Filmes “teen” normalmente são feitos com a única e exclusiva intenção de tirar dinheiro de adolescentes que não tem o que fazer nas férias e então se enfiam no cinema com um bando de amigos pra assistir qualquer coisa que esteja em cartaz com seus ídolos do momento.
Ok, exagerei.

Mas que ninguém se engane achando que os filmes adolescentes de hoje são feitos pensando em elevar o nível cultural dos jovens (o que também seria pedir muito, mas os filmes não são feitos nem pra que o adolescente pense um pouquinho – o negócio é totalmente “fast food” – assiste agora, esquece daqui a 10 minutos). Nesse ponto vou ter que concordar com a senhora minha mãe; tem filme que faz a gente “desaprender”, e os filmes teen se encaixam direitinho nessa colocação.

Mas nem tudo está perdido, ainda existe quem acredite que o jovem tem capacidade cerebral suficiente pra compreender uma história inteligente – graças a Deus! Mas que é muito mais freqüente que um filme dito “teen” seja uma embromação absoluta do que um clássico, isso é. De qualquer maneira – mesmo sendo ruins – os filmes voltados para o público adolescente costumam fazer rios de dinheiro. Nada é perfeito.

Nesta matéria, uma lista com 10 filmes adolescentes que valem a pena ( 5 dos anos 90 e 5 dos anos 80).


ANOS 90 – década na qual se proliferaram as bobeiras “teen” e em que os estúdios e atores medíocres encheram os bolsos de dinheiro.  

1 – SEGUNDAS INTENÇÕES (diretor: Roger Kumble) – 1999

 Baseado no mesmo livro que gerou o também ótimo “Ligações Perigosas” (e mais outros dois filmes além desse), esse filme leva a história de traição, mentira e falsidade para o mundo adolescente – o que nem sempre dá certo. Sarah Michelle Gellar em seu melhor personagem, e uma trilha sonora extremamente bem sucedida fazem desse filme um clássico adolescente que marcou a vida de muitas pessoas de 20 e poucos anos…

2 – VAMOS NESSA (diretor: Doug Liman) – 1999 

Excelente filme! Uma espécie de “Pulp Fiction” adolescente. “Vamos Nessa” passou despercebido pelos cinemas – uma pena, pois trata-se de um filme excepcional que deve ser visto. “Vamos Nessa” conta as aventuras de três jovens em busca de diversão – a partir da perspectiva de cada um deles. A edição do filme é um arraso, a trilha sonora é pra lá de bacana e o elenco todo está ótimo. Diversão garantidíssima!

3 – ROMEU E JULIETA (diretor: Baz Luhrmann) – 1996

Filme extremamente bacana, cheio de estilo e com trilha sonora muito legal. A grande sacada de Baz Luhrmann foi levar a mais clássica história de amor para o final do século XX e no entanto manter a narrativa original de Shakespeare, isso faz com que essa adaptação de Romeu e Julieta seja diferente de todas já feitas e sem sombra de dúvida a melhor dentre todas. Leonardo Di Caprio (um ótimo ator que tem gente que gosta de criticar) está perfeito como Romeu.

4 – TRÊS É DEMAIS (diretor: Wes Anderson) – 1998 

Três é Demais” não é um filme convencional. O filme é diferente, meio “metido” demais em alguns momentos, mas é bem bacana. Primeiro, esqueça do título em português – tentaram vender o filme como uma comédia romântica e ele está muito – muito longe disso (o título original é “Rushmore” – nome de um colégio). Mesmo não se apaixonando pelo filme, é preciso admitir que “Três é Demais” é um filme inteligente e sensível, qualidade pouco freqüente hoje em dia.

5 – ELEIÇÃO (diretor: Alexander Payne) – 1999

Comédia inteligente e despretensiosa que diverte bastante e conta com ótimas interpretações de Reese Witherspoon e Mathew Broderick. O roteiro é dos mais bacanas (foi indicado pro Oscar). Clichê dos clichês, o filme se passa em uma escola – na época em que acontece uma eleição para presidente do grêmio, ou coisa que o valha – mas não vá achando que “Eleição” é igual a tonelada de filmes que tem como “base” uma escola. O filme é muito bem sacado, o diretor é dos bons e os atores estão perfeitos. Não tem desculpa pra não assistir.

ANOS 80 – década de filmes bacanérrimos.Seria injusto dizer que eles não eram feitos pra faturar alto, mas pelo menos subestimavam menos a inteligência dos adolescentes.

1 – NEGÓCIO ARRISCADO (diretor: Paul Brickman) – 1983

Totalmente cool! Uma das melhores coisas que o Tom Cruise já fez. Aquela cena famosa em que Cruise – então em comecinho de carreira – dança de cueca é realmente muito bacana. Vale a pena assistir, diverte bastante.

2 – O CLUBE DOS CINCO (diretor: John Hughes) – 1985

Nos anos 80, o diretor John Hughes chegou a ser considerado o Steven Spielberg dos adolescentes, e esse título não veio à toa. Hughes falava sobre jovens de uma maneira inteligente e extremamente bem sacada. “Clube dos Cinco” reúne uma turma de jovens atores que à época do filme eram considerados os garotos mimados de Hollywood (The Brat Pack), todos tinham um futuro promissor (Emilio Estevez, Judd Nelson, Anthony Michael Hall, Ally Sheedy, Molly Ringwald), mas o tempo passa, e hoje estão todos sumidos. “Clube dos Cinco” giram em torno de cinco adolescentes que são obrigados a passar um dia trancados em uma biblioteca – como castigo escolar – lá eles passam a dividir seus sonhos, segredos e traumas. Um filme bem legal.

3 – CURTINDO A VIDA ADOIDADO (diretor: John Hughes) -1986

Mais um filme do John Hughes, e esse é um clássico dos anos 80. “Curtindo a Vida Adoidado” é um dos filmes mais bacanas dessa década e na minha opinião, o melhor do diretor. Quem não se lembra da cena em que Mathew Broderick canta “Twist and Shout”? – Ferris Bueller (personagem de Broderick) é um ícone da juventude. “Curtindo a Vida…” tem vários momentos memoráveis. Um grande filme sem dúvida.

4 – A GAROTA DE ROSA CHOQUE (diretor: Howard Deutch) – 1986

Esse aqui John Hughes não dirigiu, mas escreveu o roteiro ( o homem estava em todas!!). “A Garota de Rosa Choque” conta a clássica (clichê absoluto) história da menina feia e pobre que se apaixona pelo garoto mais bonito e rico da escola. Não é um filmão, mas cumpre seu papel direitinho.

5 – NAMORADA DE ALUGUEL (diretor: Steve Rash) – 1987

Entretenimento garantido. Um clássico da Sessão da Tarde. “Namorada de Aluguel” é bem bacana e mesmo não sendo um dos melhores filmes adolescentes que a década de 80 criou, consegue ser mais legal que todos os “American Pie” da vida juntos.


Se você é fã incondicional de “American Pie”, “Cara, Cadê Meu Carro?”, “Todo Mundo em Pânico” e similares, mude um pouquinho o foco e assista alguns dos filmes dessa lista (quer uma dica: alugue “Vamos Nessa” e “Eleição”). Garanto que você vai gostar!

Crítica de ‘Logan’:

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Quadrinhos, em especial de super-heróis, são as maiores fontes de ideias para os grandes blockbusters que permeiam os cinemas a cada ano. Muitos fãs, inclusive, esperam pelo lançamento do novo filme de super-herói para sair de casa e ir até o cinema. Na contramão desta tendência, os filmes baseados em games ainda não encontraram seu lugar ao sol. Muitos já tentaram, mas o sucesso absoluto ainda não foi alcançado. A série Resident Evil segue firme e forte, mas seus defensores são, digamos, dúbios. Já Warcraft, lançado este ano, prometia quebrar a barreira, se tornando um divisor de águas. Não foi o caso. Seja como for, tais fontes de ideias continuam a ser procuradas pelos estúdios e produtores, e alguns irão aportas nas salas de cinema nos próximos anos. Aproveitando o lançamento de Resident Evil: O Capítulo Final e Assassin´s Creed, as próximas investidas a chegarem, ambos com lançamento programado para janeiro de 2017,  e baseado numa matéria do site CheatSheet, fizemos uma lista com o que os aficionados devem aguardar para os próximos anos. Boa diversão.

Dead Island

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Os zumbis são mesmo os monstros mais em voga dentro da cultura pop atual. E nos videogames isso não é diferente. Dead Island apresenta o resort perfeito para as suas férias, numa ilha paradisíaca. Não fosse pela infestação de uma horda de mortos-vivos.  O projeto de levar o game, lançado em 2011 e que já rendeu duas continuações, aos cinemas esteve com o estúdio Lionsgate, abandonando os direitos comprados para o longa antes de tirá-lo do papel. Agora, nas mãos das produtoras Occupant Entertainment e da editora Deep Silver, o filme pode finalmente ver a luz do dia, com planos do início da pré-produção para o fim deste ano. Dead Island ainda não possui data de estreia programada.

Shadow of the Colossus

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Um favorito dos fãs, hoje considerado um clássico, Shadow of the Colossus fez sua estreia no console Playstation 2, em 2005. Na trama do game, um homem precisa derrotar dezesseis criaturas colossais a fim de trazer sua amada de volta à vida. Isso que é amor. E pensávamos que Scott Pilgrim tinha uma tarefa difícil. Já que a plataforma é de propriedade da Sony, o filme igualmente está nas mãos da empresa, que de forma conveniente também possui seu próprio estúdio de cinema. Shadow of the Colossus – o filme já escalou inclusive um diretor. Trata-se do argentino Andrés Muschietti, que comandou Mama (2013), terror produzido por Guillermo del Toro. Por sua vez, o cineasta mexicano esteve à frente de Círculo de Fogo (2013), que igualmente trazia criaturas colossais. Resumindo, está tudo em casa. O roteiro é assinado por Seth Lochehad (Hanna). Shadow of the Colossus ainda não possui data de estreia divulgada.

Metal Gear Solid

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A série de games Metal Gear Solid, iniciada em 1998, se tornou uma das mais cultuadas no gênero pelos fãs. A história apresenta o superespião Solid Snake, cuja inspiração foi o personagem Snake Plissken (Kurt Russell), dos filmes Fuga de Nova York (1981) e Fuga de Los Angeles (1996), de John Carpenter. Entre vilões megalomaníacos e intrincadas conspirações intermináveis, as aventuras do personagem são tidas como inadaptáveis ao cinema. Bem, isso não significa que não irão tentar. A deixa é a presença de Kieffer Sutherland dublando o protagonista no último jogo. Quem entende, diz que o ator seria perfeito para viver o personagem. O que vocês acham? Outro rumor, este mais plausível, aponta para a possível direção de Jordan Vogt-Roberts, cineasta responsável por Kong: A Ilha da Caveira, blockbusters que promete fazer estrago no ano que vem.

The Division

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Os games atuais funcionam cada vez mais como obras cinematográficas, prontas para a transferência para os cinemas. Este, lançado em 2016, tem uma trama curiosa, e fala sobre membros de uma força-tarefa designados a manter a paz após uma epidemia de varíola deixar Nova York em ruínas. Detalhe, o evento ocorreu numa Black Friday e dizimou a cidade em cinco dias. Soa como sátira, não é? Mas trata-se de uma ficção científica de ação. Baseado numa ideia de Tom Clancy, o filme The Division irá contar com as presenças ilustríssimas dos talentosos Jake Gyllenhall (Nocaute) e Jessica Chastain (A Colina Escarlate), nos papeis protagonistas, dando credibilidade à obra.

Uncharted

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Não é de hoje que mídias se homenageiam, ou simplesmente pegam ideias emprestadas. Aqui, a inspiração para este game sobre um caçador de tesouro, com jeito debochado de espertalhão, criado em 2007, foi claramente o arqueólogo Indiana Jones – ok, Lara Croft já havia feito antes também. Bem, mesmo depois de filmes que também pegaram carona na ideia, como A Lenda do Tesouro Perdido (2004) e Sahara (2005), e até mesmo livros (O Código Da Vinci), chegou a vez de Uncharted, um jogo extremamente cinematográfico tentar também.  Do filme, tudo o que sabemos é que a trama centrará na busca pela lendária cidade de El Dorado, e que o roteirista e diretor vinculados ao projeto são respectivamente Joe Carnahan (Esquadrão Classe A) e Shawn Levy (Gigantes de Aço).

The Last of Us

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Tido como o mais cinematográfico dos games, ao menos dos contidos nesta lista, The Last of Us gerou polêmica ao ser lançamento em 2013, por criar uma das protagonistas na forma exata da atriz Ellen Page sem o consentimento ou participação da mesma no projeto. O irônico seria se Page aceitasse protagonizar o longa. Na história, um homem e uma menina precisam atravessar os EUA após um apocalipse mutante (e não zumbi!) ter devastado o país há quase vinte anos. Neil Druckmann, responsável pelo roteiro dos games, fará a transição para o roteiro do filme.

Sly Cooper

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O primeiro game bonitinho da lista, que mira no público mais infantil. A história fala sobre um grupo de amáveis animaizinhos ladrões, que só roubam de outros criminosos, comandados guaxinim (seres extremamente populares, que o diga Rocket de Guardiões da Galáxia), Sly Cooper. O filme, que mistura ação e aventura, no entanto, conta com um elenco não muito conhecido cedendo as vozes aos personagens, o que deverá tirar certo chamariz da obra. Além disso, a direção é de Kevin Munroe. Quem? Pois é, o sujeito que escreveu e dirigiu Heróis da Galáxia – Ratchet e Clank, lançado este ano e também baseado num game.

Tomb Raider

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Agora sim chegamos ao topo da lista. Lara Croft é a musa dos games e deixou muitos nerds babões noites acordados jogando, sonhando e sabe-se lá o que mais (não queremos nem pensar sobre isso) com suas aventuras. Versão feminina e mais bem dotada de Indiana Jones, Croft é uma milionária durona, e no cinema já teve as formas de Angelina Jolie duas vezes, em Tomb Raider (2001) e A Origem da Vida (2003). Em 2013, os jogos da arqueóloga ganharam um reboot, e o mesmo ocorre no cinema, com Alicia Vikander (vencedora do Oscar por A Garota Dinamarquesa) assumindo a forma mais mignon de Croft. Programado para 2018, o novo filme Tomb Raider tem roteiro da promissora estreante Geneva Robertson-Dworet (sem trabalhos lançados, alguém confia muito no taco da moça, já que tem programado os roteiros do reboot de Dungeons Dragons e Sherlock Holmes 3), e direção do norueguês Roar Uthaug (A Onda).

Splinter Cell

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Mais uma vez baseado numa história do autor Tom Clancy (mais conhecido pelos livros do agente da CIA Jack Ryan), Splinter Cell apresenta as aventuras do espião Sam Fisher. O longa, programado para 2017, trará um Fisher mais jovem, na pele de Tom Hardy (Mad Max – Estrada da Fúria). A direção está vinculada ao cineastas Doug Liman (A Identidade Bourne e No Limite do Amanhã).

Resident Evil: O Capítulo Final

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Será que o sexto episódio da cine-série Resident Evil será mesmo o último? Os fãs de cinema torcem o nariz, muitos fãs do game também. Na verdade, a franquia funciona mais no quesito prazer culposo, em especial as partes dois, três e quatro, e para os fãs das acrobacias de Milla Jovovich. Seja como for, a atriz está de volta, novamente sob o comando do maridão Paul W.S. Anderson, para mais uma investida contra zumbis e criaturas modificadas em laboratórios. Desta vez, ao som da banda Guns n Roses. A Sony lança o filme no Brasil no dia 26 de janeiro de 2017.

Assassin´s Creed

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Lançado em 2007, o game é um favorito dos fãs. A trama mistura história antiga e ficção científica, quando um homem nos tempos atuais, tem sua memória transportada através de um artefato, para o corpo de um assassino histórico do passado longínquo. Pelo trailer, o filme parece respeitar a complexa premissa. Além disso, Assasssin´s Creed conta com nomes como Michael Fassbender e Marion Cotillard, impulsionando e a direção de Justin Kurzel. O trio havia trabalhado junto no recente Macbeth: Ambição e Guerra (2015). Assassin´s Creed chega ao Brasil, trazido pela Fox, no dia 12 de janeiro de 2017.

Crítica de ‘Logan’:

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Invocação do Mal 2’ foi um sucesso de público e de crítica maior que o primeiro filme, de 2013. Assim como no original, temos a adaptação para o cinema de uma história real de possessão paranormal que foi investigada pelo casal Ed e Lorraine Warren, interpretados pelos atores Patrick Wilson e Vera Farmiga. Talvez o segredo para este sucesso, além da excelente direção do mestre do terror James Wan, seja justamente o fato desses filmes serem baseados em fatos reais, o que ajuda a aumentar o interesse do imaginário popular.

Homem infarta e morre em sessão de ‘Invocação do Mal 2’

Considerando que o casal afirma ter investigado mais de 10 mil casos durante seus mais de 50 anos em atividade, resolvi listar outros 5 relatos paranormais desse período que podem servir de inspiração para novos filmes.

Crítica | Invocação do Mal 2

Ed e Lorrain Warren ficaram famosos como um casal que investigava casos paranormais relativos a possessões e assombrações e ajudava suas vítimas a se livrarem das entidades demoníacas causadoras dos problemas. Eles foram os primeiros a abrir, em 1952, um grupo de “caçadores de fantasmas” e ganharam projeção na mídia ao estarem envolvidos em casos de grande repercussão como o “The Amityville Horror” da década de 70, que já inspirou duas adaptações ao cinema. Reverenciados por muitos e contestados por outros, este casal também escreveu diversos livros e ganhou dinheiro com palestras e seminários. Independente da polêmica, o fato é que sua vida e seus relatos despertam o interesse e a curiosidade de muita gente e são um prato cheio para servir de inspiração para filmes de Hollywood.

Confira como seria o visual do Homem-Torto em ‘Invocação do Mal 2’

Nesta linha, os dois primeiros filmes da série ‘Invocação do Mal‘ dirigidos pelo talentoso James Wan foram baseados em casos reais investigados e documentados pelo casal. O primeiro se baseou no caso da família Perron. Em 1971, os Warren afirmaram que, em Harrisville, Rhode Island, a casa da família Perron foi assombrada por uma bruxa que viveu lá no início do século 19. De acordo com os Warrens, Bathsheba Sherman amaldiçoou a terra de modo que quem viveu lá acabou morrendo de forma trágica. Já a continuação foi baseada em um caso de possessão do final da década de 70 em Enfield, no norte de Londres, no qual duas meninas foram vítimas de uma série de eventos paranormais. Este último, inclusive, tem vários vídeos online mostrando entrevistas e gravações da época relatando os acontecimentos macabros.

Desta forma, considerando a longa carreira do casal e a imensa lista de casos investigados por eles, existem vários candidatos para servir de inspiração para novos filmes, seja da série ‘Invocação do Mal‘, que certamente deve retornar aos cinemas em breve, ou de obras inéditas. Após uma pesquisa na internet, montei uma lista com 5 dos casos mais famosos liderados pelo casal na vida real.

Sem maiores explicações, vamos à lista e fique à vontade para registrar nos comentários quais desses casos você acredita serem os mais interessantes para uma adaptação ao cinema.

 

A assombração da família Smurl

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Jack e Janet Smurl se sentiram como prisioneiros em sua casa na Pensilvânia entre 1974 e 1989. A família experimentou ruídos inexplicáveis, mal cheiro e objetos se movendo. Conforme o tempo passava, a atividade paranormal piorou. O cão da família foi agredido fisicamente e sua filha foi empurrada por um lance de escadas. Em seguida, Jack e Janet começaram a ser rotineiramente abusados sexualmente por uma força invisível. A família tentou exorcizar sua casa, mas afirmou que os demônios apenas os seguiam onde quer que fossem. Os Warren, em 1986, apareceram para oferecer sua experiência, determinando que quatro demônios residiam na casa. Eles disseram ser demônios muito poderosos ao investigar e, após um exorcismo fracassado, conseguiram afastar os demônios através de oração constante. Um filme feito para a TV estrelando o ator de “Walking DeadJeffrey DeMunn foi feito em 1991 sobre suas experiências, mas o caso tem potencial para uma adaptação melhor para as telonas.

‘Invocação do Mal 2’: Em vídeo LEGENDADO, James Wan fala sobre o caso Enfield 

 

A colheita do Diabo

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O chefe de polícia Jerry Seibert estava apenas respondendo a uma chamada de distúrbio doméstico de rotina quando ele entrou na casa de Maurice “Frenchy” Theriault em fevereiro de 1985. Ele ficou chocado ao encontrar Frenchy desmaiado em uma sala, coberto de sangue. Quando Seibert se aproximou de Frenchy, viu sangue sob seus olhos, sob a forma de uma cruz. Frenchy, um agricultor de tomate em Massachusetts, sabia que algo mal estava dentro dele. Ele já havia ido à delegacia para deixar todas as suas armas, apenas por segurança. Ele finalmente procurou a ajuda de seu sacerdote local, que logo chamou Ed e Lorraine. Os Warren e sua equipe notaram alterações de humor ao entrar a casa de Frenchy. Eles examinaram sua força incomum e outras atividades poltergeist. Depois de falar com Frenchy, descobriram do abuso que ele sofreu durante sua infância, e de uma vez, quando ele pediu ajuda a forças invisíveis. Os investigadores paranormais tinham certeza de que ele pediu a ajuda do diabo, e que ele estava possuído. Eles chamaram a assistência do famoso Bispo Robert McKenna, que realizou um exorcismo bem-sucedido.

‘Invocação do Mal 2’: Documentário raro mostra a garota possuída na VIDA REAL! 

 

O lobisomem real de Londres

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Este caso é baseado na história de Bill Ramsey, que demonstrou pela primeira vez o comportamento de licantropia com nove anos de idade. Aparentemente, ele mostrou força sobre-humana, até mesmo conseguindo arrancar um poste de sua base de concreto. Ele também tentou morder a sua família e parentes antes de ter convulsões. Em 1983 – agora um homem adulto – ele admitiu-se a uma instituição após afirmar que a possessão voltou, mas quando chegou no hospital, ele atacou uma enfermeira e latiu como um cão. Em 1987, durante a exibição de um comportamento de lobo, ele atacou um policial com força sobre-humana. Foram necessários mais seis oficiais para conter “a besta”. Ramsey voou para Connecticut para a ser exorcizado pelos Warren. Seis guarda-costas estavam presentes quando o exorcismo aconteceu e Lorraine descreveu que durante o evento as orelhas de Ramsey ficaram pontudas, suas mãos viraram garras e ele uivava como um lobo. O exorcismo funcionou e Ramsey nunca experimentou crises de raiva ou comportamento de lobo novamente.

‘Invocação do Mal 2’ arrecada três vezes mais que o 1º filme no Brasil 

 

O Julgamento do Demônio Assassino

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Em 1981, Debbie Glatzel assistiu aterrorizada enquanto seu noivo de 19 anos, Arne Cheyenne Johnson, aproximou-se do proprietário de seu imóvel, Alan Bono, e cruelmente o esfaqueou várias vezes no peito, matando-o. Meses antes do assassinato, o irmão mais novo de Debbie, David, experimentou ataques violentos de raiva e comportamento inexplicável. Convencido de que David estava sob o domínio de algo mal, a família chamou os Warren para ajudar. Os Warren afirmaram que 43 demônios residiam no menino e eles começaram a visitá-lo regularmente. O casal realizou três pequenos exorcismos para livrar o menino da possessão. Durante o exorcismo final, Cheyenne Johnson provocou o demônio para vir para ele e possuí-lo em seu lugar. A partir desse momento, Debbie e os Warren afirmaram que ele foi possuído pelos mesmos demônios. Os Warrens teriam avisado a polícia local que uma tragédia aconteceria em breve, mas foram ignorados. Durante sua defesa no tribunal, Cheyenne Johnson afirmou que estava possuído por demônios quando assassinou Bono. O caso, que ganhou grande atenção da mídia, se tornou o primeiro caso conhecido de um acusado usando possessão demoníaca como justificativa nos Estados Unidos, e foi apelidado de “O diabo me obrigou a fazer” pela mídia.

Diretor de ‘Invocação do Mal 2’ revela seus Filmes de Terror preferidos

 

A assombração em Connecticut

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Ed e Lorraine Warren foram os investigadores paranormais que disseram que a casa dos Snedeker estava infestada com demônios. Esta investigação foi realizada na década de 1980, a pedido de Carmen Snedeker. A família mudou-se para Southington, Connecticut, para que pudessem estar mais perto de um hospital onde seu filho estava sendo tratado de câncer. Carmen descreveu as aparições demoníacas: “Um dos demônios era muito magro, com maçãs do rosto altas, longos cabelos negros e olhos negros enquanto o outro tinha cabelos e olhos brancos, usava um smoking risca de giz, e seus pés estavam constantemente em movimento.”. Mais tarde descobriu-se que a casa era uma antiga casa mortuária com um passado trágico. Os ex-agentes funerários estavam envolvidos em necromancia e necrofilia com os cadáveres. Lorraine Warren disse mais tarde que o caso era “muito, muito mais assustador do que qualquer filme jamais poderia ser”, depois de assistir à adaptação “The Haunting in Connecticut” lançada em 2009. Lorraine diz que a casa foi liberta de qualquer presença após o exorcismo de 1988. Este é um dos casos mais famosos do casal e sem dúvidas merece uma adaptação para os cinemas melhor do que a feita em 2009.

“Invocação do Mal 3 não será focado em Amityville”, afirma James Wan 

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Crítica de ‘Logan’:

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Para muitos, as celebridades nos tapetes vermelhos (e seus indefectíveis figurinos só que não) são as melhores partes de qualquer cerimônia de premiação.

É bem verdade que a coisa já foi bem mais divertida e atualmente, no monocromático cenário do politicamente correto, a mesmice do genérico toma conta. Dificilmente, encontramos aquelas esplendorosas gafes de outrora.

Como recordar é viver, decidimos alegrar seu início de semana mostrando o que você não lembrava – ou em muitos casos, não conhecia: os famigerados tapetes vermelhos dos anos 1990 e suas celebridades, vestidas para matar. Com base na matéria do site Konbini, relembre conosco como era a vida e a moda naquela, agora distante, época.

Rose McGowan e Marilyn Manson

CinePOP - McGowan e Manson

O andrógeno Manson já foi o maior astro de rock do mundo e namorou diversas atrizes de Hollywood, entre elas a jovem Evan Rachel Wood. Aqui, no entanto, vamos relembrar a época em que era noivo da atriz Rose McGowan (hoje uma politizada feminista), que exibia atitude tão rock n roll quanto o músico. Entre os figurinos exuberantes da dupla em premiações, estão o infame vestido transparente da moça e o pijama da vovó do roqueiro.

Gwen Stefani

CinePOP - Rossdale e Stefani

Stefani, também roqueira e atriz, é um símbolo da moda e porta-voz feminino atualmente. Nos anos 1990, no entanto, quando era casada com o também músico e ator Gavin Rossdale, possuía um estilo muito mais despojado e excêntrico. Aqui ela aparece com um penteado que talvez tenha sido a inspiração para Rey (Daisy Ridley) de Star Wars.

Pamela Anderson e Tommy Lee

CinePOP - Anderson e Lee

Essa lista não trata apenas de moda e penteados, mas sim de comportamentos. Nesta imagem, como podemos ver, a musa Pamela Anderson se comporta de uma forma que seria considerada imprópria para os padrões atuais. Tá certo que a estrela do seriado SOS Malibu nunca foi conhecida pelo bom senso e discernimento. Na época de seu casamento com o maloqueiro Tommy Lee, brigas, escândalos e até mesmo uma fita pornô vieram à tona, colocando um prego no caixão de sua carreira.

Jennifer Lopez

CinePOP - Walhberg e Lopez

Aqui, aparecendo ao lado do hoje astro Mark Wahlberg, a latina Jennifer Lopez surge com um chapéu de cowboy. Bem, nem uma origem country a musa possui, mas por algum motivo apareceu desta forma em um evento. Se J-Lo, hoje um ícone de moda e glamour, pudesse recolher certas imagens públicas…

Will Smith e Celine Dion

CinePOP - Smith e Dion

Nunca esqueceremos que Will Smith foi Um Maluco Pedaço (Fresh Prince of Bel Air), não importa quantos blockbusters o astro emplaque (hoje em dia nenhum). O próprio não nos fazia esquecer do mesmo, pelo menos na época, na qual aparecia com os figurinos mais deslumbrantes, só que não. Aqui, Smith apareceu ao lado da igualmente elegante Celine Dion – trajando um misto de roupa íntima, camisola e tapete persa.

Chloe Sevigny

CinePOP - Sevigny

Sóbria e sem exageros, a indie Chloe Sevigny – na época uma menina – era a cara do atemporal. Mesmo que sua roupa nesta foto lembre muito um poste.

Freddie Prinze Jr. e Brandy

CinePOP - Prinze Jr. e Brandy

Ok. Está é a foto mais anos 90 da lista. Para começar, as personalidades aqui apresentadas basicamente existiram apenas no período. A dupla participou do terror Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998), o que por si só já é outro mito da década. Na imagem, Prinze Jr. aparece com as pontas do cabelo arrepiado pintadas de rosa. Não dá para ficar muito mais datado do que isto.

Winona Ryder

Winona Ryder during 66th Annual Academy Awards at Dorothy Chandler Pavillion in Los Angeles, CA, United States. (Photo by Barry King/WireImage)

A melhor atriz de sua geração na época, Ryder reinou nos anos 1990, não existindo um diretor no período que não a quisesse abrilhantando sua produção. Além de todo o talento, a atriz tinha a silhueta ideal para preencher um vestido justo como poucas. Bem, quando o figurino não era o de uma odalisca em fuga.

Elijah Wood e Leonardo DiCaprio

CinePOP - Wood e DiCaprio

Wood e DiCaprio não começaram suas vidas profissionais nas peles de Frodo Bolseiro e Jack Dawson, pelo contrário, a carreira da dupla foi iniciada com os atores ainda menininhos. Aqui, eles aparecem exalando elegância de smokings, e ainda apoiando a causa contra a Aids. Impecáveis e politizados. Fecha a boca, DiCaprio.

Will Smith e Mariah Carey

CinePOP - Carey e Smith

Smith aparece mais uma vez na lista, se tornando o campeão dos tapetes vermelhos bregas dos 90´s. As famosas regatas cavadas e coloridas fizeram a época e a década de 1990 não seria nada sem elas. De óculos a la Fresh Prince, Smith alista uma amiga para pagar mico com ele: uma Mariah Carey (de fru fru no cabelo) bem diferente da que estamos acostumados.

Crítica de ‘Logan’:

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15Algumas fazem a gente cantar, outras situam o que vai acontecer na série, tem as que apresentam os atores/personagens e tantas outras de vários estilos. O fato é que uma abertura ou uma simples intro marcante e bem feita dá sim o tom e a cara de uma boa série.

É praticamente impossível colocar em alguma sequência que diga que uma é melhor que a outra, então essa lista não será um top, mas virá na sequencia me pipocar na mente, o que quer dizer que provavelmente as que aparecerem primeiro na lista são as quais me lembro mais e tenho mais carinho. Também recomendo que vocês as assistam, ou seja, não vai ter textão, apenas algumas coisas que me chamam atenção nelas.

Dexter

Uma das aberturas mais peculiares e marcantes de todos os tempos. A gente vai acompanhando algumas atitudes cotidianas e rotineiras que, por algum motivo, parecem sufocantes e animalescas. Seja para amarrar o cadarço ou mastigar carne, tudo que é mostrado na abertura da série nos dá uma impressão ruim, até que somos introduzidos ao personagem. É claro que quanto mais assistimos a série, mais nos encaixamos no contexto e mais nos apaixonamos por essa abertura tão eficiente.

 

Pushing Daisies

Uma série que durou pouco e passou meio batidinha. Ela conta a história de um confeiteiro que tem o inusitado dom de devolver as pessoas à vida com um toque, mas como todo bônus vem com um ônus, um segundo toque é fatal e mata a pessoa de vez. A abertura tem uma estética toda fofa e parece um mundo de fantasias, assim como o contexto da série em si. Ela é explicativa, funcional e muito bacana.

 

Mad Men

Passada na década de 60, é uma querida e obrigatória da galera que, como eu, vive no mundo das publicidades da vida. Com uma trilha sensacional e marcante, é uma das aberturas com maior número de referências ao mundo pop, já sendo de cara uma boa lembrança do filme “Um Corpo que Cai”. Todos os prédios que vemos enquanto o protagonista é derrubado da sua glória são recheados de propagandas. O despenque todo elegante do personagem no sofá mostra bem o conceito de uma vida vivida de imagens, bem assim como vemos a trajetória de Don na série.

 

Six Feet Under

Sabe quando você pega um filme do Tarantino e todas aquelas imagens de mortes, violência de sangue ficam tão poéticas que saem lindas? A abertura dessa série maravilinda é exatamente isso. Toda fúnebre, afinal é disso que a série que se trata, ela tem umas imagens incrivelmente bem exploradas relacionadas com o tema guia da série, já sugerido no próprio título. A linha do tempo dos acontecimentos, os tons de cores e os ângulos explorados, tudo sobre essa abertura é uma verdadeira lição sobre como produzir algo sensacional.

 

The Nanny

Muito antes da música de ‘Um maluco no pedaço’ grudar na nossa cabeça e nos deixar neuróticos tentando decorar a letra, essa sitcom britânica incrível já tinha feito uma abertura nesse esquema de narrar a trajetória da personagem protagonista e o mais bacana ainda é o visual, uma vez que todo o esquema de abertura não é feito com imagens da série ou foram filmadas pelos personagens, tudo é no maior estilo desenho e dá um tom todo especial na abertura. Mesmo não tendo todo aquele ritmo, ainda assim a música fica na cabeça… E a série em si é uma delicinha de se assistir.

 

The Big Bang Theory

A série dos meus nerds do coração é um pacotinho completo. Além de uma trilha sonora que gruda na cabeça e deixa a gente com vontade de fazer curso de Inglês pra chegar num nível de conseguir cantar também a parte rápida da letra, a série também deixou o pessoal enlouquecido para conseguir capturar e desvendar frame por frame e figura por figura da história do universo sendo narrada em tão poucos segundos. E, claro, tudo sempre amarradinho no final mostrando o elenco reunido no clássico sofá.

 

New Girl

Provavelmente eu sou o tipo de pessoa que vai viver uma vida lastimando o fato de que a abertura tenha sido alterada. Ela era bem insossa no piloto, mas depois virou uma coisa toda bacaninha. Assim como em Pushing Daisies, a vibe das cenas da abertura são tão fantasiosas quanto o mundo da protagonista em si. Os garotos estão lá, participando também. A musiquinha é toda gostosa e cantável junto e o estilo da abertura me lembra muito um clipe que eu adoro – e vou indicar sim, se reclamar indico dois – da música “I don’t know” da fofa da Lisa Hannigan.

 

True Blood

https://youtu.be/4E4U96fA-qE

Primeiramente, aquela trilha né! True blood tem dois elementos de séries que já foram citadas aqui, e consegue unir ambos com perfeição. As imagens são chocantes e agonizantes, assim como no caso de Dexter, e tratam também da morte, como no caso de Six feet under, com a diferença de que as imagens de morte e decomposição são bem mais viscerais. Mas não dá pra negar que é isso tudo – e…. eu já falei daquela trilha??? – que impacta e imprime uma qualidade única na abertura da série, que não passa despercebida. Ah, e é claro que eu não posso deixar de falar da trilha, que é ótima!

 

Buffy – A Caça Vampiros

Tem uma pancada de séries que têm uma abertura nessa mesma linha que mostra cenas da série e utiliza os personagens pra apresentar o elenco pro pessoal que assiste, mas essa, em específico, tem um clima todo ação, tiro, porrada e bomba que é todo gostoso de assistir. A série, que tem sua ação e tals, mas também é toda teen, conseguiu parecer algo muito mais eletrizante e cheio de aventuras do que é. O fato é que a abertura vende, e muito bem, a série em si.

 

Fringe

Pra mim esse é o melhor exemplo de uma intro toda funcional. Com pouquíssimo tempo de duração, música e imagens fazem um casamento entre si que é espetacular. A série, que é uma ficção científica – incrível – fica muito bem representada em poucos segundos. Geralmente eu falo muito ou pouco de uma coisa que amo, o muito é quando algo me empolga demais, o pouco é quando eu amo algo, mas quero muito que as pessoas vejam. Dá um play e vê por si, é muito sensacional.

 

Presença de Anita

A gente não pode deixar de lado algumas coisas muito bacanas que a Globo já fez, tanto em relação a novelas quanto séries. E tem muita coisa legal mesmo! Mas essa, especificamente, é uma das primeiras que eu lembro. A série toda Lolita, que nos apresentou a já esquecida e apagada Mel Lisboa, foi uma das produções mais marcantes da emissora e tinha uma abertura toda spoiler com aquele pianinho e aquela música toda sacana da “ne me quitte pas“.

 

Castelo Rá-Tim-Bum

Falando em produções nacionais, um dos grandes vícios televisivos da galera da minha época foi essa produção inesquecível da TV Cultura. O mais legal da abertura, na verdade, é a produção dela. Sempre assistimos o castelo do tio Victor sendo construído quando, na verdade, a produção original foi feita toda ao contrário. A gravação começa com a maquete completa e o castelo vai sendo desconstruído no decorrer da produção. Outra coisa que também foi gravada toda ao contrário é aquela bandeirinha que, tecnicamente, sobe chega ao topo do castelo. Toda a sequencia foi filmada de cabeça para baixo. E assim a gente vai descobrindo como o mundo da TV é realmente uma ilusão.

 

Game of Thrones

É muito possível que você já tenha ouvido alguma versão da música dessa abertura sem nem saber de onde ela veio. Talvez muito mais do que falar da icônica abertura de uma icônica série é identificar a repercussão que ela já gerou. Sendo reproduzida de todos os modos que você puder imaginar, tanto a trilha quanto o conceito visual da abertura de GOT viraram verdadeiros ícones culturais que não passam ilesos nem pela rainha da Inglaterra. Outro detalhe que sempre vale ser destacado é o lance de como a abertura vai expandindo de acordo com o andamento da série, onde novos territórios e partes do mapa vão sendo mostrados.

 

How I Met Your Mother

São apenas 13 segundos que você nem pensa em pular. Geralmente você vai cantar o párapapá todas as vezes e cantar variações dela na sua cabeça no ritmo da música. Mesmo bem curtinha, a abertura deixa a gente querendo dar aquelas pausas para ver todas as fotos e, recentemente, jogou um forninho na cabeça da sociedade que fica tentando entender por qual causa, motivo, razão ou circunstância parece que a Lily está meio que algemada já no primeiro frame da abertura. Fica o questionamento de um detalhe que eu nunca tinha reparado e agora salta diante dos meus olhos toda vez que assisto.

 

Treme

https://www.youtube.com/watch?v=1M1Iagf3GSs

A gente sabe (bem) que as séries da HBO tem muito cuidado com as suas aberturas. Um ótimo caso está aqui! A série que narra a história de uma New Orleans destruída pelos fenômenos do furacão Katrina tem um tom muito certeiro na mistura entre imagens antes e depois do incidente quanto na sua trilha. A mistura de momentos de vida normal e de vidas alegres e bem constituídas com momentos que nos deixam totalmente tristes ao lembrar de quantas pessoas perderam tudo em um momento como aquele são guiadas por uma trilha que ainda nos faz ver beleza nas coisas e manter algum otimismo diante das tragédias inesperadas.

 

The Walking Dead

É bacana ver uma série que consegue a proeza de mudar de abertura com o tempo e ainda assim manter um padrão de qualidade. A trilha marcante e o tom de cores e as cenas sempre apocalíticas que deixam uma sensação de vazio e abandono são mantidas, o que faz a abertura sempre ter um jeitinho um tanto quanto macabro. Vale lembrar que, assim como no caso de algumas outras que já foram citadas aqui, a abertura da série também dá o que falar quando algumas pistas são colocadas ou quando alguns nomes não aparecem.

 

Lost

A única coisa que passa na minha cabeça quando eu vejo a intro de Lost é como apenas 12 segundos com apenas o nome da série escrito com um efeitinho de nada pode ser tão chamativa. Nem tem muito o que falar dela, pois ela é mega curta e, ao contrário de Fringe ou How I Met Your Mother, não tem uma sequência de imagens, mas ela é incrível mesmo assim.

 

Família Dinossauro

Tem muita coisa legal de antiga que deveria entrar aqui, mas estamos falando de um caso que não apenas é genial, mas também introduziu um bordão. Pensar nela é lembrar da frase “Querida, cheguei!”. Além da vibe de mostrar o lado tenebroso dos dinossauros primeiro, muito antes de vermos o Dino, depois de um tempo ela fica com aquela trilha toda bonachona e mostra aquela assustadora família da espécie de um modo todo normal e aprontando aventuras de montão, no melhor estilo de frase de filme da Sessão da tarde.

 

American Horror Story

A série que a cada temporada se passa em um contexto doido e diferente é muito precisa em apresentar os elementos das coisas que podemos esperar nas suas respectivas aberturas. Sempre com uma trilha de dar arrepios e imagens macabras, a abertura em si já é assustadora o suficiente e imagens nada amigáveis para quem não gosta muito do estilo de AHS. O bom é que a abertura por si já é honesta, ou seja, se você não simpatizar com a abertura, não veja a série. Caso contrário, veja!

 

Friends

Um clássico Simples assim! A mãe das sitcoms conta com uma abertura tão lendária quanto as 10 temporadas que narram a saga dos 6 amigos mais famosos do universo. Contando sempre com as imagens do chafariz e clássica trilha composta especialmente para a série, é impossível saltar a abertura sem ao menos bater palminhas com a música. Outra coisa bacana são as aberturas com alguma coisinha especial, como o episódio que é um flashback e mostra como poderia ter sido a vida dos personagens caso eles tivessem tomado outras decisões de vida e também o episódio que passou na época que Courteney Cox casou, onde o sobrenome de casada dela foi colocado no nome de todos os outros atores.

Crítica de ‘Logan’:

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