O 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim ainda não fechou toda a sua programação, mas a Mostra Fórum já está completa. Essa vertente do festival é considerada seu lado mais experimental, e este ano contará com 44 longas de diversas nacionalidades, dos quais 35 serão estreias mundiais. Dentre eles, estão filmes de realizadores ilustres, como “Grass” (do sul-coreano Hong Sang-soo), “Infinite Football” (do romeno Corneliu Porumboiu) e “Madeline’s Madeline” (da americana Josephine Decker).

Veja a lista completa dos filmes a serem exibidos na Mostra Fórum:

– “14 Apples”, de Midi Z, Taiwan/Myanmar (estreia mundial)

Afrique, La Pensée En Mouvement Part I“, de Jean-Pierre Bekolo, Senegal (estreia mundial)

– “Aggregate”, de Marie Wilke, Alemanha (estreia mundial)

– “Amiko”, de Yoko Yamanaka, Japão (estreia mundial)

– “Stateless”, de Narjiss Nejjar, Marrocos (estreia mundial)

– “Departure“, de Ludwig Wüst, Áustria (estreia mundial)

– “The Bed“, de Mónica Lairana, Argentina/Alemanha/Holanda/Brasil (estreia mundial)

– “The Wolf House“, de Joaquín Cociña e Cristóbal León, Chile (estreia mundial)

– “Casanova Gene“, de Luise Donschen, Alemanha (estreia mundial)

– “Classical Period“, de Ted Fendt, Estados Unidos (estreia mundial)

– “Facing the Wind”, de Meritxell Colell Aparicio, Espanha/França/Argentina (estreia mundial)

– “The Weak Ones”, de Raúl Rico e Eduardo Giralt Brun, México (estreia mundial)

– “Victory Day“, de Sergei Loznitsa, Alemanha (estreia mundial)

– “Die Tomorrow”, de Nawapol Thamrongrattanarit, Tailândia

– “Jamila”, de Aminatou Echard, França (estreia mundial)

– “The Tree”, de André Gil Mata, Portugal/Bósnia-Herzegovina (estreia mundial)

– “In the Realm of Perfection”, de Julien Faraut, França (estreia mundial)

– “An Elephant Sitting Still”, de Hu Bo, China (estreia mundial)

– “Infinite Football”, de Corneliu Porumboiu, Romênia (estreia mundial)

– “Grass”, de Hong Sang-soo, Coréia do Sul (estreia mundial)

– “The Green Fog”, de Guy Maddin, Evan Johnson e Galen Johnson, Estados Unidos/Canadá (estreia mundial)

– “Accidence”, de Guy Maddin, Evan Johnson e Galen Johnson, Estados Unidos/Canadá (estreia mundial)

– “Interchange”, de Brian M. Cassidy e Melanie Shatzky, Canadá (estreia mundial)

– “Jahilya”, de Hicham Lasri, Marrocos (estreia mundial)

– “The Chaotic Life Of Nada Kadić”, de Marta Hernaiz, México e Bósnia-Herzegovina (estreia mundial)

– “Last Child”, de Shin Dong-seok, Coréia do Sul (estreia mundial)

– “Madeline’s Madeline”, de Josephine Decker, Estados Unidos

– “Maki’la”, de Machérie Ekwa Bahango, Congo/França (estreia mundial)

– “Mariphasa”, de Sandro Aguilar, Portugal (estreia mundial)

– “Inland Sea”, de Kazuhiro Soda, Japão/Estados Unidos (estreia mundial)

– “Notes On An Appearance”, de Ricky D’Ambrose, Estados Unidos (estreia mundial)

– “Old Love”, de Park Kiyong, Coréia do Sul

– “Our House”, de Yui Kiyohara, Japão

– “Our Madness”, de João Viana, Moçambique/Guinea-Bissau/Quatar/Portugal/França (estreia mundial)

– “First Stripes”, de Jean-François Caissy, Canadá (estreia mundial)

– “Youg Solitude”, de Claire Simon, França (estreia mundial)

– “SPK Complex”, de Gerd Kroske, Alemanha (estreia mundial)

– “The Son”, de Alexander Abaturov, França/Rússia (estreia mundial)

– “Theatre Of War”, de Lola Arias, Argentina/Espanha (estreia mundial)

– “The Pillar of Salt”, de  Burak Çevik, Turquia (estreia mundial)

– “One Or Two Questions” , de Kristina Konrad, Alemanha/Uruguai (estreia mundial)

– “The Waldheim Waltz”, de Ruth Beckermann, Áustria (estreia mundial)

– “Tower. A Bright Day.”, de Jagoda Szelc, Polônia

– “Wild Relatives”, de  Jumana Manna, Alemanha/Líbano/Noruega (estreia mundial)

– “Yours In Sisterhood”, de Irene Lusztig, Estados Unidos (estreia mundial)

A abertura do Festival de Berlim será com a projeção de “Ilha de Cachorros“, a nova animação do diretor Wes Anderson (“O Grande Hotel Budapeste“). O presidente do Júri será o cineasta alemão Tom Tykwer (“Negócio das Arábias“).

O documentário “Eu sou o Rio“, de Gabraz Sanna e Anne Santos, será exibido na Mostra Forum Expanded, uma vertente da Fórum, que está em sua 13ª edição.

O festival ocorre entre os dias 15 e 25 de fevereiro.

Há alguns meses, o filme “Lady Bird – A Hora de Voar” tornou-se o longa mais bem avaliado da história do Rotten Tomatoes, antes de receber uma avaliação negativa e perder o posto para “Toy Story 2“, obra que liderava o ranking desde 1999. Contudo, animação da Pixar, que tem 100% de aprovação com 163 críticas, teve pouco tempo para desfrutar de sua retomada a liderança. A produção “As Aventuras de Paddington 2″, sequência da animação britânica com mistura de live-action, tomou seu lugar na última quinta-feira (18).

O longa está com 100% de aprovação entre as 165 críticas positivas creditadas ao longa, e vem mantendo essa avaliação. A sua arrecadação foi de US $ 15 milhões durante o final de semana de abertura nos Estados Unidos. O valor é considerado baixo, mas a sua avaliação positiva alegra os produtores, pois pode alavancar o filme.

Vale lembrar que o Rotten Tomatoes é um site que agrega as críticas publicadas em diversos meios e sites. Os 100% não significam que o “Paddington 2” tenha uma pontuação perfeita – a média dos críticos apontada pelo site é de 8,6/10 para a obra -, mas sim de que todas as críticas avaliaram o longa como “fresco”, ou seja, deram uma nota igual ou superior a seis para a produção.

 

O elenco conta com Hugh Grant (“Florence: Quem é essa mulher?“), Hugh Bonneville (da série “Silent Hours“), Sally Hawkins (“Godzilla“), Julie Walters (“Harry Potter“), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones“), Peter Capaldi (da série “Doctor Who“), Ben Whishaw (“Negócio das Arábias“) e Brendan Gleeson (“A Lei da Noite“). O diretor é Paul King retorna para dirigir essa sequência.

“As Aventuras de Paddington 2” chega aos cinemas brasileiros em 1º de fevereiro de 2018.

No último final de semana, a atriz Helen Mirren (“Beleza Oculta”), declarou seu apoio ao movimento “Time’s Up no programa da CBS, Sunday Today:

“Este momento, este curto momento de quatro ou cinco meses, já teve uma enorme mudança acontecendo. Ela vem vindo. E eu digo ‘Time’s Up’. Bem, é hora do tempo terminar. Sabe, demorou muito para chegarmos aqui.”

Quando questionada em relação a situações de assédio, Mirren comentou:

“Eu nunca tinha passado por isso em Hollywood. Porque quando eu vim para Hollywood, eu estava nos meus 30 anos. Eu estava muito velha. Não acontece com você, a menos que você seja muito jovem … Mas, você sabe, quando eu tinha entre 16 e 23, 24 anos – os homens se expuseram muitas vezes para mim. Uma vez por semana, eu diria.”

O apoio de Mirren chega em oposição a declarações feitas pela atriz Brigitte Bardot (“As Malícias do Amor “), que alegou que muitas atrizes se insinuam para produtores para conseguirem trabalhos, e depois dizem terem sido assediadas. O número de acusações de assédio sexual em Hollywood vem crescendo, assim como o movimento “Time’s Up” e a discussão de como a mulher vem sendo tratada no meio do entretenimento.

A atriz Helen Mirren ganhou Oscar de melhor atriz em 2007 pelo filme “A Rainha”, e protagoniza o filme de terror “A Maldição da Casa Winchester”, que tem estreia prevista para 1º de março de 2018 no Brasil.

A roteirista Stephany Folsom será a responsável por roteirizar a próxima sequência de uma das franquias de maior sucesso da Pixar: “Toy Story 4“. As informações são do  Deadline.

Folsom chamou atenção quando, ainda na lista de observação, produziu um roteiro original e diferenciado que misturava dois grandes filmes de Stanley Kubrick: “2001: Uma Odisseia no Espaço” e “Dr. Fantástico“, no qual Kubrick era convencido a trabalhar para a NASA, com o intuito de fazer um pouso falso na lua. Stephany também foi uma das roteiristas de “Thor: Ragnarok“, no qual ela negou crédito.

Espera-se que o filme possa manter-se no topo das bilheterias da Pixar e acompanhar seu antecessor “Toy Story 3”, que junto com “Procurando Dory“, passou da casa de 1 bilhão de dólares em arrecadação nas bilheterias.

A história seria escrita por Rashid Jones e Will McCormack, que deixaram a produção por diferenças criativas e por conta do comportamentos abusivos do chefe da Pixar, John Lasseter, que deixou a direção do filme. Josh Cooley (“O Primeiro Encontro da Riley“) assumiu a função de diretor do longa.

“Toy Story 4” deve chegar aos cinemas em 21 de junho de 2019.

O roteirista Danny Strong (“Jogos Vorazes: A Esperança”) foi contratado para roteirizar o remake do clássico musical “Oliver!”, de 1968. O filme já conta com a direção de Thomas Kail, vencedor de um Tony Awards por dirigir o musical “Hamilton”, e Marc Platt (“La La Land”), Jeff Kwatinetz e Ice Cube (“Um Salão do Barulho 3“) como produtores.

O filme é baseado na obra de Charles Dickens, “Oliver Twist”, que conta a jornada de um menino órfão que escapa das condições severas de uma casa de trabalho e cai com um grupo de jovens ladrões, liderados pelo vilão Fagin.

Alguns nomes estão sendo cotados para participarem do musical, como a cantora Adele e o ator Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A adaptação cinematográfica de 1968 foi dirigida por Carol Reed (“De Olho na Esposa“) e estrelada por Mark Lester (“O Príncipe e o Mendigo”), Oliver Reed (“Gladiador“) e Jack Wild (“Basil – Amor e Ódio“), e ganhou cinco Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora. O remake ainda não tem uma data de estreia prevista.