A ANCINE, o Banco Regional de Desenvolvimento Econômico do Extremo Sul (BRDE) e o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) divulgaram novos investimentos, no valor total de R$ 12.445.368,00, em nove projetos selecionados em três chamadas públicas de fluxo contínuo do Programa Brasil de Todas as Telas: as chamadas PRODAV 01/2013, de apoio à produção de obras destinadas às TVs aberta e por assinatura; PRODECINE 02/2013, de produção cinematográfica via distribuidoras; e PRODECINE 03/2013, que investe na comercialização de obras de longa-metragem.

Nesta nova rodada de investimentos, um novo projeto de comercialização foi selecionado na chamada pública PRODECINE 03/2013, fazendo jus ao investimento no valor de R$ 200 mil: o longa policial “Muitos Homens num Só”, da Tambellini Filmes, com direção da cineasta Mini Kerti, que será distribuído pela Downtown Filmes.

Na chamada PRODECINE 02/2013, os novos projetos de longas-metragens selecionados foram o drama “Como nossos Pais”, da Buriti Filmes, distribuído pela Imovision, com direção de Laís Bodanzky e roteiro de Luiz Bolognesi, que receberá R$ 3 milhões do FSA; e o documentário “Limites”, produzido pela Toca dos Filmes e distribuído pela Elo Company, com direção e roteiro de Paulo Leierer, contemplado com R$ 200 mil.

Já pela chamada PRODAV 01/2013, foram selecionados um telefilme documental e cinco séries – duas de ficção e três de documentário –, no valor total de R$ 9.045.368,00. As produções selecionadas serão exibidas nos canais Universal Channel, BBC, Curta!, Record e CINEBRASiLTV.

Confira abaixo a relação completa dos projetos selecionados:

PRODECINE 02/2013

Projeto:  “Como nossos pais” (ficção)
Proponente: Buriti Filmes Ltda (SP)
Distribuidora: Imovision
Direção: Laís Bodanzky
Roteiro: Luiz Bolognesi
Valor investido pelo FSA: R$ 3 milhões
Sinopse: Filha de intelectuais dos anos 70 e mãe de duas pré-adolescentes, Céu se vê pressionada por duas gerações que exigem que ela seja engajada, moderna e onipresente. Quando recebe da mãe a bombástica notícia que não é filha do seu pai, Céu inicia uma redescoberta de si mesma.

Projeto:  “Limites” (documentário)
Proponente: Toca dos Filmes (SP)
Distribuidora: Elo Company
Direção e roteiro: Paulo Leierer
Valor investido pelo FSA: R$ 200 mil
Sinopse: A precariedade das condições de vida no Haiti faz com que milhares de haitianos migrem para outros países em busca do sonho de algo há muito perdido por eles: dignidade.

PRODECINE 03/2013

Projeto:  “Muitos homens num só” (ficção)
Proponente: Tambellini Filmes e Produções Audiovisuais (RJ)
Distribuidora: Downtown Filmes
Direção: Mini Kerti
Roteiro: Leandro Assis
Valor investido pelo FSA: R$ 200 mil
Sinopse: Baseado no romance policial “Memórias de um rato de hotel”, de João do Rio, o longa retrata a cidade do Rio de Janeiro da década de 1920.

PRODAV 01/2013

Projeto: “171 – Negócio de Família” (série / ficção)
Proponente: Jerê Moreira Produtora de Filmes e Vídeos (SP)
Emissora: Universal Channel
Direção: Roberto D’Avila
Roteiro: Marc Bechar
Valor investido pelo FSA: R$ 2 milhões
Sinopse: A velha malandragem, como a antiga Lapa, hoje perdida na memória de alguns saudosistas, está por um fio. Talvez a família Santos seja a última a ainda aderir ao velho código de honra – pois é preciso ter ética, sobretudo entre família, para ter um negócio bem sucedido.

Projeto: “À brasileira” (série / documentário)
Proponente: Medialand Produção e Comunicação (SP)
Emissora: BBC
Direção: Carla Albuquerque
Roteiro: Beto Ribeiro
Valor investido pelo FSA: R$ 960 mil
Sinopse: A série traz como personagem principal o ‘prato do dia’. A história e evolução de cada prato será contada por meio de animações e entrevistas com historiadores, jornalistas, chefs e pessoas comuns que elegeram seu cardápio favorito.

Projeto: “O retorno à África” (série / documentário)
Proponente: Praga Produções (RJ)
Emissora: Curta!
Direção: Simplício Neto e Maria PereiraRoteiro: Simplício Neto
Valor investido pelo FSA: R$ 597 mil
Sinopse: A série percorrerá a Bahia e a costa oeste da África, acompanhando o pesquisador Carlos da Fonseca pela estrada em busca de nossos elos africanos, em contato com famílias cujos descendentes se estabeleceram pela antiga Costa dos Escravos, em Gana, Togo, Benin e Nigéria, e seus ramos espalhados pelo Brasil. Uma viagem pelas paisagens humanas e naturais africanas e, sobretudo, pela história do nosso país.

Projeto: “Nuvem cigana, artimanhas cariocas” (telefilme / documentário)
Proponente: Uh Tererê Diversão e Arte (RJ)
Emissora: Curta!
Direção: Paola Vieira e Cláudio Lobato
Roteiro: Cláudio Lobato
Valor investido pelo FSA: R$ 306 mil
Sinopse: O telefilme pretende resgatar o trabalho poético, cênico e pictográfico da Nuvem Cigana, um grupo multimídia atuante nos anos 1970 no Rio de Janeiro, unido pela necessidade de reagir à ditadura, pela vontade de realizar projetos coletivos ligados às artes e de reinventar a maneira de se relacionar com o mundo e com as pessoas.

Projeto: “Sem volta” (série/ficção)
Proponente: Panorâmica Comunicação (RJ)
Emissora: Record
Direção: Rodrigo Montenegro
Roteiro: Gustavo Lipsztein
Valor investido pelo FSA: R$ 3,9 milhões
Sinopse: Um grupo de 11 montanhistas com diferentes graus de experiência, reunido pela internet, resolve escalar a Agulha do Diabo (RJ). Os montanhistas, pegos de surpresa por uma chuva torrencial, acabam separados em vários grupos e deverão fazer de tudo para tentar sobreviver nas condições mais extremas.

Projeto: “Expresso Brasil II” (série / documentário)
Proponente: Polo de Imagem (SP)
Emissora: CINEBRASiLTV
Direção e roteiro: Hilton Lacerda
Valor investido pelo FSA: R$ 1,28 milhão
Sinopse: Segunda temporada da série que apresenta a cultura, a história, os costumes, saberes e fazeres presentes nos estados brasileiros, a partir do olhar de um personagem local, ligado à área cultural. A série explora os diversos países que coexistem dentro do Brasil e desvenda a imensa diversidade de uma terra que surpreende não só pela dimensão, mas sobretudo pela riqueza de manifestações artísticas e populares e pelas belezas naturais.

“Ausência”, o segundo filme de ficção de Chico Teixeira, ganhou o prêmio principal, de melhor filme, do 27º Festival de Cinema Latino de Toulouse. O filme competiu com mais de 11 longa-metragens de sete países.

“Ausência” narra a história de Serginho, um jovem em busca de afeto, que aos 15 anos procura um lugar para si num mundo que lhe obrigou a crescer antes do tempo. As circunstâncias o tornaram o homem da casa, responsável pela mãe (Gilda Nomacce) e pelo irmão pequeno. Num momento de transição, ele sente falta de um amor de verdade, de perspectiva profissional, de carinho. Ele se desdobra para suprir tantas ausências e quase sempre consegue. Até chegar um momento em que tudo entorna, tudo transborda. Serginho quer mais dos seus amigos, pais, do chefe, do professor Ney (Irandhir Santos), e do seu futuro.

O longa-metragem é uma coprodução Brasil/Chile/França. Esta é a segunda parceria entre a BossaNovaFilms e a Chilena Wood Producciones. Anteriormente, produziram juntos “Violeta Foi para o Céu”, melhor filme em Sundance 2012, estrelado por Francisca Gavilán, que em “Ausência” interpreta Ivone, a mulher do mágico.

No Festival do Rio 2014, o filme recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Redentor de Melhor Ator (Matheus Fagundes). Foi a produção mais premiada no FestAruanda 2014, depois de passar pela 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Em fevereiro, diretor e elenco acompanharam as exibições do filme na mostra Panorama da última Berlinale.

Foram divulgados os cinco finalistas para cada categoria do 11º Prêmio FIESP/SESI-SP de Cinema. Este ano, dentre as 121 produções concorrentes, 32 filmes foram escolhidos para a final em cada uma das 13 categorias contempladas.

Entre os indicados na categoria Melhor Ator e Melhor Atriz, estão nomes como Deborah Secco (Boa Sorte), Leandra Leal (O Lobo Atrás da Porta), Matheus Nachtergaele (Trinta), Wagner Moura (Praia do Futuro) e Tony Ramos (Getúlio). Já as atrizes Fernanda Montenegro, Marjorie Estiano e Fabiula Nascimento concorrem ao título de Atriz Coadjuvante pela atuação, respectivamente, nos filmes Boa SorteApneia e O Lobo Atrás da Porta.

Nomes como Daniel Ribeiro (Hoje Eu Quero Voltar Sozinho), Jaime Queiroz e Mauro Beting (12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense) e Karin Aïnouz (Praia do Futuro) estão entre os indicados a Melhor Diretor.

A escolha de dois finalistas em cada categoria foi feita neste mês por júri popular por meio do site www.sesisp.org.br/premiocinema. Outros dois foram escolhidos pelos associados do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo e o último concorrente foi selecionado pelo Conselho Curatorial de Organização do Prêmio.

O próximo passo será a análise dos 65 finalistas pelo júri especializado, constituído por profissionais ligados às áreas cinematográfica e cultural. Os nomes dos integrantes do júri serão preservados até o dia da premiação, que será realizada em cerimônia fechada para convidados, no dia 5 de maio, às 20 horas.

Simultaneamente à votação, teve início a 11ª Mostra do Prêmio FIESP/SESI-SP de Cinema, que vai até 4 de maio, com exibição gratuita de 46 produções nacionais que estão concorrendo ao Prêmio. A Mostra acontece no Espaço Mezanino do SESI-SP, na Av. Paulista, 1.313, São Paulo.

Confira a lista completa dos finalistas:

Melhor Filme de Ficção:

Confia em Mim
Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
O Lobo Atrás da Porta
Praia do Futuro
Sobrevivente Urbano

Melhor Filme Documentário:

12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense
Bernardes
Democracia em Preto e Branco
Dominguinhos
Ozualdo Candeias e o Cinema

Melhor Curta-Metragem:

#APAIXONADINHO
A Loucura Em Movimento
Curitiba: a Maior e Melhor Cidade do Mundo
Dia Estranho
O Menino que Sabia Voar

Melhor Diretor:

Daniel Ribeiro – Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
Jaime Queiroz, Mauro Beting – 12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense
José Claudio Silva – Sobrevivente Urbano
Karim Aïnouz – Praia do Futuro
Mauro Baptista – Vedia Jardim Europa

Melhor Atriz:

Alessandra Maestrini – A Primeira Missa ou Tristes Tropeços, Enganos e Urucum
Deborah Secco – Boa Sorte
Leandra Leal – O Lobo Atrás da Porta
Liége Muller – Sobrevivente Urbano
Rita Batata – De Menor

Melhor Atriz Coadjuvante:

Fabiula Nascimento – O Lobo Atrás da Porta
Fernanda Montenegro – Boa Sorte
Maria Alice Vergueiro – Jogo das Decapitações
Marjorie Estiano – Apneia
Naiara Marques – Sobrevivente Urbano

Melhor Ator:

André Di Mauro – Sobrevivente Urbano
Marat Descartes – Quando Eu Era Vivo
Matheus Nachtergaele – Trinta
Tony Ramos – Getúlio
Wagner Moura – Praia do Futuro

Melhor Ator Coadjuvante:

Irandhir Santos – O Senhor do Labirinto
Jesuíta Barbosa – Praia do Futuro
Marat Descartes – Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa
Milhem Cortaz – Alemão
Toni Garrido – Sobrevivente Urbano

Melhor Roteiro:

Daniel Ribeiro – Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
Fabio Danesi – Confia em Mim
Fernando Coimbra – O Lobo Atrás da Porta
José Claudio Silva – Sobrevivente Urbano
Paulo Morelli – Entre Nós

Melhor Fotografia:

Gustavo Hadba, Manuel Teran – Amazônia
Jacob Solitrenick – Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho
José Claudio Silva – Sobrevivente Urbano
Matheus Rocha – Sopro
Rodrigo Monte – Confia em Mim

Melhor Montagem:

Gustavo Giani – Confia em Mim
José Claudio Silva – Sobrevivente Urbano
Lucas Gonzaga – Entre Nós
Vitor Alves Lopes – Futebol de Várzea
Willem Dias – De Menor

Melhor Direção de Arte:

Alice Maciel – Sobrevivente Urbano
Daniel Flaksman – Trinta
Frederico Pinto – Entre Nós
Isabelle Bittencourt – Confia em Mim
Thiago Marques – O Lobo Atrás da Porta

Melhor Trilha Sonora:

Beto Villares – Entre Nós
Marcelo Cabral, Dominique de Witte, José Claudio Cunha e Silva – Sobrevivente Urbano
Mariana Aydar, Eduardo Nazarian e Duani Martins – Dominguinhos
Rica Amabis, Tejo Damasceno e Luca Raele – Confia em Mim
Ricardo Cutz – O Lobo Atrás da Porta

 

Michelle Rodriguez e Ronda Rousey comentam sobre a cena de luta que protagonizam em “Velozes e Furiosos 7“. Veja:

Dirigido por James Wan (“Invocação do Mal”), “Velozes e Furiosos 7” teve suas gravações atrasadas após a morte de Paul Walker (“Contagem Regressiva”), em um acidente de carro em 2013. Após análises das cenas já gravadas pelo ator e diversas reuniões com o diretor do longa, com o roteirista Chris Morgan e o principal executivo da franquia, Jeffrey Kirschenbaum, o destino do personagem de Walker foi decidido e Brian O’Conner vai se aposentar.

Continuam no elenco Vin Diesel (“Guardiões da Galáxia”), Tyrese Gibson (“Transformers”), Dwayne Johnson (“Hércules”) e Michelle Rodriguez (“Avatar”) e para completar teremos Jason Statham (“Os Mercenários”) como vilão, Tony Jaa (“O Protetor 2”), Kurt Russell (“À Prova de Morte”) e uma participação individual da cantora Iggy Azalea e da campeã de UFC Ronda Rousey.

“Velozes e Furiosos 7” chega aos cinemas brasileiros no dia 2 de abril.

ponte aéreaMuito se reclama da qualidade duvidosa das produções cinematográficas nacionais que chegam ao circuito comercial. Comédias enlatadas, paródias absurdas, etc; poucos são os que chegam aos cinemas e são sucesso tanto de público quanto de crítica. Estes últimos, geralmente, se resumem a festivais e públicos de nicho. Só fenômenos como “Cidade de Deus”, “Tropa de Elite“, “Central do Brasil” e alguns outros, conseguem ser fenômenos em ambos quesitos, ultrapassando fronteiras canarinhas.

Portanto, aos que costumam fazer esse tipo de reclamação (com razão, na maioria das vezes), sugiro fortemente este “Ponte Aérea”, um intrigue honesto e sensível que, embora tenha suas falhas, sem dúvidas merece ser visto, até como forma de constatação de que o nosso cinema é, sim, muito melhor do que aquilo ao que a grande indústria nos submete semanalmente.

Dirigido por Julia Rezende e escrito por esta juntamente com L.G. Bayão (“Irmã Dulce”), o longa acompanha a história de Bruno (Caio Blat) e Amanda (Letícia Colin), um casal que se conhece após uma estadia forçada em Belo Horizonte devido a uma tempestade que desviou o voo de ambos para São Paulo. Hospedados por uma noite no mesmo hotel, os dois acabam dormindo juntos e criam uma relação especial, que irá se desenvolver – em diversos sentidos – ao longo do filme.

Bruno é aquele típico carioca bon vivant, largado, artista, surfista e que vive de alugar o apartamento que order com um colega na zona sul do Rio de Janeiro. Amanda, por sua vez, acaba de ser promovida no internal onde trabalha, uma agência de publicidade de sucesso, na cidade de São Paulo. Um casal improvável se forma, portanto, a partir do momento em que Bruno vai para a collateral paulista reencontrar seu pai em coma, com quem não fala há anos, e acaba por descobrir algumas verdades que irão mudar o rumo da sua vida.

Caio Blat é um ator espetacular, e é interessante como a composição desse seu personagem se dá de forma absolutamente natural, sem grandes maneirismos ou exageros. Ele, por exemplo, paulistano de raiz, consegue fazer a transposição ao carregado sotaque fluminense com simplicidade, sem forçar a barra, puxando muito o “x” ou coisas do tipo. Letícia Colin, por sua vez, também faz um trabalho seguro e convincente, o que confere à dupla protagonista uma química ímpar e que segura narrativa em um patamar elevado.

Neste sentido, tendo consciência de que parte de uma gift contraposição entre estereótipos de Rio e São Paulo na construção de seus personagens, Júlia Rezende faz questão de focar em tal dualidade com diversos elementos que tendem a reforçá-la. Seja no figurino, nos cenários ou mesmo na personalidade e modo de falar de cada um deles. Bruno anda sempre vestido com roupas simples e uma mochila nas costas, e se expressa de modo arrastado e cheio de gírias, contrapondo-se ao estilo mais contido de Amanda, uma típica representante da classe média/alta paulista. O apartamento desta é moderno, todo vidrado e chique, num andar alto, enquanto o daquele é despojado, mais desarrumado e dividido com um outro amigo.

Dramático, eficiente do ponto de perspective técnico e artístico e com uma dupla carismática como casal protagonista, é uma pena que o longa acabe por tropeçar em um roteiro apenas mediano e que abusa de diálogos medíocres, apoiando-se nas mais rasteiras muletas de filmes do gênero. Caso focasse mais no lado sério e nos dilemas que envolvem os personagens e esquecesse a faceta melosa e clichê, o resultado alcançado poderia ser ainda melhor.

De todo modo, em que pese os defeitos citados, o fato é que temos uma obra corajosa e que consegue se sobressair com segurança e competência. Com um play que vai sendo construído de maneira crescente até o clímax da película, “Ponte Aérea” se destaca como um bom intrigue não apenas tendo como referência o cinema nacional, mas sim o gênero como um todo. Entretenimento de qualidade, e nosso.