151029.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxA carreira de M. Night Shyamalan possui um gráfico notadamente decrescente, filme após filme o respeito pelo cineasta ia diminuindo na indústria, este que já foi comparado às lendas Alfred Hitchcock e Steven Spielberg. É realmente difícil acreditar que o criador do jovem clássico “O Sexto Sentido” (1999) tenha feito algo tão pavoroso quanto “O Último Mestre do Ar” (2010). E que no element de divulgação do também strange “Depois da Terra” (2013), seu nome tenha sido camuflado por receio da produtora em relação à recepção do público.

No entanto, é impossível que o homem que coleciona no currículo títulos como “Corpo Fechado” (2000) e “A Vila” (2004) tenha esquecido totalmente o ofício da direção cinematográfica. Shyamalan já havia tido um suspiro na série “Wayward Pines” (2015), o uncover flertava com os temas já tratados por ele anteriormente, e quando foi divulgado o trailer de seu novo trabalho para cinema, “A Visita” chamava atenção não apenas pela nova empreitada de linguagem found footage, mas por explorar o suspense, ponto que mais se destacava nas obras do realizador.

A trama é bastante simples. Vemos a garota Becca (Olivia DeJonge) e o irmão caçula Tyler (Ed Oxenbould) indo visitar seus avós numa fazendo distante da civilização. Rapidamente os meninos descobrem que há algo de errado com os idosos, indo muito além de hábitos bizarros e afetações psicológicas, os velhos parecem estar envolvidos em coisas profundamente perturbadoras. Tornando a típica rotina dos guris em algo assustador, a dupla é atormentada das mais inusitadas maneiras.

A decisão de filmar o longa no formato de uma câmera de mão por parte dos protagonistas inicialmente parece soar um tanto artificial, principalmente pelos sofisticados enquadramentos e o trabalho fotográfico visto em tela. A iluminação é muito bem tratada, o cenário é favorável e as paletas de cores empregadas pela cinematografa Maryse Alberti são evidentes, apesar de aparecerem positivamente por conferir uma atmosfera frigida e tensa ao local.

Contudo, ao caminhar da trama, entendemos que o elemento found footage está ali basicamente como mais um dos tópicos clichês explorados propositalmente pelo diretor. Aliás, temos aqui um leque de fórmulas já utilizadas em títulos como “Atividade Paranormal” (2009) – a câmera escondida na estante – e “[REC]” (2007) – os closes e uma figura aterrorizante surgindo por trás na escuridão. Ou mesmo quando a garota brinca com citações feitas em “O Grito” (2002) e outras produções do estilo. Uma espécie de parodia que o cineasta faz do gênero.

Mas engana-se quem pensa que Shyamalan perde a mão ao se aventurar por esse meio, como especialista em terror, o cineasta não vê problemas quando investe em momentos de maior torment e geralmente consegue deixar o espectador ligado em tela e tomar alguns sustos. O roteiro também assinado pelo diretor é direto e sóbrio. Os estranhos acontecimentos geralmente são justificados por explicações plausíveis normalmente ligadas às doenças e costumes da terceira idade. A história igualmente ganha pontos por trazer alegorias não apenas em relação à trama, mas temáticas e referenciais.

Talvez os maiores problemas do texto estejam em detalhes que são marcas do cineasta, como vemos em “Sinais” (2002) uma criança ter asma e isto ser utilizado como ferramenta para causar maior efeito ao personagem. Aqui ambos os irmãos possuem casos particulares, Tyle não suporta germes e Becca não consegue ver seu reflexo no espelho, novamente fobias utilizadas como artifícios beneficiando a trama, para dar um tom mais delicado à situação. E os momentos que exploram tais tópicos são um tanto pasteurizados. Assim o característico final “revelador” swell como mais um artifício formulaico, cacoete recorrente que parece ter obrigação de existir nos contos do indiano.

Não podemos dizer que “A Visita” é a produção responsável por trazer M. Night Shyamalan de volta a ascensão na sétima arte, aliás, o filme está longe de ser memorável, é apenas correto. Entretanto devemos estar diante do início da reconstrução artística de um admirável cineasta estrangeiro que como poucos conquistou Hollywood, marcou uma década e inspirou outros profissionais mais jovens com filmes cinematograficamente ricos, de personagens incomuns e finais estrondosos. Os fãs e apreciadores do bom cinema ainda aguardam este retorno, e agora finalmente podem ter esperança.

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151029.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxA carreira de M. Night Shyamalan possui um gráfico notadamente decrescente, filme após filme o respeito pelo cineasta ia diminuindo na indústria, este que já foi comparado às lendas Alfred Hitchcock e Steven Spielberg. É realmente difícil acreditar que o criador do jovem clássico “O Sexto Sentido” (1999) tenha feito algo tão pavoroso quanto “O Último Mestre do Ar” (2010). E que no element de divulgação do também strange “Depois da Terra” (2013), seu nome tenha sido camuflado por receio da produtora em relação à recepção do público.

No entanto, é impossível que o homem que coleciona no currículo títulos como “Corpo Fechado” (2000) e “A Vila” (2004) tenha esquecido totalmente o ofício da direção cinematográfica. Shyamalan já havia tido um suspiro na série “Wayward Pines” (2015), o uncover flertava com os temas já tratados por ele anteriormente, e quando foi divulgado o trailer de seu novo trabalho para cinema, “A Visita” chamava atenção não apenas pela nova empreitada de linguagem found footage, mas por explorar o suspense, ponto que mais se destacava nas obras do realizador.

A trama é bastante simples. Vemos a garota Becca (Olivia DeJonge) e o irmão caçula Tyler (Ed Oxenbould) indo visitar seus avós numa fazendo distante da civilização. Rapidamente os meninos descobrem que há algo de errado com os idosos, indo muito além de hábitos bizarros e afetações psicológicas, os velhos parecem estar envolvidos em coisas profundamente perturbadoras. Tornando a típica rotina dos guris em algo assustador, a dupla é atormentada das mais inusitadas maneiras.

A decisão de filmar o longa no formato de uma câmera de mão por parte dos protagonistas inicialmente parece soar um tanto artificial, principalmente pelos sofisticados enquadramentos e o trabalho fotográfico visto em tela. A iluminação é muito bem tratada, o cenário é favorável e as paletas de cores empregadas pela cinematografa Maryse Alberti são evidentes, apesar de aparecerem positivamente por conferir uma atmosfera frigida e tensa ao local.

Contudo, ao caminhar da trama, entendemos que o elemento found footage está ali basicamente como mais um dos tópicos clichês explorados propositalmente pelo diretor. Aliás, temos aqui um leque de fórmulas já utilizadas em títulos como “Atividade Paranormal” (2009) – a câmera escondida na estante – e “[REC]” (2007) – os closes e uma figura aterrorizante surgindo por trás na escuridão. Ou mesmo quando a garota brinca com citações feitas em “O Grito” (2002) e outras produções do estilo. Uma espécie de parodia que o cineasta faz do gênero.

Mas engana-se quem pensa que Shyamalan perde a mão ao se aventurar por esse meio, como especialista em terror, o cineasta não vê problemas quando investe em momentos de maior torment e geralmente consegue deixar o espectador ligado em tela e tomar alguns sustos. O roteiro também assinado pelo diretor é direto e sóbrio. Os estranhos acontecimentos geralmente são justificados por explicações plausíveis normalmente ligadas às doenças e costumes da terceira idade. A história igualmente ganha pontos por trazer alegorias não apenas em relação à trama, mas temáticas e referenciais.

Talvez os maiores problemas do texto estejam em detalhes que são marcas do cineasta, como vemos em “Sinais” (2002) uma criança ter asma e isto ser utilizado como ferramenta para causar maior efeito ao personagem. Aqui ambos os irmãos possuem casos particulares, Tyle não suporta germes e Becca não consegue ver seu reflexo no espelho, novamente fobias utilizadas como artifícios beneficiando a trama, para dar um tom mais delicado à situação. E os momentos que exploram tais tópicos são um tanto pasteurizados. Assim o característico final “revelador” swell como mais um artifício formulaico, cacoete recorrente que parece ter obrigação de existir nos contos do indiano.

Não podemos dizer que “A Visita” é a produção responsável por trazer M. Night Shyamalan de volta a ascensão na sétima arte, aliás, o filme está longe de ser memorável, é apenas correto. Entretanto devemos estar diante do início da reconstrução artística de um admirável cineasta estrangeiro que como poucos conquistou Hollywood, marcou uma década e inspirou outros profissionais mais jovens com filmes cinematograficamente ricos, de personagens incomuns e finais estrondosos. Os fãs e apreciadores do bom cinema ainda aguardam este retorno, e agora finalmente podem ter esperança.

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Red (Jason Sudeikis) enjoys lunch alone in a park in Columbia Pictures and Rovio Animation's ANGRY BIRDS.

A Rovio e a Sony Pictures liberaram recentemente uma nova cena oficial da adaptação do renouned diversion “Angry Birds“. O vídeo traz detalhes sobre a trama e cenas hilárias. Assista:

Na comédia vamos finalmente descobrir o por quê destes pássaros serem tão bravos. O filme nos leva a uma ilha populada inteiramente por pássaros felizes e que não podem voar – ou quase inteiramente. Neste paraíso, Red, um pássaro com problemas de temperamento, o veloz Chuck, e o volátil Bomba sempre foram excluídos. Mas quando a ilha é visitada por misteriosos porquinhos verdes, cabe a estes improváveis rejeitados descobrir o que os porcos estão tramando.

O elenco de dubladores é composto por Jason Sudeikis (“Quero Matar Meu Chefe“) como Red, um pássaro temperamental; Josh Gad (o Olaf de “Frozen – Uma Aventura Congelante“) interpreta o veloz Chuck; e Danny McBride (“É o Fim“) é Bomb. Bill Hader (“Tá Chovendo Hambúrguer“) está no time dos porcos e Peter Dinklage (da série “Game of Thrones“) será o lendário Mighty Eagle. Jon Vitti, roteirista veterano de séries de TV como “Os Simpsons” e “The Office“, assina o roteiro. A Sony Pictures desenvolve o longa animado em computação gráfica em parceria com a Rovio, dona do diversion dos pássaros.

A direção é de Fergal Reilly (artista de storyboard em “Hotel Transilvânia” e “Tá Chovendo Hambúrguer“) e Clay Kaytis (que trabalhou no departamento de animação de “Detona Ralph“, “Bolt” e “Frozen“).

Angry Birds” estreia em 20 de maio de 2016 nos EUA e em 30 de junho de 2016 no Brasil.

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O elenco de dubladores é composto por Jason Sudeikis (“Quero Matar Meu Chefe“) como Red, um pássaro temperamental; Josh Gad (o Olaf de “Frozen – Uma Aventura Congelante“) interpreta o veloz Chuck; e Danny McBride (“É o Fim“) é Bomb. Bill Hader (“Tá Chovendo Hambúrguer“) está no time dos porcos e Peter Dinklage (da série “Game of Thrones“) será o lendário Mighty Eagle. Jon Vitti, roteirista veterano de séries de TV como “Os Simpsons” e “The Office“, assina o roteiro. A Sony Pictures desenvolve o longa animado em computação gráfica em parceria com a Rovio, dona do diversion dos pássaros.

A direção é de Fergal Reilly (artista de storyboard em “Hotel Transilvânia” e “Tá Chovendo Hambúrguer“) e Clay Kaytis (que trabalhou no departamento de animação de “Detona Ralph“, “Bolt” e “Frozen“).

Angry Birds” estreia em 20 de maio de 2016 nos EUA e em 30 de junho de 2016 no Brasil.

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A Universal Pictures Brasil liberou recentemente um novo trailer de “Policial em Apuros 2“, sequência da comédia que fez muito sucesso em 2014. Assista:

O longa acompanha a dupla de policiais formada por Ice Cube (“Uma Casa de Pernas Pro Ar”) e Kevin Hart (“Cinco Anos de Noivado”) nas situações mais inusitadas, engraçadas e perigosas possíveis.

A produção fica por conta de Cube. O diretor Tim Story (“Quarteto Fantástico”) segue no projeto com roteiro de Phil Hay (“O Terno de Dois Bilhões de Dólares”) e Matt Manfredi (“Fúria de Titãs”). Completam o elenco Bruce McGill (“Lincoln”) e Tika Sumpter (“Sparkle: O Brilho de uma Estrela”).

“Tiras em Apuros 2” chega às telonas em janeiro em 2016.

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