A Paixão de JL trata sobre os três últimos anos de vida de Leonilson (1957-1993), narrado pelo próprio artista, com direção de Carlos Nader.

O documentário recebeu o prêmio de melhor crítica e de melhor documentário brasileiro nos festivais É Tudo Verdade de 2015 e também no Mix​ ​Brasil de Cultura da Diversidade, o reconhecimento de melhor longa-metragem pelo júri popular no Festival Mostras CURTA-SE (Festival Ibero-Americano de Cinema de Sergipe), igualmente no ano passado, e o prêmio especial pelo júri no 37º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana.

Pintor, desenhista e escultor brasileiro José Leonilson Bezerra Dias, nasceu em Fortaleza, e morreu em São Paulo, vítima de Aids. Em janeiro de 1990, quando tinha 33 anos – três antes de morrer –, ele começou a confeccionar um diário íntimo gravado em fitas cassete. Nader, seu amigo pessoal, conseguiu acesso ao material guardado pela família.

A partir do diário de Leonilson, ele optou por um caminho arriscado que, no entanto, resultou em uma produção no qual o espectador embarca em uma história pessoal de paixão, dúvidas e questionamentos, arte e criação, alinhavada por imagens de arquivo sobre aquele período. Os tempos narrados por Leonilson são acompanhados por cenas que fizeram parte do seu imaginário e dos seus comentários.

Nas gravações, Leonilson fala de seus trabalhos, de tristezas e alegrias, amores e desamores, medos, família e da homossexualidade. Um dia se descobre soropositivo, tema principal da última fase da sua vida.

No dia 25 de fevereiro, o A Paixão de JL entra em cartaz no circuito Espaço Itaú de Cinema de São Paulo, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador.

A partir de 2003, com a consolidação da agência reguladora e fiscalizadora Ancine, a instituição da Condecine, tributos cobrados na própria atividade e investidos nela, e a criação de um Fundo Setorial, um projeto estatal inteligente e inédito ancorou o forte crescimento do audiovisual brasileiro, levando o Brasil a ser o décimo mercado audiovisual do mundo. Essa política pública, escalonada, gradual, tem como meta estabelecer o País como quinto mercado mundial até a próxima década. A última ação regulatória de peso, a lei da TV por assinatura, com quatro anos de vigência, já provocou o aumento da produção em mais de 100%. Outro bom exemplo é o cinema: são poucos, bem poucos, os países que conseguem ter 18% da bilheteria nacional para seus próprios filmes como acontece no Brasil.

A Condecine-Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional incide sobre todos os segmentos industriais, comerciais e tecnológicos da atividade, gerando a maior parte dos recursos necessários. Ou seja, os recursos vêm da própria atividade. Ao contrário da tendência geral de queda de outras grandes atividades econômicas, o audiovisual cresce, seu peso na economia já é maior do que o da indústria farmacêutica. Sua condição autoalimentadora blinda o audiovisual contra a crise econômica e política que o Brasil está enfrentando.

Ou blindava. Este mês, as empresas de telecomunicações, conhecidas como teles, impetraram um mandado de segurança contra a Condecine. O argumento é que não fazem parte da cadeia produtiva do audiovisual, apesar da telefonia prestar serviços de distribuição e recepção de conteúdos audiovisuais. Na verdade, se trata de mais um ataque do capital internacionalizado à soberania brasileira e à sua autonomia legislativa. Quando falamos em atividade audiovisual não nos referimos apenas (e esse apenas é uma figura de linguagem conhecida como ironia) à enorme importância cultural do cinema, TV, vídeo, videogame e toda a gama das artes audiovisuais e de sua inigualável penetração psicossocial. Estamos falando também do mais importante setor econômico do século XXI, de uma poderosa atividade industrial-comercial que gera, direta e indiretamente, trabalho, renda e segurança familiar à população. O que significa que o ataque das teles impacta em cheio, ou no bolso, a sociedade civil brasileira.

Teles e telas

A Condecine das teles gera cerca de um bilhão de reais anuais, 80% de toda a arrecadação para o Fundo Setorial. A participação das teles nessa arrecadação reflete a enormidade dos lucros dessas empresas, boa parte deles remetidos para outros países, já que 90% dos acessos telefônicos são controlados por quatro corporações com matrizes no exterior ou associadas a matrizes estrangeiras: Telmex (Claro, Embratel, NET), Oi, Telefônica/Vivo e Vivendi. As tarifas cobradas por essas empresas no Brasil são as mais caras do mundo e os serviços são de péssima qualidade (as teles estão em primeiro lugar na lista nacional de reclamações de usuários). Sem nos esquecermos que as teles são concessionárias de um serviço público e estão sempre em choque com o monitoramento da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações.

Por que, de verdade, as teles não querem pagar o tributo? O argumento de que não fazem parte da cadeia produtiva é uma balela, já que as cadeias produtivas são, por definição, o conjunto de etapas que chegam a um bem ou um serviço e à sua inserção no mercado (“estágios técnicos de produção e distribuição”). Uma das meias respostas possíveis, porque não deve ser a resposta inteira, é que essas empresas de telefonia também querem ser produtoras de conteúdo, passando a disputar esse segmento do mercado com as empresas de radiodifusão, com a televisão. Querem produzir e distribuir filmes, séries e novelas contaminados pela visão e prática de seu capitalismo predador. Ou, simplesmente, pretendem cumprir a fundo a estratégia predatória de seu modelo de capitalismo, que exige vítimas — e, nesse sentido perverso, as artes audiovisuais são as mais poderosas das armas.

A vítima pretendida pelas teles é o Estado brasileiro, é desmoralizar a governança. Os danos colaterais, pretendidos ou não, atingem diretamente a sociedade brasileira. A sociedade é a vítima principal. Caso as teles não paguem o tributo, o governo estima que a saudável situação do audiovisual será interrompida, com uma drástica diminuição (talvez 70%) da produção para cinema e TV e com a inviabilização do projeto que está sendo iniciado no sentido do Brasil ser um importante produtor de videogames, o maior segmento econômico da atividade em escala mundial.

Se as teles conseguem consumar o crime, milhares de empregos sumirão pelo ralo. E, voltando ao outro lado da questão, menos conteúdo brasileiro no cinema, TV, internet e qualquer mídia também é uma adversidade para a consciência de identidade, cidadania e pertencimento dos brasileiros. Os poderes executivo e judiciário têm de reagir à altura a esta intentona das teles mas, principalmente, a sociedade tem de se fazer ouvir.

Formação

No meio dessa situação de enfrentamento com o modelo arcaico e brutal do capitalismo multinacional das teles, assoma uma consulta pública do Ministério da Educação sobre a Base Nacional Comum Curricular, onde o ensino do audiovisual é completamente ignorado. Em um tempo em que várias instituições e governos propõem o ensino do audiovisual em todos os níveis de formação, do fundamental ao superior, pela capital importância dessa linguagem na vida contemporânea, o Ministério da Educação demonstra uma ignorância surpreendente, um atraso de dar pena.

O Forcine-Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual e outras associações relacionadas com o tema estão se organizando para reivindicar a inclusão do audiovisual nos currículos como área importante da formação. Ataques frontais à soberania brasileira por parte de grupos econômicos estrangeiros é uma ameaça que vem de fora, desconhecimento do tempo em que vivemos por parte do Ministério da Educação é uma ameaça que vem de dentro. Ainda bem que há tempo para corrigir.

 

Por Orlando Senna, publicado no Blog Refletor, em  22/02/2016 – TAL-Televisión América Latina – http://refletor.tal.tv/ponto-de-vista/orlando-senna-querem-acabar-com-o-audiovisual-brasileiro

 

O Programa Ibermedia, dedicado ao incentivo à coprodução de filmes de ficção e documentários realizados na comunidade ibero-americana, está com inscrições abertas para o recebimento de solicitações de apoio ao desenvolvimento de projetos de cinema e TV, e à coprodução de filmes ibero-americanos. O prazo para envio de propostas vai até o dia 25 de abril, e o processo deve ser realizado por meio do sistema de gestão de convocatórias Ibermedia.

Os projetos inscritos podem ser de ficção, documentário, animação, produções criativas que utilizem novas tecnologias, produções baseadas em material de arquivo, ou séries de TV. Os projetos com destinação para as salas de cinema devem ter no mínimo 60 minutos. Projetos voltados para a televisão ou para exploração em plataformas digitais devem ter duração mínima de 24 minutos, no caso de animações; 90 minutos, no caso de projetos de ficção; e 50 minutos, caso seja um projeto documental.

Além das fases de elaboração de roteiro, storyboard, captação de recursos e elaboração dos planos de financiamento e comercialização, os projetos devem prever, também, no caso de animações, pesquisa de referências e realização de um piloto, e a pesquisa de arquivos, caso trate-se de uma produção elaborada para valorizar o patrimônio audiovisual.

Cada proposta de Desenvolvimento de Projetos de Cinema e Televisão selecionada poderá receber até 15 mil dólares, desde que pelo menos 50% do orçamento do desenvolvimento do projeto já esteja garantido.

Para mais informações, acesse o regulamento da linha Desenvolvimento de Projetos de Cinema e Televisão.

O apoio à Coprodução de Filmes Ibero-americanos pode ser solicitado por empresas independentes de produção cinematográfica, originárias de um mínimo de dois países-membros do Ibermedia. São elegíveis os projetos de filmes de longa-metragem de ficção, de animação, e documentário com uma duração mínima de 70 minutos destinados à exploração comercial. Os projetos devem apresentar cooperação artística e técnica dos países-membros do fundo envolvidos.

Para longas de ficção e animação, o valor do empréstimo concedido poderá ser de até 150 mil dólares. Já os documentários podem receber até 100 mil dólares. Em todos os casos, o valor do apoio não pode ser superior a 50% do orçamento total do projeto.

Projetos que envolvam países integrantes do grupo 3 da CACI (Bolívia, Costa Rica, Cuba, Equador, Guatemala, Panamá, Paraguai, República Dominicana e Uruguai) poderão ter acesso a um apoio adicional de distribuição, para tornar a estreia e exibição em seu país mais efetivas, de acordo com termos específicos do regulamento.

Consulte a íntegra do regulamento da Linha de Apoio à Coprodução de Filmes Ibero-Americanos.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel de celular e Pessoal – SindiTeleBrasil – que representa as empresas Claro, Oi, Telefonica/Vivo, Tim, dentre outras, entrou e obteve liminar na Justiça contra o pagamento da chamada CONDECINE, fonte principal de recursos que alimenta o setor audiovisual através do Fundo Setorial do Audiovisual. Esta contribuição é prevista na Lei 12.485/2011 e graças a ela o setor audiovisual brasileiro vive um momento virtuoso traduzido em produções que se destinam às salas de cinema, televisões por assinatura e banda larga. Por ocasião da promulgação da lei, as teles aceitaram pagar essa contribuição e, em contrapartida, elas, que antes eram impedidas de atuar na distribuição de TV, tiveram permitida sua entrada nesse mercado. A veiculação de produtos audiovisuais em suas redes contribui para a expansão dos negócios da telefonia brasileira.

Assim, não deixa de ser surpreendente e inaceitável que, às vésperas do recolhimento anual da CONDECINE, o setor de telefonia rompa o acordo feito há 5 anos, através de uma liminar, que, caso não seja cassada, terá o poder de paralisar todo setor audiovisual brasileiro.

Somente em 2014 e 2015, 713 empresas de audiovisual  produziram em todo o país 2.867 horas de conteúdos, 306 longas-metragens, 433 séries e telefilmes, gerando empregos qualificados, aumentando nossa presença na TV, salas de cinema e ainda trazendo prestígio internacional para o país, como atestam os prêmios recebidos por filmes como Que Horas Ela Volta? e O Menino e o Mundo, filme este que, além de vários prêmios mundo afora, concorre ao Oscar de Melhor Animação, ao lado de obras que custaram 300 vezes mais que a animação brasileira.

A geração de empregos no setor expande-se a olhos vistos. Técnicos e técnicas, atores e atrizes, diretores e diretoras, produtores e produtoras, roteiristas trabalham com afinco imprimindo nas telas brasileiras, de todos os tamanhos, a identidade de nosso povo. Disputamos um mercado extremamente competitivo, onde a presença maciça de produtos hegemônicos encontra diversidade justamente pela significância da produção nacional. Ou seja, temos vocação para esse negócio, respeito internacional e comunhão com o público que prestigia nossas obras.

Estas obras circulam cada vez mais em celulares, tablets e computadores. Quem as distribui são justamente as teles, portanto, o recolhimento da CONDECINE é naturalmente inerente a este setor. Contribuir para o fortalecimento do audiovisual brasileiro é uma justa contrapartida pelo conteúdo que trafega e incrementa o seu negócio.

Nós abaixo-assinados, repudiamos esta ação judicial promovida pelas teles através do SindiTeleBrasil e reiteramos nosso compromisso com o desenvolvimento do setor audiovisual brasileiro. Para tanto, esperamos que a Justiça brasileira casse esta tentativa torpe de obstruir o nosso crescimento ou mesmo que o SindiTeleBrasil retire sua impensada ação judicial.

Em nome de milhares de brasileiros que constroem e consomem nossas obras que geram emoções, risos, reflexões, além de empregos e receitas, manifestamos nossa certeza que o setor audiovisual brasileiro não recuará de seu movimento de expansão.

Assinam:

Atores

Adriana Esteves
Alice Braga
Aline Moraes
Andréa Beltrão
Bruna Lombardi
Bruno Gagliasso
Bruno Mazzeo
Caio Blat
Camila Pitanga
Carlos Alberto Ricelli
Carolina Dieckmann
Cauã Reymond
Cleo Pires
Daniel Oliveira
Dira Paes
Emilio Dantas
Enrique Díaz
Fabio Porchat
Fernanda Montenegro
Fernanda Torres
Gisele Fróes
Gloria Pires
Gregório Duvivier
Ingrid Guimarães
José Abreu
Juliano Cassarré
Lázaro Ramos
Leandro Hassum
Lucio Mauro
Malu Galli
Márcio Garcia
Marcos Frota
Marcos Rica
Maria Flor
Maria Luisa Mendonça
Maria Paula
Maria Ribeiro
Mariana Lima
Mariana Ximenes
Marieta Severo
Miguel Falabela
Ney Latorraca
Otávio Müller
Patrícia Pillar
Paulinho Vilhena
Paulo Betti
Paulo Gustavo
Regina Casé
Renato Aragão
Rodrigo Santoro
Selton Mello
Silvia Buarque
Ulisses Ferraz
Vladimir Britcha
Wagner Moura

Diretores, Produtores e Roteiristas

Alê Abreu
Andrucha Waddington
Anna Muylaert
Antonio Prata
Arnaldo Jabor
Arthur Fontes
Assunção Hernandes
Bianca Villar
Breno Silveira
Cacá Diegues
Caio Gullane
Cao Hamburger
Carlos Cortez
Carolina Jabor
Claudio Torres
Daniel Rezende
Daniela Thomas
David França Mendes
Di Moretti
Eliana Soárez
Eliane Ferreira
Estevão Ciavatta
Fabiano Gullane
Fábio Mendonça
Fernando Gronstein
Fernando Meireles
Georgia Costa
Glaucia Camargos
Guel Arraes
Gustavo Rosa de Moura
Hector Babenco
Helena Solberg
Hermes Leal
Hugo Janeba
Iafa Britz
João Daniel Tikomirof
José Alvarenga Jr.
Julia Rezende
Juliana Reis
Karim Ainouz
Kiki Lavigne
Laís Bodansky
Leonardo Monteiro de Barros
LG Bayão
Luciano Moura
Luiz Bolognesi
Lula Buarque de Hollanda
Malu Andrade
Marcos Bernstein
Maria Ionesco
Maria Amelia Leão Teixeira
Maria Camargo
Marina Person
Marisa Leão
Maurício Farias
Mauro Mendonça Filho
Michel Tikhomiroff
Mini Kerti
Nando Olival
Paulo Morelli
Paulo Thiago
Pedro Buarque de Hollanda
Pedro Morelli
Quico Meirelles
Reinaldo Moraes
Renata Brandão
Roberto Santucci
Rodrigo Meirelles
Ruy Guerra
Sara Silveira
Sergio Machado
Sergio Resende
Stephano Capuzzi
Suzana Villas Boas
Tata Amaral
Tati Bernardi
Thiago Dottori
Tomás Portela
Toni Venturi
Ugo Giorgetti
Van Fresnot
Walter Lima Jr.
Walter Carvalho
Zita Carvalhosa

Em pleno 2016, o fato de uma mulher estar solteira – em qualquer idade – não deveria provocar sobressaltos. Afinal, muitos sutiãs já foram queimados nesta vida para garantir que relacionamentos não sejam uma obrigação, e que as mulheres tenham independência financeira e o pleno controle sobre seus corpos. Mas Julie, uma assessora de imprensa de 38 anos, não se cansa de ouvir a irritante pergunta: “Por que você ainda está sozinha?”.

A protagonista de “Como Ser Solteira” não nega: quer sim encontrar o amor de sua vida. Mas quer viver bem enquanto está sozinha também. E numa noite, quando é intimada por uma amiga que acabou de ser deixada pelo marido a sair numa noitada, ela percebe que ela e suas amigas solteiras não estão se saindo muito bem. Alice está tão obcecada em encontrar um homem que não faz mais nada da vida; Serena, pelo contrário, é tão focada em si mesma, que não consegue conhecer gente nova; e Ruby parece não ter capacidade de superar a depressão de cada decepção amorosa.

Entediada com o trabalho e com a vida, Julie toma uma decisão: viajar pelo mundo para tentar descobrir como as mulheres em diferentes partes do planeta lidam com a solteirice. De Paris ao Rio de Janeiro, passando por Roma, Sydney, Pequim e Reykjavík, ela aprende sobre diferentes costumes e formas de se relacionar entre homens e mulheres. No meio do caminho, ela também se apaixona, se diverte, tem o coração partido mas, principalmente, muda sua visão sobre o amor e a felicidade.

Para escrever o livro, a autora Liz Tuccillo de fato viajou pelo mundo entrevistando homens e mulheres solteiros sobre suas vidas amorosas. A história inspirou o filme homônimo, que estreia no Brasil em 25 de fevereiro e é protagonizado por Dakota Johnson, Alison Brie, Rebel Wilson e Leslie Mann.

Sobre a autora: Liz Tuccillo foi roteirista da série “Sex and the City” e é coautora do best-seller “Ele Simplesmente Não Está a Fim de Você”, que ganhou uma adaptação para o cinema estrelada por Jennifer Aniston, Scarlett Johansson e Ben Affleck.

Como Ser Solteira
Autora: Liz Tuccillo
Tradução: Alda Lima
Editora: Record
Páginas: 432
Preço: R$ 40,00