. Como plus para o público nacional, uma ofensa especial destinada às mulheres brasileiras, mostrando que o que é ruim pode piorar.

Como fazer um filme de boa qualidade com um roteiro de péssima qualidade? Em sua estreia na direção, Mark Williams tenta extrair o que pode: uma trilha sonora que exala pieguice, um workaholic que toma uma mistura de café com energético pela manhã (bastante sutileza, não?) etc. E tem um trunfo: uma história triste de criança doente, cujo trabalho é simples: pedir para o ator mirim fazer expressão de tristeza e carregar na maquiagem para dar a aparência da doença. São truques baratos que comovem o público que se deixa levar pela amargura de um enredo que acontece na vida real. Porém, isso não significa que o filme é bom. De bom não há quase nada em “Um Homem de Família”.

Com 96% de certificação pelo Rotten Tomatoes, a Warner resolveu liberar um novo e belo cartaz para Mulher-Maravilha‘.

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A estreia do novo filme da personagem acontece em 1º de junho de 2017.

 

Crítica:

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