“O Agente da U.N.C.L.E.”, filme que adapta a clássica série de TV americana de mesmo nome e tem a direção de Guy Ritchie (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), ganhou uma nova leva de cartazes de personagens. Veja trademark abaixo:

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Assista ao trailer legendado de O Agente da U.N.C.L.E., com Henry Cavill

A produção é uma adaptação da clássica série de TV americana de mesmo nome, originalmente exibida durante os anos 60. O longa segue o agente da CIA Napoleon Solo (Henry Cavill, de “Homem de Aço”) e o agente da KGB Illya Kuryakin (Armie Hammer, de “O Cavaleiro Solitário”). Forçados a colocar de lado a hostilidades de longa data, os dois devem trabalhar juntos em uma missão para derrotar uma misteriosa organização criminosa internacional, que está disposta a desestabilizar o frágil balanço de poder através da proliferação de armas nucleares e tecnologia. A única pista da dupla é a filha de um cientista alemão desaparecido (Alicia Vikander, de “Ex Machina”), que é a chave para se infiltrarem na organização criminal. Eles devem então correr contra o dash para achar o cientista e impedir uma catástrofe de escala mundial.

Além de dirigir, Ritchie também assina o roteiro ao lado de Lionel Wigram (“Sherlock Holmes”). Completam o elenco Elizabeth Debicki (“O Grande Gatsby”), Hugh Grant (“Eu Ainda Estou Aqui”), Jared Harris (“Poltergeist: O Fenômeno”) e Luca Calvani (“Para Roma, Com Amor”).

“O Agente da U.N.C.L.E.” estreia no Brasil no dia 3 de setembro.

minions-poster-21Ah, os minions. As criaturinhas olhudas e amareladas foram, sem sombra de dúvidas, as melhores coisas nos medianos filmes da franquia “Meu Malvado Favorito”. A mistura fofa e atrapalhada de “Pokémon” com “Os Três Patetas” rendeu à Universal e à Illumination uma fortuna em figuras, lancheiras, lanches, capas para celulares… Considerando tudo isso, foi healthy que “Meu Malvado Favorito 2” já terminasse com o aviso de que os ajudantes iriam ganhar seu próprio longa. Daí surgiu este “Minions”, fita dirigida pelo criador da franquia, Pierre Coffin, e Kyle Balda (“O Lorax”), com roteiro de Brian Lynch (“Hop – Rebeldes Sem Páscoa”).

A trama mostra a origem dos minions como assistentes de vilões ao longo dos anos, até que, após um dos vários “acidentes de percurso” causados por eles, os baixinhos acabam sem nenhum chefe, caindo em depressão. Nisso, três deles, Kevin, Stuart e Bob, se voluntariam para achar um novo patrão para a tribo, encontrando a supervilã Scarlett Overkill e se envolvendo em uma trama para roubar a coroa da Rainha Elizabeth II.

Pode se descrever a produção como um amontoado de pequenas esquetes que tentam contar uma história única. Por mais que algumas dessas esquetes façam rir, não há uma coesão suficiente entre elas para gerar uma experiência cinematográfica satisfatória. Um dos grandes problemas do primeiro ato, que deveria estabelecer os minions sem Gru, é justamente o fato de que TODAS as gags e piadas destes minutos iniciais foram estragadas pelos trailers.

Já o segundo e o terceiro atos, que lidam com a tênue trama concebida por Lynch simplesmente não é muito interessante e se segura apenas por conta da simpatia do contingent de protagonistas. Também há uma narração em off que é abandonada quase que do nada, não havendo sequer uma consistência na maneira como a história está sendo contada, demonstrando a pressa dos produtores em lançar o filme (e os produtos correlacionados) no mercado.

As personalidades completamente diferentes de Kevin, Stuart e Bob os tornam únicos dentro da multidão de minions que swell no decorrer da projeção (899, segundo informações oficiais). Isso faz com que nos identifiquemos com a coragem do primeiro, a rebeldia low-pitched do segundo e a ingenuidade infantil do último.

Scarlett jamais se mostra uma personagem eficiente, mesmo com muito potencial brega e exagerado combinado com o esforço exagerado – no bom sentido – de Adriana Esteves (e de Sandra Bullock, na versão original). Falta alguém para complementar os minions e a família de criminosos agradáveis e sociopatas apresentada no começo do segundo ato supriria essa necessidade de maneira mais eficiente que a “musa dos vilões”.

A escolha em ambientar a história no fim dos anos 1960 também se mostrou bem acertada, permitindo este spin-off se diferenciar visualmente da série principal mesmo seguindo a mesma lógica estética, além de abrir um leque totalmente novo de gags, infelizmente pouco aproveitado. No entanto, é impossível dizer que as recriações de época de Nova York e Londres não ficaram extremamente divertidas. A trilha sonora aproveita também aproveita essa pegada, em uma maravilhosa escolha de canções sessentistas, incluindo até mesmo Jimi Hendrix e The Doors, em um psicodelismo que, acidentalmente ou não, dialoga com o idioma maluco dos minions.

A dúvida na cabeça de todos epoch se os amarelinhos que roubaram a cena em dois filmes conseguiriam segurar 90 minutos de projeção como protagonistas. Mesmo com a resposta sendo negativa, a produção não chega a ser um desastre completo, salvando-se por conta do gigantesco carisma dos personagens-título.

Já sabemos que Jared Leto (“Clube de Compras Dallas”) gosta de “incorporar” por completo seus personagens. Atualmente gravando “Esquadrão Suicida”, o qual irá interpretar o vilão Coringa, Leto enviou aos colegas de elenco alguns presentinhos, um tanto, inusitados. Promovendo  “Joe Dirty 2”, o ator Adam Beach, que interpretará o Amarra, revelou ao site ComicBookMovie que o ator enviou para Margot Robbie (Arlequina) uma bela carta de amor e uma caixa preta com um rato vivo dentro. Em seguida, enviou para Will Smith (Pistoleiro) uma carta e uma caixa com munição. O resto do elenco recebeu pedaços de carcaça de porco com um vídeo, com Leto incorporado como o Coringa.

Basicamente, o que ele disse foi: ‘Gente, eu não posso estar ai, mas quero que vocês saibam que estou fazendo o meu trabalho tão duro quanto vocês. O vídeo com ele no personagem explodiu nossas cabeças. Foi quando percebemos que isso é real“, disse Adam Beach.

As imagens divulgadas do set não negam quanto o ator está cada vez mais macabro e sinistro na pele do Coringa:

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Além de Robbie (“O Lobo de Wall Street”) como Arlequina, Smith (“Um Conto do Destino”) como Pistoleiro e Leto (“Clube de Compras Dallas”) como Coringa, o elenco é formado por Joel Kinnaman(“RoboCop”) como Rick Flagg, Viola Davis (“O Desaparecimento de Eleanor Rigby”) como Amanda Waller, Jai Courtney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue e Cara Delevingne (“Anna Karenina”) como Enchantress.

Em “Esquadrão Suicida”, o vital norte-americano Rick Flagg recebe uma missão durante a Segunda Guerra Mundial: treinar nap criminosos condenados à morte ou sentenciados a décadas na prisão para uma missão suicida atrás das linhas inimigas – tudo em troca do perdão por suas sentenças. No filme, a formação da equipe de vilões mercenários aceita missões impossíveis do governo em troca de perdão por suas penas e deve ter o Pistoleiro como líder.

A estreia está marcada para 05 de agosto de 2016.

De acordo com o The Hollywood Reporter, Ben Affleck (“Argo”) e Matt Damon (“Identidade Bourne“) irão produzir para Warner Bros. um filme baseado nos recentes escândalos de corrupção envolvendo a FIFA. O estúdio comprou os direitos do livro Houses of Deceit escrito pelo repórter investigativo Ken Bensinger. Damon e Aflleck são amigos de infância e escreveram o roteiro do filme “Gênio Indomável”, que rendeu a dupla um Oscar de Melhor Roteiro Original e o Globo de Ouro de Melhor Roteiro.

Bensinger narra todo o envolvimento de a história do cartola norte-americano Chuck Blazer, executivo do futebol nos Estados Unidos, que junto com outros dirigentes da FIFA aceitou propinas exigidas na assinatura de contratos para países sediarem a Copa do Mundo entre 98 e 2010. Blazer teve papel preponderante na comprovação de irregularidades na FIFA, pois gravou conversas reveladoras para o FBI por meio de escutas. Blazer declarou-se culpado em 2013 de 10 acusações criminais, de acordo com um acordo judicial. John Goodman (“O Vôo“) está sendo cotado para interpretar Blazer.

Gavin O’Connor está sendo cotado para dirigir e co-escrever o roteiro ao lado de Anthony Tambakis.

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As filmagens de “Star Trek 3” iniciam no próxima semana e a Paramount já está pensando no futuro da franquia.  Segundo o The Hollywood Reporter, o estúdio renegociou o contrato de Chris Pine e Zachary Quinto para estrelarem o quarto filme. Ainda segundo a publicação, o estúdio ainda quer assegurar os retornos de Zoë Saldana, Karl Urban, Simon Pegg, Anton Yelchin e John Cho, que ainda não assinaram o contrato. O terceiro filme da franquia possivelmente será intitulado “Star Trek Beyond”, mas ainda não foram revelados maiores detalhes sobre o título e roteiro. Após a demissão de Roberto Orci da direção, Justin Lin (“Velozes Furiosos 6″) está definido para dirigir o longa a partir do roteiro de Simon Pegg e Doug Jung.

“Star Trek 3” contará com Chris Pine (“Operação Sombra – Jack Ryan”), Zachary Quinto (“Qual Seu Número?”), Zoë Saldana (“Guardiões da Galáxia”), John Cho (“O Vingador do Futuro”), Karl Urban (“Riddick 3″), Anton Yelchin (“Amantes Eternos”) e Simon Pegg (“Heróis de Ressaca”) para reprisarem seus papéis dos dois primeiros filmes. Idris Elba (“Circulo de Fogo“) é contado para o papel do principal vilão.

A sequência também teve sua estreia confirmada para 8 de julho de 2016, dois meses antes do aniversário de 50 anos da franquia.