A produtora Blumhouse Productions é uma das proeminentes em Hollywood nos últimos anos, sendo responsável por filmes como “Whiplash: Em Busca da Perfeição” “Corra”, além de franquias de sucesso de terror como “Atividade Paranormal” “Sobrenatural”, bem como o recente reboot de “Halloween”.

Por meio de sua conta no Twitter, o produtor e fundador Jason Blum respondeu perguntas de alguns fãs e revelou que a produtora está trabalhando para adquirir os direitos de outras franquias clássicas de terror do cinema, como “Sexta-Feira 13” “Pânico”, afirmando que as chances de conseguir isso “são excelentes”:

“Quais são as chances de vocês adquirirem os direitos de outras grandes franquias de terror?”.

“As chances são excelentes”.

“Existe alguma chance de você fazer um novo filme da franquia ‘Pânico’ após a série de TV terminar (provavelmente com a futura terceira temporada que trará o retorno do vilão)? Com ‘Halloween’ se encaminhando para se tornar um grande sucesso, nós merecemos o ressurgimento do gênero slasher, o que incluí ‘Pânico’!”.

“Nunca diga nunca”, respondeu o produtor.

“Existe algum filme que você adoraria fazer um remake no futuro? 

“‘Sexta-Feira 13′”.

Ele ainda revelou que tem vontade de produzir novos filmes das franquias “Alien” e um remake de “O Corvo”.

O próximo filme da produtora, “Halloween”, será uma continuação direta do original, ignorando todos os eventos ocorridos após o primeiro longa, de 1978, e mostrará o confronto final entre Laurie (Jamie Lee Curtis, de “Sexta-Feira Muito Louca) e o mascarado Michael Myers (Nick Castle, de “Halloween: A Noite do Terror”), que a persegue desde que ela escapou da morte em uma noite de assassinatos, quatro décadas atrás.

A estreia de “Halloween” está prevista para 25 de outubro nos cinemas brasileiros.

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A dublagem brasileira é considerada uma das melhores do mundo. Ainda assim, há uma certa rejeição, principalmente pelos mais jovens, em relação a assistir a uma produção nesta condição, seja um filme ou uma série.

Mesmo o descontentamento com audiovisuais dublados sendo mais exposto e visível, na prática, ainda é a opção preferida de um modo geral no país. Como exemplo, em 2017 a Netflix divulgou que em terras tupiniquins o público acessa mais ao conteúdo dublado do que ao legendado.

Nos dois casos há vantagens e desvantagens, então ambos são muito úteis e mais satisfatórios de acordo com o desejo da pessoa.

Filmes e séries legendadas são ótimas para quem quer sentir a atuação real em cena. Principalmente para quem tem uma mínima base do inglês, é possível notar que algumas piadas se perdem mesmo na legenda, mas que são possíveis só de ouvir pelo áudio original. Essa sensação de real, de ouvir o que fato o ator está falando traz uma sensação mais realística e de imersão àquilo que está sendo assistido.

Além disso, em produções que são dubladas algumas frases se perdem devido à necessidade técnica dos dubladores de acompanhar o movimento da boca, tempo de fala e precisarem alterarem algumas palavras em seus significados. No legendado, temos a ideal noção daquilo que está sendo apresentado. Há uma percepção maior do contexto, de tudo que está ocorrendo em cena, seja na série ou no filme, independentemente se a pessoa está assistindo no cinema ou em casa.

Outro ponto é que alguns nomes importantes, como de personagens, objetos ou locais perdem totalmente o sentido quando passadas ao português. Há todo um jogo de palavras que em muitas situações fica inviável adaptar para a nossa língua, por mais que os estúdios de dublagem façam o possível para que tudo fique completamente compreensível aos brasileiros.

“Aff, paga pau de americano…”

Para quem tem preferência por filmes dublados e não gosta de legendados, é comum ouvir esse tipo de frase. Porém, ela não faz muito sentido. A questão não é ser uma produção americana ou ter o inglês como idioma e sim aquele ser o áudio original. Afinal, ninguém que prefira filmes legendados assiste, por exemplo, Tropa de Elite em outro idioma só para ouvir o inglês. Não há nenhum problema com a língua portuguesa, o ponto vai além disso.

Se mesmo com legenda muitas frases perdem o sentido quando escritas em português, a dublagem em alguns casos também dá uma compreensão ainda menor. Geralmente falas com trocadilhos e referências, além de jogo de palavras. Em filmes live-action, o filme com seu áudio original é primordial para captarmos a maior essência possível do filme.

O Rei Leão

Por outro lado…

Repare que no parágrafo acima falei em “filmes live-action”.

A regra não se estende a animações, pois por não se tratarem de produções com pessoas reais, naturalmente todas são dubladas, independentemente se em inglês, português, francês, japonês ou em quaisquer idiomas. Neste segmento e tipo de filme a dublagem brasileira é de nível extremamente elevado. Claro que há exceções e trabalhos ruins (cof cof Luciano Huck em Enrolados), mas no geral o trabalho é bem feito.

Isto acontece não somente por ser animações como também pelo ótimo trabalho daqueles que dão voz aos personagens. O Brasil é uma referência nesse ponto. É possível citar inúmeros dubladores que se destacam, como Guilherme Briggs, Miriam Fischer, Fernanda Baronne, Wendel Bezerra, Garcia Junior, entre outros tantos. São vários os exemplos de dublagens marcantes em filmes de desenhos ou animações. Uma referência muito lembrada é A Nova Onda do Imperador.

Guilherme Briggs

Há casos em que a dublagem brasileira se sobressai até mesmo à original, tamanha qualidade. Geralmente quando uma pessoa vê um filme dublado e depois o assiste de novo, dessa vez, legendado, aos poucos a tendência é que ela se relacione mais com o áudio original, mas em alguns exemplos isto é praticamente impossível de acontecer. Você provavelmente já assistiu As Branquelas dezenas de vezes e sabe de cabeça todas as falas em português. Assistindo no original, o filme perde metade da graça. As Branquelas tem que ser dublado, não tem jeito.

A dublagem é importante e necessária. Há muitas pessoas que têm dificuldade para ler, outras que sequer sabem ler e isso não se limita apenas às crianças. Isso sem falar de diversos indivíduos que têm problemas visuais e são impedidos de ver a obra em sua plenitude, sendo possível assim apenas ouví-la. É essencial que hajam filmes com áudio em português para que este tipo de conteúdo seja acessível a todos.

As Branquelas

Já que muitos preferem filmes legendados e outros tantos têm uma relação melhor com obras dubladas, o ideal é que haja um equilíbrio. Infelizmente, não é o que acontece em todo lugar. Em muitas cidades pelo Brasil, os cinemas disponibilizam inúmeras sessões dubladas e pouquíssimas (em muitos casos, nenhuma) versões legendadas. Com a falta de opção, a solução para alguns é recorrer à internet, mesmo que o arquivo não esteja em boa qualidade. Todos saem prejudicados.

De todo modo, é possível coexistir e é importante que haja as duas opções para o espectador. Há muitos países em que há uma quantidade ínfima de filmes legendados, como Estados Unidos, Alemanha e França. Lá, a esmagadora maioria da distribuição é feita com produções dubladas. A torcida é para que o Brasil não se encaminha para esta direção. As pessoas têm (ou deveriam ter o direito de escolha).

Seja dublado ou legendado, assistir filme é muito bom. Que as produções continuem chegando aos cinemas, os dubladores façam um bom trabalho e que quem queira assistir legendado tenha esta opção.



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Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.

Confira:

The Return. Cordelia, Stevie and Misty casting a bewitching spell.

Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 19 de Ago, 2018 às 10:26 PDT

American Horror Story: Apocalypse’ será o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada).

O próprio Ryan Murphy confirmou, através do Twitter, que Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Lily Rabe, Frances Conroy e Stevie Nicks irão retornar na próxima temporada.

De acordo com o Bloody Disgusting, Jessica Lange irá retornar para a 8ª temporada de ‘American Horror Story‘. Segundo o site, ela irá reprisar o seu papel de Constance Langdon, da primeira temporada da série.

A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.

Recentemente, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem: ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.

“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não.”

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter. Emma Roberts também devem retornar.

O FX já renovou ‘American Horror Story para suas 9ª e 10ª temporadas.



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Parece que a missão não irá parar tão cedo! A última sequência da franquia, ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘, ultrapassou a marca de US$ 500 milhões mundialmente.

Nos EUA, o filme já soma mais de US$ 180 milhões, e deve ultrapassar o recorde das outras sequências na próxima semana. Há grandes de ‘Efeito Fallout‘ ser o filme mais lucrativo da franquia, superando ‘Missão Impossível 2‘.

Durante o podcast Empire Spoiler, o diretor dos últimos dois filmes da franquia, Christopher McQuarrie, confirmou que ‘Missão Impossível 7’ já está em desenvolvimento, mesmo não tendo sido anunciado oficialmente, e também comentou sobre seu retorno à direção:

“O editor de Missão 6, Eddie Hamilton, dizia todo dia na sala de edição, ‘Vamos lá, isso é uma trilogia, você tem que voltar, tem que terminar isso, você não matou Salomon Lane’. E respondi, ‘Isso será problema de alguém’. Tom tem perguntado, estúdio tem perguntado, e eu, sabe, ‘Talvez tenha uma ideia’. E as críticas começaram a sair e fiquei como, ‘Saim daqui. Apenas parem com isso’. Me senti tão mal pelo diretor de Missão 6 e agora me sinto mal pelo de Missão 7”

E ele continua falando sobre as dificuldades do próximo filme:

“Olha, preferia ter lepra do que estar no lugar do diretor que terá que confrontar a pressão desse próximo filme no primeiro dia de gravação. É muito para confrontar. Preciso de um longo sono antes de contemplar isso. Não sei como será”

Missão Impossível: Efeito Fallout‘ se consagrou como o mais bem-sucedido filme da franquia no seu primeiro fim de semana no Brasil.

De quinta a domingo, o filme arrecadou sensacionais R$ 14,5 milhões e levou 773 mil espectadores aos cinemas, marcando a maior abertura da franquia e de um filme estrelado por Tom Cruise no país.

O filme também abriu em primeiro lugar nos EUA, com ótimos US$ 61,5 milhões, se tornando a maior abertura da franquia. O recorde pertencia a ‘Missão Impossível 2‘, com US$ 57,8 milhões. A sequência anterior, ‘Missão Impossível – Nação Secreta‘, estreou com US$ 55.5 milhões domésticos.

Missão Impossível: Efeito Fallout‘ fez US$ 92 milhões em 36 países e soma US$ 153,5 milhões mundialmente. Vale lembrar que o filme vai estrear na China em 31 de agosto.

‘Missão: Impossível’: Conheça o ranking dos melhores filmes da franquia [Incluindo Efeito Fallout] 

Assista nossas entrevistas com o elenco:

O filme já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica: Missão Impossível: Efeito Fallout – Tom Cruise em sua MELHOR missão!

 



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Foram divulgadas pela Netflix duas novas imagens e um pôster do filme “Hold the Dark”, mais uma produção original da plataforma. A obra é estrelada por Jeffrey Wright (da série “Westworld”) e Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”). Veja abaixo:

O longa trata-se de uma adaptação cinematográfica do livro homônimo escrito por William Giraldi e se passará em um deserto remoto do Alasca onde lobos estão caçando e matando crianças. Um biólogo especialista em lobos é chamado para investigar o caso. Ao chegar lá, ele acaba se envolvendo no drama de uma família em que uma mulher está desaparecida e seu marido se encontra em um complicado estado psicológico após retornar do Iraque e descobrir que o filho está morto.

O elenco também conta com James Badge Dale (“Guerra Mundial Z”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e James Bloor (do ainda inédito “Dunkirk”). A direção fica a cargo de Jeremy Saulnier (“Sala Verde”), enquanto o roteiro é assinado por Macon Blair (“Pequenos Delitos”).

A obra, assim como “Roma” de Alfonso Cúaron (“Gravidade”) – mais uma exclusividade da plataforma -, terá exibição no Festival de Cinema de Toronto, que acontece no início do próximo mês.

A previsão de estreia está para o dia 28 de setembro na versão americana da plataforma. O lançamento no Brasil ainda não tem data marcada.